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Piadas sobre avós - Page 9
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— Mamãe, mamãe... o papai está correndo desesperadamente pela estrada.
— Fiса quieto e acelera!
— Mamãe, mamãe... o leiteiro chegou. Tem dinheiro para pagar ou eu tenho que ir brincar lá fora???
— Mamãe, mamãe... porque estamos empurrando o carro até o precipício?
— Fique quieto senão vai acordar seu pai...
— Mamãe, mamãe... o que é um orgasmo?
— Não sei querido, pergunte pro seu pai.
— Mamãe, mamãe... a privada dá voltas?
— Não, filhinho.
— Oi! Então caguei na máquina de lavar roupas.
— Mamãe, mamãe... na escola me chamaram de mafioso.
— Amanhã mesmo vou resolver isso...
— Bem... mas faça tudo parecer um acidente, mamãe...
— Mamãe, mamãe... na escola me chamaram de mentiroso.
— Cale-se que você nem vai a escola ainda....
— Mamãe, mamãe... eu não quero conhecer meu avô...
— Cale-se e continue cavando.
— Mamãe, mamãe... uma menina de 8 anos pode engravidar???
— Ai... claro que não....
— Yupi... Yupiii...
— Mamãe, mamãe... deixei as drogas...
— Graças à Deus!
— Sim... mas não me lembro aonde.
— Mamãe, mamãe... no colégio um menino me chamou de mariquinha...
— E porque você não bate nele???
— Aii,, é que ele é tão lindo...
— Mamãe, mamãe... eu já tenho 13 anos, me compra um sutiã??
— Não.
— Vamos Mamãe... compra um sutiã pra mim...
— Eu já te disse NÃO !!!
— Mas mamãe, eu já tenho 13 anos...
— Não me amole Ricardo....
— Mamãe, mamãe... na escola me chamaram de dentuço....
— Não lhes dê bola, filho e feche a boca que está riscando o chão.
— Mamãe, mamãe... o vovô esta cambaleando..
— Então dispare novamente, imbecil...
O cara na cremação da sogra tava num baita porre, já não se agüentava mais em pé. Nisto os filhos, filhas, genros, noras, netos e netos, estavam consternados em volta da urna funerária onde estavam depositados os restos mortais da velha. Quando em certo momento o genro pudim-de-trago, subiu em uma cadeira, quase caindo, pediu atenção de todos, pois queria fazer uma homenagem. Todos ficaram surpresos com a atitude do bebum, porém falaram para que ele fosse em frente e rendesse as últimas homenagens a sua sogra. Foi quando ele estufou o peito e disse:
— E agora uma salva de palmas pro ?Assador?.
Um dia, sua mãe pediu ao Joãozinho que comprasse carne de boi, ela deu 10 reais para Joãozinho, ele encontrou um amigo, e foram tomar sorvete.
Joãozinho lembrou da carne olhou quanto ele tinha, ele tinha apenas 3 reais,e a carne custava 8 reais.
Para Joãozinho não se fu**** com sua mãe, ele foi no cemitério, pegou a bunda do seu avô morto.
Ele chegou em casa, deu o dinheiro para sua mãe e a Bunda do seu avô.
— Joãozinho! Quer comer agora?
— Não Mãe, to sem fome hoje!
Eles foram dormir, Joãozinho começou a ouvir passou indo para o quarto dele.
Ele ficou debaixo da coberta por 10 minutos, quando ele saiu da coberta, viu seu avô morto batendo na própria bunda e gritando:
— Joãozinho, Joãozinho, Cadê minha bunda?!
Raquel, de 84 anos, e Joana, de 85, sempre foram muito amigas, mas como não queriam dar trabalho a seus filhos e netos, cada uma resolveu ir viver numa casa de repouso de sua religião respectiva.
Mas, passados alguns meses, Joana sente uma saudade de sua amiga e resolve ir visitar-lá na casa de repouso.
