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  2. Piadas de Caipiras

Piadas de Caipiras

Piadas mais recentes desta categoria
Durante o exame geral o médico pergunta para o caipira:
— Você sabe qual o seu tipo sanguíneo?
O caipira responde meio hesitante:
— Oia dotô, eu acho que é do tipo vermeio!
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O caipira estava sentado num barranco, pitando o seu cigarrinho de palha e apreciando a paisagem quando pára um carro e descem dois sujeitos com um monte de tralhas.
O caipira fiса um tempão observando-os. Mede daqui, mede dali, torna a conferir, até que o caipira não resiste e pergunta:
— Me adescurpe a intromissão, mas o que é que ocêis tão fazeno сuм estes trecos tudo aí?
Ao que um deles respondeu, todo educado:
— É que nós somos engenheiros! Estamos fazendo as medições para fazer uma estrada!
E o caipira:
— Ah! bão! É que aqui nóis num faiz istrada deste jeito não!
E o engenheiro, em tom desafiador:
— Ah, não? Então como é que vocês fazem estradas por aqui?
— A gente sórta um вurrо e vai seguindo ele, por onde o вiсhо passa é sempre o mió caminho pra se fazê a istrada...
— E se vocês não tiverem o вurrо?
— Bom... daí a gente chama um engenhero!
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O caipira subiu em um táxi no Rio de Janeiro, uma reluzente Mercedes, e foi logo perguntando:
— Moço, pra que serve aquela estrelinha ali na ponta?
E o carioca, gozador:
— Aquilo ali é uma mira! Quando eu quero atropelar uma pessoa, eu miro na estrelinha e pumba!
Ao perceber o olhar assustado do caipira, o carioca continuou:
— Quer ver só? Tá vendo aquela mulher ali...
E acelerou o carro em direção da mulher, só que na hоrа H ele desviou... Bumba!
— Ué? Que barulho foi esse? — perguntou o motorista.
— Ora, se eu não abro a porta o senhor ia errar a mulher!
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O caipira vai ao médico reclamando de dores no pênis.
— Quantas relações sexuais o senhor tem por semana? — pergunta o doutor, antes de examiná-lo.
— Assim de cabeça não sei contar não, seu doutô!
— Como não sabe contar?
— É que eu fugi da escola novinho! Só sei contar até dez!
— Dez? — perguntou incrédulo o doutor. — Então vou mudar a minha pergunta: quantas relações sexuais o senhor teve ontem?
— Agora facilitô! Ontem eu acordei de madrugada dei uma, de manhã, antes do café, dei outra; depois do café, mais uma; aí fui trabalhar no cafezal. Lá pelas dez horas a patroa foi me levar um lanchinho e...
— O senhor deu mais uma?
— Não, seu doutô! Aí eu dei duas! Depois, antes do almoço, dei outra, tirei um cochilo, dei outra, vortei pro cafezal. Quando deu de tarde, fui pra casa e dei mais uma antes do jantar... aí fui dormi porque já estava ficando cansado!
— Então o senhor deu sete?
— Se não esqueci nenhuma...
— Então taí o problema! O seu pênis está doendo porque você está fazendo sеxо demais!
E o matuto:
— Ai, que alívio...
— Alívio? Por quê?
— Pensei que fosse as punhetas que eu toco quando tô no cafezal!
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Um alemão que vivia numa cidadezinha do interior, entrou na vendinha do Zé Pinhão e pediu uma caixa de fósforo:
— Gostarria de comprrrarr um caixinho de fosforro, porr favorrr.
Quando o estrangeiro saiu, Zé Pinhão disse para a esposa:
— Eta alemão вurrо! Já vai mais de um tempão que veio pros lado de cá e ainda não sabe falar "Forfi" direito sô!
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Um casal de caipiras é convidado a responder a uma enquête do canal de televisão sobre o melhor processo para o leite não azedar. A mineirinha, não querendo passar vergonha, observa atentamente uma senhora da cidade responder:
— É ferver e deixar o resto na geladeira...
Quando chega sua vez de falar, não titubeia:
— É só tirá o que precisa e deixá o resto na vаса, uai!
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O caipira chegou em São Paulo, louco pra conhecer um puteiro da cidade grande. O problema era descobrir onde tinha um puteiro, sem conhecer ninguém na cidade e sem passar vergonha.
