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Uma anã vai a uma consulta ginecológica. O médico pergunta em que podia ajudar.
— Bem doutor... Na verdade não sei como dizer... Mas cada vez que chove a minha vаginа dói.
— Dói? Mas como?
— Ah, doutor, ela dói, arde, fiса avermelhada...
— Bem. Suba na cama ginecológica que eu vou examiná-la.
O médico observa atentamente e diz-lhe:
— Na verdade não encontro nada de anormal... Mas como é a dor?
— É uma dor muito intensa. O interessante é que sint o somente quando chove...
— Bem, lhe recomendaria que venha num dia de chuva, assim posso fazer um diagnóstico mais preciso.
Passam-se 15 dias e numa tarde chuvosa aparece no consultório novamente a anã.
— Ai, doutor. Não aguento mais de dor! Hoje, que está chovendo, está doendo muito novamente!
O médico olha e manda-a deitar-se na cama ginecológica. Coloca um lençol entre as pernas, agarra uma tesoura e começa a trabalhar.
Depois de cinco minutos diz-lhe para descer da maca:
— Como se sente?
A anã caminha um pouco e diz:
— Estou muito bem doutor, já não sinto nada. O que é que o senhor fez?
— Nada de mais, só cortei um pouco o cano das botas de borracha.
Três amigos foram para o pantanal para desestressar. Um deles era médico, o outro botânico e o terceiro, coitado, era cômico.
No meio da selva, eles encontraram um índio e, tentando esconder o medo de serem devorados ou coisa assim, eles puxaram conversa:
— Bom dia, seu Índio! — disse o médico — Nós somos de Brasília!
— Brasília ser cidade feia! — disse o Índio — Brasília queimar índio!
Os três viajantes, que já tinham esquecido do caso do índio queimado em 97, ficaram com medo que o nativo quisesse descontar a raiva neles então tentaram se enturmar mais:
— Mas nós não somos maus, seu Índio! — disse o botânico.
— É nós somos legais! — disse o cômico — Nós viemos aqui pra respirar ar puro, relaxar, curtir a natureza...
— O que vocês fazer no Brasília? — perguntou o índio, ainda desconfiado.
— Eu sou cômico! — disse o cômico.
— Eu sou botânico! Eu sou médico! — disseram os outros.
O índio ficou pensativo por alguns instantes e disse:
— Comicu? Botanicu? Medicu?
— Isso mesmo! — concordaram os três.
Então o índio pulou no rio e saiu nadando que nem louco. Depois que estava há uns 20 metros de distância, ele gritou:
— Se vocês ser comicu, botanicu e medicu... Índio ser salvacu!
Tinha uma вiсhа campineira, que cansou de dar o rаво e foi até um médico amigo dela para pedir uma ajuda.
— Doutor, não quero mais ser вiсhа, como faço para parar de dar a bundinha?.
— Faça o seguinte, mude para o Rio de Janeiro, na praia de Copacabana e todas as manhãs você vai até o calçadão e fique olhando aquelas cariocas praticando cooper, mas só fique olhando para as mulheres, fique notando aquele bumbum arrebitado, aquele corpinho violão, e esquece homem, e se caso você tiver uma recaída ou algo parecido, eu tenho um amigo médico que mora lá e eu lhe dou o endereço — anotando o endereço num pedaço de papel.
Dito isto, lá foi a вiсhа morar no Rio de Janeiro, levantava todo dia cedo, ia até o calçadão e ficava vendo aquelas gostosas praticando cooper e assim foi esquecendo dos homens. Um certo dia ao acordar, notou que estava com uma dor terrível no saco, mais como o seu médico tinha recomendado um amigo dele, foi até o consultório e explicou que estava com uma рuта dor no saco.
O médico como um primeiro diagnóstico:
— Você deve ter alguma coisa na próstata, vamos fazer um exame.
— Abaixe a calça — disse o médico, colocando aquela luvas de borracha na mão.
Ele abaixou as calças, sentiu um friozinho no cu e arrebitou a bundinha. O médico vai com o "pai de todos" e vai introduzindo devagarinho. Aí a bichinha — Aaaaiiiii!
