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Um brasileiro está calmamente tomando o café da manha quando um argentino típico, mascando chicletes, senta-se ao lado dele.
O brasileiro ignora o argentino que, não conformado, começa a puxar conversa:
— Você come este pão inteirinho?
— Claro.
— Nós não. Nós comemos só o miolo, a casca nós vamos juntando num container, depois processamos, transformamos em croissant e vendemos para o Brasil.
O Brasileiro ouve calado.
O Argentino insiste:
— Você come esta geléia com o pão?
— Claro.
— Nós, não. Nós comemos frutas frescas no café da manhã, jogamos todas as cascas, sementes e bagaços em containers, depois processamos, transformamos em geléia e vendemos para o Brasil.
O brasileiro então pergunta:
— E o que vocês fazem com as camisinhas depois de usadas?
— Jogamos fora, claro!
— Nós não. Vamos guardando tudo em containers, depois processamos, transformamos em chicletes e vendemos para a Argentina.
Numa cidade zinha do interior, um sujeito andava tranquilo pela rua. De repente, ele viu uma gаlinhа e começou desesperadamente a correr, apavorado gritando socorro. Seus familiares estavam sem saber o que fazer, pois era uma coisa muito rara e absurda. Levaram o sujeito para um psiquiatra.
— Me diga, qual é o seu problema?
— Doutor, sou uma ervilha e se não me cuido posso ser devorado por uma gаlinhа.
— Ah, sim, é claro. Mas veja bem, o senhor tem duas mãos, não é verdade?
— Sim, mas e dai?
— O senhor já viu uma ervilha com braços?
— Não...
— Duas pernas, como essa que o senhor usa para fugir das galinhas?
— Não... puxa, nunca pensei nisso...
— Veja outra coisa, uma ervilha nunca estaria aqui falando comigo!
— Puxa, doutor! O senhor mudou minha vida! Eu nunca tinha pensado nisso antes! Agora eu sei que não posso ser uma ervilha, é uma coisa absurda, impossível! E lá se foi nosso amigo, todo feliz com sua identidade re-descoberta.
Tranquilo, andando pela rua, ele olha outra gаlinhа e sai correndo apavorado de novo... dessa vez um carro o atropela. Foi para o hospital todo arrebentado e entre as visitas médicas naturalmente chamaram o psiquiatra:
— Mas o que aconteceu? Você não me disse que agora você sabe de não ser uma ervilha?
— Saber eu sei, mas o senhor acha que a gаlinhа já está sabendo?
Lula discursava para milhares de pessoas, quando de repente aparece Jesus Cristo baixando lentamente do céu. Quando chega ao lado de Lula, lhe diz algo ao ouvido. Então Lula, dirigindo-se à multidão, diz:
— Atenção companheiros! O companheiro Jesus Cristo aqui quer dizer umas palavras para vocês.
Jesus pega o microfone e diz:
— Povo brasileiro, este homem que tem barba como eu, não lhes deu o pão do conhecimento da mesma forma que eu fiz?
O povo responde:
— Sim!
— Não é verdade que, assim como eu multipliquei os pães e peixes para dar de comer a todos, este homem inventou o fome zero para que todos pudessem se alimentar?
— Sim! - respondeu o povo.
— Não é verdade que assegurou tratamento médico e remédios para os pobres, assim como eu curei os enfermos?
O povo grita:
— Sim!
— Não foi traído por companheiros de partido, assim como eu fui traído por Judаs?
O povo então gritou ainda mais forte:
— Sim!
— Então o que vocês estão esperando para crucificá-lo?
O Juvenal estava desempregado fazia muitos meses. Com a persistência que só os brasileiros têm, o Juvenal foi tentar mais um emprego em mais uma entrevista.
Após uma exaustiva entrevista o quinto entrevistador lhe perguntou:
— Qual foi seu último salário?
— Mil reais! — Respondeu Juvenal, e já ia dizer que aceitava menos. Mas foi interrompido.
— Pois se o senhor for contratado ganhará 10 mil dólares por mês!
— Jura?
— Que carro o senhor tem?
— Na verdade, agora eu só tenho um fusquinha e um carrinho pra vender pipoca na rua!
— Pois se o senhor trabalhar conosco ganhará um Audi para você e uma BMW para sua esposa!
— Jura?
— O senhor viaja muito para o exterior?
— Exterior do estado, sim. Belo Horizonte, São Paulo...
— Pois se o senhor trabalhar aqui viajará pelo menos 10 vezes por ano, para Londres, Paris, Roma, Mônaco, Nova Iorque, Tóquio...
— Jura?
— E lhe digo mais... o emprego é quase seu. Só não lhe confirmo agora porque tenho que falar com meu gerente. Mas é praticamente garantido. Se até amanhã, sexta-feira, à meia-noite o senhor NÃO receber um telegrama nosso cancelando, pode vir trabalhar na segunda-feira.