E quando se encontram é um festival de choro, beijos e abraços.
Passadas as primeiras emoções, elas conversam:
— E aí, Raquel, me diga, como é a vida nesta casa?
Raquel conta a respeito da comida maravilhosa, das instalações, das enfermeiras. E depois, com um piscar de olhos, ela confidencia:
— O melhor, Joana, é que eu arrumei um namorado!
Joana exclama! - Virgem Santa! Que maravilha! Me conta como é isso!
— Bom... depois do almoço nós vamos até o meu quarto e nos sentamos na beira da cama. Eu deixo ele me tocar em cima, depois em baixo, e então nós cantamos canções hebraicas. É maravilhoso!
— Isso é uma bênção, Raquel! Estou tão feliz por você!
— E você, Joana? - pergunta Raquel - Como é lá na sua casa de repouso?
Joana conta a respeito da comida maravilhosa, das instalações, das enfermeiras. E depois, com um piscar de olhos, ela confidencia:
— E eu também tenho um namorado, Raquel!
— Oh, que bom, Joana! E o que é que você faz com seu namorado?
Joana sorri e diz:
— Nós subimos para o meu quarto depois do almoço e nos sentamos na beirada da cama. Eu deixo ele me tocar no alto, depois em baixo...
Raquel pergunta, ansiosa:
— E aí?
Joana continua:
— E aí, como nós não conhecemos nenhuma canção hebraica, nós trepamos!
Um jovem médico recebe a visita de seu avô no consultório.
— Como tem passado, meu neto?
— Tudo bem, vovô... E o senhor? Como vai a vovó?
— Tudo indo, tudo indo... Filho, quer dizer, neto, eu vim aqui falar com você porque quero saber tudo desse tal de Viаgrа!
— Ah, vovô... O Viаgrа é um remédio bom, mas é muito caro...
— Quanto custa? Quanto custa?
— 40 reais cada um, vovô!
— Hum... É caro...
— Não falei?
— Mas mesmo assim eu quero experimentar! Eu te pago amanhã, sem falta!
Então o neto entrega o comprimido para o velho, que sai de lá todo feliz.
No outro dia ele volta ao consultório com 540 reais!
— Vovô, o senhor se enganou! Eu falei que o comprimido era 40 e não 540!
— Eu sei, eu sei... Os 40 reais são meus... Os outros 500 a sua avó que mandou!
Um dia, um médico foi visitar um hospital de doidos e andando a passear pelo pátio encontrou um doente com quem travou conversa:
— Diga-me, por que veio parar aqui?
Ao que ele respondeu:
— Olhe, meu senhor:eu casei-me com uma viúva que tinha uma filha crescida, meu pai foi casar-se com essa minha enteada, e isso fez com que minha mulher ficasse sogra do meu pai, e ele meu enteado e genro da nora. Depois a minha madrasta, a filha da minha mulher teve um filho, esta criança era meu irmão, porque era filho do meu pai, mas também neto da minha mulher, e portanto meu neto, e isso tornou-me avô do meu irmão. A seguir minha mulher teve um filho, portanto minha madrasta é irmã de meu filho, e também avó, porque ele é filho do seu enteado, meu pai é cunhado do meu próprio filho, que também é filho de minha avó. Sou padrasto de minha madrasta, minha mulher é bisavó do seu próprio filho que é filho do seu próprio tio, e eu sou avô de mim mesmo. Aí está a razão porque estou aqui.
No aniversário de 100 anos do avô de joãzinho,o vô de joãozinho pediu um presente:
— Joãozinho, contrate uma prostituta, que hoje eu vo fazer a festa!!
— Joãozinho mesmo desconfiado, por causa da idade de seu avô contratou uma vadia de 18 anos, e deixou ela e o avô atrás de uma moita.
Com o passar do tempo ouvi-se gritos:
— AI,UI,AIAI,HUMMMM,HUMMMM AIAI,UIUIIIIUI Ai joãozinho disse meu vô deve ta arrasando!!