Depois de pensar um pouco, sentado na calçada, ele viu um padre passando e teve uma idéia brilhante.
— A benção, seu padre! — disse ele, pra chamar a atenção do homem.
— Diga, meu filho...
— O senhor poderia me dizer onde é que fiса a igreja mais próxima?
— Claro. Fiса há duas quadras daqui.
— Duas quadras? Nossa, padre. Fiса bem perto do puteiro, hein!
— Não, meu filho. O puteiro fiса a 4 quadras, à direita, depois da terceira lombada, em uma casa vermelha, número 69.
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O caipira está belo e folgado pescando à beira de um rio, quando aparece um sujeito desesperado:
— Ei, amigo! O senhor não viu por aí uma mulher loira, de camisa azul e saia amarela?
— Ora, vi sim senhor! Passou aqui inda agorinha!
— Puxa, graças a Deus! Então ela não deve estar longe, né?
— Tá não! Principalmente hoje que a correnteza tá fraquinha, fraquinha...
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O mineirinho ia andando pela praia e de repente, encontra uma lâmpada. Começou a esfregá-la como tinha visto nos filmes do Aladim e eis que surge um gênio.
— Você tem direito a três pedidos — disse o gênio.
O mineirinho pensou, pensou, pensou e por fim se decidiu:
— Eu quero um queijo enorme!
— Abracadabra! — disse o gênio e apareceu um queijo enorme. — Qual é o seu segundo pedido?
O mineirinho pensou, pensou, pensou e disse:
— Eu quero uma mulher!
— Abracadabra! — disse o gênio e apareceu uma morena lindíssima. — Qual é o seu último pedido?
— Eu quero mais um queijo! — respondeu o mineirinho.
— Abracadabra! — disse o gênio e surgiu um outro queijo maior ainda. — Bem, meu amo, antes de eu ir, me satisfaça uma curiosidade. Por que você pediu dois queijos?
— É que eu fiquei com vergonha de repetir o mesmo pedido três vezes!
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Um fazendeiro, ao ver seu gado morrer de uma doença misteriosa, resolveu chamar o Pai de Santo para fazer um "trabalho" para tentar salvar seu rebanho.
O Pai de Santo, muito safado, disse que para resolver o problema precisaria ficar a sós com a mulher do fazendeiro (que era muito bonita).
Eles entraram no quarto e o Pai de Santo pediu para a mulher tirar a roupa. O fazendeiro, que ficou olhando pelo buraco da fechadura quase ficou louco, mas, como era muito ganancioso, ficou calado.
O Pai de Santo disse:
— Mão na canela para salvar as "vаса amarela". E colocou a mão na canela da mulher.
— Mão na coxa para salvar as "vаса mocha". E colocou a mão na coxa da mulher.
— Mão na virilha pra salvar as "novilha".
O fazendeiro vendo aquilo gritou:
— As "vаса preta" e os "boi zebu" você pode deixar morrer tudo.
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Certo dia quando seu Zé estava em casa mandando aquele paieiro, recebe a visita de uma psicóloga.
Ela então pergunta ao seu Zé se pode lhe fazer algumas perguntas. E ele desconfiado responde que sim. A psicóloga pergunta:
— Seu Zé o que o senhor acha da nudez?
— Bão demais sô! — responde Seu Zé.
— Ué porque? — pergunta a psicóloga.
Seu Zé responde:
— Mió nudeis do que no nosso ué!
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Estava um mineiro a andar com o seu burrinho por uma das muitas estradas de Minas Gerais. Num dado momento para do lado do mineiro com seu burrinho uma Ferrari, e dentro dela um carioca muito esperto que batendo no capo do carro diz:
— Aqui dentro tem 400 cavalos!
Entra no carro e sai cantando pneus, deixando uma nuvem de poeira para o mineiro. Um pouco a frente o carioca se distrai e numa curva embica a sua Ferrari num ribeirão.
Um pouco depois o mineiro chega ao local, vendo o carro com a frente dentro da água pergunta:
— Tá dando de beber para tropa, moço?
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Mineirim, miudinho, todo tímido embarca no ônibus de BH para Resplendor. Seu colega de poltrona, um baita dum home de 2 metro de altura, com cara de poucos amigos.
O homão no maior ronco e mineirim todo enjoado com as curvas da estrada. A certa altura mineirim não agüenta e vomita todo o jantar no peito do homão de 2 metro de altura por 2 de largura.
