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Melhores piadas - Page 653
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Num belo dia, o compadre Zé quis apostar com o compadre Mané, quem iria conceguir caçar mais Tatu-peba.
O compadre Mané, topou e disse:
— Intão tá, mais vai ter que ser amanhã cedinho, as 7h da manhã.
O compadre Zé fala:
— Combinado intão, compadre Mané, às 7h da manhã vamos caçar.
No outro dia às 7h em ponto os dois se encontram, e cada esconhe o seu rumo e partem para a caçada..
Próximo de escurecer, o cumpadre Zé chega com um carro de boi, com 63 Tatu-peba.
Em seguida vem chegando o cumpadre Mané, com uma pampinha, e ele descarregou 221 Tatu-peba.
O cumpadre Zé, ficou doido, e perguntou ao cumpadre Mané:
— O cumpadre como ôce cunsiguiu caçar tudo isso?
O cumpadre Mané responde:
— Ora, eu chegava na toca dos Tatu-peba, colocava a manguerinha do butijao de gais e ligava.. Os tatu-pebas ficavam todos tontos e saim da toca.
O cumpadre Zé, ficou doido com a história, e indiguinado disse ao outro cumpadre:
— Ora, com gais nao não vale nao, e eu quero outra disputa.. Тора cumpadre? Mas não vai poder usar gais.!
O cumpadre Mané responde:
— Intão tá combinado, e eu nao vou usar gais.
No outro dia, no mesmo lugar os dois se encontram novamente, mas o cumpadre Mané estava com uma caixinha.. E o cumpadre Zé curioso, pergunta:
— O cumpadre o que ta levando ai na caixinha..?
— É o que vou utilizar para caçar os tatu-pebas..
Depois da resposta firme, os dois pegaram cada um, o seu rumo e foram a caça..
No fim do dia, o cumpadre Zé chega com um caminhão Mercedes Benz 1313, com 1231 Tatu-pebas, e ele já tava contando vitoria.. mas derrepente ele escuta um som de uma Carreta, e não era que é o cumpadre Mané, ochê.
O cumpadre Mané enconsta a carreta Volvo, e descarrega 3451 tatu-pebas..
O cumpadre Zé ficou louco e começou a insinuar que o cumpadre Mané tinha usado gais de novo. E pediu uma explicação ao cumpadre Mané..
O cumpadre Mané muito alegre disse:
— É o seguinte cumpadre, naquela caixinha eu estava levando um sininho. E quando eu chegava nos burracos dos Tatu-pebas eu vazia o seguinte:
— Dim, dim, dim..
— Oia o Gais...
— E ai os Tatu-pebas saiam todos da toca, assustas com medo do gais, i eu pegava todos.
Um fazendeiro era doido pela sua vizinha boazuda, mas a vizinha era muito interesseira e também casada. Daí um belo dia ele viu a vizinha no meio do mato, chegou até ela e disse:
— Eu te dou o nosso melhor boi de corte, se a senhora deixar eu te ver de sutiã e calcinha...
— Ela mais que depressa falou que iria contar para o marido dela...
Mas ele insistindo, falando que ninguém iria ficar sabendo a convenceu... E lá foi pedir ao pai o boi:
— Pai, eu precido daquele boi bom que o senhor tem...
— Mas para quê meu filho?
— Não esquenta pai, o negócio é de retorno...
E o pai confiando no filho deu o boi, e a mulher ficou de calcinha e sutiã para ele. Só que ele nao se contentou e disse para ela:
— Se a senhora ficar nua, eu te dou as melhores vacas de leite da minha fazenda...
Ela se fazendo de difícil falou logo que ia contar para o marido... e ele a convenceu. E lá foi ele pedir ao pai:
— Pai, eu preciso daquelas vacas de leite...
— Para quê meu filho?
— Não esquenta pai, que o negócio é de retorno...
E o pai deu as vacas, e lá foi ele todo contente.
Ao vê-la nua ele ficou louco, e pediu para colocar a "cabecinha". E ela se fez de difícil... mas ele desta vez prometeu a fazenda inteira e ela aceitou, foi até o pai:
— Pai, preciso da escritura da fazenda...
— Você tá louco meu filho? Pra quê?
— Pai, o negócio é de retorno...
E o pai deu, só que foi atrás do filho escondido para descobrir o que havia...
Chegando, se escondeu atras de uma moita e ficou observando...
A mulher por sua vez foi ficando louca...
— Põe tudo!!! Ela dizia _Não, sou um homem de palavra, se é só a cabeça, vai ser só a cabeça...
— Mas eu te devolvo o boi, as vacas, até sua fazenda. Ela dizia.
— Não,sou um homem de palavra...
E ela cada vez mais louca disse:
— Te dou até minha fazenda...
Nisso o pai dele pulou de trás da moita, bateu na bunda do filho e disse:
— Negócio fechado!
Havia um homem bem rico que em um belo dia resolveu doar um de seus bens a quem entrasse em umas das suas piscinas cheias de jacares e saisse vivo.
Nesse dia centenas de pessoas ficaram em volta da piscina criando coragem,quando de repente, tchibum..., entra um rapaz.
Depoi de uns dez minutos la dentro brigando com os jacares sai o rapaz todo machucado.
Vendo o estado do rapaz,chega o ricao,olha para ele e diz:Quanta coragem meu rapaz vc foi mesmo impressionante... Agora como prova do meu reconhecimento vc pode escolher:
Voce quer o meu helicoptero?
E o homen responde:
— Nao,nao eu tenho medo de altura,ce num sabe.
Entao, vc quer uma de minhas mansoes?
E o homen responde:
— Nao,nao eu to contente com o meu barraquinho.
Entao vc quer meu carrao?
E o homen:
— Nao, nao eu prefiro a minha carrocinha sabe.
Nisso o ricao ja meio nervoso pergunta de novo:
— O que vc quer entao?
Ai o homen umildimente responde:
— Eu quero saber quem foi o filho da p... que me EMPURROU!!!!
Havia um casal de velhos na fazenda, que não faziam amor há mais de cinco anos, a cada vez que os dois iam pra cama fazer amor, a dona Maria engravidava. Já tinham 15 filhos, e os dois não aguentavam mais, e resolveram ir na cidade proucurar um tal de médico ginecologista.
A Maria explicou a situação para o doutor e logo ele respondeu:
— Seu caso é muito simples. A senhora vai tomar um remédio chamado anticoncepcional. É um comprimido por dia, e cada cartela dá pra um mês.
Seu Zé chegando à farmácia perguntou:
— Ô moço, o dotô mandô eu comprá um remédio, mais eu num tô bem alembrado do nome, num sei se é melhoral, se é sonrrisal, mais eu acho que é sonrrisal, e me vê logo duas caixa.
Chegando à roça, o Zé ficou espantado ao ver o tamanho do comprimido, e falou com a Maria:
— Maria, cê num acha que esse remédio e meio grande pra bebê?
— Acho sim Zé.
— Maria, tô achando que esse remédio é pro cê infiá lá no buraco?
— Tamém acho Zé.
— Intão coloca dois duma veiz Maria, que é pra num tê pobrema.
— Tá bom Zé.
Maria entra para o quarto e vai se preparar , enquanto Zé espera ansiosamente do lado de fora. De repente ouve-se um grito de dentro do quarto:
— Zé, zé, pode vim quente que eu já tô frevendo!!!