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Um presidente de empresa, casado há 25 anos, está na maior dúvida se transar com a mulher dele, depois de tanto tempo, é trabalho ou prazer.
Na dúvida, liga pro diretor geral e pergunta.
— Para eu transar com minha mulher depois de 25 anos de casado, é trabalho ou prazer?
O diretor liga pro vice-diretor e faz a mesma pergunta.
— Para o presidente, transar com a mulher dele depois de 25 anos de casado, é trabalho ou prazer?
O vice-diretor liga para gerente geral e pede para que responda se é trabalho ou prazer quando o presidente da empresa transa com a mulher dele, depois de 25 anos de casado...
E assim segue a corrente de ligações, até que a pergunta chega no jurídico e o advogado chefe, pergunta para o estagiário que está todo afobado, fazendo mil coisas ao mesmo tempo:
— Rapaz, você tem um minuto para responder; quando o presidente da empresa transa com a mulher dele, depois de 25 anos de casado, é trabalho ou prazer?
O rapaz imediatamente, com convicção, responde:
— É prazer!
O advogado chefe, impressionado pela agilidade e convicção da resposta do rapaz, indaga.
— Ué? Como é que você pode responder isso com tanta segurança?
O rapaz, que é estagiário, diz:
— É que se fosse trabalho já tinham mandado eu fazer.
Um engenheiro morreu e foi aos portões do céu. São Pedro analisou sua ficha e disse:
— Ah, mas você está no lugar errado. Aqui não pode ficar!
E o engenheiro, então, desceu aos portões do inferno e lá foi admitido. Mal havia chegado, o engenheiro já estava insatisfeito com o nível de conforto no inferno. Logo começou a fazer projetos e várias obras e benfeitorias tomaram início. Pouco tempo depois, já havia no inferno ar-condicionado, banheiros reformados e escadas rolantes, e o engenheiro era um cara muito popular por lá.
Um dia Deus chamou o Diabo ao telefone e disse ironicamente:
— E então, como estão as coisas aí em baixo, no inferno?
O Diabo respondeu:
— Uma maravilha! Tudo muito bem. Nós agora temos ar condicionado, banheiros reformados e escadas rolantes, e isso sem falar o que este engenheiro está planejando para breve.
Do outro lado da linha, surpreso, Deus respondeu:
— O que? Vocês tem um engenheiro ai? Isso é um engano, ele nunca deveria ter descido para o inferno. Mande-o subir aqui, imediatamente.
O Diabo respondeu:
— Sem possibilidade. Eu gostei de ter um engenheiro na equipe, e continuarei mantendo-o aqui.
Deus, já mais irritado, e em tom de ameaça:
— Mande-o voltar aqui, ou Eu tomarei as medidas legais.
O Diabo soltou uma gargalhada, e respondeu:
— Tudo bem. E onde você irá conseguir um advogado?
Em Nairobi, no Quênia, depois de um extensivo processo de recrutamento com entrevistas, теsтеs e dinâmicas, uma grande empresa contratou um grupo de canibais:
— Agora vocês fazem parte de uma grande equipe — disse o diretor de RH, durante a cerimônia de boas vindas — Vocês vão desfrutar de todos os benefícios da empresa, por exemplo, podem ir à nossa lanchonete quando quiserem comer alguma coisa. Só peço que não comam os nossos outros funcionários!
Um mês depois, o diretor de RH os chama:
— Vocês estão trabalhando durо e eu estou satisfeito, mas a senhora do cafezinho desapareceu. Algum de vocês sabe o que pode ter acontecido?
Todos os canibais negaram com a cabeça. Depois que o chefe foi embora, o líder canibal pergunta:
— Quem foi o idiота que comeu a senhora do café?
Um deles, timidamente, ergue a mão. E o líder dá a bronca:
— Mas você é um asno mesmo! Um mês comendo gerentes e advogados e ninguém percebeu nada... Mas você tinha que comer justo a senhora do café?
