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Um presidente de empresa, casado há 25 anos, está na maior dúvida se transar com a mulher dele, depois de tanto tempo, é trabalho ou prazer.
Na dúvida, liga pro diretor geral e pergunta.
— Para eu transar com minha mulher depois de 25 anos de casado, é trabalho ou prazer?
O diretor liga pro vice-diretor e faz a mesma pergunta.
— Para o presidente, transar com a mulher dele depois de 25 anos de casado, é trabalho ou prazer?
O vice-diretor liga para gerente geral e pede para que responda se é trabalho ou prazer quando o presidente da empresa transa com a mulher dele, depois de 25 anos de casado...
E assim segue a corrente de ligações, até que a pergunta chega no jurídico e o advogado chefe, pergunta para o estagiário que está todo afobado, fazendo mil coisas ao mesmo tempo:
— Rapaz, você tem um minuto para responder; quando o presidente da empresa transa com a mulher dele, depois de 25 anos de casado, é trabalho ou prazer?
O rapaz imediatamente, com convicção, responde:
— É prazer!
O advogado chefe, impressionado pela agilidade e convicção da resposta do rapaz, indaga.
— Ué? Como é que você pode responder isso com tanta segurança?
O rapaz, que é estagiário, diz:
— É que se fosse trabalho já tinham mandado eu fazer.
O psicólogo fazia теsтеs para admissão de novos candidatos em uma empresa de seleção.
— O senhor pode contar até dez, por favor!
— Dez, nove, oito, sete, seis, cinco, quatro, três, dois, um.
— Por que você contou de trás pra frente?
— É que eu trabalhava na Nasa!
— Sinto muito, está reprovado!
Entra o próximo.
— O senhor pode contar até dez, por favor!
— Um, três, cinco, sete, nove, dois, quatro, seis, oito, dez!
— Por que você contou primeiro os ímpares e depois os pares?
— Porque eu trabalhava como carteiro.
— Sinto muito, está reprovado!
Entra o próximo.
— Antes de começarmos, por favor me diga uma coisa, o que o senhor fazia no emprego anterior.
— Eu era funcionário público!
— Ok! O senhor pode contar até dez?
— É claro! Dois, três, quatro, cinco, seis, sete, oito, nove, dez, valete, dama, rei e ás.
Semana passada convidei uns amigos para o almoço em um restaurante próximo ao nosso escritório, e notei que o garçom que nos atendeu levava uma colher no bolso da camisa. Achei esquisito, mas tomei isso como um fato casual. No entanto, quando o encarregado da mesa trouxe a água, copos e talheres, notei que ele também tinha uma colher no bolso da camisa. Olhei em volta, no salão, e percebi que todos os garçons, garçonetes e atendentes também levavam uma colher no bolso da camisa. Quando o garçom voltou para tomar o pedido, perguntei:
— Por que a colher?
— Bom, — explicou — os donos do restaurante contrataram a consultora Andersen, experts em eficiência, com o objetivo de revisar e melhorar todos os nossos processos. Depois de muitos meses de análises estatísticas, eles concluíram que os clientes deixavam cair no chão a colher com 73% maior frequência do que os outros talheres.
Isso representava uma frequência de quedas de 3 colheres por hоrа por mesa. Se o nosso pessoal ficasse preparado para cobrir essa contingência, nós poderíamos reduzir o número de viagens à cozinha e, assim, poupar mais de 1,5 horas por homem por turno. No momento em que estávamos falando, escutou-se um som metálico na mesa atrás da gente. Rapidamente o garçom que nos atendia trocou a colher caída por aquela que ele levava no bolso, e me disse:
— Pegarei outra colher quando for a cozinha, assim não farei uma viagem extra para buscá-la agora.
Meus amigos e eu ficamos realmente muito impressionados. O garçom continuo a anotar o nosso pedido. Enquanto meus convidados ordenavam, continuei a observar ao meu redor. Foi, então, quando observei de relance uma cordinha fininha pendurada no zíper da calça do garçom.
Rapidamente, percorri com o olhar o salão para me certificar que todos os garçons levavam a mesma cordinha pendurada no zíper da calça. A minha curiosidade foi muito grande e, antes do garçom se retirar, perguntei:
— Desculpe, mas... por que tem essa cordinha justo aí?
— Oh, sim! — respondeu, e começou a falar em um tom mais baixo — Não tem muitas pessoas tão observadoras quanto o Sr. Essa consultora de eficiência da qual lhe falei, achou que nós também poderíamos poupar tempo na ida ao banheiro.
— Como é isso?
— Veja bem: amarrando esta cordinha na ponta do... bem, você já sabe, podemos sacá-lo para mijar sem tocá-lo e dessa forma, eliminando a necessidade de lavarmos as mãos, encurtando o tempo gasto no banheiro em 67% por homem.
— Que ótimo, isso tem muito sentido, mas... se a cordinha ajuda a sacar, como é que volta a guardar?
— Bem, eu não sei como fazem os outros, mas eu uso a colher.
Um velho que a muitos anos cuidada do zoológico recebe a visita de um fiscal.
— Olá! meu nome é Gil, sou fiscal do Ibama, quero falar com o Senhor João.
