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Piadas sobre hotéis - Page 2
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A loira no confessionário:
— Padre, na semana passada eu cometi um pecado muito grave. Assim que saí da casa do meu noivo, encontrei um ex-colega de faculdade e depois de algum tempo conversando, acabamos na cama... Sabe, seu padre, eu sou tão volátil...
— Volúvel, minha filha.
— No dia seguinte, assim que saí da casa do meu noivo, encontrei um outro amigo, com quem havia trabalhado há alguns anos e depois de algum tempo conversando, acabamos na cama... É que eu sou tão volátil...
— Volúvel, minha filha, volúvel.
— E ontem, seu padre, eu ia saindo da casa do meu noivo, aí um cara bem bonitão me ofereceu carona, eu topei e depois de algum tempo conversando, ele acabou me levando para um motel. Eu sou tão vo... como é mesmo a palavra, seu padre?
— Рuта, minha filha, рuта!
No primeiro dia de aula, a professora pergunta aos alunos:
— Chiquinho, qual é a profissão da sua mãe?
— Empregada de escritório, professora.
— E sua mãe, Joãozinho, o que ela faz?
— A minha mãe? A minha mãe é substituta.
— Desculpa, não entendi, Joãozinho!
— Substituta! — repete Joãozinho.
— Essa profissão não existe, Joãozinho. Por favor, explica o que sua mãe faz!
— Bem, ela fiса numa esquina, aí vêm uns senhores que lhe dão dinheiro, ela entra com eles para um quarto do Hotel e, passados uns quinze minutos, os senhores saem apertando o cinto da calça...
— Mas Joãozinho, diz a professora espantada, a sua mãe não é "substituta", é "prostituta"!
— Não, não! Рuта é a minha tia que está doente. A minha mãe está cuidando do ponto dela...
Um cliente foi a um hotel e perguntou ao proprietário:
— O quarto 33 está vazio?
O dono do hotel respondeu que sim, estava vazio e o cliente perguntou se poderia apenas reservar para uma noite. O dono respondeu que sim, mas antes de subir, o cliente fez um pedido ao proprietário:
— Uma faca preta e uma linha de seda branca de 33 cm de comprimento e uma laranja pesando 66 gramas.
O dono admirou-se pelos estranhos pedidos mas os providenciou. Por coincidência o quarto do dono do hotel ficava no andar debaixo do quarto 33 e depois da meia-noite ele escutou sons muito estranhos como se fossem animais, e vozes! Sentiram-se sons abafados de alguém batendo. De manhã e antes de o cliente sair o proprietário do hotel pediu para verificar o quarto mas encontrou tudo impecável. O fio de seda e a faca preta na mesa, a laranja inteira, e tudo no lugar. O cliente pagou a conta da noite a dobrar e também deu mais gorjeta do que os outros clientes.
Passou-se um ano e o dono do hotel esqueceu-se do assunto. A 1 de março do ano seguinte ficou surpreso com o mesmo homem! Quando o viu, ele lembrou-se do que tinha acontecido no ano anterior. O cliente voltou a solicitar o quarto 33, uma faca nеgrа, um fio de seda de 33 cm e uma laranja de 66 gramas. O dono do hotel decidiu ficar acordado para ver se descobria tal mistério. Após a meia-noite, começaram os mesmos sons que tinha ouvido no ano anterior, mas desta vez mais alto. Pela manhã o cliente saiu e pagou a conta a dobrar e deu uma boa gorjeta. O proprietário do hotel ficou ainda mais intrigado! E a escolha do quarto 33? E a faca preta? E o peso da laranja? E o comprimento da linha de seda?
Ao longo do ano ele esperou, ansioso, pelo mês de março. E na manhã do dia 1 de março, pelo terceiro ano consecutivo, lá apareceu o cliente e pediu as mesmas coisas. O dono do hotel ficou acordado, disposto a descobrir o mistério, mas sem resultados... os mesmos sons foram ouvidos sempre com maior intensidade. Pela manhã antes do cliente sair, quando veio pagar a conta, o dono do hotel disse que queria saber o que se passava. O cliente respondeu:
— Se eu lhe disser o segredo promete não contar a ninguém?
