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Uma mulher era casada com homem muito grosso, toda vez que ele chegava do trabalho já ia dizendo:
— Ô sua рuта! Cade a роrrа do almoço? Eu trabalho pra саrаlhо e quando chego em casa ainda tenho que aturar você, sua vаса!
Certo dia ela resolve comprar um bichinho de estimação, para aplacar sua solidão. Chegando na loja de animais:
— Pois não, minha senhora?
— Eu vim comprar um bichinho de estimação pra me fazer companhia.
— Pois veio ao lugar certo! Que tal este cachorrinho lindo.
Tem Pedigree, é mansinho e muito brincalhão.
— Não, сасhоrrо acho que não vai da certo. Eu moro em apartamento e esta сасhоrrо iria destruir tudo, fazer barulho. Não, não quero.
— Então, que tal este peixinho dourado de raça nobre, seu pai ganhou 3 prêmios de beleza, e sua mãe é um reprodutora excepcional.
— Não, ele só fiса ali no aquário parado, fazendo glub-glub-glub. Não, eu quero um companheiro!
— Então acho que tenho exatamente o que você está procurando...
E foi buscar no depósito da loja uma gaiola com um pano cobrindo. E fazendo aquele suspense.
— Prepare-se, minha senhora, pois está prestes a conhecer seu fiel companheiro. Apresento-lhe, Destruidor.
Lá estava um pássaro dentro da gaiola, quietinho, com se empalhado parecido com um рiса-раu, mas num tamanho 3 vezes maior...
A mulher espantada pergunta:
— Ele é lindo, mas por que é chamado de Destruidor?
— Observe... Destruidor, a cadeira!
Foi então, que o pássaro saindo daquele estado quase de morte voou em direção a uma cadeira velha que havia no deposito e simplesmente deixou ela em pedaços.
— Puxa! Ele não deixou um pedaço inteiro. . .
— A senhora não viu nada. . . Destruidor o armário.
E era uma vez uma armário.
— Pode colocar na gaiola que vou levá-lo imediatamente.
Quando a mulher chega em casa já é muito tarde e não há mais tempo para preparar o almoço... Neste momento que chega o marido mal educado:
— Ô sua vagabunda, cadê a роrrа do meu almoço?
— Beim, não deu pra fazer. Eu fui numa loja comprar um animalzinho de estimação pra me fazer companhia.
— Você é louca, mulher? Sua рuта, eu tô com uma fome da роrrа e tu vem me dizer que não fez o almoço!
— Amor, quero que você conheça meu animalzinho, este aqui é o Destruidor!
— Destruidor o саrаlhо!
E lá foi o pássaro...
No Pólo Norte vivia um casal de pinguins que não podia ter filhos, então, a pedido da esposa, o macho viajou aos Estados Unidos para adotar um filhote. A viagem foi longa, ele foi parar em Miami, onde a única coisa que conseguiu, foi roubar um ovo de uma gаlinhа.
De volta ao Pólo Norte, entregou o ovo a sua senhora dizendo que eles iam ser pais de um futuro pintinho. Elas se sentou sobre o ovo e começou a chocá-lo. Alguns dias depois, o ovo se rompeu e o pintinho saiu. Deu uma olhada em volta e disse:
— Pu! Pu!
A nova mãe corrigiu:
— Não, meu filho, você tem que dizer Piu! Piu!
E o pintinho continuou:
— Pu! Pu! Pu! Pu! Рuта меrdа, que frio!
Um jovem rico, mas muito tímido, casou-se com uma moça muito bonita e de boa família. À noite foram para a cama e a noiva esperava que ele fizesse aquilo que todos os casais fazem na noite de núpcias. E não aconteceu nada, nem sequer um beijo. Nada! No dia seguinte a esposa foi à casa da mãe chorar a situação.
— Que é que aconteceu de ruim, minha filha? — pergunta a mãe.
— Ele não fez nada, mãe! Ensinei-o como devia fazer, ajudei-o e nada!
— Espera minha filha que eu vou resolver isso.
A sogra foi até a casa e falou para o genro:
— Minha filha está reclamando que você não agiu como um marido com ela ontem à noite.
