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Piadas Mais Novas - Page 304
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Zapon tava dormindo com a mulherzmha quando o ladrão arromba a janela e pula pra dentro do quarto com um baita revolver. - Fiquem onde estão! O Japonês acorda apavorado e o ladrão manda ele ficar em pé no canto do quarto. - Agora vou ver essa japonesinha. To achando ela muito bonitinha. Vai pra cima da japonesa e diz:
— Fiса quietinha, senão o meu amigo mata o seu marido. Vai ter que fazer tudo o que eu quero, senão o seu marido vai pro beleléu. E o ladrão deitou-se na cama e o japonês ficou olhando com a cara mais triste do mundo. Acabado tudo, os ladroes foram embora e a japonesinha caiu nos braços do marido, chorando:
— Perdon, perdon, eu tinha que fazer, se non bandido matava malido, no? Malido perdoa, no? - E o japonês calado, com a cara fechada. - Por que não fala, malido? Você esta triste com mulhezinha seu? Ou fazia ou ladrão matava malido, non? - E o japonês caladão. - Fala alguma coisa, malido! E o japonês, muito brabo:
— Plecisava mexer, plecisava?
Estavam o detetive e um amigo sentados num parque conversando, quando então entram três mulheres no parque sentam e começam a comer bananas. O amigo entusiasmado com as mulheres, perguntou ao detetive:
— Você viu as mulheres que entraram? - Vi sim. Mas não conheço nenhuma delas. Nem a prostituta, nem a freira e muito menos a recém-casada, respondeu o detetive. - Mas como você descobriu que uma delas era prostituta, a outra freira e a outra recém-casada? - perguntou o espantado amigo. - E fácil, respondeu o detetive, e só ver a maneira como elas comem as bananas. Veja: a prostituta, engole de uma vez a banana; Já a freira, corta em pedacinhos e come aos poucos. - E a recém-casada, como você soube? O detetive bota a mão na nuca, e fingindo que segura uma banana na outra mão empurra a cabeça na direção da banana imaginaria, com a boca aberta!
Os alunos de um colégio visitam a mansão de um importante aristocrata, que resolveu abrir as portas para visitação.
As crianças chegam e o homem começa a falar sobre as maravilhas da casa: os móveis, as estátuas, os quadros... De repente, o ricaço nota que um dos meninos é a cara dele quando criança e, com uma pulga atrás da orelha, pergunta:
— Vem cá, meu filho. Por acaso a sua mãe, alguma vez, já trabalhou como criada aqui nesta mansão?
— Não, senhor. Agora, o meu avô, sim. Ele trabalhou durante muitos anos aqui, como jardineiro.
Um garotinho andava pelo circo quando de repente viu um homem escondido atrás da arquibancada.
— Ei, tio! — gritou ele — Que coisa plateada é essa que você tá comendo?
— Er, não é nada não, garoto — disse ele, escondendo a comida misteriosa — Vai lá com a sua mãe, vai!
— Nada disso! Eu vi! E também quelo! Me dá um pedaço, senão eu chamo a minha mãe!
— Shiu, não faz isso, garoto! Você não pode comer o que eu tenho aqui!
— Por que não? — gritou o garoto — Eu quelo! Eu quelo!
— Shiu! Não faz barulho, garoto... Tudo bem, eu digo o que eu tenho aqui. São giletes, daquelas de fazer a barba! Você quer comer, quer?
— Blargh! Você come gilete? — pergutou o garoto, assustado — E por que você tá comendo gilete aqui no circo?
— Eu trabalho aqui! Eu sou engolidor de espadas!
— Engolidor de espada? E por que tá comendo gilete?
— Porque eu tô de regime!
Um magnata chega em um restaurante acompanhado por umas 4 mulheres, e um papagaio. Ele escolhe a melhor mesa, e pede o que há de mais caro no cardápio, distribui bebida, compra tudo o que as mulheres pedem. Mas o mais estranho é que ele pede 32 sanduiches para o papagaio. A cena se repete por mais de seis meses, todas as semanas o mesmo magnata, outras mulheres mais bonitas ainda, e os 32 sanduiches para o papagaio. Um dos sócios do restaurante ficou curioso, mas não sabia como perguntar, e elém do mais tinha medo de perder o cliente. Então ele começou a oferecer bebidas de cortesia, brindes, para o magnata. Com o tempo foram se tornando amigos, até que um dia ele tomou coragem:
— Sabe, eu sempre fico intrigado... como esse papagaio consegue comer tanto? - Ah, esse papagaio é o resultado de uma longa história, vou te contar. Minha família sempre foi rica, e a cada ano passavamos as férias em um local diferente, até que no ano passado estávamos no Egito e eu encontrei uma garrafa com um Gênio no deserto, então tive direito a tres pedidos. O primeiro foi que eu tivesse lucro de 50% em todos os negócios que fizesse, o segundo foi que as mulheres mais bonitas do mundo sempre viessem até mim. Na hоrа do terceiro pedido eu pensei:
— Com tanta mulher e tanto dinheiro.... *** Pedi Um PASSARINHO INSACIÁVEL!!!!!! ***
Um francês, um argentino e um brasileiro estão visitando a Arábia Saudita e resolvem tomar umas doses de whisky, quando a policia aparece e os prende. A simples posse de bebida alcoólica é uma ofensa grave na Arábia Saudita e os três são sentenciados à morte, num julgamento sumário. Entretanto, após vários meses e com a ajuda de bons advogados, eles conseguem que a sentença de morte seja transformada em prisão perpétua. Por um capricho da sorte, no aniversário da Arábia Saudita, o benevolente Sheik resolve abrandar ainda mais a pena e decreta que os mesmos poderão ser soltos após receber 20 chibatadas cada. Quando eles estão se preparando para a punição, o Sheik anuncia:
— Hoje é aniversário de minha esposa, e ela me pediu para permitir a cada um de vocês um desejo antes da punição. O francês foi o primeiro da fila, pensou um pouco e pediu:
— Por favor, amarrem 2 travesseiros nas minhas costas. Assim foi feito, mas os travesseiros só duraram 10 chibatadas antes de completar a punição e quando tudo terminou ele teve que ser carregado sangrando e com muita dor. O argentino, sabido como sempre, viu o que tinha acontecido e sendo segundo, pediu:
— Por favor, amarrem 4 travesseiros nas minhas costas. Porém, mesmo assim, após 15 chibatadas os travesseiros não suportaram e o Argentino foi levado sangrando e maldizendo o acontecido. O brasileiro foi o último e antes que pudesse dizer o seu pedido, foi interrompido pelo Sheik:
— Você é um de um país belíssimo, do futebol e das mulatas. Eu adoro o Brasil, e vou lhe agraciar com 2 pedidos antes da punição. - Obrigado, sua Alteza, disse o Brasileiro. Em reconhecimento a sua bondade, meu primeiro desejo é que eu receba 100 chibatadas e não 20 como previsto, pois eu me sinto culpado pelo ocorrido. Ao que o Sheik respondeu:
— Além de ser um homem honrado e gentil, o senhor também um homem corajoso. Que assim seja! Mas e seu segundo pedido?, perguntou o Sheik. Ao que o Brasileiro complementou:
— Quero que amarrem o Argentino às minhas costas'.