Seu Joaquim já não aguentava mais o gato da casa. Resolveu então levá-lo para longe e largá-lo por lá. Pôs o bichano num saco, jogou-o dentro do carro e o abandonou a 10 quadras de distância da sua casa. Quando chegou em casa, o gato estava deitado no sofá.
No outro dia, já nervoso, Seu Joaquim pegou o gato novamente, colocou no carro e o abandonou a 20 quadras de distância de sua casa. Quando chegou em casa, o gato estava novamente deitado no sofá.
Ele ficou muito irritado, pegou o gato novamente, colocou no carro e andou 10 quadras para a direita, 20 para a esquerda, 30 para baixo e abandonou o gato.
Depois de duas horas, Joaquim ligou para casa e perguntou à Maria:
— Maria, o gato voltou?
— Voltou — respondeu Maria.
— Então põe ele no telefone para me explicaire o caminho de casa, pois eu estou cá perdido!
Três exploradores, um americano, um francês e um português, se perdem na floresta amazônica. Depois de muitos dias são capturados por uma feroz tribo indígena.
Amarrados num tronco no meio da aldeia, ouvem assombrados a proposta do chefe:
— Cada um pode fazer qualquer pedido. Se chefe não realizar, chefe liberta prisioneiro. Mas se chefe satisfizer o pedido, chefe manda guerreiros arrancarem a pele do prisioneiro para fazer canoa.
Apontando para o americano, pergunta:
— O que prisioneiro quer?
— Eu quero que você me traga aqui a estátua da liberdade.
Com a sua lança mágica, o chefe faz aparecer a estátua da liberdade no centro da aldeia e ordena aos guerreiros que arranquem a pelo do americano e façam uma canoa.
— Agora, chegou a vez do francês. Qual o seu pedido? — pergunta o chefe.
— Eu quero a torre Eiffel e as garotas do Moulin Rouge dançando cancan.
A lança mágica entra em ação novamente e faz realidade o pedido do francês. O chefe ordena em seguida que lhe arranquem a pele e que se faça uma canoa.
Finalmente, é a vez do português, que pede um garfo. Um simples garfo...
Diante de pedido tão simples, o chefe imediatamente entrega o garfo ao português. O nosso amigo de além mar, espetando o garfo em todo o seu corpo, gritava:
— Índios filhos da рuта, vão fazer canoa de mim lá na рuта que o pariu!