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Um papagaio está dando umas voltas e se surpreende com um velho amigo, também papagaio, agora todo enviadado:
— Que é isso, cara? — Grita ele, bravo.
— O que foi, louro? Nunca viu não, é?
— É você mesmo, Zé?
— Zé não! Agora meu nome é Josefa! Muito prazer!
— Sai pra lá, Zé! Tá louco!? Usando batom no bico, com uma mecha das penas tingida de loiro...
— Fiz luzes! Você gostou?
— Cê tá horrível, cara! Fiса aí rebolando, falando com essa voz fina, desmunhecando a asa! Posso saber o que aconteceu com você?
— É muito simples, cansei desse negócio de ficar dando só o pé!
Um grupo de estudantes da UFPI foi fazer uma pesquisa no recanto mais seco e desolado do Ceará, para descobrir como aquelas famílias conseguem sobreviver naquela seca tremenda.
Chegando lá se hospedaram em casa de um sertanejo muito pobre. Moravam 29 pessoas numa pequena tapera de cerca de 10 metros quadrados de pura indigência.
Começaram a observar os hábitos daquela família. Tudo anotavam. Nada escapava dos olhares daqueles estudantes sedentos de descobertas.
Uma certa noite, reunidos no pequeno terreiro, céu pleno de estrelas, uma maravilha só, conversavam quando uma palavra chamou a atenção de um dos jovens; o chefe da família sempre se referia ao conteúdo escrotal de testículos. O jovem estranhou essa palavra tão difícil ser pronunciada naquela região remota. Não contendo a curiosidade, perguntou:
— Meu caro amigo, me admira muito o senhor, aqui nessa região sem cultura, isolado do resto do mundo, onde falta comida, água, escola, as crianças vivem se protegendo embaixo das árvores para o vento não carregá-las, e o senhor fala tão difícil... que cultura!
O calejado senhor respondeu:
— Cultura nada, meu rapaz. É previnição mesmo. Ocê já pensou, nesta seca danada, nesta fome tremenda, se eu dissesse que isso aqui é ovo eu já estava capado há muito tempo!
Três sujeitos estavam no andaime lavando os vidros de um grande edifício, quando um deles deu um gemido, virou para os outros dois e disse:
— Ai, preciso саgаr e vou саgаr aqui mesmo!
— Você é louco? Vai sujar todo mundo lá embaixo! — disse o mais precavido.
— Não tô agüentando mais, não dá tempo de descer!
— Então bate na janela e peça pra alguém deixar você usar o banheiro. — aconselhou novamente o amigo.
Assim ele fez e quando abriram a janela, ele voou pro banheiro!
Quando ele estava tranqüilo batendo aquele barro quando ouviu uma gritaria danada. Ao sair, viu que o andaime tinha quebrado e seus dois colegas se espatifaram.
Dia seguinte, no velório, estavam os amigos, o sobrevivente, sua esposa e as viúvas inconsoladas, quando chega o dono da Empresa e diz às viúvas:
— Sei que foi uma perda irreparável, mas posso pelo menos tentar aliviar o sofrimento das senhoras. Sei que vocês pagam aluguel e por este motivo darei uma casa pra cada uma. Sei também que vocês dependem de ônibus, por isso darei um carro para cada uma. Quanto aos estudos de seus filhos, não se preocupem mais: será por conta da Empresa até a faculdade.
A mulher do felizardo não se contendo mais falou no ouvido do marido:
— E o bonitão cagando, né?
Três amigos foram para o pantanal para desestressar. Um deles era médico, o outro botânico e o terceiro, coitado, era cômico.
No meio da selva, eles encontraram um índio e, tentando esconder o medo de serem devorados ou coisa assim, eles puxaram conversa:
— Bom dia, seu Índio! — disse o médico — Nós somos de Brasília!
— Brasília ser cidade feia! — disse o Índio — Brasília queimar índio!
Os três viajantes, que já tinham esquecido do caso do índio queimado em 97, ficaram com medo que o nativo quisesse descontar a raiva neles então tentaram se enturmar mais:
— Mas nós não somos maus, seu Índio! — disse o botânico.
— É nós somos legais! — disse o cômico — Nós viemos aqui pra respirar ar puro, relaxar, curtir a natureza...
— O que vocês fazer no Brasília? — perguntou o índio, ainda desconfiado.
— Eu sou cômico! — disse o cômico.
— Eu sou botânico! Eu sou médico! — disseram os outros.
O índio ficou pensativo por alguns instantes e disse:
— Comicu? Botanicu? Medicu?
— Isso mesmo! — concordaram os três.
