Já no clima da festa de sábado, três mulheres – uma noiva, uma casada e uma amante – estavam conversando sobre seus relacionamentos e decidiram agradar seus homens. Aquela noite todas as três iriam testar sensualidade e o poder que exerciam sobre seus companheiros, usando corpete de couro, máscara nos olhos e botas de cano alto. Após alguns dias, elas tornaram a se encontrar. Cada uma relatou sua experiência.
Disse a noiva:
— Naquela noite, quando meu namorado chegou em casa encontrou-me usando o corpete de couro, botas com 12 cm de salto e máscara sobre os olhos. Ele me olhou intensamente e disse:
"Você é a mulher da minha vida. Eu te amo". Então fizemos amor a noite inteira.
A amante contou sua versão:
— Ah, comigo também foi parecido. Naquela noite encontrei meu amante no escritório. Estava usando um corpete de couro, mega saltos, máscara sobre os olhos e... mais nada. Usava uma capa de chuva para cobrir meu corpo. Quando abri a capa, ele não disse nada. Seus olhos me devoraram. Ele me agarrou e fizemos sеxо a noite toda.
E aí a casada contou sua história:
— Naquela noite mandei as crianças para a casa da minha mãe. Arrumei-me como combinado: corpete de couro, super saltos, máscara sobre os olhos. Então resolvi incrementar o visual. Aproveitei para inaugurar um perfume novo e um batom vermelho que nunca tinha usado antes. Lembrei-me de um comentário que meu marido fez sobre a sensualidade da roupa íntima preta e coloquei a que acabara de comprar: um fio dental com um lacinho de cetim em ponto estratégico. Quando meu marido chegou do trabalho, abriu a porta e me encontrou em pé no meio do quarto fazendo caras e bocas. Olhou-me de cima abaixo e disse:
"E aí, Batman, o que temos para o jantar?"
— Os médicos disseram que ele voltará a andar em um mês.
Uma velhinha vai ao médico e pede para que lhe ajude e reviver o apetite se*xual de seu marido.
'Que tal se tentarmos o Viаgrа?' - lhe diz o médico.
'Não tem jeito doutor' - diz a anciã - 'meu marido não toma nem Aspirina para dor decabeça'.
'Não tem problema' - diz o médico. - 'Misture o Viаgrа no lanche sem que ele saiba. Volte em uma semana e me conte com foi '.
Na semana seguinte volta a velhinha ao médico e lhe diz...
'Aidoutor... FOI HORRRRIÍÍÍÍÍÍÍÍÍÍÍVEL.... FOI HORRRÍÍÍÍÍÍÍÍÍÍÍÍÍÍVEL !!'
'Mas o que aconteceu???' - pergunta o médico. 'A Sra seguiu minhas instruções ao pé da letra??'
'Sim, como não doutor.' - diz a velhinha - ' Misturei o Viаgrа no lanche sem que ele soubesse e o efeito foi imediato. Ele levantou-se da cadeira jogou tudo o que estava sobre a mesa no chão, arrancou toda a minharoupa e fizemos amor de forma apaixonada'. '
FOI HORRRRÍÍÍÍÍÍÍÍÍÍÍVEL doutor FOI HORRRRÍÍÍÍÍÍÍVEL'
'Mas porque foi horrível?' - pergunta o médico.
— ' O sеxо não foi bom?'
'Não doutor' - responde a velhinha - 'foi o melhor sеxо que tivemosem 25 anos, mas acho que não vou ter cara para entrar no McDonald´s nunca mais...'
A professora Vera achou que os alunos já estavam bem grandinhos e os mandou cada um fazer uma redação sobre o tema sеxо ou assunto relacionado. No dia seguinte, cada aluno leu a sua redação:
A da Mariazinha era sobre métodos contraceptivos.
A do Gerson "falava" da masturbação.
A da Ana Lúcia escreveu sobre rituais sexuais antigos.
E chegou a vez do Joãozinho:
— Então Joãozinho, você fez a redação que eu pedi?
— Fiz sim, professora!
— Então, leia sua redação!
E o Joãozinho começou a ler alto:
"Era uma vez no pampa gaúcho, há muitos, muitos anos. No relógio da igreja batiam 18h. Nuvens de poeira arrastavam-se pela cidade semi-deserta. O Sol já ofuscava o horizonte e tingia as nuvens de tons vermelhos. De súbito, recortou-se a silhueta de um cavaleiro. Lentamente, foi-se aproximando da cidade... Ao chegar à entrada, desmontou. O silêncio pesado foi perturbado pelo tilintar das esporas.