O proprietário do hotel disse:
— Eu prometo, não falo a ninguém, não importa o que me disser!
E de fato, o dono do hotel não contou a ninguém... ninguém, até hoje, sabe o que se passou. Nem eu sei o segredo e estou morrendo de curiosidade!
De passagem por Tóquio, mesmo sem saber uma só palavra em japonês, o executivo brasileiro ainda assim conseguiu levar para o hotel uma garota que, por sua vez, só falava japonês.
Na cama, o orgulho do nosso herói cresceu ainda mais, pois a garota não parou de exclamar durante a noite:
— Machigai ana!
No dia seguinte, jogando golfe com um executivo local, quando este acertou um buraco de uma só tacada, o executivo resolveu surpreendê-lo com a expressão que havia aprendido:
— Machigai ana! Machigai ana! — berrou.
Ao que o industrial japonês retrucou, intrigado e em excelente português:
— Buraco errado? Por quê?
A fanha foi ao baile, e lá conheceu um cara. Conversa vai, conversa vem, foram para um motel... Lá chegando, iniciaram as preliminares e ela disse, com toda sua dificuldade de articulação:
— Vohê habe, eu hosto de apanhar um houco anhes de huder. Enhão, bahe um pouquinho na miha bunha?
O cara responde:
— Claro, eu te dou umas palmadas nessa tua bundinha gostosa...
Foi um tapa, dois, três... e a fanha diz:
— Bahe mais fohe.
E ele bateu mais forte.
De novo:
— Bahe mais fohe!
E o tapa foi maior.
— Bahe mais fohe!
E toma-lhe palmada.
— Bahe mais fohe!
E o cara achou estranho, mas usou toda sua força para um baita tapão no traseiro da fanha e não satisfeito pegou sua sandália Rider, tamanho 44, embaixo da cama e sapecou no traseiro da fanha com toda força que até rasgou a Rider...
A mulher levanta cambaleando, chorando, pega uma pedaço de papel e uma caneta de sua bolsa e escreve:
"Bate, mas fode, роrrа!"
Um dia decidi sair do trabalho mais cedo e fui jogar golfe! Quando estava escolhendo o taco, notei que havia uma rã perto dele. A rã disse:
— Croc-croc! Taco de ferro, número nove!
Eu achei graça e resolvi provar que a rã estava errada. Peguei o taco que ela sugeriu e bati na bola. Para a minha surpresa a bola parou a um metro do buraco!
— Uau! — gritei eu, me virando para a rã — Será que você é minha rã da sorte?
Então resolvi levá-la comigo até o buraco.
— O que você acha, rã da sorte?
— Croc-croc! Taco de madeira, número três!
Peguei o taco 3 e bati. Вuм! Direto no buraco!
Dali em diante acertei todas as tacadas e acabei fazendo a maior pontuação da minha vida!
Resolvi levar a rã pra casa e, no caminho, ela falou:
— Croc-croc! Las Vegas!
Mudei o caminho e fui direto para o aeroporto! Nem avisei minha mulher! Chegando em Las Vegas a rã disse:
— Croc-croc! Cassino, roleta!
Evidentemente, obedeci a rã, que logo sugeriu:
— Croc-croc! 10 mil dólares, preto 21, três vezes seguidas.
Era loucura fazer aquela aposta, mas não hesitei. A rã já tinha credibilidade.
Coloquei todas as minhas fichas e deu na cabeça! Ganhei milhões! Peguei toda a grana e fui para a recepção do hotel, onde exigi uma suíte imperial. Tirei a rã do bolso, coloquei-a sobre os lençóis de cetim e disse:
— Rãzinha querida! Não sei como lhe pagar todos esses favores! Você me fez ganhar tanto dinheiro que lhe serei grato para sempre!
E a rã replicou:
— Croc-croc! Me dê um beijo! Mas tem que ser na boca!
— Tive um pouco de nojo, mas pensei em tudo que ela me fez e mandei ver! No momento que eu beijei a rã ela se transformou numa linda ninfeta de 16 anos, completamente nua. Sentada sobre mim, ela foi me empurrando bem devargarzinho para a banheira de espuma... Juro por Deus, Meritíssimo! Foi assim que essa menina foi parar no meu quarto!
