— Mamãe, mamãe... o papai está correndo desesperadamente pela estrada.
— Fiса quieto e acelera!
— Mamãe, mamãe... o leiteiro chegou. Tem dinheiro para pagar ou eu tenho que ir brincar lá fora???
— Mamãe, mamãe... porque estamos empurrando o carro até o precipício?
— Fique quieto senão vai acordar seu pai...
— Mamãe, mamãe... o que é um orgasmo?
— Não sei querido, pergunte pro seu pai.
— Mamãe, mamãe... a privada dá voltas?
— Não, filhinho.
— Oi! Então caguei na máquina de lavar roupas.
— Mamãe, mamãe... na escola me chamaram de mafioso.
— Amanhã mesmo vou resolver isso...
— Bem... mas faça tudo parecer um acidente, mamãe...
— Mamãe, mamãe... na escola me chamaram de mentiroso.
— Cale-se que você nem vai a escola ainda....
— Mamãe, mamãe... eu não quero conhecer meu avô...
— Cale-se e continue cavando.
— Mamãe, mamãe... uma menina de 8 anos pode engravidar???
— Ai... claro que não....
— Yupi... Yupiii...
— Mamãe, mamãe... deixei as drogas...
— Graças à Deus!
— Sim... mas não me lembro aonde.
— Mamãe, mamãe... no colégio um menino me chamou de mariquinha...
— E porque você não bate nele???
— Aii,, é que ele é tão lindo...
— Mamãe, mamãe... eu já tenho 13 anos, me compra um sutiã??
— Não.
— Vamos Mamãe... compra um sutiã pra mim...
— Eu já te disse NÃO !!!
— Mas mamãe, eu já tenho 13 anos...
— Não me amole Ricardo....
— Mamãe, mamãe... na escola me chamaram de dentuço....
— Não lhes dê bola, filho e feche a boca que está riscando o chão.
— Mamãe, mamãe... o vovô esta cambaleando..
— Então dispare novamente, imbecil...
Raquel, de 84 anos, e Joana, de 85, sempre foram muito amigas, mas como não queriam dar trabalho a seus filhos e netos, cada uma resolveu ir viver numa casa de repouso de sua religião respectiva.
Mas, passados alguns meses, Joana sente uma saudade de sua amiga e resolve ir visitar-lá na casa de repouso.
E quando se encontram é um festival de choro, beijos e abraços.
Passadas as primeiras emoções, elas conversam:
— E aí, Raquel, me diga, como é a vida nesta casa?
Raquel conta a respeito da comida maravilhosa, das instalações, das enfermeiras. E depois, com um piscar de olhos, ela confidencia:
— O melhor, Joana, é que eu arrumei um namorado!
Joana exclama! - Virgem Santa! Que maravilha! Me conta como é isso!
— Bom... depois do almoço nós vamos até o meu quarto e nos sentamos na beira da cama. Eu deixo ele me tocar em cima, depois em baixo, e então nós cantamos canções hebraicas. É maravilhoso!
— Isso é uma bênção, Raquel! Estou tão feliz por você!
— E você, Joana? - pergunta Raquel - Como é lá na sua casa de repouso?
Joana conta a respeito da comida maravilhosa, das instalações, das enfermeiras. E depois, com um piscar de olhos, ela confidencia:
— E eu também tenho um namorado, Raquel!
— Oh, que bom, Joana! E o que é que você faz com seu namorado?
Joana sorri e diz:
— Nós subimos para o meu quarto depois do almoço e nos sentamos na beirada da cama. Eu deixo ele me tocar no alto, depois em baixo...
Raquel pergunta, ansiosa:
— E aí?
Joana continua:
— E aí, como nós não conhecemos nenhuma canção hebraica, nós trepamos!
Em uma cidade, no mais interior do Brasil que você possa imaginar, vivia uma moça que já não estava mais tão feliz com a vida simples que levava. Um belo dia, muito decidida, foi conversar com sua avó. Puxando bastante os "erres", naquele sotaque do interior, disse a mocinha:
— "Vovó, não agüento mais ficar aqui nessa cidade. Quero conhecer a capital, ver coisas novas... viver intensamente!!"
E a vovó, muito compreensiva, respondeu o seguinte:
— "Tudo bem minha filha, se é isso que você quer eu lhe dou o meu consentimento e a minha bênção. Mas deixe-me alertar de uma coisa: As moças lá na cidade usam um pedacinho de pano por baixo da saia, que elas chamam de calcinha. Aqui nós nunca nos preocupamos com isso, por isso eu preciso fazer uma para você antes de você viajar. Quando você chegar na cidade grande você compra mais algumas."
Assim dizendo, a boa velhinha foi até o celeiro, pegou um velho saco e com muita destreza costurou uma calcinha para a neta querida. No dia seguinte a moça já estava de partida com mala, cuia e calcinha (de saco) a caminho da cidade grande. Pegou sua passagem e suas malas e lá se foi para o trem (era o único jeito de sair daquele buraco). Estava um dia quente, e a moça, muito ingênua, vinha pelo caminho se abanando com a saia. De repente notou que um senhor que estava sentado de frente para ela, olhava atentamente para debaixo de sua saia. A moça irritada perguntou:
— "O que está olhando?!! Nunca viu?!"
— "Olha Dona, ver eu já vi muitas... Mas escrito "RAÇÃO PRA PINTO" é a primeira vez!!"