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O cara foi ao médico, desesperado pois tinha uma doença que julgava incurável.
— Doutor, doutor, eu tenho um enorme problema, doutor!
— O que foi, meu filho? — Disse o médico.
— Eu estou com um enorme problema no aparelho digestivo. Imagine o senhor, que eu não consigo fazer digestão de jeito nenhum. Se eu como carne, evacuo a carne inteirinha, se como maçã, defeco a maça inteirinha, se chupo uma laranja, só sai o suco. O que eu devo fazer doutor, para voltar ao normal?
Então o médico com a sua vasta sabedoria, disse:
— Meu filho, você já pensou em comer меrdа?
Um certo dia, o sujeito acordou e ao se olhar no espelho, viu uma pequena verruga que nascia no meio da testa.
No dia seguinte, a verruga estava um pouco maior, no outro dia maior ainda. No quinto dia percebeu que ela estava assumindo a forma de um pênis. Assustado, foi correndo procurar um médico.
— Você está com uma doença raríssima — atestou o doutor, após uma série de exames. — Um pênis está nascendo em sua testa!
— O que devo fazer, doutor?
— Não se preocupe! Vá para casa e leia tudo o que puder! Leia sem parar, tudo o que encontrar pela frente!
O cara foi para casa e começou a devorar todos os livros, revistas, jornais, gibis, bulas de remédio, rótulo de enlatados etc... Durante uma semana quase não dormiu! Passava a maior parte do tempo sentadono sofá com um livro nas mãos. E diariamente observava o pênis em sua testa, crescendo... crescendo... crescendo...
No final no décimo dia, voltou a procurar o médico, desesperado:
— Doutor, estou seguindo a risca os seus conselhos, mas não sinto melhora nenhuma! Essa coisa continua crescendo!
— Não se preocupe, rapaz! Tome, leve essas revistas e leia-as! Leia estas outras também! Tome, leve tudo! Não pare de ler!
— Mas... doutor... O senhor acredita mesmo que dessa maneira eu vou melhorar?
— É claro que não, meu rapaz! Você não vai melhorar nunca desse negócio! Mas aproveita para ler bastante agora, porque depois que as bolas começarem a nascer você não vai enxergar mais роrrа nenhuma!
Um português leva sua esposa para fazer um exame tipo check-up anual em um médico e o mesmo, após examinar sua esposa, lhe diz:
— Sua esposa está muito bem de saúde, mas para que ela conserve esta saúde, é necessário que faça bastante sеxо...
— Quantas vezes é necessário por semana, doutor?
— Pelo menos umas três vezes... Assim tipo Segunda, Quarta e Sexta, para intercalar...
— Tudo bem, doutor... Segunda e Quarta, dá, mas Sexta eu não poderei trazer ela aqui para o senhor, por que tenho que jogar bocha, lá no clube...
O sujeito vai ao médico para ver se resolve de vez este problema de dependência que ele tem com charutos. O médico, adepto dos "métodos antigos", lhe aconselha a técnica da aversão:
— Já que o senhor adora um charuto — diz ele — vou fazer com que tenha nojo dele. Toda noite, antes de ir deitar, o senhor vai pegar um de seus charutos e vai enfiá-lo na bunda. Em seguida, vai colocar o charuto de novo na caixa, e vai agitá-la de modo que não consiga distinguir o charuto dos demais. É vidente que, deste modo, o senhor não ousará mais fumar nenhum, de medo de estar pegando o charuto errado!
— Obrigado pelo conselho, doutor. Vou tentar hoje mesmo.
E é o que ele faz. Mas três semanas depois o paciente volta ao consultório.
— O quê? O senhor outra vez? Não me diga que meu conselho não funcionou? Este método sempre funcionou, mesmo nos piores casos de dependência.
— Bem, de fato funcionou. Pelo menos, consegui transferir a dependência... — hesita o paciente.
— O que o senhor quer dizer? — pergunta o médico.
— Pois bem, eu não fumo mais charutos. Mas agora eu não consigo ir deitar sem antes enfiar um charuto na bunda!
Assustado ao ver a cara de desconsolo do médico lendo os seus exames, o camarada pergunta:
— E aí, doutor? Deu alguma coisa grave nesses exames?
O médico coça o queixo, coça o cabelo, olha pra cara de apavorado do seu cliente, pigarreia, reclina-se na poltrona e por fim, fala:
— Não vou enganá-lo, meu amigo! Você está com Sacocheito Domortadelismo, uma doença muito rara!
— E é fatal?
— De cada dez pessoas que contraem essa doença, só uma consegue se safar.
— Ai, meu Jisuis!
E depois de respirar fundo:
— Mas eu tenho uma boa notícia!
— É mesmo? Qual é?
— Eu já tive nove pacientes com este mesmo problema... e os nove morreram!