Colaborador: Cláudia Duarte Um anãozinho entra num bar e diz para o garçom:
— Me vê um uísque duplo!
O garçom vê que o baixinho não está para brincadeira, e serve-lhe imediatamente o uísque duplo. O cara o toma de um trago e pede outro. O garçom se compadece dele e pergunta o que é que está chateando-o tanto assim.
O sujeito não se faz de rogado:
— Olha, eu estava sentado no balcão do bar em frente quando uma loira gostosíssima entrou e sentou ao meu lado. Pensei "Nóssa, isto nunca me aconteceu!". Eu estava vendo minha fantasia se tornar realidade. Alguns minutos depois senti a mão da loira no meu ombro e ela se virou para mim e deu uma mordidinha na minha orelha, e perguntou se eu estava interessado. Eu nem podia acreditar no que estava acontecendo. Eu disse que sim, e ela me puxou para fora do bar. Bom demais para ser verdade!
Ele continua:
— Ela me levou até o hotel na quadra de baixo e subimos até o quarto dela. Assim que ela trancou a porta ela tirou a roupa. Ela não usava nada debaixo! Eu fiquei pelado em um minuto! Mas assim que eu pulei na cama ouvi um barulho de chaves na porta, de alguém querendo abrir. A loura disse:
"É meu MARIDO! Para ele estar chegando agora ele deve Ter perdido a lutade boxe e deve estar furioso! Rápido, esconda-se!"
— Então abri a porta do armário mas, achei que este seria o primeiro lugar que ele iria procurar. Olhei debaixo da cama mas, também achei que seria óbvio demais. Mas eu estava ouvindo o barulho da chave e tinha que agir rápido! Vi a janela aberta e pulei, pendurando-me no parapeito, torcendo para o cara não me ver.
O garçom comenta:
— Você devia estar bem frustrado nessa hоrа!
— Isso não é nada - continua o sujeito - O marido entrou no quarto, viu a mulher pelada na cama e gritou:
"Com quem é que você estava trepando, sua vagabunda?"
. Ela respondeu:
"Ninguém, querido; deita na cama e relaxe". Mas, o sujeito começou a revirar o quarto. Ele abriu o armário e em seguida olhou debaixo da cama. Ainda bem que eu pensei nisso! Mas, aí ele começou a arrancar as cortinas. Eu fiquei quietinho esperando que ele não me visse. Aí ele entrou no banheiro e ouvi um barulho de água. Pensei que ele tivesse ido tomar banho mas, ele saiu com um vaso cheio de água fervendo. E o filho da mãe jogou a água pela janela, queimando-me a cabeça e os ombros.
O garçom está horrorizado:
— Pelo menos ele te deixou ir embora...
— Nada! - continua o sujeito - Se fosse só isso! Aí o desgraçado começou a fechar a janela em cima dos meus dedos. Olhe só em que estado estão! Eu quase não consigo segurar o copo.
— É, posso entender por que você está aborrecido - diz o garçom.
— Não foi isso que me aborreceu - explica o sujeito - Foi quando olhei para baixo e vi que eu estava a 50 centímetros do chão!
Decidi matar um dia de serviço na empresa e fui jogar golfe. Quando estava escolhendo o taco para o segundo buraco, notei que havia uma rã perto dele. A rã coaxou:
— Croc-croc, taco nove.
Achei graça e resolvi provar que a rã estava errada. Peguei o taco sugerido e bati na bola. Qual não foi a minha surpresa ao ver que a bola parou a um palmo do buraco!
Eu exclamei para o batráquio:
— Uau, fantástico! Será que você é uma rã da sorte?.
A rã respondeu:
— Croc-croc, rã da sorte.
Resolvi levá-la comigo até o próximo buraco.
— O que você acha, rã?, perguntei.
— Croc-croc, madeira três, disse ela. Peguei o taco três e bati. Вuм! Direto no buraco! Fiquei espantado, sem fala. No fim do dia, tinha feito a maior pontuação em golfe de toda a minha vida. Aí, perguntei à rã:
— Legal. E agora? Ela respondeu:
— Croc-croc, Las Vegas!. Então, fomos para Las Vegas, e a rã sugeriu um novo jogo de roleta no elegante cassino do Caesar's Palace. Lá chegando, perguntei o que deveria apostar.
— Croc-croc, 10 mil dólares, preto 21, três vezes seguidas.
Aquela aposta era alucinada , mas não hesitei. Pus todas as minhas fichas. E acertei na cabeça. Ganhei uma fortuna de milhões de dólares. Peguei toda aquela grana e fui para a recepção do hotel, onde exigi a suíte imperial. Tirei a rã do bolso, coloquei-a sobre os lençóis de cetim e disse:
— Rãzinha, não sei como lhe pagar tantos favores. Você me fez ganhar tanto dinheiro, que lhe serei grato para sempre.
A rã respondeu:
— Croc-croc, beije-me. Mas tem que ser na boca. A princípio, tive nojo, mas depois pensei em tudo o que ela tinha feito por mim e vi que a bichinha merecia qualquer sacrifício. Como o meu beijo demorou vários minutos, ela inacreditavelmente foi se transformando numa linda ninfeta de 16 anos, completamente nua e, sentada sobre mim, foi me empurrando bem devargarzinho para a banheira de espuma.
— Juro por Deus, meritíssimo!! Foi assim que esta menina foi parar no meu quarto.
O cara estava viajando a trabalho, e chega numa cidade. Cansado do dia puxado, vai ao bar do hotel pra relaxar, tomar um choppinho, essas coisas. No bar pede um chopp, e logo vem o garçom com uma caneca imensa (a cidade era Itu, e o cara nãohavia se ligado disso). - Po, que loucura, da pra nadar aqui dentro. Que maravilha - e rapidinho toma tudo - garçom, outro! La vem o garçom com mais um canecaço. O cara delira. - Meu, que cidade maravilhosa. Aqui tudo é grande, que chopp imenso - e vira de novo - garçom, um cheeseburger e mais outro chopp! E logo vem o sanduíche, meio metro de diâmetro, numa bandeja enorme e outro chopp imenso. O figura, torto, ria a toa, feliz da vida. - Olha só esse sanduichaco. Que maravilha, tudo é imenso aqui - e dá-lhe a comer tudo, e beber mais, e comer, e beber ... - garzzonnn, onde fffica o banheiro ? - ... O senhor vira ali a direita. O homem levanta, meio trôpego, e segue na direção indicada, mas vira a esquerda. Para defronte a uma piscina, e começa a rir mais ainda. - Não é possível, aqui é tudo grande mesmo. Olha só essa privada, que enorme - e começa a mijar, feliz da vida. Com o corpo balançando por causa da bebedeira, o coitado cai na piscina, gritando de lá desesperado. - Ninguém puxa a descarga! Niguem puxa a descarga, pelo amor de deus! Não puxem a descarga! O porteiro do hotel, vê a situação do bêbado e pula na piscina pra ajudar o cara, nadando em sua direção. Esse logo começa a empurrar a água na direção do empregado. - Xô, bosta! XO, BOSTA !