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Zeca e seu amigo Dinho foram pescar no pantanal. Eles estavam na picape quando foram surpreendidos, à noite, por uma tempestade que os impedia de seguir.
Ao longe, Zeca conseguiu avistar uma fazenda, e os dois se dirigiram para lá para ver se conseguiam um lugar para passar a noite.
Quem abriu a porta foi uma mulher quarentona, vestida de preto, que ao ouvir o pedido dos dois homens ficou visivelmente constrangida.
— Eu sou viúva e vivo há mais de quinze anos sozinha, e acho que não iria ficar bem para minha reputação se vocês dormissem aqui.
— Não entraremos em sua casa, minha senhora. Podemos dormir no celeiro - explicou um deles.
Passados nove meses daquela aventura no Pantanal, Zeca recebeu uma carta do advogado da viúva. Ele imediatamente ligou para Dinho e perguntou:
— Ô cara, você lembra daquela viúva no Pantanal onde passamos a noite no celeiro?
— Lembro, sim - respondeu ele.
— Você por acaso não teria ido no meio da noite para o quarto daquela mulher e dado uma comida nela?
— Bem... de-devo соn-confessar que sim - diz ele com a voz trêmula.
— E por acaso teria dado o meu nome a ela em vez do teu?
— Sim... eu fiz isso! Desculpe, amigo...
— Desculpar o quê?????? Obrigado, amigão! O advogado acabou de me comunicar que ela morreu e deixou toda a fortuna para mim por aquela noite maravilhosa de amor!!!
O caminhoneiro estava levando uma carga enorme de galinhas do interior para a cidade.
Na cabine, pra lhe fazer companhia, estava o papagaio dele, o Arilson. No meio da estrada apareceu uma gostosona pedindo carona.
Necessitado, como todo caminhoneiro, ele parou na hоrа e levou o mulherão. Conversa vai, conversa vem e o caminhoneiro avançou o sinal.
— Pare com isso! — gritou a moça, indignada — Seu таrаdо!
O caminhoneiro não quis nem saber:
— Ou dá ou desce!
E a moça continuou negando.
Nisso ele jogou o papagaio pra carroceria do caminhão pra ele não ficar assistindo a cena de camarote. E continuou tentando. Mas nada da moça liberar.
— Ou dá ou desce! Ou dá ou desce! — repetia ele.
E não é que a moça desceu?
Então ele seguiu viagem. Quando parou e foi conferir a carga, levou o maior susto! Os caixotes estavam todos vazios, não tinha nenhuma gаlinhа na carroceria. Aliás, tinha só uma, no cantinho, encurralada pelo papagaio que repetia:
— Ou dá ou desce! Ou dá ou desce!
Açougueiro indignado com сасhоrrо de advogado famoso, que todos os dias, pela manhã, vai em seu comércio e rouba 2kg de salsicha, resolve vingar-se, e, num belo dia, quando advogado adentra em seu comércio solicitando diversos cortes de carne, resolve indagá-lo:
— Caro amigo Doutor Alberto, gostaria de saber de sua pessoa, como advogado extremamente influente, quanto conseguiria ganhar de indenização de um dono de сасhоrrо que todos os dias vem em meu estabelecimento comercial e rouba 2 Kg de linguiça, já perfazendo um total de 5 anos?
O advogado, sem saber que o açougueiro está falando de seu сасhоrrо, responde-lhe:
— Conseguiríamos nos tribunais cerca de 5 mil reais!
O açougueiro, completamente contente com a resposta do advogado, e decidido a se vingar, assim rebate:
— Então esse é o valor que o senhor me deve, pois o сасhоrrо em questão é de sua propriedade.
O açougueiro, achando ter se vingado efetivamente do advogado famoso, e esperando ser ressarcido dos danos sofridos, recebe a seguinte resposta do advogado famoso:
— Tendo em vista que o valor da indenização é de 5 mil reais, ressalto ao digno amigo que me é devedor da quantia de 2 mil reais, pois o valor da minha consulta é de 7 mil reais.
Dois trabalhadores estavam caminhando pelo acostamento da Via Dutra, voltando de uma Indústria onde haviam trabalhado durо o dia inteiro, quando um advogado, que vinha a toda velocidade no seu carro importado, atropela os dois. Um deles atravessou o pára-brisa e caiu dentro do carro do advogado, enquanto o outro voou bem longe, a uns dez metros do local do atropelamento.
Três meses depois, eles saíram do hospital e, para surpresa geral, foram direto para a cadeia. Um por invasão de domicílio e o outro por se evadir do local do acidente.
