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Piadas de Caipira, Piadas de Caipiras - Page 6
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Morando em uma cidadezinha do interior, Zé era dono de uma casinha bem cuidada, com um belo jardim na frente e que contava com o destaque de uma árvore muito bonita. Por causa dessa árvore, Zé recebeu um apelido. Era Zé da Árvore pra cá, Zé da Árvore pra lá.
Muito tempo depois, Zé já estava irritado com a forma que lhe chamavam e decidiu cortar a árvore para dar fim ao apelido. Mas após cortar a árvore sobrou um toco, e não deu outra, começaram a chamá-lo de Zé do Toco.
Contrariado com o novo apelido, Zé contratou um tratorista para remover o toco do jardim. Mas não deu outra, o buraco que restou lhe rendeu o apelido Zé do Buraco.
Indignado com o apelido mais recente, Zé decidiu ele mesmo tapar o buraco no mesmo dia. E desse dia em diante ele ficou conhecido pela alcunha de Zé do Buraco Tapado.
Num pequeno vilarejo, no meio de Minas Gerais havia um armazém cujo dono, Seu Zé, se gabava de ter tudinho, qualquer coisa que se pedia no balcão. Se não tinha, fazia questão de encomendar a qualquer custo, só para atender o cliente. Com isso a fama dessa mercearia se espalhou por toda a região, e vinha gente de toda parte procurar coisas que não se achava nem na capital Belzonte. Sabendo disso, um carioca — daqueles bem folgados — estava de ferias passando por Minas e decidiu conhecer esse tal Zé do armazém. Chegando lá, pediu uma barra de direção para sua pick up importada, o Zé foi lá no fundo, e depois de alguns minutos voltou com a tal peca. O carioca, espantado pensou:
"Não e possível que esse cara tenha tudo ai, vou tirar um barato da cara dele".
Voltou para o hotel e ficou a noite toda pensando em como iria pegar o cara da venda. Pensou bem e no outro dia foi até o armazém e chegando no balcão, pediu:
— Ô Zé, você tem "Podela"?
O dono da venda olhou espantado, cocou a cabeça e pensou:
"Podela"? Que diabos e isso? Nunca ouvi falar... E agora? Se eu deixar de atender esse cara ai todo metido, meu estabelecimento vai perder a fama e a clientela vai sumir! O que eu faço?"
Pensou, pensou, foi ate o deposito, voltou e disse ao carioca:
— Olha, té em falta, mas vou encomendar e amanha cedo o senhor passa aqui e pega, tudo bem?
O carioca, meio desconsertado com a resposta do Mineiro, voltou para o hotel pensando:
"O que será que esse mineiro vai achar com esse nome...?"
O mineiro fez de tudo, ligou para todos os seus fornecedores de produtos brasileiros e até no exterior, mas ninguém fazia nem ideia do que seria aquilo. Ele então percebeu que o carioca estava zoando com a cara dele e decidiu dar o troco.
No almoço, o mineiro comeu aquela feijoada, de noite foi ao banheiro e prrrrrrrruhhhh. Fez aquele "trem" enorme e fedorento. Pegou o troço com uma pazinha e botou no forno por umas 3 horas ate que virasse uma pedra bem dura. Dai, colocou tudo no moedor, embalou e deixou em cima do balcão com a devida identificação. No outro dia chega o carioca todo imponente com um sorriso no rosto, e, já esboçando um ar de vitória, perguntou:
— Conseguiu encontrar minha encomenda?
— Claro está aqui — disse o mineiro, mostrando o saquinho no balcão. 100 gramas sai por 10,00 reais.
O carioca então pediu:
— Me veja 200 gramas.
— Está aqui, são 20 reais.
Entã, o carioca, curioso, pegou um bocado do pó, experimentou uma pitada, pediu uma colher encheu e mandou ver, tentando descobrir o que era aquilo...
— Isso aqui e bosssssssstaaaaaaaa!
O mineiro então riu e disse:
— Não, isso é o PÓ DELA...
Numa pequena cidade do interior paulista existia uma cara que era apaixonado por automóveis e velocidade, ele possuía um opala . Todos os dias quando ele ia trabalhar ele parava em um semáforo e lá ao lado dele sempre parava um Fusca, e assim que o sinal ficava verde, antes que ele pudesse pensar — vruuummmm, o Fusca arrancava deixando-o na poeira.
Ele então decidiu rebaixar o carro, para melhorar a aerodinâmica, trocou o motor por um mais potente e testou o carro várias vezes.
No dia seguinte, lá estava o Fusca ao lado dele naquele semáforo, ele então se preparou acelerou, acelerou e quando o sinal ficou verde — vruuuuummm o Fusca arrancou o deixando pra trás.
Diante disto ele se enfureceu trocou o motor do carro por um ainda mais potente, colocou mais uma descarga e uma turbina central para finalmente poder vencer o tal Fusca.
Ele estava muito ansioso, então chegando ao semáforo ele se preparou, acelerou e finalmente quando o sinal abriu eles partiram lado a lado, depois de uns 300 metros ele não se contendo, colocou a cabeça pra fora da janela e gritou:
— E agora o que é que você vai fazer?
De dentro do Fusca o cara gritou mais alto ainda:
— Agora eu vou passar a segunda — vruuummmmm!
Um grupo de estudantes da UFPI foi fazer uma pesquisa no recanto mais seco e desolado do Ceará, para descobrir como aquelas famílias conseguem sobreviver naquela seca tremenda.
Chegando lá se hospedaram em casa de um sertanejo muito pobre. Moravam 29 pessoas numa pequena tapera de cerca de 10 metros quadrados de pura indigência.
