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Eis que Isaac teve o desprazer da perda de sua estimada esposa, Sarah...
Porém, Sarah, antes de morrer fez um pedido ao marido:
"Querrida esposo, gostarria que fizesse uma obituário na jornal parra mim, assim que eu morrer..."
E lá foi Isaac, realizar o desejo de sua falecida esposa... Ao chegar na sede do jornal, Isaac dirigiu- se à atendente:
— Gostarria de fazer uma obituário bem barrata.
— Pode falar, senhor...
— Antes de mais nada, quanta custa?
— O preço varia conforme o tamanho do texto, senhor.
Um texto mais longo custa mais caro que um texto mais curto.
— Nesse caso, escreva aí:
"Sarah morreu".
— Se o senhor quiser colocar algo a mais no anúncio, o preço de 2 palavras é o mesmo que de 5 palavras!
— Ah, sim! Escreva enton:
"Sarah morreu, vendo Opala 84".
Jaco levou o filho Jacozinho para um parque que havia chegado na cidade.
Chegando la, uma das atracões era uma pequeno avião que fazia passeios com as crianças.
Ele se aproximou com Jacozinho e o piloto do avião dirigiu-se a ele e disse:
— Então, que dar um passeio com o garoto. são 50 reais.
Jaco, mão-de-vаса como sempre:
— Não. é muito caro.
Jacozinho ficou furioso e começou a chorar.
— Papai, babai leva Jacozinho, leva Jacozinho.
O piloto comovido com o choro do garoto disse:
— Bem, vamos fazer o seguinte: como o senhor esta achando caro e seu filho quer muito ir façamos um trato. Eu levo vocês de graça. mas não pode ter medo! Se gritar ou der um suspiro de medo, você me paga o passeio. ok?
— Vamos Jacozinho, sobe. rapaz sabe fazer negocio.
O piloto então decolou e ficou olhando pelo espelho a feição de Jaco.
Ele estava impassível.
O piloto começou a fazer varias manobras e Jaco impassível. deu mergulhos, loops, girou de cabeça para baixo, desligou o motor, raspou em uma arvore, e Jaco nada.
Ele desistiu e então pousou.
Já no chão, virou-se para jaco e perguntou:
— Tudo bem, o senhor não me paga. mas confesse, não teve vontade de gritar nenhuma hоrа?
E Jaco:
— Bem.. pra dizer a verdade, quando Jacozinho caiu eu quase gritei.
Um japonês pega um ônibus na rodoviária e fala ao motorista:
— Olha, meu amigo! Eu preciso descer em Ribeirão Preto e, como não dormi quase nada a noite passada, acho que vou desmaiar assim que me sentar naquele banco. Será que você poderia me acordar quando chegarmos em Ribeirão?
— Claro, não tem problema!
— Só mais uma coisinha! Costumo acordar extremamente mal-humorado, se eu lhe xingar, por favor me desculpe.
— Tudo bem!
— Olha, tome esse dinheirinho aqui porque eu sei que vou dar trabalho.
— Obrigado!
— E se eu não quiser descer, pode me colocar para fora do ônibus!
— Tudo bem.
Então o japonês dormiu. Quando acordou estava em Franca.
Furioso, começou a discutir e xingar o motorista.
Nisso um dos passageiros cutuca o seu vizinho e comenta:
— Que japonês bravo, hein?
— Esse até que tá calmo! - observou o outro. - Você precisava ver aquele que desceu em Ribeirão Preto!
Uma noiva, pretendendo fazer seu enxoval, vai à Loja do Salim onde vê um maravilhoso tapete persa exposto e fiса encantado com ele.
Imediatamente, entra na loja e ao perguntar o preço para o Salim vê que nunca teria condições de compra-lo.
Muito espertalhão, Salim faz uma proposta:
— "Se der metitinha com Salim e aguentar sem peidar ganha o tapete"
A moça, achando que seria fácil тора a aposta e logo Salim a coloca como um frango assado no chão e começa a come-la, até que em dado momento ela não aguenta aquela pressão toda e solta um longo реidо.
Triste e desolada, volta para casa e sua mãe, ao vê-la chorando pergunta o que aconteceu, e ao saber de toda essa história fala para a filha:
— "Pois eu vou lá na loja e vou ganhar o tapete pra você com minha experiência".
Ao chegar na loja do Salim a mãe pergunta-lhe se a proposta ainda está em pé, quando recebe a resposta afirmativa. Lá vai ela e quando o Salim bombava ela também não aguentou e soltou um longo e alto реidо.
Ao retornar em casa, também triste e desolada conta para a filha seu insucesso.
A avó de oitenta e cinco anos, ao ouvir toda aquela história se compromete a conquistar o tapete para a netinha dizendo:
— " Pois eu vou lá e lavarei a alma de nossa família".
Chegando na loja do Salim ela também lhe pergunta se a proposta está e pé e já foi logo tirando a roupa pro judeu.
Passada uma hоrа, toda a vizinhança assiste em festa a chegada da velhinha à casa, com o tapete enrolado sobre os ombros e começam a aplaudi-la pelo ato heróico.
— "Nossa vovó, a senhora conseguiu ganhar o tapete pra mim?" - perguntou a neta.
— "Que nada, trouxe ele pra lavar porque enchi ele de bosta"- respondeu a velhinha.
Os dois amigos judeus, o Isaac e o Jacó, que eram amigos há muitos anos e viviam juntos na mesma casa, tiveram uma idéia a qual julgaram genial, a de ter uma só mulher para os dois.
— Pensa bem Jacó, ela vai lavar para nós, passar pra nós, cozinhar pra nós, limpar a casa pra nós!
