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Foi feito um experimento com três voluntários, um matemático, um físico e um economista, com o intuito de se analisar como esses três profissionais regiam a certas situações de tensão. O método consistia em trancá-los em três salas separadas por uma semana, fornecendo apenas um quadro nеgrо, uma caixa de giz e uma lata de conservas (sem abridor de latas). Após uma semana, as salas foram abertas:
Na primeira sala, encontraram o matemático quase morto, com o quadro nеgrо cheio de cálculos e a lata de conservas amassada e vazia, aberta com várias pancadas.
Na segunda sala, encontraram o físico bastante abatido, com o quadro nеgrо ainda mais cheio de cálculos e a lata de conservas aberta e vazia com um só golpe.
Na terceira sala, encontraram o economista morto, a lata de conservas fechada e intacta e o quadro nеgrо repleto de parágrafos, citações, frases, gráficos, matrizes, modelos econométricos, etc. Curiosos para saberem o que ocorreu, os cientistas foram até o quadro nеgrо, onde lia-se:
"... Partindo-se do pressuposto teórico da posse de um abridor de latas padrão..."
Um americano, com sua Ferrari possante, estava a se mostrar pelas ruas de Nova Iorque. Sem mais nem menos passa um japonês do seu lado a uns 200 km/h. Olha-o profundamente e grita:
— Conhece moto Kawasaki?
E o ultrapassa. Furioso o americano não se conforma:
— Quem esse japa pensa que é? Ele vai ver só!
Rapidamente, acelera ao máximo, mas não consegue alcança-lo a tempo. Volta e pega seu Porche...
— Agora ele vai ver! Não se вrinса assim comigo...
Logo localiza o japonês pelo retrovisor, mais que rápido acelera para alcançar sua velocidade, mas o japonês o ultrapassa com firmeza e grita:
— Conhece moto Kawasaki?
Inconformado olha o japa que some no infinito... Volta para casa e pega sua Mitsubishi. Agora nunca, ninguém poderá o ultrapassar! (pelo mesmo é o que pensa.) Mas que depressa volta para sua rota, procura mas nada de encontrar aquele japa atrevido. Até que vê ele muito mais veloz que antes. Confiante ele afunda o pé no acelerador. Chega bem perto do japonês, que ao vê-lo começa a acenar. O americano olha-o e consegue alcançar. Então o japa olha o americano e grita:
— Conhece moto Kawasaki?
E o ultrapassa novamente. O americano já de saco cheio, não acredita que uma “motico” consiga deixar sua Mitsubishi para trás e insiste. Acelera e vê o japonês fazendo a curva, mas some... Insiste. Pisa fundo e chega na curva. Quando a completa vê que o japonês esta na pista estirado, todo “arrebentado” e a moto irreconhecível. Não acreditando pára o carro, dá ré pra ver o que aconteceu. Chega no japa estiradão no acostamento, todo esfolado, pára, desce do carro e desesperado com a situação vai logo perguntando o que aconteceu. O japonês quase imóvel faz uma força tremenda, mais responde:
— Conhece moto Kawasaki?
— Sim. E daí? – responde o americano — Então me diz onde fiса o freio.
Um turista passeava-se numa floresta tropical qualquer. O que ele desconhecia por completo é que aquelas matas eram habitadas por várias tribos canibais.
Quando ele passou pela primeira tribo foi capturado e levado ao chefe. O chefe perguntou:
— Então hôme branco, cê quer Tizunga ou prefere morrer?
O coitado do homem, pensou:
"Estão me dando uma chance de viver! Vou aceitar qualquer coisa, menos que me matem!"
Então disse:
— Quero Tizunga, grande chefe.
— Tizunga com ele, meus guerreiros — disse o chefe da tribo.
E assim toda a legião de guerreiros foi à bunda do turista. O coitado foi deflorado ali em frente de toda a tribo.