Começaram a observar os hábitos daquela família. Tudo anotavam. Nada escapava dos olhares daqueles estudantes sedentos de descobertas.
Uma certa noite, reunidos no pequeno terreiro, céu pleno de estrelas, uma maravilha só, conversavam quando uma palavra chamou a atenção de um dos jovens; o chefe da família sempre se referia ao conteúdo escrotal de testículos. O jovem estranhou essa palavra tão difícil ser pronunciada naquela região remota. Não contendo a curiosidade, perguntou:
— Meu caro amigo, me admira muito o senhor, aqui nessa região sem cultura, isolado do resto do mundo, onde falta comida, água, escola, as crianças vivem se protegendo embaixo das árvores para o vento não carregá-las, e o senhor fala tão difícil... que cultura!
O calejado senhor respondeu:
— Cultura nada, meu rapaz. É previnição mesmo. Ocê já pensou, nesta seca danada, nesta fome tremenda, se eu dissesse que isso aqui é ovo eu já estava capado há muito tempo!
O Cavalheiro chega até uma venda de um comerciante e pede uma pinga. O Comerciante lhe dá a pinga. Ele toma e diz:
— Nossa essa pinga sua ta muito fraca, me dê uma mais forte.
O Cavalheiro vai embora e volta no outro dia. Chega novamente e desce de seu cavalo e diz:
— Me dá uma pinga brava ai?
O Comerciante o serve.... E o cavalheiro diz:
— Ah não!!! Me dê uma pinga mais forte essa aqui ta muito fraquinha.
Então, O Comerciante pensou da seguinte forma:
"Eu já sei o que vou fazer!!!! Na hоrа e no exato momento, em que esse Cavalheiro vier pedir uma pinga, eu farei uma pinga de um litro de 51, e uma bala de 38...."
No Outro dia seguinte o cavalheiro voltou tomou a pinga e não disse nada ao Comerciante e foi embora. Depois de dois dias, o mesmo Cavalheiro voltou e disse ao Comerciante:
— Boa tarde meu Sr., Cadê aquela pinga boa que você me serviu?
O Comerciante responde:
— Acabou!! deu um trabalhão para fazê-la para o Sr.
O Cavalheiro vira e diz para ele:
— Certo Sr. Comerciante, sabe porque estou pedindo dessa pinga? O Comerciante responde:
— Não, Não sei!!
O Cavalheiro diz:
— Porque ontem cheguei lá em casa, para o Sr. ter uma noção, o quanto essa pinga estava boa, eu soltei um реidо e matei até meu cavalo."
— Zé vamos brincá di antônimo?
— O que cê falô?
— Brincá di antônimo, sô! Qué dizê, uma coisa contrária da otra! Por exemplo: arto e baxo, forte e fraco!
— Ah, intindi tudim agora! Intão, vamu brincá!
— O que vai valê??
— Uma cerveja... Eu começo, tá?
E os dois mineirinhos começaram a brincadeira:
— Gordo?
— Magro!
— Hômi?
— Muié!
— Preto?
— Branco!
— Verde?
— Uai, verde? Verde tem esse tar de antônimo, não!
— Craro que tem!
— Intão explica, sô!
— Maduro!
— Ai, caráio! Perdi a aposta! Vâmu di novo, valendu ôtra cerveja? Mas dessa veiz eu cumeço!
— Pódi cumeçá!
— Saúde?
— Duença!
— Moiádo?
— Seco!
— Agora cê me paga fiudumaégua! Qué vê só?
E ele fala:
— Fumo?
— Não, não! Peraí... fumo num tem antônimo!!
— Craro qui tem, uai!
— Intão, diz aí, qualé o antônimo di fumo?
— Essa é fácil, sô... Vortemo!
Em um ônibus que passava por Minas, com destino ao Rio de Janeiro, entrou um caipira com três porcos a tira-colo. Um carioca gozador que estava sentado bem na frente resolveu tirar uma com o caipira:
— E aí, rapá! Levando os porquinhos para passear, cumpadi?
— É, sô! Os bichim nunca viro o mar, né!
— Só! — respondeu o carioca, em tom de deboche — E esses "bichim" tem nome?
— Tem sim sinhô... Essas duas aqui são fêmea... Elas se chamam Suatia e Suavó!
— Ah, é? — continuou o carioca — E essa aqui, deve ser Suamãe, acertei?
— Não, sô... Esse é macho! Chama Seupai... Sua mãe eu comi ontem!
O caipira vai ao médico reclamando de dores no pênis.
— Quantas relações sexuais o senhor tem por semana? — pergunta o doutor, antes de examiná-lo.
— Assim de cabeça não sei contar não, seu doutô!
— Como não sabe contar?
— É que eu fugi da escola novinho! Só sei contar até dez!
— Dez? — perguntou incrédulo o doutor. — Então vou mudar a minha pergunta: quantas relações sexuais o senhor teve ontem?
— Agora facilitô! Ontem eu acordei de madrugada dei uma, de manhã, antes do café, dei outra; depois do café, mais uma; aí fui trabalhar no cafezal. Lá pelas dez horas a patroa foi me levar um lanchinho e...
— O senhor deu mais uma?
— Não, seu doutô! Aí eu dei duas! Depois, antes do almoço, dei outra, tirei um cochilo, dei outra, vortei pro cafezal. Quando deu de tarde, fui pra casa e dei mais uma antes do jantar... aí fui dormi porque já estava ficando cansado!
— Então o senhor deu sete?
— Se não esqueci nenhuma...
— Então taí o problema! O seu pênis está doendo porque você está fazendo sеxо demais!
E o matuto:
— Ai, que alívio...
— Alívio? Por quê?
— Pensei que fosse as punhetas que eu toco quando tô no cafezal!