Juvenal saiu do escritório radiante. Agora era só esperar até a meia-noite da sexta-feira e rezar para que não aparecesse nenhum маldiто telegrama. Sexta-feira mais feliz não poderia haver. E Juvenal reuniu a família e contou as boas novas.
Não se cabendo de felicidade convocou o bairro todo para uma churrascada comemorativa a base de muita música. Sexta de tarde já tinha um barril de chopp aberto. As 9 horas da noite a festa fervia. A banda tocava, o povo dançava, a bebida rolava solta. Dez horas, e a mulher de Juvenal aflita, achava tudo um exagero. A vizinha gostosa, interesseira, já se jogava pra perto do Juvenal. E a banda tocava! E o chopp gelado rolava! O povo dançava! Onze horas, Juvenal já era o rei do bairro. Gastaria horrores para o bairro encher a pança. Tudo por conta do primeiro salário. E a mulher resignada, meio aflita, meio alegre, meio boba, meio assustada.
Onze horas e cinquenta e cinco minutos... Vira na esquina buzinando feito louco uma motoca amarela... Era do Correio! A festa parou! A banda calou! A tuba engasgou! Um bêbado arrotou! Um сасhоrrо uivou! Meu Deus, e agora? Quem pagaria a conta da festa? — Coitado do Juvenal! — Era a frase mais ouvida. Jogaram água na churrasqueira! O chopp esquentou! A mulher do Juvenal desmaiou! A motoca parou!
— Senhor Juvenal Batista Romano Barbieri?
— Si, sim, sim, so, so, sou eu...
A multidão não resistiu...
— Ooooohhhhhhhhhhhhh!
— Telegrama para o senhor...
Juvenal não acreditava... Pegou o telegrama, com os olhos cheios d'água, ergueu a cabeça e olhou para todos. Silêncio total. Respirou fundo e abriu o telegrama. Uma lágrima rolou, molhando o telegrama. Olhou de novo para o povo e a consternação era geral. Tirou o telegrama do envelope, abriu e começou a ler. O povo em silêncio aguardava o desfecho, que poderia virar desenlace. Todos se perguntavam...
— E agora? Quem vai pagar essa festa toda?
Juvenal recomeçou a ler, levantou os olhos e olhou mais uma vez para o povo que o encarava... Então, Juvenal abriu um largo sorriso, deu um berro triunfal e começou a gritar eufórico:
— Mamãe morreeeeuuu! Mamãe morreeeeeeeuuu!
Todo dia que o Silvio Santos saia de casa um papagaio cantava:
"Olê, olê, olá, Silvio Santos vem aí, olê, olê, olá, Silvio Santos vem aí..."
Até que um dia Silvio Santos já irritado, ameaçou:
— Se você cantar isso mais uma vez vou te prender na caixa d'água.
No dia seguinte o papagaio volta a cantar e Silvio Santos cumpre a ameaça. Na semana seguinte, Silvio Santos abriu a caixa e o papagaio cantava:
"Olê, olê, olá, se ferrou que eu sei nadar, olê, olê, olá, se ferrou que eu sei nadar..."
Em uma cidadezinha do interior havia um abacateiro carregado dentro do cemitério.
Dois amigos decidiram entrar lá à noite (quando não havia vigilância) e pegar todos os abacates.
Eles pularam o muro, subiram a árvore com as sacolas penduradas no ombro e começaram a distribuir o "prêmio".
— Um pra mim, um pra você. Um pra mim, um pra você.
— Pô, você deixou dois caírem do lado de fora do muro!
— Não faz mal, depois que a gente terminar aqui pegamos os outros dois.
— Então tá bom, mais um pra mim, um pra você.
Um bêbado, passando do lado de fora do cemitério, escutou esse negócio de 'um pra mim e um pra você' e saiu correndo para a delegacia.
Chegando lá, virou para o policial:
— Seu guarda, vem comigo! Deus e o diabo estão no cemitério dividindo as almas dos mortos!
— Ah, cala a boca bêbado.
— Juro que é verdade, vem comigo.
Os dois foram até o cemitério, chegaram perto do muro e começaram a escutar...
— Um para mim, um para você...
O guarda assustado:
— É verdade! É o dia do apocalipse! Eles estão dividindo as almas dos mortos! O que será que vem depois?
De dentro do cemitério se ouve:
— Um para mim, um para você. Pronto, acabamos aqui. E agora?
— Agora a gente vai lá fora e pega os dois que estão do outro lado do muro...
— Coooooooooorreeeeeeeeeeeeeee!
Quatro mães católicas estão tomando chá.
