Uma mulher, do alto dos seus bem conservados 50 anos, foi ao ginecologista com uma reclamação muito comum entre as mulheres dessa idade:
— Doutor, meu marido, depois de quase vinte anos de casamento, perdeu o interesse por min e não me procura mais. O que eu faço?
— Está vendo este frasco? É um remédio experimental, muito mais concentrado que o Viаgrа e, que por vir na forma líquida, é mais prático para ser administrado sem o conhecimento da pessoa. Agora faça o seguinte: pingue apenas uma gota no jantar do seu marido e você verá resultados em breve. Mas é importante: apenas uma gota!
— Volte daqui a duas semanas para me informar os resultados.
A mulher foi toda esperançosa para sua casa e, naquela mesma noite, colocou uma gotinha no prato de seu marido. Milagre! Aquela noite ele a procurou e transaram como coelhos!
Na segunda noite, excitada demais para se conter, resolveu experimentar duas gotinhas... E foi recompensada com a melhor noite de sua vida toda!
Na terceira noite, virou o conteúdo todo do frasco na comida...
Quinze dias depois, como não tinha notícias de sua paciente, o médico resolveu ligar para sua casa. Quem atendeu foi o filhinho:
— Bom dia, garoto. Sou o médico de sua mamãe, estou ligando para saber se está tudo bem aí na sua casa.
O menino respondeu:
— Bem não está não. A mamãe morreu com um sorriso estranho na cara, minha irmã fugiu, a empregada está grávida e o papai está no quintal há 2 horas falando:
"Vem Totó, vem..."
Uma velhinha com mais de 80 anos, entrou bem devagar numa loja de produtos eróticos.
Evidentemente pouco à vontade, e com as pernas tremendo muito, ela percorreu os poucos metros que a separavam do balcão.
Quando finalmente chegou sua vez, perguntou ao vendedor, sem parar de tremer:
— Vooooooocêêêêê teeeeeeeemmm viiiibrrrrrrrraaaaaadorrrrrreeees?
O vendedor, tentando não cair na risada, respondeu:
— Sim, senhora, nós temos vibradores de vários modelos!
A velhinha então perguntou:
— "Vooooooocêêêêê teeeeeeeem daaaaqueeeleees coooorrrrrr deeeeee roooooosaaaaaa, cooooom viiiinteeeee eeeeeee ciiiiinnnnnnncooooo ceeeentííííííííííímeeeeetrrrrrooooooss dee coooommmmmprrrrriiiiimeeeentoooooo e seeeissss ceeentííííímeeetrrrroooss dee grrrooooosssssuuuuuraaaaa?"
O vendedor respondeu:
— Sim, senhora, nós temos!
— "Enntãããããoooo vooooocêêêêêê poooooodeeeeee meee eeennnnsinaaarrrr cooooomoooo deeeessssliiigaaaaarrrrr esssaaa meeeerrrrrdddddddaaaa?"
Uma voz feminina sussura:
— Padre, perdoa-me porque pequei...
— Diga-me, filha, quais são os teus pecados?
— Padre, o demônio da tentação se apoderou de mim, uma pobre pecadora.
— Como é isso, filha?
— Quando eu falo com um homem tenho sensações no corpo que não sei descrever.
— Filha, apesar de padre, eu tambem sou um homem.
— Sim, padre, por isso vim confessar-me com o senhor.
— Bem, filha, como são essas sensações?
— Não sei bem como explicá-las... Neste momento meu corpo se recusa cair de joelhos e necessito ficar mais à vontade.
— Sério?
— Sim, padre, deseja relaxar... O melhor seria deitar-me...
— Como, filha?
— De costas para o piso, padre, até que passe a tensão.
— E que mais?
— É como um sofrimento, em que não encontro palavras para descrever, padre.
— Continue, minha filha.
— Talvez um pouco de calor me alivie.
— Calor?
— Calor, padre, calor humano, que leve alívio ao meu padecer.
— E com frequência é essa tentação?
— Permanente, padre. Por exemplo, neste momento imagino que suas mãos massageando a minha pele me daria muito alívio.
— Filha?
— Sim, padre, me perdoa, mas sinto necessidade de que alguém forte me estreite em seus braços e ne dê o alívio de que necessito.
— Por exemplo, eu?
— Sim, padre, você é a categoria de homem que imagino poder me aliviar.
— Perdoa-me, minha filha, mas preciso saber tua idade.
— Setenta e quatro, padre.
— Filha, vai em paz que o teu problema é reumatismo.