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O garoto entra no confessionário e fala para o padre:
— Cometi um pecado muito grande, seu padre...
— Diga, meu filho...
— Comi minha prima! O senhor sabe como é né, padre... A vida vai, a vida vem... Se eu não comer a minha prima não como ninguém!
— Reze 50 pai-nossos e 40 ave-marias...
No dia seguinte, lá vem o garoto de novo:
— Cometi outro pecado, seu padre! Comi minha irmã!
— Sua irmã? — perguntou o padre, assustado.
O senhor sabe né, padre... A vida vai, a vida vem... Se eu não comer a minha irmã não como ninguém!
E tome mais penitência!
No outro dia:
— Agora foi a minha mãe, seu padre...
Muito impressionado com a ousadia do garoto o padre ainda teve que escutar a mesma ladainha:
— A vida vai, a vida vem... Se eu não comer a minha mãe não como ninguém!
E no dia seguinte não é que o garoto apareceu de novo?
Assim que o padre o viu, correu pro alto da torre da igreja. Mas não conseguiu despistar o garoto que o viu e gritou lá de baixo:
— Seu padre! O que o senhor está fazendo aí em cima?
— Você sabe né, meu filho... A vida vai, a vida vem... Se eu não me esconder você me come também!
Uma camela e seu filhote estavam à toa, quando de repente o bebê camelo perguntou:
— Mãe, mãe, posso te perguntar umas coisas?
— Claro! O que está incomodando o meu filhote?
— Por que os camelos têm corcova?
— Bem, meu filhinho, nós somos animais do deserto, precisamos das corcovas para reservar água e por isso mesmo somos conhecidos por sobreviver sem água!
— Certo, e por que nossas pernas são longas e nossas patas arredondadas?
— Filho, certamente elas são assim para permitir caminhar no deserto. Sabe, com essas pernas eu posso me movimentar pelo deserto melhor do que qualquer um!
— Tá... Então, por que nossos cílios são tão longos? De vez em quando eles atrapalham minha visão.
— Meu filho! Esses cílios longos e grossos são como uma capa protetora para os olhos. Eles ajudam na proteção dos seus olhos quando atingidos pela areia e pelo vento do deserto!
— Aham! – concordou o camelinho — Então a corcova é para armazenar água enquanto cruzamos o deserto, as pernas para caminhar através do deserto e os cílios são para proteger meus olhos do deserto.
— Isso mesmo, meu filho!
— Então o que a gente tá estamos nesse tal de Zoológico?
Moral da história:
"Não adianta você ter tudo se você não está no lugar certo!"
Dez horas da manhã, toca o telefone. Aquela sorridente senhora atende e ouve do outro lado da linha:
— Mamãe?
— Que foi, minha filha?
— Mamãe, aconteceu algo terrível... Minha casa está uma bagunça, tenho que ir buscar as crianças na escola, fazer o almoço, preciso levar o Pedrinho na natação, estou com 38 graus de febre e o Otávio acabou de me ligar que vai trazer três amigos para o jantar.
— Mamãe, você precisa me ajudar, por favor!
— Fiса calma, minha filha! Eu vou já pra aí. No caminho pego as crianças na escola, faço o almoço, depois levo o Pedrinho na natação, dou uma ajeitada na casa e, em seguida, preparo uma Lasanha para o jantar.
— Enquanto isso, você toma um comprimido e vai para a cama, descansar.
— Oh! Mamãe! Você é a melhor mãe do mundo, sabia? Te amo, mamãe!
— Obrigada, minha linda! Também te amo! Daqui a pouco estarei aí!
— Tá certo, e não se esquece de mandar um beijo para o papai!
— Papai? Mas filha, o seu pai morreu quando você era ainda uma garotinha!
— Pera um pouco! Aí não é do 7633-0856?
— Nããão. Aqui é do 7633-0865!
— Então, quer dizer que a senhora não vem?
Poucos meses depois de casada, a jovem vai visitar os pais, com uma boa notícia:
— Estou grávida!
— Parabéns! — diz a mãe. — Já pensou no nome?
— Sim, se for menino vai se chamar Edson e se for menina vai se chamar Edson também!
E assim foi durante os nove meses de gravidez. Toda vez que ela se referia ao bebê, chamava-o pelo nome. Era Edson pra lá, Edson pra cá, até que um dia o bebê, ou melhor, Edson nasceu.
Ainda na maternidade, a mãe da jovem вrinса com a criança.
— Bilú... bilú... vem com a vovó, vem Edson.
— Não é Edson, mãe! É Pelé! — corrige a jovem.
— Ué, mas não era Edson?
— Edson era antes do nascimento!
Foi encontrado no bolso de um cadáver quando se preparava para a autópsia a seguinte carta:
Senhor delegado do ministério público: Suicidei-me!... Não culpe ninguém pela minha morte, deixei essa vida porque um dia à mais que eu vivesse, acabaria por morrer louco!
Eu explico-lhe: Tive a desdita de me casar com uma viúva, a qual tinha uma filha; se soubesse isso, jamais teria casado. Meu pai para maior desgraça era viúvo, e quis a fatalidade que se enamorasse e casasse com a filha da minha mulher.
Resultou daí que a minha mulher se tornou sogra do meu pai. A minha enteada ficou a ser a minha mãe e o meu pai ao mesmo tempo meu genro!
Após algum tempo, a minha filha pôs no mundo uma criança, que veio a ser meu irmão, porém neto da minha mulher, que fiquei a ser avô do meu irmão. Com o decorrer do tempo, a minha mulher pôs também no mundo um menino, que como irmão da minha mãe, era cunhado do meu pai, e meu tio, passando a minha mulher ser a nora da própria filha.
Eu, senhor delegado, fiquei a ser pai da minha mãe, tornando-me irmão dos meus filhos, a minha mulher, ficou a se minha avó, já que era mão da minha mãe, assim acabei sendo avô de mim mesmo.
Portanto antes que a coisa se complicasse mais, resolvi acabar com tudo de uma vez!