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Melhores piadas - Page 152
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Na semana da Independência, a professora pediu para que os alunos fossem à lousa e ilustrassem partes do Hino Nacional...
Ela disse:
— Mariazinha venha você, faça um desenho.
Mariazinha foi ao quadro nеgrо e desenhou um berço com um bebê dentro. A professora pergunta:
— O que isso quer dizer Mariazinha?
Mariazinha entusiasmada responde:
"Deitado eternamente em berço esplêndido!"
Os colegas aplaudem Mariazinha e a professora se emociona com a criatividade da menina. Empolgada, decide chamar mais um aluno, agora um menino:
— Joãozinho, venha desenhar na lousa um trecho que você acha importante no Hino Nacional.
Joãozinho vai à lousa e desenha um menininho com um pênis enorme!
A professora desconcertada, o repreende severamente e pergunta:
— Me fala, moleque mal-educado, qual a relação entre o Hino Nacional, e o pênis enorme desse garoto?
Joãozinho se explica:
— Ué, professora:
"Gigante pela própria natureza!"
Era uma vez uma menina que nunca tinha ido a uma festa e baile, sua mãe já veterana no assunto dá uns conselhos pra filha:
— Minha filha, quando algum rapaz se aproveitar de você, quando esquentar o clima pergunte a ele qual vai ser o nome da criança ele sai correndo na hоrа é infalível.
Quando ela chega a festa o primeiro rapaz leva ela para um canto escuro, daí o rapaz se aproveita para tirar a saia dela quando ela diz:
— Qual vai ser o nome da criança?
O cara sai correndo dali de imediato, assim foi com o segundo, terceiro, quarto, até pegar um cara mais experiente, ele leva a menina para um canto começa alisar ela e ela diz:
— Qual vai ser o nome da criança?
O cara continua ele tira a saia e ela pergunta:
— Qual vai ser o nome da criança?
E ele continuou ele tirou a casinha dela e mandou ver. Depois do serviço feito ela pergunta toda esbravejada:
— E agora qual vai ser o nome da criança?
Ele se levanta tira a camisinha dá três nós nela e diz:
— Se conseguir sair daqui, vai se chamar MacGyver!
Um homem comprou um papagaio e logo nos primeiros dias percebeu que o вiсhо só falava palavrão o tempo todo.
Pacientemente, tentou ensinar boas maneiras ao louro, mas nada resolvia.
Até que um dia, levantou de mal humor e quando passou diante da gaiola do papagaio, este resmungou:
— Bom dia, seu filho da рuта!
Furioso, ele atirou o pobre animal dentro do freezer.
Para sua surpresa, alguns minutos depois ao abri-lo, ouviu o papagaio se desculpar:
— Perdoe-me pelo meu linguajar inadequado, meu caro senhor! Prometo que de hoje em diante, me emendarei e nunca mais tornarei a dizer um palavrão sequer.
Feliz da vida, o homem pegou o papagaio e já ia colocá-lo em sua gaiola, quando ouviu:
— Só por curiosidade, o que foi que o frango fez?
Chegaram juntos ao céu um advogado e um papa. São Pedro mandou o advogado se instalar em uma bela mansão de 800 metros quadrados, no alto de uma colina, com pomar, piscina, etc...
O papa, que vinha logo atrás, pensou que seria contemplado com um palacete, mas ficou pasmo quando São Pedro disse que ele deveria morar numa kitinete na periferia. Irritado o santo padre observou:
— Não estou entendendo mais nada! Um sujeitinho medíocre como esse, simples advogado, recebe uma mansão daquela e eu, Pontífice da Igreja do Senhor, vou morar nessa espelunca!
Ao que São Pedro respondeu:
— Espero que Sua Santidade compreenda! De papa o céu esta cheio, mas advogado, esse é o primeiro que recebemos!
Um político, daqueles bem picaretas e caras de раu, sobe no palanque e começa o discurso:
— Meus cidadão! Se eu fô eleito, vô construí as escola!
Os eleitores ficam em silêncio, constrangidos com o mau português do candidato.
— Eu tombém vô construí as egreja, as creche...
O silêncio fiса ainda mais constrangedor. Nessa hоrа, um assessor não aguenta mais, chama ele e sussurra no seu ouvido:
— Chefe... Emprega o plural que você ganha mais votos!
O político se empolga e responde:
— Deixa comigo!
E recomeça o discurso:
— Eu vô empregá o plurá!... A mãe do plurá, o pai do plurá, toda a famía do plurá, porque eis merece!
O rapaz estava em um ponto de ônibus, esperando o ônibus e a todos que também esperavam o ônibus:
— Tem algum médico aqui no ponto?
Nisso, levanta uma evangélica, daquelas bem fervorosa, encosta no rapaz e começa:
— Meu jóvi, não sei o que tu tens enfrentado, mas muitas das vezes eu procurei médicos e eles não me davam respostas, então me entreguei pra Jesus. Diga o que te aflige?
O rapaz, esperando que ela acabasse a pirotecnia, respondeu:
— Nada, é que estou resolvendo palavras-cruzadas, e tem uma difícil aqui: Doença Vascular, com 9 letras.
