Piadas sobre filmes e atores

O cara estava desesperado. Tinha perdido o emprego, não achava mais outro, o banco não queria mais soltar um tostão, os amigos quando viam ele atravessavam a rua. E olha que o cara tinha mulher e dis filho pra sustentar. No fim o cara não viu outra saída a não ser se matar. Tirou o revolver da gaveta, apontou pra cabeça, mas antes de puxar o gatilho teve uma idéia: ele ia escrever pra Deus, que Deus já ajudou muita gente. Ele escreveu uma carta: Sr. Deus, eu tô na pior, não tenho mais dinheiro, ninguém me empresta mais algum e eu tenho mulher e diz filhos, etc. Será que dava pro Sr. me mandar 1000 reais pra aliviar a minha situação por aqui? Fechou e botou a carta numa caixa de correio.
O funcionário do correio viu uma carta escrita pra Deus, Céu. Como ele não sabia o que fazer com ela, resolveu abrir. Abriu, leu e sentiu o drama, mostrou prós colegas de trabalho, todo mundo estava ali quase chorando, daí resolveram ajudar o coitado. Fizeram uma vaquinha: todo mundo na seção deu um pouco, daí juntaram mais nas outras seções e com os clientes. No fim deu 900 reais. Mandaram pro cara. O cara recebeu, deu pulos de alegria, contou o dinheiro, e contou de novo.
Depois de uma semana o pessoal do correio recebeu mais uma carta endereçada a Deus. Abriram, e lá estava: Sr. Deus, muito obrigado pela ajuda, muito obrigado mesmo, essa remessa salvou a minha vida. Eu só queria pedir o seguinte: a próxima vez que o Sr. mandar dinheiro, por favor manda em cheque que o pessoal do correio já afanou 100 paus!
Uma dona de casa estava em seu apartamento, tranquila, quando o telefone toca. Ela atende, e escuta do outro lado uma voz grossa e assustadora dizer:
— Alô! Aqui é o Dedo sangrento. Estou a 9 planetas do seu.
— Ah, deve ser um trote.
*** No outro dia, recebe a mesma ligação.
— Alô! Aqui é o Dedo sangrento. Estou a 8 planetas do seu.
— Menino levado!!!
*** No outro dia, -Alô! Aqui é o Dedo sangrento. Estou a 7 planetas do seu.
— Olha, eu vou chamar a polícia!!!
*** No outro dia, com uma voz mais assustadora ainda:
— Alô! Aqui é o Dedo sangrento. Estou a 6 planetas do seu.
— Olha menino, eu vou instalar um identificador de chamadas, e vou pegar o seu número e falar pra polícia!!!
*** No dia seguinte:
— Alô! Aqui é o Dedo sangrento. Estou a 5 planetas do seu.
— Rrrr!!!
*** Mas, no dia seguinte:
— Alô! Aqui é o Dedo sangrento. Estou a 4 planetas do seu. Isso não é um trote, me espere!!!
E desligou. A mulher começou a ficar preocupada...
*** Dias depois:
— Alô! Aqui é o Dedo sangrento. Ha, ha, ha!!! Estou a 1 continente do seu.
A mulher começou a ficar mais nervosa...
*** Dias depois:
— Alô! Aqui é o Dedo sangrento. Estou a 6 países do seu.
A mulher ficava cada dia mais nervosa...
*** -Alô! Aqui é o Dedo sangrento. Estou a 5 países do seu. Ha, ha, ha!!!
E as ligações tornaram-se mais frequêntes, e, mesmo com o identificador de chamadas, a mulher não conseguia identificá-las.
*** 3 horas depois:
— Alô! Aqui é o Dedo sangrento. Estou a 6 estados do seu.
— Ai, meu De-e-e-eeeusss!!!
*** Meia hоrа depois:
— Alô! Aqui é o Dedo sangrento. Estou a 3 estados do seu.
*** A mulher resolveu tomar uma providência. Mudou de apartamentos, mandou blidar o carro (com pagamento à prazo, pois era pobre!), etc...
Mas, um certo dia, o telefone toca, e:
— Alô?
— Alô, quem é?
— Bom dia, aqui é o Dedo sangrento!!! Estou na sua cidade!!! Ha, ha, ha!!!
A mulher passou mal, foi pro hospital e ficou dias lá.
*** Mas, ao voltar, recebeu um telefonema:
— Alô! Aqui é o Dedo sangrento. Estou no seu, prédio.
