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Em um belo dia ensolarado, um caipira caminhava com sua vаса, já estava muito cansado quando, de repente um ricaço, em um Carrão e fala:
— Entra aí, e amarra a vаса no para-choque! - pensando em tirar uma da cara do mineiro - Te dou uma carona!
O caipira achou estranho, mas entrou no carro e amarrou a vаса bem forte. Já que estava morrendo de cansaço e suando.
O ricaço começou acelerar, para provocar o caipira, e ver se a vаса cansava. Chegou a a 50km por hоrа, e nada. Vendo que a vаса não fazia nem sinal de casaço pisou mais, dirigindo a 80km por hоrа. Aumentou para 100 km por hоrа e nada da vаса desmaiar de canseira...
Pisou mais, chegando a 120 por hоrа, foi quando a vаса pois a lingua pra fora.
O ricaço ironizou...
— Sua vаса tem uma ótima resistência, só agora que é que ela se cansou, e olha que eu estou a 120km por hоrа, hein?!!!
E o mineiro tranquilamente respondeu:
— Ela é ansim de tanto nois caminhá nesse sorzão, todo santio dia! Mas tem uma coisa, qui o sinhô tá errado, ela aindia não cansô, não!
— Mas, ela está com a lingua de fora!-insistiu o homem.
— Qui nada! Ela só ta fazendo sinar que vai ultrapassa oce!
Cráudio estava sentindo fortes dores nas costas mas, como era caipira da gema, não queria ir ao médico de jeito nenhum. Até que, depois de sua mulher Gislaine insistir muito, ele concordou em ir. Mas ela fez questão de ir junto. Enquanto ele era examinado, sua esposa esperava do lado de fora.
E o médico disse após a consulta:
— Não é nada grave, só uma inflamação... Você coloca esse supositório e fiса tudo bem!
— Brigado, dotô... — disse o caipira, saindo da sala.
Do lado de fora, Gislaine foi logo perguntando:
— I aí, Cráudio? Como foi, homi?
— Eu só perciso usá esse negóço aqui... Chama "suipostório".
— Mais comé qui si usa isso, homi?
— Uai... — disse ele, colocando a mão na cabeça — Sei lá eu, sô!
— Intão vorta lá, uai! Ocê tá pagano, ele tem qui ti ixpricá!
— Ai... O homi vai ficá brabo!
— Vai lá i num recrama, Cráudio!
E lá se foi o Cráudio:
— Dotô! Onde foi qui o sinhô mandô colocá o suipostório memo?
— No reto. Supositórios são para colocar no reto.
— Brigado, dotô... — disse ele, saindo da sala.
— I aí, Cráudio — perguntou Gislaine.
— Eu perciso colocá isso aqui no reto! — disse ele.
— Mais onde é qui fiса esse negóço, Cráudio!
— Uai... Eu sei lá!
— Mais ocê tá pagano! Ele tem que ixpricá tudo! Trata di vortá e perguntá!
— Mas o homi vai ficá brabo, Gislaine...
— Vai logo, Cráudio!
E lá estava o caipira de novo na sala do médico.
— Ondi é memo qui tem qui colocá o troço, dotô?
— No reto — explicou o médico, calmamente — No final da coluna cervical...
— Brigado, dotô! — e saiu da sala.
— Pronto, Gislaine — explicou ele pra sua esposa — É só eu colocá no reto, qui fiса no finár da coluna cervicár!
— Ai, Cráudio! Mais o que é essa tár de cervicár?
— Ih, isso eu já num sei...
— Intão vorta lá, home!
E lá se foi ele mais uma vez.
— Dotô... Disculpa... Mais onde foi memo que o sinhô falô pra infiá o negocinho?
— No cu, Cráudio! No cu! Enfia no cu!
Cráudio saiu da sala do médico e comentou com a esposa:
— Viu, Gislaine... Eu num falei que o homi ia ficá bravo?
