As três horas da manhã, a mulher acorda o marido: — Benhê, estão batendo à porta. Vai ver o que é... O sujeito vai atender e ao abrir a porta, dá de cara com um bêbado: — Será que dá para você dar uma empurradinha? — diz o bêbado com voz pastosa. O sujeito reclama, revoltado: — Você acha que eu vou sair uma hоrа dessas para ajudá-lo a empurrar o carro? Nem morto! E bate a porta na cara do bêbado. Voltando para a cama, a mulher pergunta quem era: — Só um bêbado querendo que eu o ajude a empurrar o carro. — E por que você não ajudou? — indaga a esposa. — Ah... ele está bêbado... — balbucia o sujeito. Pouco depois, a consciência começa a pesar e ele muda de ideia. Ao abrir a porta, ele não consegue ver nada além da escuridão e grita: — Ei, você ainda quer a minha ajuda? — Quero sim! — responde o bêbado. — Mas onde é que você está? — Estou aqui... no balanço!
As três horas da manhã, a mulher acorda o marido:
— Benhê, estão batendo à porta. Vai ver o que é...
O sujeito vai atender e ao abrir a porta, dá de cara com um bêbado:
— Será que dá para você dar uma empurradinha? — diz o bêbado com voz pastosa.
O sujeito reclama, revoltado:
— Você acha que eu vou sair uma hоrа dessas para ajudá-lo a empurrar o carro? Nem morto!
E bate a porta na cara do bêbado. Voltando para a cama, a mulher pergunta quem era:
— Só um bêbado querendo que eu o ajude a empurrar o carro.
— E por que você não ajudou? — indaga a esposa.
— Ah... ele está bêbado... — balbucia o sujeito.
Pouco depois, a consciência começa a pesar e ele muda de ideia. Ao abrir a porta, ele não consegue ver nada além da escuridão e grita:
— Ei, você ainda quer a minha ajuda?
— Quero sim! — responde o bêbado.
— Mas onde é que você está?
— Estou aqui... no balanço!