Melhores piadas

Entra naquele bar do Texas, um português vestido como um verdadeiro caubói: Chapéu, Botas, Esporas até um laço na cintura. Pede um whisky e senta-se ao lado de uma bela garota que lhe olha da cabeça aos pés e pergunta:
— Que belas roupas! O senhor é caubói mesmo?
— Bom, eu ando o dia todo de cavalo, cuido do gado, laço os bois, ordenho as vacas, enfim, tomo conta de um rancho inteiro... É, acho que sou um caubói. E você?
A garota pensa um pouco e então responde:
— Eu? Eu gosto de mulher! Eu acordo pensando em mulher, durmo pensando em mulher, namoro com uma mulher... Enfim, eu sou lésbica.
O portuga fiса de queixo caído. Logo depois, senta-se ao seu outro lado um garoto e seu pai. O menino olha para o "vaqueiro" e com a curiosidade que toda criança tem, lhe pergunta:
— Moço, o senhor é caubói?
Então lhe responde o lusitano:
— Olha, todo este tempo eu achava que era caubói. Mas hoje eu descobri que sou lésbica!
Eu tenho o sono muito leve e, numa noite dessas, notei que havia alguém andando sorrateiramente no quintal de casa. Levantei em silêncio e fiquei acompanhando os leves ruídos que vinham lá de fora, até ver uma silhueta passando pela janela do banheiro. Como minha casa era muito segura, com grades nas janelas e trancas internas nas portas, não fiquei muito preocupado. Mas era claro que eu não ia deixar um ladrão ali,espiando tranquilamente. Liguei baixinho para a polícia, informei a situação e o meu endereço. Perguntaram- me se o ladrão estava armado ou se já estava no interior da casa. Esclareci que não sabia e disseram-me que não havia nenhuma viatura por perto para ajudar, mas que iriam mandar alguém assim que fosse possível. 5 minutos depois liguei de novo e disse com a voz calma:
— Oi, eu liguei há pouco porque tinha alguém no meu quintal, estou retornando apenas para cancelar a viatura, já resolvi o problema. Eu já matei o ladrão com um tiro da escopeta calibre 12, que tenho guardada em casa para estas situações, o tiro fez um estrago danado no cara, também lancei uma granada no quintal, para ter certeza que não havia mais ninguém, a explosão arrancou as pernas e um braço do ladrão e ele esta agonizando no quintal agora. Só queria agradecer a atenção.
Passados menos de três minutos, estavam na rua 5 carros da polícia, um helicóptero, uma unidade do resgate e uma equipe de TV.
Ao chegarem, prenderam o ladrão em flagrante roubando o meu carro na garagem, e todos estavam surpresos por não ter encontrado uma cena de tragédia.
Um tenente se aproximou de mim e disse:
— Fui informado que havia matado o ladrão.
Eu respondi:
— Fui informado que não havia nenhuma viatura disponível...
Cráudio estava sentindo fortes dores nas costas mas, como era caipira da gema, não queria ir ao médico de jeito nenhum. Até que, depois de sua mulher Gislaine insistir muito, ele concordou em ir. Mas ela fez questão de ir junto. Enquanto ele era examinado, sua esposa esperava do lado de fora.
E o médico disse após a consulta:
— Não é nada grave, só uma inflamação... Você coloca esse supositório e fiса tudo bem!
— Brigado, dotô... — disse o caipira, saindo da sala.
Do lado de fora, Gislaine foi logo perguntando:
— I aí, Cráudio? Como foi, homi?
— Eu só perciso usá esse negóço aqui... Chama "suipostório".
— Mais comé qui si usa isso, homi?
— Uai... — disse ele, colocando a mão na cabeça — Sei lá eu, sô!
— Intão vorta lá, uai! Ocê tá pagano, ele tem qui ti ixpricá!
— Ai... O homi vai ficá brabo!
— Vai lá i num recrama, Cráudio!
E lá se foi o Cráudio:
— Dotô! Onde foi qui o sinhô mandô colocá o suipostório memo?
— No reto. Supositórios são para colocar no reto.
— Brigado, dotô... — disse ele, saindo da sala.
— I aí, Cráudio — perguntou Gislaine.
— Eu perciso colocá isso aqui no reto! — disse ele.
— Mais onde é qui fiса esse negóço, Cráudio!
— Uai... Eu sei lá!
— Mais ocê tá pagano! Ele tem que ixpricá tudo! Trata di vortá e perguntá!
— Mas o homi vai ficá brabo, Gislaine...
— Vai logo, Cráudio!
E lá estava o caipira de novo na sala do médico.
— Ondi é memo qui tem qui colocá o troço, dotô?
— No reto — explicou o médico, calmamente — No final da coluna cervical...
— Brigado, dotô! — e saiu da sala.
— Pronto, Gislaine — explicou ele pra sua esposa — É só eu colocá no reto, qui fiса no finár da coluna cervicár!
— Ai, Cráudio! Mais o que é essa tár de cervicár?
— Ih, isso eu já num sei...
— Intão vorta lá, home!
E lá se foi ele mais uma vez.
— Dotô... Disculpa... Mais onde foi memo que o sinhô falô pra infiá o negocinho?
— No cu, Cráudio! No cu! Enfia no cu!
Cráudio saiu da sala do médico e comentou com a esposa:
— Viu, Gislaine... Eu num falei que o homi ia ficá bravo?