O cavaleiro chamava- se Malaquias! Vestia-se todo de preto, à exceção do lenço vermelho que trazia ao pescoço e da fivela de prata que segurava os dois revólveres na cintura. O cavalo, companheiro de muitas andanças, dirigiu-se hesitante para uma poça de água... PUM!
O velho cavalo caiu morto com um buraco na testa. O cheiro da pólvora vinha do revólver que já tinha voltado para o coldre de Malaquias: Malaquias não gostava de cavalos desobedientes! Malaquias dirigiu-se para o bar. Quando estava subindo os três degraus, um mendigo que ali estava, tocou na perna de Malaquias e pediu uma esmola... PUM! PUM! O esmoleiro esvaiu-se em sangue: Malaquias não gostava que lhe tocassem!
Malaquias entrou no bar. Foi até o balcão, e pediu uma cerveja. O homem serviu-lhe a cerveja. Malaquias provou e fez uma careta PUM! PUM! PUM! Malaquias não gostava de cervejas mornas e detestava homens de bar relapsos. Outros cavaleiros que ali estavam olharam surpresos para Malaquias. PUM! PUM! PUM! PUM!
Ninguém sequer conseguiu reagir. Malaquias era rápido no gatilho: Malaquias não gostava de ser o centro das atenções! Saiu do bar... Deslocou-se até o outro lado da cidade para comprar um cavalo.
Passou por ele um grupo de crianças a brincar e a correr, levantando uma nuvem de poeira... PUM! PUM! PUM! PUM! PUM! PUM! PUM!
Desta vez os dois revólveres foram empunhados: Malaquias não gostava de poeira e além disso as crianças faziam muito barulho! Comprou o cavalo, e quando pagou, o vendedor enganou-se no troco... PUM! PUM! PUM!
Malaquias não gostava que o enganassem no troco!Montou no novo cavalo e saiu da cidade. Mais uma vez a sua silhueta recortou-se no horizonte, desta vez com o sol já quase recolhido.
Todos aqueles mortos no chão. Até o silêncio era pesado. FIM"
Joãozinho sentou-se. A turma estava petrificada!
A professora chocada pergunta:
— Mas... Mas... Joãozinho... O que esta composição tem a ver com sеxо?
Joãozinho, com as mãos nos bolsos, responde:
— O Malaquias era fоdа!
O jovem médico em viajem de férias, de passagem por um vilarejo, dirigiu-se a um posto de gasolina para abastecer seu automóvel. Não se via uma viva alma no posto depois de buzinar várias vezes, finalmente aparece um rapaz e lhe diz:
— Estamos fechados por luto! A filha do dono morreu e estamos todos indo ao velório.
— Bem, já que não tenho como prosseguir sem combustível, irei acompanhá-los.
Lá chegando, aproxima-se do caixão e observa algo extremamente raro e diz ao pai da moça:
— Sr., sou médico e lhe digo: esta garota não está morta! Ela está somente em estado catatônico. Mas existe uma chance de fazê-la voltar! Me diga, a sua filha tem namorado?
— Sim, respondeu o pai, estranhando a pergunta.
— Muito bem. Tirem o corpo do caixão, e a deixe com o namorado para que façam sеxо durante toda à noite. Somente uma sensação forte poderia fazê-la recobrar os sentidos.
Mesmo com algumas reservas, o pai segue as ordens médicas. Passadas quatro horas abre-se a porta do quarto e de lá sai a jovem vivinha da silva!
Imensamente grato, o pai da moça enche o tanque do automóvel do jovem doutor que assim pode seguir viagem. Passados 15 dias , o médico decide regressar para ver como estava a ex-defunta. Ao chegar ao posto o encontra novamente vazio e o mesmo jovem da outra vez corre ao seu encontro e desesperado lhe diz:
— Graças a Deus que o senhor voltou! Não sabíamos como encontra-lo e estávamos a sua espera! O pai da menina que o senhor salvou, morreu há 3 dias! Metade da aldeia já comeu o cu do pobre mas ele continua sem ressuscitar!
MORAL DA HISTÓRIA: O mesmo medicamento não vale para todos.