Skip to main content
João foi procurar um emprego de motorista. Quando chegou la um senhor disse:
— Vou lhe fazer uma pergunta, se você responder corretamente você fiса com o emprego.
— Primeira pergunta preste bem a atenção. Você esta em uma estrada 10 horas da noite e vê a 500 metros de distancia duas luzes bem grandes.
O que é?
— Um caminhão. — respondeu João.
— Mais que caminhão, Mercedes, Volkswagen?
— Aí eu já não sei senhor.
— Vou lhe dar mais uma chance. Você esta em uma estrada as 11 horas da noite e a 200 metros de distancia você vê duas luzes pequenas.
O que é ?
— É um carro. — responde João.
— Mais que carro, Fusca, Brasilia?
— Aí eu já não sei senhor.
— Então vou lhe dar a última chance, se você errar some da minha frente. Você esta em uma estrada meia noite, vê uma luz a 300 metros de distancia.
O que é ?
— Uma moto. — respondeu João.
— Mais que moto, Suzuki, Kawazaki?
— Não tenho a mínima idéia senhor.
— Então some da minha frente. — respondeu o senhor bem bravo.
Saindo João parou, virou e disse:
— Posso lhe fazer uma pergunta senhor? Se você errar o emprego é meu.
— Claro que sim, fale.
— Você esta em uma estrada meio dia e vê uma mulher rodando a bolsinha em uma esquina.
O que é ?
— É uma prostituta — respondeu o senhor se achando o melhor.
— Mais quem era a prostituta, sua mãe, sua irmã ou sua filha?
Uma senhora levou a filha de 17 anos ao médico, queixando-se que a miúda andava com vómitos… tonturas… que tinha perdido o apetite… O médico, observada a menina, concluiu:
— Minha senhora, a sua filha esta grávida de 3 meses!
— A minha filha? Ela nunca esteve sozinha com um homem! Não é verdade, minha filha?
— Eu nem sequer beijei ainda um homem, mãe!
O médico armou-se de um binóculo que tirou da gaveta, aproximou-se da janela e ficou calado, a perscrutar o infinito… Passados minutos, a mãe, admirada e farta, perguntou ao médico o que se passava.
O médico respondeu:
— Da última vez que isto sucedeu, nasceu uma estrela no Oriente e chegaram três reis magos. Desta vez não vou perder o espectáculo!
Uma senhora de peso avantajado, mais ou menos 140 kg, estava tomando banho tranquilamente. Tinha se ensaboado e lhe deu uma tremenda vontade de fazer xixi.
Rapidamente, sem se enxaguar, correu para a privada e, quando sentou, afundou, ficando entalada e com as pernas para cima.
Como viu que não conseguiria se soltar, chamou seu filho adolescente, que teve que arrombar a porta para entrar no banheiro.
— Calma mãe! — dizia o jovem, tentando arrancá-la daquela situação constrangedora, mas sem sucesso.
Já sem esperanças de conseguir, foi procurar o vizinho para ajudá-lo, mas antes pegou um par de sapatos que estava atrás da porta do banheiro e tampou a genitália da mãe.
O vizinho prontamente veio, e quando chegou na porta do banheiro, ficou olhando, pensativo...
— Rápido, me ajude a tirar minha mãe daí! — disse o rapaz.
— Sim, mas antes vamos tirar seu pai daí de baixo!
Duas da madrugada, o bêbado começou a apertar a campainha dos apartamentos do 1º andar e vai perguntando:
— Por gentileza, madame! O seu marido está em casa?
— Tá sim, seu bêbado safado. O que você está querendo, hein? Vai incomodar a tua mãe! — disse uma mulher muito nervosa, pelo interfone.
Toca nos apartamentos do 2º andar:
— O seu marido tá em casa, madame?
— É claro que sim, meu marido está dormindo, seu chato!
E por aí foi. O cachaceiro seguiu enchendo o saco das mulheres do prédio inteiro, até que, tocou no último andar:
— O seu marido está, minha senhora?
— Não, não está! — disse uma mulher, furiosa.
— Então a senhora pode descer aqui, pra ver se sou eu?
Um casal dedicava especial atenção e carinho a um gato de estimação. Quando fizeram uma longa viagem de férias, deixaram o gato sob os cuidados da empregada. Após alguns dias, a madame ligou e perguntou sobre como estava o gato. A empregada, então, respondeu:
— Seu gato morreu!
A madame, nervosa e desesperada, entrou em pânico. O marido, também, chocado, repreendeu a empregada, dizendo-lhe que deveria ter sido mais cuidadosa e sensível ao dar a notícia. Ele a instruiu sobre uma forma mais sutil de transmitir tais acontecimentos:
— Você poderia começar dizendo "o gato subiu no telhado". Depois diria que ele se desequilibrou. Em seguida, que caiu do telhado e acabou não resistindo à queda. Seria mais sensível.
Semanas depois, estando ainda de férias, a madame ligou novamente para a empregada e perguntou-lhe se tudo estava bem. A empregada, cuidadosamente, respondeu-lhe:
— As coisas estão indo muito bem. Mas sua mãe subiu no telhado...
O português, dono da barbearia, comprou um carro e chegou em casa excitadíssimo:
— Mulher, mulher — foi logo dizendo. — Você não acredita, fui dar uma voltinha de carro e descobri que a cidade inteira me conhece!
— Oh, Joaquim, como você quer que eu acredite, se moramos numa cidade tão grande!
— Então, venha dar um passeio comigo!
E foram os dois. O português dirigia mal pra сасете e vira e mexe dava uma fechada em algum sujeito.
— Barbeiro! — gritava o sujeito irritado!
— Viu, Maria! Como eu não estava mentindo — dizia Joaquim acenando para o outro motorista.
Mais adiante outra fechada!
— Seu Barbeiro!
— Tudo bem? — cumprimentava Joaquim!
De repente ele deu uma fechada feia em um outro carro e por pouco não bateu:
— Seu Barbeiro, filho da рuта! — xingou o motorista.
— Esse daí — comentou Maria — conhece até a sua mãe!