Depois de 1 hоrа,eles voltam e joãozinho pergunta:
Ai vô a noite foi boa né... daki eu escutei os jemidos.!
O VÕ responde:
— Meu neto akilo num foi grito de tesão não!!
— Então oq foi vô:
— É que na hоrа H eu agarrei meu pinto na arame q tava escondido atrás da moita RSRSRSSRRS VOTEM AI TÁ
Lá pelas tantas horas da tarde, o vovô observava seu netinho tentando enfiar uma minhoca no bu- raquinho dela, depois de várias tentativas sem susesso vai que o moleque tem uma idéia.
Sai correndo e volta com um tubo de cola na mão lambuzou bem a minhoca e assim que a cola secou ela ficou durinha e finalmente conseguiu mete -lá no buraco.
Seu avô muito contente com a idéia do netinho sacou de R$ 10,00 e deu para o neto.
Passado umas duas horas depois, o vovô voltou e deu mais R$ 50,00 para o moleque.
O moleque todo inocente falou, vôvô, o SRº ja me deu dinheiro, não se preoucupe meu neto este aqui é da sua vóvó,,,,,
Uma avó enviou uma carta para o neto pedindo uma foto dele, porque não o via a mais de 10 anos.
O neto, ja tendo atingido seus 30 anos, tratou de atender ao pedido de sua amada vovozinha, tendo lembrado que sua namorada também pediu uma foto dele.
Procurou um dinheiro nos bolsos pra tirar a foto mas somente encontrou cinco reais, que dava para tirar somente uma foto.
Teve uma idéia.
Estrou na cabine tirou toda a roupa ficou nú e mandou o fotografo bater a foto.
Cortou a foto pelo meio e colocou dentro de dois evelopes diferentes um para a vovozinha outro para a namorada, sem perceber que enviou a foto da parte de baixo errado pra a avó.
Ao chegar o carteiro, a vovó ansiosa abriu a carta e procurou pela foto.
O avô perguntou:
— E ai? Esta um marmanjão o nosso neto?
E a avô meia ceguinha respondeu:
— Não mudou nada, cabeludo, despentiado, e com a gravata torta!
Em uma cidade, no mais interior do Brasil que você possa imaginar, vivia uma moça que já não estava mais tão feliz com a vida simples que levava. Um belo dia, muito decidida, foi conversar com sua avó. Puxando bastante os "erres", naquele sotaque do interior, disse a mocinha:
— "Vovó, não agüento mais ficar aqui nessa cidade. Quero conhecer a capital, ver coisas novas... viver intensamente!!"
E a vovó, muito compreensiva, respondeu o seguinte:
— "Tudo bem minha filha, se é isso que você quer eu lhe dou o meu consentimento e a minha bênção. Mas deixe-me alertar de uma coisa: As moças lá na cidade usam um pedacinho de pano por baixo da saia, que elas chamam de calcinha. Aqui nós nunca nos preocupamos com isso, por isso eu preciso fazer uma para você antes de você viajar. Quando você chegar na cidade grande você compra mais algumas."
Assim dizendo, a boa velhinha foi até o celeiro, pegou um velho saco e com muita destreza costurou uma calcinha para a neta querida. No dia seguinte a moça já estava de partida com mala, cuia e calcinha (de saco) a caminho da cidade grande. Pegou sua passagem e suas malas e lá se foi para o trem (era o único jeito de sair daquele buraco). Estava um dia quente, e a moça, muito ingênua, vinha pelo caminho se abanando com a saia. De repente notou que um senhor que estava sentado de frente para ela, olhava atentamente para debaixo de sua saia. A moça irritada perguntou:
— "O que está olhando?!! Nunca viu?!"
— "Olha Dona, ver eu já vi muitas... Mas escrito "RAÇÃO PRA PINTO" é a primeira vez!!"