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Melhores piadas - Page 221
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Depois de 6 meses viajando, o marinheiro desembarca no porto. Louco pra afogar o ganso ele vai até um forró animado que tem ali perto. Encontra uma morena fenomenal, puxa ela pra dançar e, no meio da música, diz no ouvido dela:
— Vamos dar uma trepada?
A moça dá o maior tapa na cara do marinheiro que vai desabafar pro barman. Ele aconselha:
— Olha cara, aqui é um baile decente, você não pode chegar desse jeito. Você tem que ser educado, tem que ir devagarinho, começar a conversar, paquerar...
— Pô! Mas eu vou falar o quê?
— Ué, você não é marinheiro? Fala das viagens que você fez, dos lugares que conheceu...
O marinheiro agradece os conselhos e tira outra garota pra dançar.
No meio da dança ele pergunta:
— Você conhece a África?
— Não... — responde a moça.
— Que pena... Mas então, vamos dar uma trepada.
Dois marcianos resolveram aterrissar na Terra e aterrorizar os terráqueos.
Depois de pousar com sua nave em uma cidade do interior de Minas Gerais, eles chegaram a um velho posto de gasolina, caindo aos pedaços.
Confundindo uma bomba de gasolina antiga com um ser vivo, os marcianos se aproximaram e um deles falou:
— Mísero Terráqueo, leve-nos ao seu líder!
Ao ver que a bomba não respondia, ele apontou uma arma laser para ela e falou mais alto:
— Terráqueo imundo, obedeça! Leve-nos ao seu líder agora!
O outro marciano, com uma cara de assustado, tentou amenizar a situação:
— Olha, cara... Eu acho melhor a gente deixar quieto...
— Como assim, deixar quieto, mermão? — gritou o marciano armado, рuто da vida — Esse terráqueo de меrdа tem que se submeter à nossa vontade! Obedeça, terráqueo! Senão eu atiro!
A bomba ainda não respondia e o marciano medroso falou mais uma vez:
— Acho que esse cara é casca grossa, brother! Vamos embora enquanto podemos...
— Deixa de ser cagão, rapá! Somos superiores! Vamos fazer este idiота nos obedecer! Por bem ou por mal... Vamos, leve-nos ao seu líder, terráqueo! É a sua última chance!
Como a bomba não respondeu, o marciano disparou a arma, fazendo o posto inteiro explodir em chamas.
A explosão os arremessou chamuscados a metros de distância! Machucado e atordoado, o marciano corajoso perguntou ao amigo:
— Caracas! Você tava certo! Mas como você sabia que esse cara era tão poderoso?
E o amigo respondeu:
— Pô, cara! Você não viu o раu dele? O вiсhо descia, dava duas voltas no chão, subia e ainda ficava perdurado na orelha!
Maria, Fátima e Conceição, três amigas portuguesas, estavam tomando um chazinho juntas e botando a conversa em dia. Maria pergunta para Fátima:
— Quando estás a fazer amor com teu marido, o Joaquim, já aconteceu de tocar as bolas deles e estarem frias?
— Sim... as vezes percebo isso. E tu, já sentiste o mesmo no teu marido, o Antônio?
— Ah, sim... Já notei isso. Não acontece o mesmo com teu marido, ó Maria?
E Maria responde?
— Sabem que nunca reparei? Mas esta noite vou conferir!
— Está bem. Amanhã, você nos conta! — dizem as outras duas, curiosas.
No dia seguinte, Fátima e Conceição esperam por Maria, que chega atrasada. Ela vem capengando, com um olho roxo e a cara muito inchada.
— Que foi que aconteceu? — perguntam as amigas.
— É tudo culpa de vocês!
— Como assim?
— Foi porque, ontem à noite, quando toquei nas bolas do Manuel, meu marido, disse para ele:
"Tu não tens as bolas frias como o Joaquim e o Antônio!"
Muito bonita e gostosa, a loira entra pela porta do cassino. Vai ao caixa, troca cinco mil dólares por fichas e segue para mesa da roleta. Para espanto de todos que estavam jogando, ela avisa que vai apostar todo o seu dinheiro e que vai acertar na primeira. Olhando para os funcionários que cuidavam da roleta, diz também:
— Desculpem, espero que vocês não se importem, mas tenho mais sorte quando estou todinha nua.
Por isso, foi logo se despindo e colocou as fichas todas sobre a mesa. Completamente assustado, o croupier girou a roleta. Enquanto a bolinha rolava pelos números, a loura, rebolando nua em frente a mesa, dizia em voz alta sem parar:
— Mamãezinha preciso comprar roupas novas. Preciso de um sapato novo. Um vestido novo. Mamãezinha preciso comprar roupas novas. Preciso de um sapato novo. Um vestido novo.
