Tinha um menino que se chamava Joaozinho!
Um dia ele estava indo para a escola e encontrou um papel na rua, como nao sabia ler levou para que sua professora lesse.
Quando ela leu aquilo mandou ele imediatamente para a sala da diretora.
Chegando la a diretora mandou que ele explicasse porque ele estava ali: Entao ele disse;
Eu estava na rua e vi este papel montrei para a professora e ela me mandou pra ca.
A diretora pegou o papel leu e disse;
Menino voce esta expulso.
Ele pegou o papel e estava indo embora quando um policial o parou e perguntou o porque dele esta fora da escola; Entao Joaozinho disse:
Eu estava na rua e vi este papel mostrei para a professora e ela me mandou para a diretora mostrei para a diretora e ela me expulsou.
Entao o policial pediu para ver o papel, quando leu disse:
Menenino voce esta presso:
Chegando la eu foi falar com o delegado entao o mesmo tambem perguntou porque ele estava la, entao o garoto falou:
Seu delegado eu estava indo para a escola e vi um papel mostrei para a professora e ela me mandou para a diretora mostrei para a diretora e ela me expulsou mostrei para o policial e ele me trouxe ate aqui.
Entao o delegado pediu para ver o papel e ao ler disse:
Menino voce vai pegar 30 anos de cadeia.
Durante esse tempo ele estudou na cadeia e prometeu para si mesmo que so iria ler ao sair da cadeia.
Passados os 30 anos ele estudou e aprendeu a ler subiu na montanha mais alta e pegou o papel o colocou na frente de seu rosto e quando foi ler bateu um vento e levou o papel
Em uma escola muito heterogênea, onde estudam alunos de várias classes sociais, durante uma aula de português, a professora pergunta:
— Qual é o significado da palavra 'óbvio'? Rapidamente, Carine, rica, uma das mais aplicadas alunas da classe, que estava sempre muito bem vestida, cheirosa e bonita, respondeu:
— Prezada professora, hoje acordei bem cedo, ao raiar da alva, depois de uma ótima noite de sono no conforto de meu quarto particular. Desci a enorme escadaria de nossa humilde residência e me dirigi à copa onde era servido o café. Depois de deliciar-me com as mais apetitosas iguarias, fui até a janela que dá vista para o jardim de entrada e admirei aquela bela paisagem por alguns minutos, enquanto pensava como é agradável e belo o viver. Virando-me um pouco, percebi que se encontrava guardado na garagem o aut omóvel BMW pertencente a meu pai. Pensei com meus botões:
'é ÓBVIO que meu pai foi ao trabalho de Mercedes'. Sem querer ficar para trás, Luis Cláudio Wilson, de uma família de classe média, acrescentou:
— Professora, hoje eu não dormi muito bem, porque meu colchão é meio durо. Mas eu consegui acordar assim mesmo, porque pus o despertador do lado da cama para tocar cedo. Levantei meio zonzo, comi um pão meio muxibento e tomei café. Quando saí para a escola, vi que o fusca do papai estava na garagem. Imaginei:
'é ÓBVIO que o papai fo i trabalhar de busu'. Embalado na conversa, André, de classe baixa, também quis responder:
— Fessora, oje eu quase num durmí, purquê teve tiroteio até tarde na favela. Só acordei di manhã purquê tava morreno di fome, mas num tinha nada pra cumê mesmo... quando oiei pela janela du barracão, vi a minha vó сuм jornal dibaxo du braço e pensei:
'é ÓBVIO qui ela vai cagá. Num sabe lê!