A primeira mãe, querendo impressionar as outras, diz:
— Meu filho é padre. Quando ele entra em qualquer lugar todos se levantam e dizem:
'Boa tarde, Padre!'
A segunda mãe não fiса para trás e comenta:
— Pois o meu filho é bispo. Quando entra em uma sala, com aquela roupa,todos param o que estão fazendo e dizem:
'Sua benção, Bispo!'
A terceira mãe, calmamente, acrescenta:
— Pois o meu é cardeal. Quando entra em uma sala todos se levantam beijam o seu anel e dizem:
'Sua benção, Eminência!'
A quarta mãe permanece quieta.
Então, a mãe do cardeal, só para provocar, pergunta:
— E seu filho, não é religioso?
A quarta mãe responde:
— Meu filho tem 1.90m, é bronzeado, com olhos verdes, pratica musculação e trabalha como stripper. Quando entra numa sala todo mundo olha e diz:
'Meu deus!!!'
Numa cidade do interior, um casal estava esperando o nascimento do primeiro filho. No dia do parto, tudo ia conforme a rotina, chamaram a parteira, rompe-se a bolsa d'água, mas nada de bebê. Só vento!
E quando a noticia correu, nasceu foi o apelido para o infeliz:
"O pai do vento"
Era o que mais se ouvia quando ele aparecia em algum lugar. O padre local, ao saber que o rapaz comprou uma arma e estava ameaçando os engraçadinhos, mandou chamá-lo e deu-lhe um sermão:
— Meu filho, o povo esquece, não faça uma loucura.
O sujeito concorda e promete guardar a arma. Mas logo depois dele deixar a igreja, o padre escuta dois tiros em frente a igreja. Ao abrir a porta, se depara com o rapaz, com o revolver na mão, e um sujeito caído, esvaindo-se em sangue, ao lado de um fusca, ainda com a porta aberta.
— O que houve, meu filho?
— Seu padre, me chamar de pai do vento, ainda vai. Agora, pedir para eu arriar as calças e encher os pneus do carro já é demais!
Quando Ayrton Senna chegou ao céu, São Pedro foi logo perguntando:
— Como é seu nome, meu filho?
— Ayrton Senna da Silva.
— Ah! Você é aquele piloto da F1, não é?
— Sou eu mesmo.
— Aquele que tinha uma ilha em Angra dos Reis com heliporto, quadra de tênis, praia particular entre outras coisas, mais um jato executivo Learjet 60 de 12 lugares comprado por US$ 19.000.000,00, um helicóptero bi-turbo avaliado em US$ 5.000.000,00 uma lancha Off Shore de 58', uma fazenda em Tatuí e que ganhava US$ 1.200.000,00 por corrida?
— Sou eu mesmo.
— Andava de Audi, Honda NSX e tinha uma DUCATI com seu nome?
— Sim senhor!
— Morava em Mônaco, mas tinha apartamentos em NYC, Paris e viajava quando queria para o Brasil no seu próprio jatinho particular?
— Correto.
— Aquele que até hoje a família é acionista da Audi do Brasil?
— Eu mesmo!
— Aquele que comeu a Xuxa, e a Adriane Galisteu?
— Sim.
— Putz… pode entrar, mas você vai achar o Paraíso uma меrdа!
Um cantor sertanejo em fase inicial de carreira, estava com seu Fusquinha 66 por uma estradinha. Poeira e buraco a mil, até que de repente... Catapimba! Quebrou a suspensão do poizé...
— Oh, meu Senhor... que maçada!
Já noite escura e não passa uma vivalma por ali... Quase desacorçoado o futuro cantor, coçando a cabeça, viu a uma certa distancia, uma pequena luz acesa.. Fechou o poizé e dirigiu-se para lá... Amanhã eu vejo o que fazer com o poizé... Chegou à casa d'onde ele viu a luz... Uma velhinha dos seus 70, o recebeu sorrindo com aquela boquinha enrrugada, zóinho manso, voz tênue mas delicada...
— Ôi moço, qui que eu posso fazê pô ce fio?
Contou pra véinha o ocorrido e só pediu pousada, que graciosamente foi atendido... Mais noitinha uma canjinha de gаlinhа e foram dormir... Havia uma cama só.. O rapaz educadamente deitou bem no cantinho , para nem relar na véia... Noite a dentro a véia começou a roçar no rapaz e tentando abraça-lo e êle, delicadamente, se esquivando... Amanheceu o dia, lindo, radiante, cheirinho de café novo, a galinhada cacarejando no quintal ciscando e vários galos entre elas... O rapaz, tomando um cafezinho, comentou...
— Ô vó! Com tantos galos no meio das galinhas não sai briga entre eles?
— Chiiiii fio... comentou a véinha... Galo mesmo é só aquele carijozão ali porque o resto é tudo cantor, viu?