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Piadas de Sexo - Page 3
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Ramon e Nilzecléia passeavam de mãos dadas pelo parque da cidade. Enquanto caminhavam, o rapaz sentia que algo fiса cada vez mais quente no meio de suas pernas. E não era o joelho... O desejo de Ramon aumentava enquanto caminhavam entre as grandes e sombrias árvores. Ramon já não aguenta mais de tesão e começa a agarrar a namorada.
No meio do amasso, Nilzecléia o interrompe, dizendo:
— Ai, amor! Pára, que eu quero fazer xixi!
Mesmo contrariado com o pedido, Ramon concorda:
— Tudo bem, Nilzecléia. Então vai ali, atrás daqueles arbustos.
Mas o safadão já não conseguia se controlar... Ele, nervoso e possuído pelo desejo, escuta o som erótico da calcinha deslizando pelas coxas grossas de Nilzecléia.
Incapaz de se conter, Ramon segue seus instintos animais e estende o braço até tocar a perna de Nilzecléia. Suavemente, sobe as mãos mais e mais, até segurar algo grosso e quente, no meio das pernas dela!
Assustado, ele pergunta:
— Nilzecléia! Por Deus! Você mudou de sеxо?
Ela responde, gemendo:
— Não! Mudei de ideia... Estou fazendo cocô!
Naquela casa, toda vez que o sujeito chegava do trabalho acontecia um diálogo do tipo:
— Querido, entupiu a pia da cozinha! — a mulher reclamava.
— E eu tenho cara de encanador, por acaso? — respondia o homem e sentava na poltrona pra ler o jornal.
Ou:
— Amor, queimou a lâmpada do banheiro! — a mulher gritava.
— E eu tenho cara de eletricista, por acaso? — dizia o homem, enquanto assistia o jornal na televisão.
Ou ainda:
— Meu anjo, a parede da garagem está um nojo, precisa pintar! — a mulher berrava.
— E eu tenho cara de pintor, por acaso? — retrucava o marido e saía em seguida para tomar uma cervejinha na padaria.
Um dia, porém, o sujeito voltou em casa e encontrou tudo em ordem: a pia desentupida, a luz do banheiro funcionando perfeitamente e a parede da garagem pintada.
— O que aconteceu? — perguntou o sujeito perplexo.
— O vizinho novo veio, consertou tudo e como recompensa pediu ou uma маssа ou sеxо.
— E que tipo de маssа você fez pra ele?
— E eu tenho cara de cozinheira?
Uma velhinha vai ao médico pedindo para que ele ajude a revigorar o apetite sеxuаl de seu marido para reviver os bons e velhos tempos.
— Que tal se tentarmos o Viаgrа? — arrisca o médico.
— Ah, não tem jeito, doutor... Meu marido não toma nem Aspirina para dor de cabeça.
— Não tem problema! — retruca ele — Misture o Viаgrа no lanche que ele mais gosta, sem que ele perceba e volte daqui a uma semana para me contar como foi.
Na semana seguinte, a velhinha volta ao médico dizendo:
— Ai, doutor! Foi horrível! Foi horrível!
— Mas o que aconteceu? — pergunta ele, assustado — A senhora seguiu minhas instruções?
— Sim, doutor... Fiz tudo como o senhor disse, misturei o Viаgrа no lanche sem que ele soubesse... Mas, doutor, o efeito desse negócio é muito rápido! No meio do lanche ele já levantou da cadeira, me jogou em cima da mesa, tirou minha roupa e transou comigo loucamente... Mas foi horrível, doutor... Horrível...
— Mas por que foi horrível? — insiste o médico — O sеxо não foi bom?
— Foi o melhor sеxо que já tivemos em 35 anos, doutor...
— Então qual o problema, minha senhora?
— Ai, doutor... Depois dessa acho que nunca mais vou ter cara pra entrar no McDonald's!
Estamos no ano de 2015. Os astronautas põem o pé pela primeira vez em Marte. Durante a exploração, um dos astronautas encontra uma marciana incrivelmente linda. Após o primitivo primeiro contato, ambos percebem que os idiomas falados são parecidíssimos e iniciam uma conversa. Não demora muito, o assunto já é sеxо e eles discutem os diferentes modos de reprodução:
— Aqui em Marte — inicia a Marciana -, para se procriar junta-se uma porção de elementos químicos num recipiente, cospe-se dentro e chacoalha até aparecer um marcianinho.
Como o astronauta não é bobo, em vez de comentar o nosso processo, ele prefere demonstrar praticamente. A marciana concorda e eles iniciam o ritual.
Depois de algumas horas, sem fôlego, a Marciana diz:
— É incrível! Isso é a coisa mais fantástica que eu já fiz! Mas... e o bebê?
O astronauta responde:
— Bem, o bebê só aparecerá daqui a nove meses.
E a marciana:
— Então parou por quê?
Uma mulher acompanha o marido em um consultório médico e depois de fazer um check-up completo, o médico a chama dentro de outra sala e diz:
— O seu marido está com stress profundo e se a senhora não seguir estas instruções, ele certamente morrerá!
— Tudo bem, doutor... Pode falar! — concorda a esposa, apreensiva.
— Toda manhã, prepare-lhe um café da manhã reforçado. Seja agradável e faça tudo para que ele se sinta bem. Para o almoço, ofereça-lhe uma refeição nutritiva. Para o jantar, prepare pratos especiais. Não o chateie com reclamações porque ele provavelmente terá tido um dia exaustivo. Não discuta seus problemas com ele. E, mais importante, faça sеxо com ele várias vezes por semana e satisfaça todos seus desejos.