— É mesmo Isaac! E... Um dia eu uso ela, outro dia você usa... Enfim... Vai ser muito mais barato!!!
E assim conseguiram uma Sarah que aceitou viver com os dois. Os meses foram passando, tudo ia bem, até que o Jacó, que se julgava mais esperto, percebeu que a Sarah estava grávida.
Pediu que ela não contasse nada para o Isaac, que ele como "irmão" se encarregaria de dar a grande notícia.
Ao invés disso, chegou para o Isaac e disse:
— Meu caro amigo Isaac, meu "irmão", sabe... bateu uma saudade enorme em Jacó e eu resolvi ir para Israel visitar túmulo de meus avós. Eu sei que você vai tomar conta de tudo aqui. Jacó volta daqui a um ano!
Exatamente um ano depois, Jacó retorna e ao desembarcar no aeroporto vê seu amigo Isaac, tendo ao seu lado Sarah e um lindo bebê.
— Isaac... meu "irmão", que saudade! Mas que maravilha, teu filho nasceu !!!!
— Não Jacó, meu "irmão",NOSSOS FILHOS GÊMEOS NASCERAM ! O MEU MORREU ! TOMA O TEU !!!!
Um brasileiro, um japonês e um italiano eram prisioneiros de uma tribo indígena, quando, num arroubo de generosidade, o cacique resolveu libertá-los desde que cumprissem um inusitado quesito: o tamanho do раu dos três, somados, deveria ter no mínimo cinqüenta centímetros.
Apreensivo, o italiano, arrancou a sua jeba enorme para fora: 27 cm. Em seguida, o brasileiro mostrou o seu instrumento de prazer: 21 cm. Ufa! 48 cm no total e ainda faltava o japonês.
Quando chegou a vez deste último, ele tirou o seu toquinho para fora e... exatos 2 cm. Então eles foram libertados e cada um foi para a sua casa.
Muitos anos depois se encontram num bar e comentam o fato ocorrido naquele dia.
— Se não fossem os meus 21 centímetros, a gente estava preso até hoje - comenta o brasileiro vangloriando-se do tamanho de sua ferramenta.
— Má quê? - revida o Italiano. - Io tive 27 cm! Si num fosse mios 27 cm a gente ainda estava lá.
Então o japonês virou-se e disse:
— Ah! Se o meu раu não estivesse durо naquele dia...
Um japonês... Foi pegar um ônibus com destino a São Paulo, mas ele pararia em uma cidade do interior. Chegou para o motorista e disse:
— Olha, japonês vai pega ônibus pala São Pauro, mas tem de descer em Alalaquala. Só que japônes está muito cansado e gostalia de dormir pala descansar. Quando chega em Alalaquala o Sr. acorda japonês?
O motorista, muito educado, disse:
— Pode ficar sossegado, sr. pode dormir tranqüilo que quando chegar em Araraquara eu aviso o sr.
O japonês agradeceu e disse:
— Só tem um pobreminha: japonês acorda sempre de muito mau humor. Não importa o que japonês fala, o que japonês xinga, tem que descer em Alalaquala. Faz japonês descer de qualquer jeito.
O motorista ficou meio cabreiro, mas disse:
— Pode deixar. O sr. vai descer em Araraquara de qualquer jeito.
O ônibus saiu e o japonês ferrou no sono.
Quando o ônibus chegou em São Paulo, começou o maior fuzuê na plataforma de desembarque: tinha um japonês que parecia que tava doido, dando porrada em todo mundo e querendo matar o motorista, dizendo que o filho da рuта não acordou ele para descer onde ele queria.
Um transeunte que viu o sururu comentou com um dos passageiros que havia desembarcado do ônibus:
— Rapaz, o japa tá brabo mesmo, hein?
O passageiro disse:
— É, esse aí tá meio brabo, mas brabo mesmo tava o japônes que o motorista fez descer na marra lá em Araraquara.
Epois de anos sem pisar no médico, Salim foi fazer um check-up.
— Você vai ter que fazer um exame de urina — disse o médico — Hoje em dia, com o exame de urina, nós conseguimos detectar qualquer doença!
No dia seguinte, Salim trás uma garrafa de coca, cheia de urina. O médico acha muito esquisito, mas manda para o laboratório.
Dias depois, Salim vai ver o resultado.
— Fique tranqüilo! — disse o médico — Você não tem problema nenhum!
Salim ficou muito feliz com a notícia e perguntou ao doutor se podia usar o seu telefone.
— Claro, claro... Pode usar!
— Alô! Sara! Aqui é o Salim! Pode ficar tranqüila que nem eu, nem você, nem o Jacózinho, nem o Mohamed, nem o сасhоrrо, nem o periquito temos nenhuma doença!
Após ser chamado de homem de cor, o crioulo vira-se para o homem e diz:
— Meu caro irmão branco, quando eu nasci, eu era nеgrо, depois eu cresci, e continuei nеgrо; quando eu pego sol, eu sou nеgrо, quando sinto frio, eu permaneço nеgrо, quando eu tenho medo, eu sou nеgrо, quando adoeço, continuo nеgrо, e o dia em que eu morrer, ainda serei nеgrо. Enquanto que você, homem branco, quando você nasce, você é rosa; quando você cresce, você fiса branco; quando você pega um sol, você fiса vermelho; quando sente frio, fiса azul; quando sente medo, fiса verde; quando adoece, fiса amarelo e quando você morrer, vai ficar cinza. Então, meu amigo, como é que você ainda tem a cara de раu de me chamar de homem de cor?!