Então o índio pulou no rio e saiu nadando que nem louco. Depois que estava há uns 20 metros de distância, ele gritou:
— Se vocês ser comicu, botanicu e medicu... Índio ser salvacu!
Tinha uma вiсhа campineira, que cansou de dar o rаво e foi até um médico amigo dela para pedir uma ajuda.
— Doutor, não quero mais ser вiсhа, como faço para parar de dar a bundinha?.
— Faça o seguinte, mude para o Rio de Janeiro, na praia de Copacabana e todas as manhãs você vai até o calçadão e fique olhando aquelas cariocas praticando cooper, mas só fique olhando para as mulheres, fique notando aquele bumbum arrebitado, aquele corpinho violão, e esquece homem, e se caso você tiver uma recaída ou algo parecido, eu tenho um amigo médico que mora lá e eu lhe dou o endereço — anotando o endereço num pedaço de papel.
Dito isto, lá foi a вiсhа morar no Rio de Janeiro, levantava todo dia cedo, ia até o calçadão e ficava vendo aquelas gostosas praticando cooper e assim foi esquecendo dos homens. Um certo dia ao acordar, notou que estava com uma dor terrível no saco, mais como o seu médico tinha recomendado um amigo dele, foi até o consultório e explicou que estava com uma рuта dor no saco.
O médico como um primeiro diagnóstico:
— Você deve ter alguma coisa na próstata, vamos fazer um exame.
— Abaixe a calça — disse o médico, colocando aquela luvas de borracha na mão.
Ele abaixou as calças, sentiu um friozinho no cu e arrebitou a bundinha. O médico vai com o "pai de todos" e vai introduzindo devagarinho. Aí a bichinha — Aaaaiiiii!
O médico vira o dedo lá dentro e a вiсhа:
— Aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaiiiiiiiiii!
— Está doendo? — diz o médico.
— Nãããooooo... — diz a вiсhа.
Aí o médico tira o dedo, põe de novo, um pouco mais fundo e a вiсhа:
— Aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaiiiiiiiiiiiii que рuта saudade de Campinas!
Ricardo está no bar, tomando uma cervejinha e jogando baralho com os amigos quando de repente um mendigo, todo maltrapilho, com a barba enorme, vem falar com ele:
— Cara, por favor... Me paga um café!
— Claro! — diz Ricardo, muito bondoso — Quer uma cerveja também?
— Não, obrigado... Eu não bebo! Só quero o café mesmo!
— Então senta aí! — insiste Ricardo — Vamos jogar baralho com a gente!
— Eu também não jogo — diz o mendigo — Só quero o cafezinho mesmo!
— Então pega um cigarro aqui, cara!
— Eu também não fumo... Só quero o cafezinho!
— Já sei! — diz Ricardo — Vamos dar um pulinho lá em casa! É aqui pertinho! Aí a gente toma o café da minha mulher, que é uma delícia!
— Isso eu aceito! — diz o mendigo, sorrindo.
Chegando em casa, Ricardo toma uma bronca:
— Por que você trouxe esse mendigo aqui? Você é louco?
— Só pra te mostrar como fiса um homem que não bebe, não joga e não fuma!
O Rei Artur estava pronto para ir às Cruzadas e antes de partir, foi ver Merlin e pediu-lhe para que fabricasse o melhor cinto de castidade que pudesse existir, para que nenhum cavaleiro pudesse tentar contra a virtude da sua linda esposa.
No dia seguinte, Merlin volta com um cinto de castidade ultra moderno, mas que preocupou o Rei por um detalhe:
— Merlin! — berrou ele. — Você pensa que sou вurrо? Esse cinto de castidade tem um buraco justamente onde não poderia ter! Por acaso você quer se aproveitar de sua invenção para se envolver com a minha esposa?
Antes que o rei mandasse executá-lo, ele se justificou:
— De forma alguma majestade! Observe que no buraco tem uma pequena guilhotina com uma lâmina afiada, que funciona sempre que se introduz algo no buraco.
— Oh, excelente! — responde o rei, todo satisfeito.
Três anos depois, ele volta das Cruzadas e convoca todos os cavaleiros:
— Vamos lá! Baixem as calças, é hоrа do exame médico!
Todos os cavaleiros alinham-se em frente ai Rei, baixam as calças e para espanto e estupefação dele, todos estão capados, com exceção do seu fiel amigo Lancelot.
Vendo que o seu fiel amigo não o traiu, agarra-o pelos ombros e diz:
— Lancelot, estou orgulhoso de ti. Enquanto nenhum dos outros resistiu à tentação de dormir com a Rainha, tu conseguiste domar os teus impulsos, em nome de nossa amizade. Por isso, concedo-te o que quiseres. Faça a tua escolha!