O novo promotor, recém-concursado, um jovem boa-pinta, ainda no frescor dos seus 25 anos, fora transferido para trabalhar numa cidadezinha bem distante no sertão nordestino. Há uma semana hospedado no único hotel da cidade ele notou que em todos este dias não tinha visto nenhuma mulher nas cidade. Curioso, perguntou para um morador:
— Amigo, desculpe a curiosidade, mas eu ainda não conheci nenhuma senhorita nesta cidade...
— Ah doutor, aqui tem tempo que não nasce mulher não!
— Mas e vocês não sentem necessidade de um namoro, algum aconchego?
— Bom doutor, quando a gente com aquela vontade a gente vai até a beira do rio, né? Lá tem uma mulinha que ajuda a quebrar o galho!
— O quê? Mula? Que absurdo! Não acredito nisto!
E saiu o jovem promotor, indignado.
Passados alguns meses os hormônios falaram mais alto e o rapaz começou até a achar coerente se consolar com a mulinha. Foi até a beira do rio e chegando lá, usando de sua autoridade:
— Com licença, com licença, eu sou o promotor eu vou primeiro!
E abaixando as calças, tacou ferro na coitada.
Ohhhh! Espanto geral, quando, do fundo, alguém grita:
— Ô Doutor, a zona é do outro lado, a mula é só pra atravessar o rio!
Num pequeno vilarejo, no meio de Minas Gerais havia um armazém cujo dono, Seu Zé, se gabava de ter tudinho, qualquer coisa que se pedia no balcão. Se não tinha, fazia questão de encomendar a qualquer custo, só para atender o cliente. Com isso a fama dessa mercearia se espalhou por toda a região, e vinha gente de toda parte procurar coisas que não se achava nem na capital Belzonte. Sabendo disso, um carioca — daqueles bem folgados — estava de ferias passando por Minas e decidiu conhecer esse tal Zé do armazém. Chegando lá, pediu uma barra de direção para sua pick up importada, o Zé foi lá no fundo, e depois de alguns minutos voltou com a tal peca. O carioca, espantado pensou:
"Não e possível que esse cara tenha tudo ai, vou tirar um barato da cara dele".
Voltou para o hotel e ficou a noite toda pensando em como iria pegar o cara da venda. Pensou bem e no outro dia foi até o armazém e chegando no balcão, pediu:
— Ô Zé, você tem "Podela"?
O dono da venda olhou espantado, cocou a cabeça e pensou:
"Podela"? Que diabos e isso? Nunca ouvi falar... E agora? Se eu deixar de atender esse cara ai todo metido, meu estabelecimento vai perder a fama e a clientela vai sumir! O que eu faço?"
Pensou, pensou, foi ate o deposito, voltou e disse ao carioca:
— Olha, té em falta, mas vou encomendar e amanha cedo o senhor passa aqui e pega, tudo bem?
O carioca, meio desconsertado com a resposta do Mineiro, voltou para o hotel pensando:
"O que será que esse mineiro vai achar com esse nome...?"
O mineiro fez de tudo, ligou para todos os seus fornecedores de produtos brasileiros e até no exterior, mas ninguém fazia nem ideia do que seria aquilo. Ele então percebeu que o carioca estava zoando com a cara dele e decidiu dar o troco.
No almoço, o mineiro comeu aquela feijoada, de noite foi ao banheiro e prrrrrrrruhhhh. Fez aquele "trem" enorme e fedorento. Pegou o troço com uma pazinha e botou no forno por umas 3 horas ate que virasse uma pedra bem dura. Dai, colocou tudo no moedor, embalou e deixou em cima do balcão com a devida identificação. No outro dia chega o carioca todo imponente com um sorriso no rosto, e, já esboçando um ar de vitória, perguntou:
— Conseguiu encontrar minha encomenda?
— Claro está aqui — disse o mineiro, mostrando o saquinho no balcão. 100 gramas sai por 10,00 reais.
O carioca então pediu:
— Me veja 200 gramas.