O homem ia levando a sua vаса adoentada ao veterinário, quando foi atalhado pelo compadre:
— Gastar dinheiro pra que, homem? Sou teu amigo e tenho uma beberagem lá em casa, feita por mim, que amanhã tua vаса já está boa... O homem da vаса confiou, voltou, pegou a garrafada e deu ao seu único patrimônio. No outro dia a vаса amanheceu morta. Passados alguns dias, encontra o compadre que vai logo perguntando:
— E ai, compadre, como vai a vaquinha? Informado de que a vаса morrera no outro dia após a beberagem, ele não perdeu o rebolado e arrematou:
— Mas uma coisa eu lhe garanto, compadre: ela morreu com uma melhora boa...
O caipira queria começar uma criação de porcos em sua fazenda começando com alguns poucos porcos e porcas que tinha comprado, mas com algum tempo ele foi notando que as porcas não emprenhavam. Então ele ligou para o veterinário pedindo ajuda e ele aconselhou:
— Faça uma inseminação artificial.
— Certo doutor! Farei isso amanhã mesmo — disse o caipira, que não tinha a menor idéia do que era aquilo, mas não queria demonstrar ignorância — Mas como eu faço para saber se eles estão prenhas?
— Quando elas estiverem prenhas elas vão parar de andar por toda parte e vão ficar mergulhando na lama!
Então o fazendeiro desligou e depois de algum tempo pensando chegou à conclusão que inseminação artificial significava que ele mesmo teria que emprenhar as porcas.
Empenhado em iniciar a sua criação ele colocou as porcas na sua Kombi, foi para o meio do mato, transou com cada uma delas e voltou para a fazenda.
Na manhã seguinte, ele foi ver as porcas e elas continuavam andando por toda parte, então ele concluiu que teria que repetir a dose e assim fez, porém novamente não teve sucesso pois na manhã seguinte elas continuavam andando por toda parte.
Mas ele não desistiu e repetiu a operação, desta vez em uma dose reforçada.
Na manhã seguinte ele estava muito cansado e pediu à sua esposa para que desse uma olhada se as porcas estavam na lama. Ela foi e depois de alguns segundos, voltou dizendo:
— Não, elas não estão na lama! Estão todas dentro da Kombi e uma delas não pára de buzinar!
Dois caipiras voltavam para casa quando um deles tropeçou numa lâmpada de gênio:
— Vixe Maria, João, óia que negóço bunito que chega bria! — disse Joaquim.
— Uia Joaquim, vamu dá uma lipadinha nesse troço que tá todo sujo.
Joaquim, com a camiseta que usava, esfregou a lâmpada, quando surge um gênio:
— Graças aos senhores estou livre dessa lâmpada e, como recompensa, dar-lhe-eis 3 desejos.
Os caipiras, sem saber como dividiam os desejos, discutiam:
— Eita João, já que fui eu quem libertou o homi, fico com 2 e tu com 1.
— Nada disso Joaquim, eu achei a lâmpada, então 2 é meu.
Diante de tal situação e apressado, o gênio decidiu dar 3 ovos a cada caipira e disse que quando quisessem um desejo, era só quebrar um ovo.
Chegando em casa Joaquim foi logo jogando um ovo ao chão:
— Eu queria ser o cabra mais rico desse mundo!
Bum... Apareceu tanto dinheiro que não cabia na humilde casa do rapaz.
— Agora eu queria uma mansão beeem grande e com um canto pra colocar toda essa dinherama aí.
Bum... Dois quarteirões transformaram-se na mansão de Joaquim.
— Mininu, esse negóço é bão memo — disse Joaquim — agora só falta as muié. Então eu quero que as muié mais bunita desse mundo seja tudo doida por mim e morem aki na minha casa.
Bum... Fez-se o pedido, todas as modelos mais belas estavam aos pés de Joaquim.
Passado um mês de vida boa, Joaquim resolve visitar João em sua limousine acompanhado de 2 belas modelos.
Chegando lá, percebeu que seu amigo continuava na mesma e resolveu perguntar:
— Ô meu amigo João, tu não fizesse seus pedidos não?