Durante a Revolução Francesa milhares de pessoas foram guilhotinadas. Um dia três homens estão esperando sua execução, um advogado, um médico e um engenheiro. O advogado vai ser executado primeiro. Ele é levado à guilhotina, o padre o abençoa, e ele coloca o pescoço no cadafalso. O carrasco solta a lâmina, que cai e pára na metade do percurso. O padre, aproveitando a oportunidade, diz imediatamente:
— Senhores, Deus não quis que este homem morresse. Temos que libertá-lo.
O carrasco concorda e o advogado é solto. O médico é o segundo. Mesmo ritual, e quando a lâmina é solta, ela também pára na metade do percurso. O padre, mais do que depressa, pede para libertá-lo e o carrasco também o atende.
Enfim, a vez do engenheiro. O padre o abençoa mas o engenheiro, ao colocar a cabeça no cadafalso, dá uma olhada para cima e diz:
— Ah! Já descobri qual é o problema!
Um médico chinês não consegue encontrar um emprego em hospitais no Brasil, então ele abre uma clínica e coloca uma placa com os dizeres:
"Tenha tratamento por R$ 20. Se não ficar curado, devolvo R$ 100."
Um advogado vê a placa, pensa que é uma grande oportunidade de ganhar R$ 100 e entra na clínica.
Advogado:
"Eu perdi o meu sentido do paladar."
Chinês:
"Enfermeira, traga o remédio da caixinha 22 e pingue 3 gotas na boca do paciente."
Advogado:
"Credo, isso é querosene!"
Chinês:
"Parabéns, o seu paladar foi restaurado. Me dê R$ 20."
O advogado irritado volta depois de alguns dias para recuperar o seu dinheiro.
Advogado:
"Eu perdi minha memória não me lembro de nada.".
Chinês:
"Enfermeira, traga o remédio da caixinha 22 e pingue 3 gotas na boca do paciente."
Advogado:
"Mas aquilo é o querosene de novo. Você me deu isso da última vez para restaurar o meu paladar."
Chinês:
"Parabéns, você recuperou sua memória. Me dê R$ 20."
O advogado já fumegante paga o chinês, e volta uma semana mais tarde determinado a ganhar os R$ 100.
Advogado:
"Minha visão está muito fraca e eu não consigo ver nada."
Chinês:
"Bem, eu não tenho nenhum remédio para isso, sendo assim tome este R$ 100."
Advogado:
"Mas isso aqui é uma nota de R$ 20!"
Chinês:
"Parabéns, sua visão foi restaurada. Me dê R$ 20."
Na beira do cais, no Rio de Janeiro, estava uma maravilhosa loira gritando que iria se suicidar, até que apareceu um marinheiro que gritou:
— Moça, não faça isso com sua vida!
— Eu vou me jogar, a minha vida não presta — disse a loira, desesperada.
— Não! Você é linda e ainda tem muita vida pela frente! — dizia o marinheiro, tentando convencê-la — Olha, o meu navio está de partida para a Europa. Por que você não vem comigo, e depois pensa no que faz?
— Ah, não sei... — disse ela, indecisa, como toda boa loira.
— Se você chegar lá e ainda quiser se matar, pelo menos você conheceu a Europa!
— Ah, até que é uma boa ideia — disse ela, animando-se e acompanhando o marinheiro até um bote salva-vidas onde ela viajaria, clandestina.
O marinheiro ficou de trazer comida e água todas as noites pra ela. E assim foi durante mais de um mês. Ele trazia comida, água e como não resistia aos belos dotes da loira, aproveitava pra dar uma trepada.
Até que um dia o Capitão foi fazer uma inspeção nos botes e então se deparou com a linda loira, ficando boquiaberto:
— O que uma mulher como você faz por aqui?
E ela, sem outra saída, resolveu contar a verdade:
— Olha, eu estou aqui seguindo para a Europa porque um marinheiro me trouxe. Todas as noites ele me traz comida, água e nós damos uma trepada, e vai ser assim ate chegarmos à Europa. O senhor sabe se ainda falta muito?
— Olha moça, eu acho que ainda vai demorar um bocado — disse o Capitão — Esta é a barca que faz a travessia Rio-Niterói!
