Um homem entra para um clube de nudismo muito exclusivo. No seu primeiro dia ele tira as roupas e vai dar uma volta pelo clube. Uma linda loirinha passa por ele, e o cara imediatamente tem uma ereção. A mulher percebe a ereção, aproxima-se, e dirigindo-se a ele diz:
— Você chamou por mim?
O homem responde:
— Como assim?
Ela diz:
— Você deve ser novo no clube... deixe-me explicar, é uma regra aqui, que se você tiver uma ereção, fiса implícito que você está chamando por mim!
Sorrindo, ela o leva para o lado da piscina, deita-se em uma toalha, puxa-o para si e deixa-o transar gostosamente com ela. O homem continua a explorar as dependências do Clube. Ele entra na sauna e, ao sentar-se, peida. Em minutos aparece um cara forte, peludo, saindo da nuvem de vapor,dirige-se a ele e diz:
— Você chamou por mim?
Ele responde surpreso:
— Eu não, o que você quer dizer?
— Você deve ser novo aqui — diz o cara peludo — é uma regra do clube que se você peidar, fiса implícito que você está chamando por mim...
O cara, fortão, facilmente vira ele de costas, curva-o para a frente e o enraba. O novato cambaleia para o escritório do clube, onde é recebido com um sorriso pela simpática atendente pelada:
— Posso ajuda-lo, senhor?
O cara diz, рuто da vida:
— Aqui está minha carteira do clube. Pode ficar com ela. E pode ficar com os R$ 5.000,00 da matrícula.
— Mas, senhor — ela responde — o senhor só esteve aqui por algumas horas. Ainda nem deu para o senhor conhecer todos os nossos atrativos...
O homem responde:
— Olhe aqui, mocinha, tenho 68 anos de idade, tenho apenas uma ereção por mês, mas реidо umas 15 vezes por dia.
Um velhinho precisou fazer um exame de contagem de esperma. O médico deu a ele um potinho e disse:
— Leve isso e me traga de volta amanhã, com uma amostra de esperma.
No dia seguinte, o velho voltou ao consultório e devolveu-lhe o pote, que estava vazio como no dia anterior.
O médico perguntou o que aconteceu e o velho explicou:
— Bem, doutor, foi o seguinte… primeiro, eu tentei com a mão direita, e nada. Depois, tentei com a mão esquerda, e nada ainda. Daí, eu pedi ajuda à minha mulher. Ela tentou com a mão direita, com a esquerda, e nada. Tentou com a boca – primeiro com os dentes, e depois, sem eles, e nada. Nós chegamos a chamar a vizinha, e ela também tentou. Primeiro, com as duas mãos, depois, com o sovaco e, por último, espremendo entre os joelhos, e nada.
O médico, chocado:
— Vocês pediram ajuda à vizinha?
O velho respondeu:
— Foi. Mas nenhum de nós conseguiu abrir o potinho.