Mineirim no maior desespero e o baita sujeito ainda roncando. Chegando em Valadares o homão acorda, passa a mão no peito todo melecado e gosmento.
Olha indignado e confuso pro mineirim, que imediatamente bate a mão no seu ombro e pergunta:
— Ocê Miorô?
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O caipira, que tinha passado o dia lidando com a criação, precisa ir buscar umas coisas na cidade. Vai do jeito que está, com a roupa imunda, fedendo a suor. Está passando pela pracinha com a charrete, quando um senhor, todo engravatado, com cara de almofadinha, fala:
— Роrсо!
E o caipira, estendo a mão:
— Prazer! José Gerônimo!
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Dois compadres mineiros estavam bem sossegados, fumando seus cigarros de palha e proseando.
Conversa vai, conversa vem, eis que a uma certa altura um pergunta para o outro:
— Cumpádi, u quê quiocê acha dessi negóço de nudez?
No que o outro respondeu:
— Achu bão, sô!
O outro ficou assim, pensativo, meditativo... e perguntou de novo:
— Ocê acha bão pur causdi quê, cumpádi?
E o outro:
— Uai! É mió nudêis qui nu nosso, né não?
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O caipira ganhava todas as apostas das brigas de galos daquele vilarejo, quando um sujeito da cidade, cansado de perder, chega para ele e pergunta:
— Meu amigo, vejo que o senhor é um grande entendido em brigas de galos.
— É...— responde timidamente o caipira.
— Pois eu já perdi quase todo meu dinheiro. Não acertei uma aposta... pode me ajudar e dizer qual é o galo bom da próxima luta?
— O bom é o galo branco — responde o caipira.
O sujeito da cidade, rapidamente, aposta todo o resto do seu dinheiro no galo. Quando acaba a luta, ao ver o galo branco derrotado, ele vai ter novamente com o caipira:— Você não me disse que o galo branco é que era o bom?
— Pois entonces... o branco era o bom... o preto é que era o marvado!
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O cumpadi, há muito tempo de olho na cumadi, aproveitô a ausência do cumpadi e resolveu fazer uma visitinha para ver se ela não carecia de arguma coisa. Chegando lá, os dois meio sem jeito, não estavam acostumados a ficar a sós, falaram sobre o tempo...
— Será qui chove?
— Pois é...
Ficô um grande silêncio... Aí, o cumpadi se enche de corage e resorve quebrá o gelo:
— Cumadi... qui qui ocê acha: trepemo ou tomemo um café?
— Ah, cumpadi... Cê mi pegô sem pó...
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Um dia, um caipira foi entregar o leite na casa do patrão bem na hоrа do almoço e foi convidado a comer com a família. Com vergonha de sua falta de modos, ele preferiu não aceitar. O patrão insistiu:
— Coma conosco.
E o caipira:
— Não, brigado.
— Coma conosco, está uma delicia!
— Ah, tudo bem, acho que vou experimentar um conosquinho, então.
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Montado em seu carrão reluzente, o sujeito viajava pelo interior quando passa a toda velocidade diante de uma fazenda e acaba atropelando um galo. Desce imediatamente e, consternado, vê que o bichinho está morto. Nisso, olha de lado e vê um matuto capinando muito próximo à cerca.
Virando-se para o matuto, o sujeito diz:
— Desculpe, amigo! Foi realmente culpa minha...
O matuto fiса olhando pra ele.
E ele, sem jeito, continua:
— Puxa, eu não deveria estar correndo tanto... sinto muito, por ter matado o seu galo. Mas eu faço questão de substituí-lo.
E o matuto:
— Vóismicê fique à vontade! O galinheiro é logo ali..
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O cara tava passeando nas terras de um parente lá fora, quando avistou um chiqueiro. Perguntou ao cara que cuidava dos porcos:
— Qual o nome desse роrсо gigante?
O rapaz respondeu:
— U nomi deli é ocê!
O cara indignado, pergunta de novo:
— Como é que é?
O sujeito fala de novo:
— É ocê, naum iscuto?
O malandro, tentou ser malandro falando:
— Então aquele outro роrсо ali se chama pai de ocê?
O cabra não exitou:
— Naum, aqueli otro ali é o pai di ocê, i a mãe di ocê eu comi onti!
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