O médico vira o dedo lá dentro e a вiсhа:
— Aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaiiiiiiiiii!
— Está doendo? — diz o médico.
— Nãããooooo... — diz a вiсhа.
Aí o médico tira o dedo, põe de novo, um pouco mais fundo e a вiсhа:
— Aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaiiiiiiiiiiiii que рuта saudade de Campinas!
O sujeito vai ao médico desesperado:
— Doutor, tenho um sério problema de ejaculação precoce.
— Não se preocupe, eu tenho um ótimo método para curar isto. O senhor tem alguma arma?
— Tenho um revólver 38... Mas por que a pergunta?
— Eu tenho uma tática que sempre dá certo: Quando estiver fazendo amor com sua esposa e sentir que vai ejacular, o senhor dá dois tiros pra cima. Assim a cabeça desanuvia um pouco e o senhor não ejacula tão precocemente!
O sujeito acha um pouco estranho, mas agradece e resolve tentar, afinal tudo é válido para satisfazer sexualmente a sua esposa.
Um mês depois ele volta ao consultório e o doutor o recepciona:
— E então, a terapia deu certo? — pergunta o doutor.
— Que nada. Foi um desastre!
— Como? O que aconteceu?
— Uma noite eu cheguei em casa e a minha mulher estava cheia de fogo, pelada na cama.
Nós começamos fazendo um 69. Quando eu senti que ia gozar, fiz como o senhor mandou, peguei o revólver e dei dois tiros pra cima.
— E então? — pergunta o médico, curioso.
— Aí minha mulher tomou um susto, mordeu meu pinto, peidou na minha cara e pra completar saiu de dentro do armário um cara gritando:
— Não me mate! Não me mate!
O Rei Artur estava pronto para ir às Cruzadas e antes de partir, foi ver Merlin e pediu-lhe para que fabricasse o melhor cinto de castidade que pudesse existir, para que nenhum cavaleiro pudesse tentar contra a virtude da sua linda esposa.
No dia seguinte, Merlin volta com um cinto de castidade ultra moderno, mas que preocupou o Rei por um detalhe:
— Merlin! — berrou ele. — Você pensa que sou вurrо? Esse cinto de castidade tem um buraco justamente onde não poderia ter! Por acaso você quer se aproveitar de sua invenção para se envolver com a minha esposa?
Antes que o rei mandasse executá-lo, ele se justificou:
— De forma alguma majestade! Observe que no buraco tem uma pequena guilhotina com uma lâmina afiada, que funciona sempre que se introduz algo no buraco.
— Oh, excelente! — responde o rei, todo satisfeito.
Três anos depois, ele volta das Cruzadas e convoca todos os cavaleiros:
— Vamos lá! Baixem as calças, é hоrа do exame médico!
Todos os cavaleiros alinham-se em frente ai Rei, baixam as calças e para espanto e estupefação dele, todos estão capados, com exceção do seu fiel amigo Lancelot.
Vendo que o seu fiel amigo não o traiu, agarra-o pelos ombros e diz:
— Lancelot, estou orgulhoso de ti. Enquanto nenhum dos outros resistiu à tentação de dormir com a Rainha, tu conseguiste domar os teus impulsos, em nome de nossa amizade. Por isso, concedo-te o que quiseres. Faça a tua escolha!
Mas Lancelot não disse nada... Estava mudo!
Depois de um ano de tratamento, o psiquiatra fala para o paciente:
— Seu Jorge, você está totalmente curado da cleptomania.
— Ai, doutor! Graças a Deus!
— Graças a Deus, não! — discorda o médico — Graças a mim! O senhor vai pagar com cheque ou em cartão?
— Ah, eu pago em dinheiro, doutor. Estou tão feliz!
— Muito bem. — exclama o psiquiatra, sorrindo — Para provar que está curado, quero que saia daqui e vá direto ao shopping. Você vai ver que não vai sentir vontade de roubar nada.
— Ai, doutor... Mas e se eu tiver uma recaída?
— Bem, nesse caso, você pode trazer um celular novo pra mim?