Um caminhoneiro, no meio de uma longa viagem, para no restaurante Frangoso, o seu predileto, louco de vontade de comer uma boa gаlinhа caipira. Entre as opções do menu ele encontra todos os tipos de gаlinhа, mas chama o garçom e ordena:
— Quero a boa e velha gаlinhа caipira ensopada! Mas antes eu quero ver a gаlinhа!
O garçom vai até a cozinha, pega uma gаlinhа e traz até a mesa. O motorista enfia o dedo no orifício de saída dos ovos da gаlinhа, esfrega os dedos, cheira e diz, convicto:
— Negativo! Esta não é gаlinhа caipira. Esta é da granja Três Irmãos! Quero comer gаlinhа caipira!
O garçom traz outra gаlinhа e o motorista repete o procedimento e, mais uma vez, protesta:
— De jeito nenhum! Esta não é gаlinhа caipira. É do sítio Estrela Azul, em Bragança Paulista.
O garçom novamente traz outra gаlinhа e mais uma vez o motorista cheira os dedos, pensa um pouco e diz:
— Ah, agora sim! Essa é a verdadeira gаlinhа caipira! Pode mandar fazer...
O garçom volta para a cozinha para mandar preparar a gаlinhа do freguês quando um bêbado que estava esparramado na mesa ao lado se levanta, vai até a mesa do motorista, baixa as calças e implora:
— Meu amigo, esqueci onde moro. Dá para o senhor ver meu endereço?
A professora estava perguntando na turma de que cada uma das crianças mais gostava.
— Ritinha, do que é que você mais gosta?
— Das flores, professora.
— Que gracinha, e você, Mariazinha?
— Do céu, professora.
— Que lindo... E você, Soninha?
— Das borboletas, professora.
— Que maravilha... E você Joãozinho?
— Ah, professora, eu gosto é de вuсета!
— O quê? — assustou-se a professora.
— É professora. Eu gosto mesmo é de вuсета!
— Seu sem-vergonha! Vem cá!
A professora pegou Joãozinho pela orelha e foi arrastando o garoto até a sala da diretora:
— Imagine só: eu estava fazendo uma brincadeira com as crianças na sala, perguntando do que elas mais gostavam, e esse menino vem e me diz que gosta de вuсета!
— Como é que é, Joãozinho?
— É, diretora. Eu gosto é de вuсета!
— Seu mal-educado! Vou já chamar o seu pai!
E chamou o pai de Joãozinho na escola. O homem chegou lá apavorado, querendo saber o que tinha acontecido. E a diretora:
— Imagine o senhor que a professora estava fazendo uma brincadeira com as crianças, perguntando do que elas mais gostavam, e seu filho me responde que gosta de вuсета!
— Ah, é isso? Liga não, o garoto é novo... Nunca comeu um cu!
Uma família feliz está à mesa de jantar quando o filho fala se poderia fazer uma pergunta?
O pai responde:
— Claro, filho, vá perguntando!
E o filho:
— Papai, quantos tipos de seios existem?
O pai, um tanto surpreso, responde:
— Bem, meu filho, existem três tipos de seios.
— Aos 20 anos a mulher tem seios como melões, firmes e redondos.
— Dos 30 aos 40 eles são como pêras, ainda belos, porém um pouco caídos… — Aos 50 os seios ficam como cebolas… E o filho:
— Cebolas?
E o pai:
— Sim. Quando você olha para eles, fiса com vontade de chorar!
Esta explicação leva a mãe e a filha a um ponto nevrálgico tal que a filha pergunta:
— Posso também fazer uma pergunta um tanto pessoal? Mãe, quantos tipos de pênis existem?
A mãe fiса um pouco surpresa, mas olha para o marido e responde:
— Bem, filhinha, um homem passa por três fases distintas:
— Aos 20 anos o pênis é como um pé de Jacarandá, respeitável e firme.
— Dos 30 aos 40 anos o pênis é como um pé de Chorão, flexível mas confiável.
— Após os 50 anos o pênis fiса como uma árvore de Natal.
E a filha:
— Árvore de Natal?
E a mãe:
— Isso mesmo. Morto da raiz até a ponta, e as bola ficam penduradas como decoração! E o pior... Só se arma uma vez por ano!
Durante a aula de Boas Maneiras, diz a professora:
— Zezinho, se você estivesse namorando uma moça fina e educada e, durante o jantar, precisasse ir no banheiro, o que diria?
— Segura as pontas aí que eu vou dar uma mijadinha.
— Isso seria uma grosseria, uma completa falta de educação. Juquinha, como você diria?
— Me desculpa, preciso ir ao banheiro, mas já volto.
— Melhor, mas é desagradável mencionar o banheiro durante as refeições. E você, Joãozinho, seria capaz de usar sua inteligência para, ao menos uma vez, mostrar boas maneiras?
— Eu diria:
"Minha prezada senhorita, peço licença para ausentar-me por um momento, pois vou estender a mão a um grande amigo que pretendo lhe apresentar depois do jantar".