E João, espantado com a beleza das mulheres de Joaquim, respondeu:
— Amigo véi, se eu te contar tu não acredita! Cheguei em casa com meus 3 ovin e coloquei em cima da mesa. Mas aí, como você sabe, a mesa aqui de casa é pensa e, na hоrа que coloquei os bixo lá em cima, ela pendeu prum lado e um caiu no chão. Eu fiquei muito рuто e fui logo dando um grito:
"Carai!". Omi, apareceu carai por todo lado, era no chão, no teto, nas parede, em tudo. Aí, eu joguei o outro ovin no chão e pedi que aquela ruma de carai desaparecesse e вuм... sumiu tudo, incrusivel o meu. Aí eu peguei o último ovo, joguei no chão e pedi: eu queria meu carai de volta! Pronto, e aqui estou eu, do mesmo jeito.
Vinha o o рlаyвоy em seu jipe ultra-moderno, atravessando o sertão, ultrapassando todos os desafios quando, no meio do caminho se depara com um lago. Sentado na margem, bem sossegado, um caipira, fumando seu cigarrinho de palha.
— Ei caipira, diz aí: Este lago é muito fundo ou dá pra atravessar com o carro?
— Dá pra passá sim senhor. O lago é rasinho, rasinho, seu moço...
E foi o рlаyвоy. Engatou a primeira e tibum! Afundou na hоrа. Saindo do carro o garotão foi nadando até margem, рuто da vida e foi tirar satisfação com o matuto:
— Pô cara, você não disse que o lago era raso?
— Pois é, sô... tamém num tô entendendo. Quando os pato tão na lagoa, a água só chega até cintura deles.
A mulher do caipira consegui emprego como doméstica na casa de uma socialite. No primeiro dia, limpando o quarto do casal, encontra uma camisinha. Foi então mostrar aquele estranho objeto para dona da casa:
— Patroa, patroa, que é isso?
A grã-fina, achando incrível a ignorância da empregada, pergunta com certa ironia:
— Ora, vocês lá na roça não fazem amor, não?
— Bão, fazê a gente faz, mas não chega a sair o couro deste jeito!
Fascinado por carros, o sujeito acaba de comprar uma Ferrari. Louco para testar o seu possante motor, pega uma estrada e logo está a quase 200 km por hоrа. Neste instante, olha pelo retrovisor e vê um camponês numa bicicleta, a poucos metros de sua traseira. Espantado, ele afunda o pé no acelerador e vê o camponês ali, colado.
Momentos depois, boquiaberto, ele vê o sujeito na bicicleta ultrapassá-lo feito uma bala. Pisa no acelerador novamente, ultrapassa o ciclista, mas logo em seguida, este toma a dianteira.
Irritado, encosta no acostamento, nesta hоrа o ciclista pára ao seu lado e diz, desesperado:
— Graças a Deus o senhor parou! A porcaria do meu suspensório ficou presa no seu retrovisor.
Um jovem fazendeiro viajava com uma carreta cheia de milho quando, em um momento de descuido, a carreta virou. Logo depois do acidente, aparece uma linda garota, que morava na região e ouviu o barulho.
— Olá! Você se machucou?
— Não... Estou bem! — disse ele, abrindo a porta do caminhão. — O problema agora vai ser desvirar a carreta!
— Ah, não se preocupe! Esquece um pouco disso, vem almoçar na minha casa e depois eu arrumo gente pra te ajudar!
— Ah, não sei — diz ele, apreensivo — É muita bondade sua, mas acho que meu pai não iria gostar se eu fizesse isso.
— Ah, deixa disso, vai? Vamos comigo!
— Bom, tudo bem! — disse ele, não resistindo às tentações da moça — Mas eu tenho certeza que meu pai não vai gostar...
Ela não entendeu nada, mas levou o novo amigo pra casa dela. Lá eles comeram e a garota se ofereceu de sobremesa. O garoto, novamente titubeou, mas não resistiu. Depois ela queria mais, porém agora ele teve que negar:
— Olha, moça! Estou adorando tudo isso, mas infelizmente vou ter que ir! Meu pai deve estar furioso comigo!
Ela, inconformada com a atitude dele, esbravejou:
— Assim não dá! Chega de falar do seu pai! Afinal, onde está ele?
— Ah, ele ficou debaixo da carreta!