Assim que a roleta parou, ela pulou em cima da mesa e começou a gritar:
— Ganhei! Ganhei! Ganhei! Ganhei! Ganhei!
Abraçou e beijou cada um dos croupiers. Em seguida debruçou-se sobre a mesa e recolheu todo o dinheiro e as fichas. Vestiu-se rapidamente e foi-se embora. Os croupiers ficaram se olhando com cara de bobos. Finalmente, um deles, voltando a si perguntou:
— Em que número é que ela apostou?
E o outro:
— Sei lá? Pensei que você estivesse olhando.
No confessionário, chega um sujeito cabisbaixo e diz:
— Padre, o senhor soube que o Mário morreu?
— Que tristeza, filho... Mas o que aconteceu com ele?
— Ele estava dirigindo o seu carro esportivo em direção à minha casa a toda velocidade e quando ia chegando e tentou parar, os freios falharam e o carro chocou-se no poste. Mário foi lançado pelo teto solar, voou uns 10 metros e acabou se arrebentando contra a janela do meu quarto, no segundo andar!
— Ave Santíssima, que modo horrível de morrer!
— Não padre, ele sobreviveu. E então, no chão do meu quarto, todo arrebentado, sangrando e coberto de vidro, ele tentou se levantar segurando na maçaneta do meu guarda-roupa, que é muito pesado e acabou desabando em cima dele, quebrando vários ossos de seu corpo.
— Pobre Mário! Que morte terrível!
— Não padre, isso machucou muito, mas não o matou! Com muito esforço, ele conseguiu sair debaixo do guarda-roupa, engatinhou até a escada, tentou se levantar apoiando-se no corrimão, mas o peso dele quebrou o corrimão e ele desabou por toda a escada, ficando estatelado no chão com um ferro do corrimão fincado em sua barriga...
— Meu Deus... Mas que horror morrer assim!
— Não, padre, ele não morreu! Ele conseguiu arrancar o pedaço de ferro de sua barriga, engatinhou até a cozinha e tentou se levantar apoiado no fogão, que também não agüentou o seu peso e caiu sobre o pobre coitado... E o pior de tudo é que eu tinha deixado um bolo assando no forno e ele não agüentou o calor, juntou todas as forças e jogou o forno contra os armários. Depois disso ele abriu a geladeira para aliviar as queimaduras com gelo, mas tropeçou e acabou caindo dentro dela, em cima dos comes e bebes, se machucando ainda mais com as prateleiras, e lá ficou, todo ensangüentado...
— Que morte sofrida, Nossa Senhora!
— Não, não! Ele conseguiu sobreviver a isso, padre! Alguns minutos depois ele acordou com muito frio, queimado e com inúmeros ferimentos, viu o telefone na parede e reuniu suas últimas forças para tentar pedir ajuda. Apoiou-se na parede tentou alcançá-lo, mas, ao invés do telefone ele pôs a mão na caixa de fusíveis e zap! Dez mil volts passaram por ele, fazendo-o cair durо...
— Ave Maria! Que fim terrível!
— Não, padre, isso não o matou. Ele se levantou e...
— Espere aí, meu filho! Afinal, como foi que ele morreu?
— Padre... Eu dei um tiro nele... Por isso estou aqui...
— Mas meu filho, você ficou maluco? Por que você atirou no pobre coitado do Mário?
— Ah padre, o cara estava destruindo a minha casa!
No primeiro dia de trabalho como ajudante de pedreiro, o rapaz já se mostrava cansado. O mestre de obras, observando a atitude desleixada do sujeito, decide conversar com ele sobre o seu comportamento:
— Olha, Vicente, os outros serventes carregam dez tijolos de cada vez.
— Já vi, senhor.
— E posso saber por que você leva apenas cinco?
Calmamente, o sujeito responde:
— Ah, o senhor sabe como tem gente folgada nesse mundo!
— Não entendi o que você quis dizer...
— Pois é, chefe, vai ver eles tem preguiça de fazer duas viagens. Mas pode ficar tranquilo, porque eu não me incomodo, viu?
Num ônibus, um padre senta ao lado de um sujeito completamente bêbado, que tenta, com muita dificuldade, ler o jornal.
Logo, com voz empastada, o bêbado pergunta ao padre:
— O senhor sabe o que é artrite?
Irritado, o ministro do Deus emendou:
— É uma doença provocada pelo excesso de consumo de álcool!
O bêbado calou-se e continuou com os olhos fixos no jornal. Alguns minutos depois, achando que tinha sido muito durо com o bêbado, o padre tenta amenizar:
— Há quanto tempo o senhor está com artrite?
— Eu? Eu não tenho isso não. Segundo esse jornal aqui, quem tem é o Papa!