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As maiores e mais conceituadas empresas americanas de estatística se mobilizaram e resolveram fazer um trabalho completo de pesquisa, em memória das vítimas do atentado terrorista. Nesta pesquisa, constatou-se que:
84,3% dos funcionários morriam de medo de avião.
57,4% não faziam compras pela Internet, pois achavam que o procedimento não era seguro.
14,8% achavam que o seu emprego era muito monótono...
0,2% dos vendedores se negaram a negociar com uma empresa Árabe, algumas horas antes do atentado.
49,5% estavam explodindo de dor de cabeça e tomaram uma Aspirina, que não fez efeito.
0,001% foram demitidos um mês antes do atentado e voltaram para tirar satisfações com o chefe!
100% dos office-boys internos desejaram se tornar motoboys no momento do atentado.
94,6% odiavam o chefe e aproveitaram o último momento para mandá-lo tomar no cu!
1,2% dos chefes estavam cantando ?New York, New York? na hоrа do acidente.
72,3% estavam morrendo de vontade de voltar voando pra casa!
34,6% queimaram a língua com o café na hоrа do susto.
100% dos pilotos do 767 tiveram o seu Brevê caçado após o acidente, mas só a caixa preta foi encontrada.
100% dos carros que estavam no subsolo do prédio tiveram Perda Total.
62,3% dos funcionários queriam morrer de rir e entraram no Portal do Humor!
Na manhã de 11 de setembro de 2001, numa elegante sala do 17º andar da Torre Norte do World Trade Center.
Por volta das nove da manhã, o gerente de negócios de um desprestigiado escritório de contabilidade, resolve convidar a gostosíssima secretária para fazer uma conciliação de contas, num hotel de segunda categoria, na ilha de Mãe Ratan.
Precisamente, às 11 horas e 4 minutos, enquanto a garota ainda se esforçava para tirar o líquido do bruto, toca o celular do sujeito.
Era a sua esposa, em prantos:
— Ai... meu amor... graças a Deus... você está bem? onde você está?
— Oi querida, estou ótimo! Deculpe mas não posso falar com você agora. Estou no meio de uma reunião com o pessoal da Auditoria e a coisa aqui tá pegando fogo!
Na segunda-feira o sujeito chega atrasado no serviço, exibindo umas olheiras enormes e vai logo levando uma comida do chefe.
— Sabe o que é, dotor, é a minha mulher... — começa a desculpar-se.
— E o que é que tem a sua mulher? — pergunta o chefe, incisivo.
— Ela está dormindo com outro cara...
— É mesmo? — retruca o chefe, com ar compadecido. — Puxa, que pena!
— Sente-se aí, não fiса assim, meu amigo, isso vai passar... tenho certeza de que você vai saber superar isso...
— Mais é muito difícil, dotor!
— Eu entendo! Ela não lhe sai da cabeça, não é?
— Não, não é isso! É que a minha cama é pequena... não cabem três pessoas!
O sujeito estava num safári na África quando se perde do seu grupo. Desesperado, começa a gritar feito louco.
Logo aparece uma dúzia de índios, agarram-no pelos braços e o levam ao chefe da tribo.
— O que é que a gente faz com ele, chefe? - pergunta um dos índios.
— Roleta russa!
— Ai, meu São Biniditu! - resmunga o caçador. - Tende piedade de mim.
Novamente, os índios o pegam pelo braço e arrastam o sujeito até o centro de um terreiro. Em seguida, tiram-lhe a roupa e amarram os seus pés e mãos num tronco.
— Meu Jisuis! Vão me açoitar primeiro! - choraminga o caçador.
Nisso aparecem meia dúzia de índias, mais pra rondilíneas do que para curvilíneas, com os bicos dos seios mais pra baixo do que as ações da Nasdaq e começam a dançar em volta dele.
— Parece que está melhorando - anima-se o caçador.
Em seguida, uma delas ajoelha-se entre suas pernas e começa a fazer-lhe um delicioso boquete.
— Ah! Agora sim - fez o caçador. - Assim é que tem que se tratar as visitas.
Logo, esta se levanta e a outra continua o serviço, até que, na hоrа que o sujeito estava quase gozando:
— Áááááááiiiii!
Uma delas era canibal!
Moleque desbocado era o joãozinho, quando abria a boca só soltava besteira e palavrão, dona Marta, aprofessora não sabia mais o que fazer com ele. E, certo dia, quando a diretora vai fazer uma inspeção na classe, dona Marta o coloca atraz da porta para não causar problemas. Mas não adianta. A diretora vê o Joãozinho e quer saber:
— Por quê este menino está escondido ai atrás da porta?
— É que ele é muito sem-vergonha, só fala bobagem e não queria encabular a senhora...
A diretora vira-se para joãozinho e ordena:
— Um, diga alguma coisa, menino!
— Cubanus, responde o moleque.
— Que mal há nessa palavra, professora?
Cubanus são pessoas que nascem em Cuba, um povo honrado e trabalhador como tantos outros...
E a professora:
Joãozinho, conte agora por quê escolheu está pala vra!
— Por quê começa com cu, termina com ânus e o b do meio deve ser de boceta!
Um caipira ao chegar na cidade grande resolve passear, estava caminhando ao lado de uma linha ferroviaria quando viu um trem vindo sentido contrario, ficou muito assustado, pegou seu laço e quando o trem estava do seu lado ele laçou o trem se quebrando inteiro, foi parar no hospital com pernas, braços e outras partes do corpo toda quebrada, depois de três meses de recuperação saiu do hospital, indo embora para casa resolveu olhar vitrine de uma loja de brinquedos, quando então viu um ferrorama e começou a quebrar a loja inteira, o gerente muito nervoso manda os seguranças o dominarem, depois de dominado o gerente foi até ele e perguntou:
— Você é louco?, quebrou toda minha loja.
O caipira responde:
— Louco nada, tem que matar em quanto é pequeno porque depois que cresce é impossível.