No caminho de casa o marido pergunta o que foi que o médico disse. Ela responde:
— Meu filho, você vai morrer!
Ainda novo, um rabino falece tragicamente em um acidente. Como ele vivia em uma comunidade pequena, todos se conhecem e, depois de algum tempo, acabam aconselhando à jovem esposa para que ela volte a se casar.
Na comunidade havia somente um candidato disponível e era um mecânico, simpático mas de pouca educação formal. Embora relutasse muito no início, pois era habituada a viver com uma pessoa erudita, a viúva finalmente aceita. Após o casamento, na sexta-feira, véspera de Shabat, após o banho ritual no mikve, o mecânico fala para sua nova esposa:
— Minha mãe sempre falou que era uma boa ação praticar sеxо antes de ir para a sinagoga.
E foi dito e feito.
Voltando da sinagoga ele fala:
— Segundo meu pai, é uma santa obrigação fazer sеxо antes de acender as velas de Shabat.
Foi dito e feito, de novo.
Pouco antes de irem dormir, o mecânico volta:
— Meu avô sempre disse que é costume fazer sеxо no Shabat.
E mais uma vez fazem sеxо.
Amanhecendo o dia seguinte ele diz:
— Minha tia Sara, muito religiosa, me disse certa vez que um bom judeu não começa a manhã de Shabat sem ter sеxо.
E novamente fazem sеxо.
A viúva, já no domingo, sai para fazer compras. No mercado encontra com várias amigas, que perguntam:
— E aí? Que tal é o novo marido?
— Bom. — responde ela — ele não é letrado como o falecido rabino, mas vem de uma família maaaaaaaa-raaaaaa-vilhooooosa!
Três casais, um casal ancião, um casal de meia-idade e um casal recém casado quis se juntar a uma igreja. O pastor no dia da iniciação disse:
— Nós temos exigências especiais para paroquianos novos. Vocês tem que se privar de ter sеxо durante duas semanas.
Os pares concordaram e voltaram ao término de duas semanas. O pastor foi para o casal ancião e perguntou:
— Você foi capaz se privar de sеxо por duas semanas?
O homem velho respondeu:
— Nenhum problema, pastor.
— Parabéns! Bem-vindo à igreja! — disse o pastor.
O pastor foi para o casal de meia-idade e perguntou:
— Bem, você foi capaz se privar de sеxо durante as duas semanas?
O homem respondeu:
— A primeira semana não estava muito ruim. A segunda semana para conseguir eu tive de dormir no sofá durante um par de noites mas, sim nós conseguimos.
— Parabéns! Bem-vindo à igreja! — disse o pastor.
O pastor então foi para o casal de recém casado e perguntou:
— Bem, vocês foram capazes se privar de sеxо durante duas semanas?
— Não, pastor, nós não pudemos ficar sem sеxо pelas duas semanas — o homem jovem respondeu tristemente.
— O que aconteceu? — indagou o pastor.
— Bem, lá pelo meio da primeira semana, minha esposa estava alcançando uma lata de milho no topo da prateleira e derrubou-a. Quando ela se agachou para apanhar, eu fui tomado pela luxúria e a possuí ali mesmo.
— Você entende, claro, que isto significa você não será bem-vindo dentro da nosso igreja, não ? — declarou o pastor.
— Nós sabemos. Depois disto, nós não somos bem-vindos no supermercado ali perto de casa também.
Um paulista, cansado da cidade grande, pegou o FGTS e comprou uns alqueires no interior do Rio Grande do Sul, longe de tudo. Algum tempo depois, apareceu na sua porteira um gaúcho de dois metros de altura, de barba, chimarrão na mão.
— Bá, tchê, venho te convidar para uma festa no meu sítio, algumas léguas abaixo na estrada.
— Opa! Vamos lá... - respondeu o paulista.
— Mas tu te prepares, tchê... Vai ter bebedeira da grossa.
— Ah, não tem problema, em São Paulo eu ia na balada e enchia a cara.
— Mas eu também vou te avisando, tchê... Vai ter раu!
— Ah, não tem problema, em São Paulo eu praticava box na academia.
— E também vou te avisando, tchê... Vai ter muito sеxо.
— Oba, legal! Em São Paulo eu comia todas, mas faz quatro meses que estou aqui, no meio do nada, sem mulher. E quantas pessoas vão na sua festa?
— Bá, só tu e eu, tchê...
O caipira vai ao médico reclamando de dores no pênis.
— Quantas relações sexuais o senhor tem por semana? — pergunta o doutor, antes de examiná-lo.
— Assim de cabeça não sei contar não, seu doutô!
— Como não sabe contar?
— É que eu fugi da escola novinho! Só sei contar até dez!
— Dez? — perguntou incrédulo o doutor. — Então vou mudar a minha pergunta: quantas relações sexuais o senhor teve ontem?
— Agora facilitô! Ontem eu acordei de madrugada dei uma, de manhã, antes do café, dei outra; depois do café, mais uma; aí fui trabalhar no cafezal. Lá pelas dez horas a patroa foi me levar um lanchinho e...
— O senhor deu mais uma?
— Não, seu doutô! Aí eu dei duas! Depois, antes do almoço, dei outra, tirei um cochilo, dei outra, vortei pro cafezal. Quando deu de tarde, fui pra casa e dei mais uma antes do jantar... aí fui dormi porque já estava ficando cansado!
— Então o senhor deu sete?
— Se não esqueci nenhuma...
— Então taí o problema! O seu pênis está doendo porque você está fazendo sеxо demais!
E o matuto:
— Ai, que alívio...
— Alívio? Por quê?
— Pensei que fosse as punhetas que eu toco quando tô no cafezal!