*** 10 minutos depois, outra ligação:
— Alô! Aqui é o Dedo sangrento. Estou no seu andar!!!
*** 1 minuto depois:
— Alô! Aqui é o Dedo sangrento. Estou chegando!!!
A mulher podia ouvir seus passos, pesados, e de repente, ouve uma batida na porta e atende:
— Oi, eu machuquei meu dedo, você tem band-aid para emprestar?
Tinham três homens fazendo sauna: um americano, um japonês e um brasileiro.
Papo vai, papo vem, e escuta-se um barulho de sinal de bipe. O americano vai até a porta, coloca o dedo indicador próximo à orelha e após alguns segundos retorna ao seu lugar.
O brasileiro encucado com aquilo pergunta:
— Ô americano. O que é isso? Eu ouvi um barulho de bipe e você toca enfia o dedo na orelha! Quê isso rapaz?
— Americano responde: Foi o meu bipe, só que eu tenho um microchipe na ponta do dedo para ouvir as mensagens. É tecnologia americana brasileiro.
— O brasileiro pensa: Роrrа! Esses americano são fоdа memo né rapais. Роrrа!
Depois de alguns minutos toca um celular. O japonês simplesmente toca a palma da mão direita com o dedo indicador esquerdo e leva a mão direita ao rosto como se estivesse falando ao telefone. Fala alguns segundos e desliga o suposto celular.
O brasileiro mais encucado que nunca rompe o silêncio mais uma vez:
— Ô japa! Cê tá doido rapais?! Toca um celular e você começa a conversar com a mão cara. Que isso meu!
O japones: Não brasileiro. É que eu tenho um microchipe implantado na palma da mão que substitui o aparelho celular. É tecnologia japonesa né!
O brasileiro apavorado c/ aquele tanto de tecnologia pensou: Роrrа! Os cara são fоdа вiсhо! Eu também tenho que demonstrar alguma tecnologia brasileira, senão fiса feio pro Brasil caramba.
Dois minutos depois o brasileiro sai da sauna, retornando em alguns segundos com um chumaço de papel higiênico enfiado no rаво, e o papel arrastando pelas pernas até o chão.
O americano espantado com aquela cena perguntou:
— Ô brasileiro! Que é esse papel aí enfiado na sua bunda arrastando pelo chão rapaz.
— Brasileiro: É que eu estou recebendo um fax. É tecnologia brasileira.
AS DUAS VIZINHAS Havia duas vizinhas que viviam em pé de guerra. Não podiam se encontrar na rua que era briga na certa.
Depois de um tempo, dona Maria descobriu o verdadeiro valor da amizade e resolveu que iria fazer as pazes com dona Clotilde. Ao se encontrarem na rua, muito humildemente, disse dona Maria:
— Minha querida Clotilde, já estamos nessa desavença há anos e sem nenhum motivo aparente. Estou propondo para você que façamos as pazes e vivamos como duas boas e velhas amigas.
Dona Clotilde, na hоrа, estranhou a atitude da velha rival e disse que iria pensar no caso. Pelo caminho foi matutando:
— Essa dona Maria não me engana: está querendo me aprontar alguma coisa e eu não vou deixar barato. Vou mandar-lhe um presente para ver sua reação.
Chegando em casa, preparou uma bela cesta de presentes, cobrindo-a com um lindo papel, mas encheu-a de esterco de vаса. "Eu adoraria ver a cara da dona Maria ao receber esse 'maravilhoso' presente. Vamos ver se ela vai gostar dessa". Mandou a empregada levar o presente à casa da rival, com um bilhete:
"Aceito sua proposta de paz e, para selarmos nosso compromisso, envio-te esse lindo presente".
Dona Maria estranhou o presente, mas não se exaltou. "Que ela está propondo com isso? Não estamos fazendo as pazes? Bem, deixa pra lá.". Alguns dias depois, dona Clotilde atende a porta e recebe uma linda cesta de presentes coberta com um belo papel.
— É a vingança daquela asquerosa da Maria. Que será que ela me aprontou!
Qual não foi sua surpresa ao abrir a cesta e ver um lindo arranjo das mais belas flores que podiam existir num jardim, além de um cartão com a seguinte mensagem:
"Estas flores são o que te ofereço em prova da minha amizade.
Foram cultivadas com o esterco que você me enviou e que proporcionou excelente adubo para meu jardim.
Afinal, cada um dá o que tem em abundância em sua vida".