Joaquim chega ao Brasil em busca de trabalho e o que ele encontra é essa situação de desemprego, tudo consequência dessa tal de globalização neo-liberal. Procura, procura e só aparece um serviço numa dessas quadrilhas de, digamos, varejo de substâncias etc e tal. Mas, o que fazer? A crise é braba e tem de ser enfrentada com criatividade.
E o nosso querido Joaquim recebe o primeiro serviço: levar a um país vizinho uma carreta roubada, com uma carga roubada e trocar toda a mercadoria por droga. O chefe da quad..., perdão, o Supervisor de Operações dá as instruções: como ele deve fazer ao encontrar barreiras policiais, postos de fiscalização, quais as estradas alternativas e tudo o mais. E o Supervisor de Operações finaliza:
— Troque tudo por coca.
— Eu cuido disso, chefe— diz ele. — Não há por que te preocupares.
E lá se vai o Joaquim. Segue as instruções, provê os incentivos adequados a cada momento da viagem, segue pelas estradas alternativas etc etc. E não é que o gajo até que está se saindo muito bem?
Ao voltar ao Brasil, ele vai direto à Central de Operações da quad..., que coisa! perdão mais uma vez, o Joaquim vai direto à Central de Operações da Organização e apresenta-se ao Supervisor de Operações.
— Missão cumprida, senhoire — diz o Joaquim.
— Fez tudo conforme as instruções? — pergunta o supervisor.
— Tudo perfeito, chefe. Só houve um pequeno probleminha. Lá onde entreguei a mercadoria, não havia coca. Aí eu trouxe pepsi mesmo.
Em uma viagem à Espanha, o brasileiro vai almoçar em um restaurante e pede a especialidade da casa. Quando o prato chega, ele come com voracidade e acha uma delícia. Só depois de terminar, pergunta ao garçom:
— Amigo, que tipo de carne era essa que eu comi?
— Eram os testículos do touro que morreu hoje na tourada, senhor.
— O quê? — perguntou ele, assustado — Eu comi as bolas do touro que foi sacrificado?
— Sim senhor... Nos nossos costumes, isto é uma grande honra!
Por pouco, o sujeito não faz um escândalo maior e, no dia seguinte, ele volta ao restaurante:
— Por favor amigo, o senhor poderia me preparar a especialidade da casa?
— Os testículos? — perguntou o garçom, desconfiado.
— Sim, decidi que não devo ter preconceito, afinal, o prato é uma delícia! Mande preparar os testículos!
Depois de alguns minutos o garçom traz o prato e, novamente o brasileiro come vorazmente.
— Novamente o prato estava uma delícia! — diz ele ao garçom — mas desta vez os testículos estavam bem menores!
— É verdade, senhor — concordou o garçom — mas o senhor tem que entender que o touro nem sempre perde a tourada.
Três distintos sujeitos, um brasileiro, um alemão e um americano, foram os únicos sobreviventes de um navio naufragado e como geralmente acontece nesse tipo de piadas manjadas, foram parar em uma ilha deserta.
Depois de uma semana sem comer nada nem ninguém, eles começaram a ficar desesperados, até que, em uma bela tarde, o americano se levantou, pegou o seu canivete e gritou:
— Vamos matar a fome! — e cortou o seu antebraço, para que eles dividissem a carne.
Todos comeram, felizes, até que, depois de mais uma semana de fome, chegou a vez do alemão. No meio da madrugada, ele se levantou e gritou:
— Vamos matar a fome! — e cortou uma fatia da sua coxa branca!
Todos se deliciaram, mas a carne logo acabou. O tempo foi passando, a fome foi apertando, até que um dia, quando estava amanhecendo, o alemão intimou o brasileiro:
— Então, você não vai contribuir para matar a fome de todos?
O brasileiro se levantou e começou a discursar:
— Sei que nós só estamos vivos graças ao antebraço e à coxa que comemos nas últimas semanas. Portanto, tenho consciência de que preciso fazer a minha parte e vou aproveitar para variar a nosso cardápio. Terminando de dizer isso, ele abaixou as calças, tirou o seu órgão pra fora e gritou:
— Vamos matar a fome!
O alemão viu o membro avantajado do brasileiro e exclamou:
— Oba! Vamos comer lingüiça no café da manhã!
— Lingüiça coisa nenhuma... — disse o brasileiro, balançando a cabeça — Agora todo mundo vai tomar leitinho!