— Está aqui, são 20 reais.
Entã, o carioca, curioso, pegou um bocado do pó, experimentou uma pitada, pediu uma colher encheu e mandou ver, tentando descobrir o que era aquilo...
— Isso aqui e bosssssssstaaaaaaaa!
O mineiro então riu e disse:
— Não, isso é o PÓ DELA...
O cara maduro, na faixa dos 60 anos de idade, sai com aquela gata escultural de 25 anos e a leva a um restaurante cinco estrelas, depois a uma danceteria, também de primeira, e acabam no melhor motel da cidade, um dúplex com piscina e hidro... Depois do bem-bom, para impressioná-la, dá um lindo anel de ouro a ela.
Após mais umazinha (graças a pílula azul), fumando um charuto e dando um tapa no uísque 12 anos, ela pergunta:
— Meu amor, você me acha cara????
E ele responde na hоrа:
— Querida, na minha idade não tem jeito: ou é cara ou é coroa!!!!
Um certo dia, João precisou viajar às pressas e entregou seu casal de papagaios(Zezé e Anita) aos cuidados de seu melhor amigo, Oscar. Alguns dias depois, Oscar liga angustiado para João no hotel:
— João, teus papagaios estão ótimos. Apenas gostaria de saber qual é o macho e qual é a fêmea para poder conversar com eles!
João explica a Oscar que este deve pegar os dois papagaios e trancá-los em um quarto escuro. Após cinco minutos, deve abrir a porta de sopetão:
— O papagaio que estiver em baixo é a fêmea. — explica João — Pegue ela e corte suas penas na cabeça, deixe-a careca!
Oscar logo pega os dois papagaios e os tranca na lavanderia. Ao abrir a porta, rapidamente pega o papagaio que estava por baixo do outro e o rapa a cabeça.
Alguns dias depois, ao voltar para casa, Oscar entra pela porta, cumprimenta os papagaios e tira o chapéu, o que deixa à mostra sua careca!
Espantada, Anita, logo fala!
— Meu, te pegaram dando também?
O Manuel, em visita ao Brasil, ouviu falar de um tal de 69 que os casais faziam e ficou curioso, pois disseram que era bom, coisa e tal. Como não tinha namorada, arranjou uma рuта e levou pro hotel, e foi logo pedindo:
— Eu gostaria de fazer o tal de sessenta e nove. Topaste?
A mundana topou e lá estavam os dois na posição, quando, de repente (e sem querer) a рuта solta um belo реidо bem na cara do Manuel. O coitado achou estranho, não gostou muito, mas também não reclamou e continuaram.
De repente, vem outro реidо na cara do português, que já estava meio ressabiado; mas como tudo era novidade, continuou na posição do 69. Alguns instantes depois lá vem outro реidо na cara do Gajo; que muito bravo, levanta de sopetão e diz:
— Oh raios ! Pode parar, que não vou agüentar os outros 66...
Muitos anos depois de formados, um médico reencontra uma ex-colegas de faculdade em uma convenção. Assistem as palestras juntos e depois saem para jantar, assim começa a pintar um "clima". Na hоrа de irem embora descobrem que estão hospedados no mesmo hotel. Como o vinho do jantar já havia produzido um certo relax, acabam no mesmo apartamento e a coisa esquenta. Começam as intimidades, carícias, beijos e acontece o inevitável. Depois da relação, a médica vai se banhar.
Meticulosamente, faz uma assepsia impecável, esfregando vigorosamente as mãos e o antebraço umas vinte vezes ou mais. Da cama, o médico observa atentamente e fala:
— Já sei em que especialidade você está trabalhando!
A médica pergunta:
— Qual é?
Ele diz:
— Você é cirurgiã.
Ela responde:
— Certo! Como você descobriu isso?
— Pela forma detalhista como você se lava.
Aí a doutora retruca:
— Eu também descobri sua especialidade!
O médico assustado diz:
— Não é possível, não levantei da cama, nem me lavei!
E médica:
— Você é anestesista.
Desconcertado com o acerto, o doutor pergunta:
— Mas como você conseguiu descobrir?
— Foi fácil. Na relação eu não senti nadinha!