Um médico chinês não consegue encontrar um emprego em hospitais no Brasil, então ele abre uma clínica e coloca uma placa com os dizeres:
"Tenha tratamento por R$ 20. Se não ficar curado, devolvo R$ 100."
Um advogado vê a placa, pensa que é uma grande oportunidade de ganhar R$ 100 e entra na clínica.
Advogado:
"Eu perdi o meu sentido do paladar."
Chinês:
"Enfermeira, traga o remédio da caixinha 22 e pingue 3 gotas na boca do paciente."
Advogado:
"Credo, isso é querosene!"
Chinês:
"Parabéns, o seu paladar foi restaurado. Me dê R$ 20."
O advogado irritado volta depois de alguns dias para recuperar o seu dinheiro.
Advogado:
"Eu perdi minha memória não me lembro de nada.".
Chinês:
"Enfermeira, traga o remédio da caixinha 22 e pingue 3 gotas na boca do paciente."
Advogado:
"Mas aquilo é o querosene de novo. Você me deu isso da última vez para restaurar o meu paladar."
Chinês:
"Parabéns, você recuperou sua memória. Me dê R$ 20."
O advogado já fumegante paga o chinês, e volta uma semana mais tarde determinado a ganhar os R$ 100.
Advogado:
"Minha visão está muito fraca e eu não consigo ver nada."
Chinês:
"Bem, eu não tenho nenhum remédio para isso, sendo assim tome este R$ 100."
Advogado:
"Mas isso aqui é uma nota de R$ 20!"
Chinês:
"Parabéns, sua visão foi restaurada. Me dê R$ 20."
Havia um homem muito milionário no Brasil, que só tinha um único filho. No primeiro aniversário dele, ele perguntou:
— O que você quer de aniversário, meu filho?
O garoto que mal sabia falar, respondeu:
— Uma bolinha "coidelosa".
O pai do garoto, com todo o dinheiro que tinha, não ia dar uma bolinha cor-de-rosa. Aí deu um notebook para ele. No segundo aniversário, novamente perguntou:
— O que você quer de aniversário, meu filho?
— Uma bolinha "coidelosa"!
O pai, então, deu um celular para ele. No aniversário de três anos, repetiu a pergunta:
— O que você quer de aniversário, meu filho?
— Uma bolinha cor-de-rosa!
O pai, então, lhe deu um patinete motorizado. E o tempo foi passando, até que chegou o aniversário de sete anos dele, e o pai perguntou:
— O que você quer de aniversário, meu filho?
— Uma bolinha cor-de-rosa!
O pai preferiu lhe dar uma bicicleta. No aniversário de 13 anos, novamente:
— O que você quer de aniversário, meu filho?
— Uma bolinha cor-de-rosa!
O pai, então, lhe deu um videogame. Até que chegou o aniversário de 18 anos do garoto, e o pai perguntou:
— Agora que você tem 18 anos, meu filho, você pode dirigir, pilotar, viajar, fazer o que quiser! É só pedir que eu te dou!
— Não pai, eu quero uma bolinha cor-de-rosa.
O pai resolveu lhe dar uma Ferrari. Até que o garoto se formou, se casou, e sempre pedindo essa bolinha cor-de-rosa, e o pai nunca dando, primeiro por ser uma bolinha, e segundo por ser cor-de-rosa. E o pai foi envelhecendo, ficou grisalho e percebeu que estava chegando nos últimos aniversários que iria ver o filho fazer. E percebeu que na vida inteira ele só tinha pedido um presente, e ele não tinha dado.
No aniversário de 56 anos do rapaz, ele resolveu lhe dar essa bolinha cor-de-rosa. Ele foi pesquisar e descobriu que essa bolinha só era fabricada na Inglaterra. Lá foram eles atrás da bolinha, mas eles decidiram oficializar a entrega no Brasil. Na viagem de volta, o avião chegou em uma área de turbulência, e o avião danificou o trem-de-pouso, e isso resultou em uma explosão durante o pouso, e não houve sobreviventes. E até hoje ninguém sabe porque ele queria essa bolinha cor-de-rosa!