Num pequeno vilarejo, no meio de Minas Gerais havia um armazém cujo dono, Seu Zé, se gabava de ter tudinho, qualquer coisa que se pedia no balcão. Se não tinha, fazia questão de encomendar a qualquer custo, só para atender o cliente. Com isso a fama dessa mercearia se espalhou por toda a região, e vinha gente de toda parte procurar coisas que não se achava nem na capital Belzonte. Sabendo disso, um carioca — daqueles bem folgados — estava de ferias passando por Minas e decidiu conhecer esse tal Zé do armazém. Chegando lá, pediu uma barra de direção para sua pick up importada, o Zé foi lá no fundo, e depois de alguns minutos voltou com a tal peca. O carioca, espantado pensou:
"Não e possível que esse cara tenha tudo ai, vou tirar um barato da cara dele".
Voltou para o hotel e ficou a noite toda pensando em como iria pegar o cara da venda. Pensou bem e no outro dia foi até o armazém e chegando no balcão, pediu:
— Ô Zé, você tem "Podela"?
O dono da venda olhou espantado, cocou a cabeça e pensou:
"Podela"? Que diabos e isso? Nunca ouvi falar... E agora? Se eu deixar de atender esse cara ai todo metido, meu estabelecimento vai perder a fama e a clientela vai sumir! O que eu faço?"
Pensou, pensou, foi ate o deposito, voltou e disse ao carioca:
— Olha, té em falta, mas vou encomendar e amanha cedo o senhor passa aqui e pega, tudo bem?
O carioca, meio desconsertado com a resposta do Mineiro, voltou para o hotel pensando:
"O que será que esse mineiro vai achar com esse nome...?"
O mineiro fez de tudo, ligou para todos os seus fornecedores de produtos brasileiros e até no exterior, mas ninguém fazia nem ideia do que seria aquilo. Ele então percebeu que o carioca estava zoando com a cara dele e decidiu dar o troco.
No almoço, o mineiro comeu aquela feijoada, de noite foi ao banheiro e prrrrrrrruhhhh. Fez aquele "trem" enorme e fedorento. Pegou o troço com uma pazinha e botou no forno por umas 3 horas ate que virasse uma pedra bem dura. Dai, colocou tudo no moedor, embalou e deixou em cima do balcão com a devida identificação. No outro dia chega o carioca todo imponente com um sorriso no rosto, e, já esboçando um ar de vitória, perguntou:
— Conseguiu encontrar minha encomenda?
— Claro está aqui — disse o mineiro, mostrando o saquinho no balcão. 100 gramas sai por 10,00 reais.
O carioca então pediu:
— Me veja 200 gramas.
— Está aqui, são 20 reais.
Entã, o carioca, curioso, pegou um bocado do pó, experimentou uma pitada, pediu uma colher encheu e mandou ver, tentando descobrir o que era aquilo...
— Isso aqui e bosssssssstaaaaaaaa!
O mineiro então riu e disse:
— Não, isso é o PÓ DELA...
Um médico chinês não consegue encontrar um emprego em hospitais no Brasil, então ele abre uma clínica e coloca uma placa com os dizeres:
"Tenha tratamento por R$ 20. Se não ficar curado, devolvo R$ 100."
Um advogado vê a placa, pensa que é uma grande oportunidade de ganhar R$ 100 e entra na clínica.
Advogado:
"Eu perdi o meu sentido do paladar."
Chinês:
"Enfermeira, traga o remédio da caixinha 22 e pingue 3 gotas na boca do paciente."
Advogado:
"Credo, isso é querosene!"
Chinês:
"Parabéns, o seu paladar foi restaurado. Me dê R$ 20."
O advogado irritado volta depois de alguns dias para recuperar o seu dinheiro.
Advogado:
"Eu perdi minha memória não me lembro de nada.".
Chinês:
"Enfermeira, traga o remédio da caixinha 22 e pingue 3 gotas na boca do paciente."
Advogado:
"Mas aquilo é o querosene de novo. Você me deu isso da última vez para restaurar o meu paladar."
Chinês:
"Parabéns, você recuperou sua memória. Me dê R$ 20."
O advogado já fumegante paga o chinês, e volta uma semana mais tarde determinado a ganhar os R$ 100.
Advogado:
"Minha visão está muito fraca e eu não consigo ver nada."
Chinês:
"Bem, eu não tenho nenhum remédio para isso, sendo assim tome este R$ 100."
Advogado:
"Mas isso aqui é uma nota de R$ 20!"
Chinês:
"Parabéns, sua visão foi restaurada. Me dê R$ 20."