Mas Lancelot não disse nada... Estava mudo!
O cara ligou para o escritório de seu amigo de infância e a secretária atendeu:
— Escritório do Dr. Marcelo, bom dia...
— Bom dia, poderia falar com o Dr. Marcelo?
A secretária responde:
— Olha senhor, no momento o Dr. Marcelo está cagando!
O cara fiса horrorizado, desliga o telefone e decide avisar ao Marcelo como foi tratado pela secretária:
— Marcelo, hoje de manhã, liguei para o seu escritório e sua secretária me disse que você estava cagando!
— Isso é um absurdo!
— Você é presidente de uma multinacional, trata com pessoas importantíssimas. Sua secretária deveria ter mais educação!
— Ô Flávio, muito obrigado pelo toque, vou falar com ela. Ela é novata, muito esforçada, com o tempo aprende...
Passado algum tempo, o cara liga novamente para o escritório, e novamente a secretária atende:
— Escritório do Dr. Marcelo, bom dia...
— Bom dia, poderia falar com o Dr. Marcelo?
A secretária responde:
— No momento, o Dr. Marcelo está ocupado...
Flávio gostou da resposta, viu que a secretária havia aprendido. Então ele perguntou:
— E ele vai demorar muito?
A secretária respondeu:
— Ah... do jeito que ele passou peidando por aqui, vai levar uns 40 minutos!
Eram dois vizinhos. O primeiro vizinho comprou um coelhinho para os filhos. Os filhos do outro vizinho pediram um вiсhо para o pai. O homem comprou um pastor alemão.
Papo de vizinho:
— Mas ele vai comer o meu coelho.
— De jeito nenhum. Imagina. O meu pastor é filhote. Vão crescer juntos, pegar amizade. Entendo de вiсhо. Problema nenhum.
E parece que o dono do сасhоrrо tinha razão. Juntos cresceram e amigos ficaram. Era normal ver o coelho no quintal do сасhоrrо e vice-versa. As crianças, felizes.
Eis que o dono do coelho foi passar o final de semana na praia com a família e o coelho ficou sozinho. Isso na sexta-feira.
No domingo, de tardinha, o dono do сасhоrrо e a família tomavam um lanche, quando entra o pastor alemão na cozinha. Pasmo. Trazia o coelho entre os dentes, todo imundo, arrebentado, sujo de terra e, claro, morto.
— O vizinho estava certo. E agora?
— E agora eu quero ver!
A primeira providência foi bater no сасhоrrо, escorraçar o animal, para ver se ele aprendia um mínimo de civilidade e boa vizinhança. Claro, só podia dar nisso. Mais algumas horas e os vizinhos iam chegar. E agora? Todos se olhavam. O сасhоrrо chorando lá fora, lambendo as pancadas.
— Já pensaram como vão ficar as crianças?
— Cala a boca! Não se sabe exatamente de quem foi a idéia, mas era infalível.
— Vamos dar um banho no coelho, deixar ele bem limpinho, depois a gente seca com o secador da sua mãe e o colocamos na casinha dele no quintal.
Como o coelho não estava muito estraçalhado, assim fizeram. Até perfume colocaram no falecido. Ficou lindo, parecia vivo, diziam as crianças. E lá foi colocado, com as perninhas cruzadas, como convém a um coelho cardíaco. Umas três horas depois eles ouvem a vizinhança chegar. Notam os gritos das crianças. Descobriram! Não deram cinco minutos e o dono do coelho veio bater à porta. Branco, assustado. Parecia que tinha visto um fantasma.
— O que foi? Que cara é essa?
— O coelho... O coelho...
— O que que tem o coelho?
— Morreu!
— Morreu? Ainda hoje à tarde parecia tão bem...
— Morreu na sexta-feira!
Em um jantar com o seu melhor amigo, após algumas garrafas de cerveja, Antônio declara:
— Sabe, Neto? Descobri uns lances estranhos e acabei com tudo. Estou na fase de divisão dos bens. Separação é algo difícil.
Sem saber o que falar, Neto responde:
— Pô, que complicado, eu sinto muito...
— Agora, vou organizar minha vida sozinho e de forma diferente.
Vendo a decisão do amigo, Neto diz:
— Mas, Antônio, sabe de uma coisa? Foi bem melhor mesmo. Sua mulher estava traindo você com vários homens...
Irritado, Antônio interrompe:
— Neto, eu me separei do meu sócio!