O garotinho pergunta ao pai:
— Papai o que é política?
O pai responde:
— Bom meu filho, vou te dar como exemplo a nossa casa: eu ponho dinheiro dentro de casa, então sou o poder econômico; sua mãe administra tudo, ela é o governo; a nossa empregada é a classe trabalhadora; você, que é comandado por nós, é o povo; e seu irmãozinho é o futuro do país.
O garotinho pensa, coça a cabeça e diz:
— É papai, acho que não entendi.
Após a conversa foram dormir. De madrugada o garotinho acorda com os berros do seu irmãozinho e ao olhar percebe que o bebê está todo cagado. Vai ao quarto dos pais e só encontra a mãe que dormia com sono bem pesado, vai ao quarto da empregada que estava trancado e ao olhar pela fechadura vê o seu pai em cima da empregada. Depois de tudo, o garoto foi dormir.
No dia seguinte, no café da manhã o garoto diz ao pai:
— Papai, eu entendi o que é política.
E o pai empolgado:
— Então me conta filho.
E o garoto:
— Enquanto o poder econômico fode a classe trabalhadora, o governo dorme profundamente, ninguém escuta o povo e o futuro do país tá na меrdа.
Um professor está trabalhando em seu escritório durante o horário de funcionamento.
Falta apenas uma semana para a prova final, então uma de suas alunas entra. Ele vê que ela está com uma saia curta, um top decotado, e após entrar ela tranca a porta. Rapidamente ela se senta e se inclina sobre a mesa, dizendo:
— Professor, eu realmente preciso passar nessa prova. Se eu passar nessa prova, eu vou passar de ano, então eu realmente preciso de sua ajuda. É muito importante para mim. Quer dizer, eu faria qualquer coisa para passar nessa prova.
Ela estende a mão e toca levemente a mão do professor. O professor levanta uma sobrancelha, olha para a porta fechada, limpa a garganta e se inclina.
— Qualquer coisa? - ele pergunta.
— Qualquer coisa -, ela concorda.
Ele toma uma respiração profunda e, em seguida, pergunta:
— Será que você poderia... estudar?
Um homem e uma mulher estão fazendo sеxо, quando o marido dela chega em casa mais cedo.
— Rápido, se esconda! - diz ela, de modo que o homem pega suas roupas e pula para dentro do armário. O homem ouve a voz abafada de um garoto.
— Está escuro aqui.
— Realmente está escuro mesmo - responde o homem.
— Eu tenho uma bola de futebol -, diz o menino.
— Isso é bom -, responde o homem.
— Vou vendê-la por 200 reais.
— 200 reais? Isso é um preço um pouco alto para uma bola de futebol, garoto.
— Bem, meu pai tem uma espingarda. Quer que ele te mostre ela?
— Vou te dizer uma coisa, negócio fechado -, diz o homem, e ele paga os 200 reais pela bola.
Uma semana depois, o homem ea mulher estão fazendo sеxо, quando mais uma vez o marido da mulher chega em casa mais cedo. Agarrando suas roupas, o homem salta para dentro do armário.
— Está escuro aqui, diz o menino.
— É você de novo.
— Eu tenho uma luva de goleiro.
— Tudo bem, e quanto você quer por ela?
— Quero 700 reais.
— 700 reais? Isso é um absurdo!
— Bem, meu pai tem uma espingarda. Você prefere ver ela?
— Tudo bem, tudo bem, 700 -, então ele paga o garoto.
Naquele domingo, o pai diz ao filho:
— Vá buscar a sua bola e a sua luva. Vamos no parque jogar bola.
O menino diz:
— Eu não posso, pai. Eu vendi a minha bola e a luva.
— Por quanto? - pergunta ele.
— 900 reais.
— Por 900 reais? Filho, é errado enganar as pessoas. Vou levá-lo à igreja para você se confessar.
Eles dirigem até a igreja e o garoto se ajoelha no confessionário.
— Está escuro aqui -, diz o menino.
O padre diz:
— Não comece com essa меrdа de novo.