Um advogado estacionou seu BMW novo em folha na frente de seu escritório, pronto para mostrá-lo aos seus colegas. Logo que ele abriu a porta para sair, um caminhão passou raspando e arrancou completamente a porta. O advogado atordoado usou imediatamente o seu telefone celular, discou 190 e dentro de minutos um policial chegou. Antes que o policial tivesse uma oportunidade o advogado começou a gritar histericamente que o BMW, que ele tinha comprado no dia anterior, estava agora totalmente arruinado e nunca mais seria o mesmo. Por conta disso, iria processar o motorista, Deus e o mundo, fazer e acontecer. Afinal era doutor, etc… Quando o advogado finalmente se acalmou, o policial agitou sua cabeça em desgosto e descrença e disse:
— Eu não posso acreditar no quão materialistas vocês advogados são. E disse mais:
— Vocês são tão focados em suas posses que não notam mais nada.
— Como você pode dizer tal coisa? O senhor tem noção do valor de um BMW? — pergunta o advogado.
O policial respondeu:
— O senhor não percebeu que perdeu seu braço esquerdo? Está faltando do cotovelo pra baixo. Ele deve ter sido arrancado quando o caminhão bateu no senhor.
— Рuта que pariu! Cadê meu Rolex?
O promotor de justiça chama sua primeira testemunha, uma velhinha de idade bem avançada. Para começar a construir uma linha de argumentação, o promotor pergunta para a velhinha:
— Dona Genoveva, a senhora me conhece, sabe quem eu sou e o que faço?
Responde a Testemunha:
— Claro que eu o conheço, Carlinhos! Eu o conheci ainda bebê. E, francamente, você me decepcionou. Você mente, você trai sua mulher, você manipula as pessoas, você espalha boatos e adora fofocas. Você acha que é influente e respeitado na cidade, quando na realidade você é apenas um coitado. Ah, se eu o conheço! Claro que conheço!
O promotor fiса petrificado, incapaz de acreditar no que estava ouvindo. Ele fiса mudo,olhando para o juiz e para os jurados. Sem saber o que fazer, ele aponta para o advogado de defesa e pergunta à velhinha:
— E o advogado de defesa, a senhora o conhece?
A velhinha responde imediatamente:
— O Robertinho? É claro que eu o conheço! Desde criancinha. Eu cuidava dele para a Marina, a mãe dele. E ele também me decepcionou. É preguiçoso, puritano, alcoólatra e sempre quer dar lição de moral nos outros sem ter nenhuma para ele. Ele não tem nenhum amigo e ainda conseguiu perder quase todos os processos em que atuou.
Neste momento, o juiz pede que a senhora fique em silêncio, chama o promotor e o advogado perto dele, se debruça na bancada e fala baixinho aos dois:
— Se um de vocês perguntar a esta velha filha da рuта se ela me conhece, vai sair dessa sala preso! Fui claro?
Numa cidadezinha do interior, o prefeito vai ter uma reunião com aquele famoso advogado.
— Doutor — começa ele. — Segundo informações de nosso departamento financeiro o senhor teve uma renda no ano passado de quase 1 milhão de reais, é verdade?
— Sim, é verdade — confirma o advogado.
— E, segundo esse mesmo departamento, o senhor não fez nenhuma contribuição às nossas obras sociais.
— Isso também é verdade, prefeito. Mas, me diga uma coisa, o seu departamento financeiro não lhe informou que a minha mãe morreu de câncer o ano passado e que a conta do hospital ficou em quase 200 mil reais?
— Nã... nã... Não, senhor!
— E também não lhe informaram que o meu irmão sofreu um acidente e está tetraplégico, tem seis filhos pequenos e a família não tem renda nenhuma?
— Nã... Não... Não me informaram, senhor!
— E também não lhe informaram que a minha irmã perdeu a sua casa, o seu carro e todos os seus móveis em uma enchente?
— Não, não sabia, me desculpe... Eu...
— E se eu não dei nenhum centavo para eles, você acha que eu vou dar para suas obras sociais?