— Sim meu filho, sou eu mesmo.
— João, me disseram que aqui tinha muitos macacos. Ondes eles estão?
— Tinha sim, lindos pulando pra la e pra cá...
— E cadê eles João?
— Ah, matei!
— Me disseram que aqui tinha muitos leões. Onde eles estão?
— Tinha sim, todos muito corajosos...
— E cadê eles João?
— Ah, matei!
— Me disseram que também tinha muitos elefantes. Onde eles estão?
— Tinha sim, enormes e gordos...
— E cadê eles João?
— Ah, matei!
— Ué, como assim você matou todos os animais? E não veio nenhum fiscal ver isso João?
— Veio sim. Muitos!
— E cadê eles porque não fizeram nada?
— Ah, MATEI!
Um sujeito tinha acabado de ser contratado como o novo CEO de uma grande empresa de alta tecnologia. O CEO que estava deixando o cargo se reuniu com ele em particular e lhe presenteou com três envelopes numerados. "Abra estes se você deparar com um problema que você não acha que pode resolver", disse ele.
As coisas correram no início muito bem, mas seis meses depois, as vendas têm uma queda e ele estava começando a ser cobrado pelos acionistas. No auge da sua sagacidade, ele lembrou-se dos envelopes. Ele abriu a gaveta e tirou o primeiro envelope. A mensagem dizia:
"Culpe o seu predecessor."
O novo CEO convocou uma conferência de imprensa e com muito tato colocou a culpa no CEO anterior. Satisfeito com seus comentários, a imprensa respondeu positivamente, as vendas começaram a aumentar e o problema ficou para trás.
Cerca de um ano depois, a empresa estava novamente enfrentando uma ligeira queda nas vendas, combinado com problemas sérios de produtos. Tendo aprendido com sua experiência anterior, o CEO rapidamente abriu o segundo envelope. A mensagem dizia:
"Culpe o mercado."
Ele convoca uma conferência e convence a todos que a situação da empresa é reflexo das más condições do mercado, mas que tudo será resolvido se houver compreensão. A resposta é novamente positiva e com o tempo ganho a empresa volta a ter resultados positivos, fazendo com que o problema ficasse para trás.
Depois de vários trimestres rentáveis consecutivos, a empresa mais uma vez caiu em tempos difíceis. O CEO foi para o seu escritório, fechou a porta e abriu o terceiro envelope.
A mensagem dizia:
"Prepare três envelopes."
O manda-chuva chama um dos seus funcionários e fala:
— Eu quero dizer que você tem demonstrado grande capacidade e competência no desempenho de suas funções. Veja que você entrou aqui como escriturário, não faz nem um ano. E tudo isso, apesar de sua pouca idade, pois sequer completou 18 anos, você teve uma rápida ascensão. Apenas dois meses depois de chegar, você logo foi promovido a supervisor. Mais 3 meses e você foi designado chefe de sua secção. Não demorou nem 3 meses e logo recebeu outra promoção: foi designado chefe do departamento. Hoje, apenas 2 meses depois e você já é um de nossos diretores. O mais influente deles. Como eu gosto de saber a opinião de nossos colaboradores, eu pergunto: você está satisfeito conosco, com suas atividades, com suas promoções por merecimento e com o seu salário?
— Estou sim, papai.
Uma vez um homem viajava em um balão de ar quente quando descobriu que estava totalmente perdido. Visto que sua situação era desesperadora, resolveu diminuir velocidade, e a sua altitude para ver se conseguia se localizar quando avistou um homem andando tranqüilamente pelo campo. Então gritou para o homem:
— Olá, você pode me dizer onde estou?
E o homem respondeu:
— Mas e claro. Você esta num balão a uns dez metros de altura do solo.
Constrangido com a resposta, o homem retrucou de cima do balão:
— Você com certeza é estagiário, não é?
— Sou sim, como o senhor sabe?
— É que a informação que você me deu é tecnicamente perfeita, só que não serve para absolutamente nada.
— Bom logo vi... O senhor é gerente, não?
— Sou mesmo, como você adivinhou?
— Fácil! Fácil! É o seguinte: O senhor não sabe onde esta, nem muito menos para onde vai. Está perdido, ferrado e a primeira coisa que faz é botar a culpa num estagiário!
Um sujeito lá no bar, chateadíssimo, na maior fossa, quando chega um amigo e pergunta:
— O que você tem, meu chapa? Por que essa cara?
— Eu tava agora há pouco, numa boa, comendo aquela gostosona do terceiro andar, quando o marido chegou. Ela me levou pra área de serviço, me botou uma roupa de empregada e me mandou ir passando a roupa. O marido mandou a mulher ir lá dentro pegar um café e começou a me comer! Foi mandando ferro no meu rаво! E pro cara não desconfiar, fui aguentando firme e passando roupa! Passei umas dez dúzias de roupa e o cara comendo o meu rаво! Até que, quando ele foi mijar, aproveitei pra fugir. Tirei o disfarce de empregada, botei a minha roupa e vim aqui pro bar!
E o amigo o consolou:
— Não fique chateado não, que aquela roupa toda que você passou, fui eu que lavei ontem!