Depois da última malhada o homem foi liberto. Todo dolorido ele continuou o seu caminho pelas matas. Alguns quilômetros depois deu de cara com outra tribo canibal. Mesmo procedimento, o chefe perguntou:
— O hôme branco qué Tizunga ou qué morrer?
— Oh chefe, piedade, já fui rasgado numa tribo la atrás...
— São as regras, forasteiro.
— Então prefiro Tizunga. Tudo menos minha vida!
— Meus bravos guerreiros, Tizunga no hôme branco!
Novamente o pobre homem foi violentado por trás, mais de 50 guerreiros fizeram a festa. Mais para lá do que para cá, o homem seguiu viagem.
Para seu azar, mais na frente encontrou a terceira tribo... e se repete a pergunta de praxe, o homem em desespero respondeu:
— Ah não, não aguento mais... eu prefiro morrer a ter que aguentar seus guerreiros, chefe!
Então o chefe da tribo disse para os guerreiros:
— Esse daqui é brabo, prefere morrer. Então meus guerreiros, Tizunga até morrer!
Durante um grande comício em Salvador, certo candidato a governador do Estado empolga-se e começa a prometer mundos e fundos:
— Se eleito for, prometo construir outro HGE, farei mais um aeroporto, construirei novas estradas, instalarei uma dezena de novas fábricas, barragens, aguadas, prometo mais duas universidades federais, mais cem escolas de ensino médio e duzentas de ensino fundamental. E sabem o que isso significa, meu povo? Trabalho! Sim, isso mesmo! Trabalho e mais trabalho, empregos e mais empregos para todos os baianos...
Num canto da praça um dos ouvintes que assistia ao comício, desesperado, iniciou uma macumba das fortes com toda sorte de produtos infalíveis e dentro jogou inúmeros santinhos daquele candidato contra a sua vitória!
— Mas o que é isso rapaz, não gosta do candidato? - inquiriu alguém que passava perto.
— Gostar eu gosto, mas vai que esse desgraçado ganha.... Melhor prevenir do que remediar!
João tinha uma namorada, a Mariazinha, e resolveu se casar com ela.
Estavam todos contentes com os preparativos do casamento. A mãe de João, decidiu fazer um pijama para ele usar na lua de mel. No outro dia, joão e sua mãe, foram até uma loja escolher o pano para fazer o tal pijama e escolheram logo dois metros de pano. Escolhido o pano a mãe de João voltou para casa para começar a costurar o tal presente. Ela então chamou: João meu filho venha cá. Eu preciso de você para medir o tamanho do pijama João todo empolgado foi correndo. A mãe de João então fez o formato do pijama, só que ela só havia feito algumas pregas no pijama e ainda não havia costurado, mesmo assim João estava ansioso para mostrar o presente para Mariazinha. Ele sabia que toda tarde ela estava no rio, então ele saiu correndo, vestido no pijama, para mostrar a ela. Nessa correria João não percebeu que as pregas da calça se haviam soltado, deixando seu dote à mostra. Chegando na beira do rio ele gritou: Mariazinha, olha o que eu vou usar na nossa lua de mel! Mariazinha ficou admirada com o tamanho do dote de João e então ela disse :
— Nossa é muito grande. Então ele disse a ela:
— Isso aqui é só a metade, tem mais um metro em casa.
Mariazinha, a irmã mais velha do Joãozinho, estava tendo a sua primeira menstruação. Apavorada, sem saber a razão de todo aquele sangue, corre pelos corredores a procura do irmão.
— Joãozinho, Joãozinho, socorro, me ajuda!
— Calma, calma, o que foi?
— Olha só! Estou sangrando! O que será isso Joãozinho?
Joãozinho sentiu-se embaraçado no primeiro momento, pensou um pouco. Usou toda a sua experiência de seus sete anos, levantou o vestido da irmã, abaixou a calcinha, analisou todas as possibilidades, e finalmente concluiu:
— Olha. Eu não entendo muito bem disso, mas acho que arrancaram o seu saco.