Moral da história:
Aprenda a respeitar as nove regras de propriedade dos advogados...
1 - Se é teu e ele achar que é dele, é dele.
2 - Se não é teu nem de ninguém, é dele.
3 - Se ele gosta daquilo, é dele.
4 - Se está na mão dele, é dele.
5 - Se ele pode tomar de você, é dele.
6 - Se estava com ele há pouco tempo, é dele.
7 - Se é dele, nunca pode parecer ser seu.
8 - Se parecer ser dele, é só dele.
9 - Se ele achar que é dele mas não é, é dele, e não se fala mais nisso! Ok?
Estavam todos no jardim de infância, cuidado por uma bondosa freira, lá pelas bandas da Irlanda! Pra começar uma brincadeira, a Irmã pede a cada uma das crianças que digam o que querem ser quando crescerem.
— Ah, eu quero ser médica.
— Ah, eu advogado.
— Ah, eu quero ser engenheira.
— Ah, eu quero ser padre.
— Ah, eu quero ser prostituta.
E a Freirinha:
— Minha filha, que coisa horrível, mas porque você quer ser isto?
— Ah, irmã, eu quero ser prostituta e pronto! Eu quero!
— Ah, minha filha, graças a Deus! Eu tinha entendido protestante.
Viajavam descalços, na mesma fileira do avião, um advogado e dois engenheiros. O advogado, que viajava próximo ao corredor, levantou-se para ir ao banheiro, quando um dos engenheiros pediu que lhe trouxesse uma dose de whisky. Enquanto o advogado ia ao banheiro e a copa, o engenheiro cuspiu em seu sapato. Quando o advogado voltou, o segundo engenheiro também pediu que lhe trouxesse uma dose da bebida. Enquanto o advogado não voltava, o engenheiro cuspiu no outro pé do sapato.
Ao final da viagem, quando o advogado calçou seu sapato, os engenheiros começaram a rir, tendo o advogado dito:
— Já está na hоrа de pararmos com essa guerra entre profissões qual não leva a nada, com essas mesquinharias de cuspir no sapato, fazer xixi no whisky...
Uma advogada dirigia a mais de 120 Km pela cidade quando foi parada por um guarda de trânsito.
O guarda:
— A senhora estava além da velocidade permitida. Por favor, a sua habilitação.
A advogada:
— Está vencida!
O guarda:
— O documento do carro.
A advogada:
— O carro não é meu.
O guarda:
Por favor, senhora, abra o porta-luvas.
A advogada:
— Não posso, tem um revólver aí que eu usei para roubar este carro.
O guarda, já bastante preocupado, diz:
— Abra o porta-malas.
A advogada:
— Nem pensar! No porta-malas está o corpo do dono do carro, que eu matei num assalto.
O guarda, surpreso diante daquelas palavras, resolve chamar o sargento. Chegando ao local o sargento dirigi-se à advogada:
— Habilitação e documentos do carro, por favor!
A advogada:
— Aqui está senhor! Como vê, o carro está em meu nome e a habilitação está regular.
O sargento:
— Abra o porta-luvas!
A advogada, com gestos bem tranquilos abre e diz:
— Como o senhor pode ver, só tem papéis...
O sargento:
— Abra o porta-malas!
A advogada: Pois não! Aqui está... como vê, está vazio.
O sargento, bastante constrangido, diz:
— Deve estar acontecendo algum equívoco. O meu subordinado disse que a senhora não tinha habilitação, que não era dona do carro, pois tinha roubado usando um revólver que estava no porta-luvas, de um homem cujo corpo estava no porta-malas.
A advogada:
— Só falta agora esse sacana do seu subordinado ter dito que eu dirigia em alta velocidade!!
Um sujeito com o saco inchado foi ao clínico geral. O médico, após examiná-lo, disse que ele estava com uma inflamação no testículo esquerdo e recomendou que se consultasse com um especialista que iria indicar. Mas, em vez de dar o telefone de um urologista, o clínico se enganou e lhe deu o número de um advogado.
Depois de marcar hоrа com o novo doutor, o sujeito se apresenta diante do advogado, pensando ser um urologista. E este lhe pergunta:
— Em que posso ajudar?
O homem mais que depressa abaixa as calças e mostra suas partes genitais:
— Como vê, doutor, estou com uma inflamação no testículo esquerdo.
O advogado, surpreso e sem entender absolutamente nada, diz:
— Meu amigo, a minha especialidade é o Direito.
E o sujeito:
— P****!!!Vai ser especialista assim na p*** que pariu !!!