O genro ficou quieto e a sogra continuou:
— Você não sabe como é que fazem os cães? É isso que você tem que fazer, igualzinho como um сасhоrrо faz! Então logo a noite você faz com a minha filha como os cães fazem com as cadelas, e tudo vai correr bem!
No dia seguinte, a filha voltou a procurar a mãe e chorava mais que no dia anterior.
— Mãe, não sei o que você disse para o meu marido, mas ele ainda foi pior que na noite passada.
— O que é que ele fez? — pergunta a mãe.
— Ele tirou a roupa, tirou a minha roupa, cheirou meu cu, e depois foi mijar contra o armário do quarto.
Tarde tranquila. A mãe a costurar e a cantar uma terna canção de Roberto Carlos. Aqui, acolá ela corta um pedaço de pano. Corta e costura. Ao lado está a pequerrucha Mariazinha, filha única e mimada, entretida com papel e lápis a desenhar figuras. O tempo passa e passa. A certa altura, a mãe pede a Mariazinha que lhe mostre os desenhos. Ela mostra os desenhos e a mãe toma um grande susto. Um susto tremendo. O que a mãe vê lhe causa uma terrível decepção, um verdadeiro choque. Os desenhos retratam claramente o famoso passaralho ou, para os mais sensíveis, um falo, o símbolo da virilidade: duas bolas e, saindo dentre elas, uma haste. A mãe não acredita no que vê. Como é que uma criancinha tão inocente começa, de repente, a desenhar essas coisas? Ela se controla o mais que pode e pergunta:
— Onde é que você viu isso, Mariazinha?
— Na sua mão, mãezinha.
— O quê??? O que você anda aprontando sua...
A mãe perde o controle. Mulher virtuosa e conhecedora de seu papel de mãe, ela não admite comportamentos indecentes. Desde cedo tem de impor respeito e dignidade à família. Aplica uma bem merecida surra na Mariazinha. Surra, castigo em pé no canto da parede, uma semana sem ver televisão e sem a mesada.
— Quando seu pai chegar você vai ter uma conversinha com ele.
Pobre Mariazinha! Ela chora, soluça desconsolada sem entender direito a gravidade de seus estranhos desenhos. A tarde passa devagar. E a Mariazinha em pé, já cansadinha, a coitada. E chorando aquele triste choro entrecortado de soluços. Como a tarde passa devagar.
Chega finalmente a noite e o pai volta do trabalho. A mãe vai falar com ele e diz para ele ter uma conversa muito séria com a filha. Já é tempo. Envergonhada, não mostra sequer os desenhos: o pai que pergunte à filha.
— O que é que você estava desenhando, Mariazinha? — pergunta o pai.
— A tesoura da mamãe...
O marido, como todos os maridos, tinha lá seus códigos com a mulher. Uma noite, louco para transar, pede para o filho levar uma mensagem à mãe:
— Diga a ela que eu quero "escrever uma carta".
Minutos depois, o garoto volta:
— Ela mandou dizer que não dá, porque "a fita da máquina está vermelha".
Passados aqueles tais dias críticos, o menino traz ao pai nova mensagem codificada:
— A mamãe mandou avisar que, se o senhor quiser escrever aquela carta, tudo bem:
"A fita já está azul outra vez."
— Ah, diz para ela que agora eu já escrevi à mão mesmo!
Em um ônibus que passava por Minas, com destino ao Rio de Janeiro, entrou um caipira com três porcos a tira-colo. Um carioca gozador que estava sentado bem na frente resolveu tirar uma com o caipira:
— E aí, rapá! Levando os porquinhos para passear, cumpadi?
— É, sô! Os bichim nunca viro o mar, né!
— Só! — respondeu o carioca, em tom de deboche — E esses "bichim" tem nome?
— Tem sim sinhô... Essas duas aqui são fêmea... Elas se chamam Suatia e Suavó!
— Ah, é? — continuou o carioca — E essa aqui, deve ser Suamãe, acertei?
— Não, sô... Esse é macho! Chama Seupai... Sua mãe eu comi ontem!