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A família jantava tranquila quando, de repente, a filha de 11 anos comenta:
— Tenho uma má notícia... Não sou mais Virgem! Sou uma vаса! — E começa a chorar, visivelmente alterada, com as mãos no rosto e um ar de vergonha. Silêncio sepulcral na mesa.
De repente, começam as acusações mútuas:
— Isto é por você ser como é! — marido dirigindo-se à mulher — Por se vestir como uma рuта barata e se arreganhar para o primeiro imbecil que chega aqui em casa. Claro que isso tinha que ocorrer, com este exemplo que a menina vê todo dia! E você — pai apontando para a outra filha de 19 anos — que fiса se agarrando no sofá e lambendo aquele palhaço do teu namorado que tem jeito de viаdо. Tudo na frente da menina!
A mãe não aguenta mais e revida, gritando:
— E quem é o idiота que gasta metade do salário com as putas e se despede delas na porta de casa? Pensa que eu e as meninas somos cegas? E além disso,que exemplo você pode dar se, desde que assinou esta maldita TV a cabo, passa todos os finais de semana assistindo a pornôs de quinta categoria?
Desconsolada e à beira de um colapso, a mãe, com os olhos cheios de lágrimas e a voz trêmula, pega ternamente na mão da filhinha e pergunta baixinho:
— Como foi que isso aconteceu, minha filha?
E, entre soluços, a menina responde:
— A professora me tirou do presépio! A Virgem agora é a Vanessa, eu vou fazer a vaquinha.
Portugal resolvera provar que esta estória do Português ser вurrо era tudo invenção. Então reuniu 50 mil portugueses em um estádio de futebol em Lisboa para um теsте. O locutor pediu um voluntário para o теsте e lá foi o Manoel.
— Senhor Manoel, me diga quanto é três mais três?
— Ora, esta é fácil, é 7.
— Sinto muito, mas...
A multidão começou então a berrar:
— Mais uma chance, mais uma chance!
O locutor concordou:
— Então me diga quanto é dois mais dois?
— Ora, mais fácil ainda, é 5.
— Não, eu realmente...
E a multidão:
— Mais uma chance, mais uma chance, mais uma chance...
— Tudo bem, pela ultima vez; quanto é um mais um?
— Dois.
E a multidão prontamente:
— Mais uma chance, mais uma chance!
Ontem à noite fiz amor com a minha mulher quatro vezes seguidas, disse o argentino, e de manhã, ela me disse que me amava muito!
— Ah, ontem à noite fiz amor com a minha seis vezes, disse o boliviano, e de manhã ela fez um delicioso café da manhã e disse que eu era o homem da vida dela...
Como o brasileiro ficou calado, o argentino perguntou:
— Quantas vezes é que fez amor com a sua mulher ontem à noite?
— Uma — respondeu o brasileiro.
— Só uma? — Exclamou o boliviano — E de manhã, o que é que ela disse?
— Fiса aí, não para não, que tá muito bom!
Chega a vez do sujeito no médico, como o médico é novo na cidade ele entra desconfiado. Logo que põe a cara na porta o médico sentencia.
— Você está com diabetes.
— Que é isso doutor, eu já fui em muitos médicos e nunca nenhum deles me disse isso, principalmente sem me examinar. O senhor não sabe nem o meu nome.
— Nem preciso saber, tu tá com diabetes. O seu problema é só esse.
— Mas doutor o senhor não vai me examinar ou pedir um exame de laboratório?
— Se você faz questão leva esse vidrinho e traz a sua primeira urina de amanhã.
— Mas não precisa levar no laboratório?
— Não pode trazer que eu mesmo examino.
— Esse médico tá de sасаnаgем comigo, eu vou à forra — pensou o paciente.
No dia seguinte o cara dá uma mijadinha no vidro, e pede à filha, à esposa, ao filho e ao сасhоrrо para fazerem o mesmo, depois ainda pega umas gotas de óleo do carro e leva tudo junto no vidro para o doutor.
No consultório assim que ele entra o médico já manda.
— Da cá o exame.
O médico olha o vidrinho, ali mesmo sentado em sua mesa, contra a luz do teto.
— O senhor não vai colocar no microscópio?
— Não precisa, daqui eu já vi tudo. Sua esposa tem sífilis, sua filha está grávida, seu filho tem AIDS, seu сасhоrrо tem raiva, o motor do seu carro está fundindo, e você continua com diabetes.
Marido chega em casa e pega a esposa, na cama, com um garotão, 25 anos, forte, bronzeado, cheio de amor prá dar. Arma o maior barraco, mas a mulher o interrompe:
— Antes, você deveria ouvir como tudo isso aconteceu... Na rua, vi esse jovem maltrapilho cansado e faminto. Então, com pena do estado dele, eu o trouxe para casa. Dei a ele aquela refeição que eu havia preparado para você ontem. Como você chegou tarde e satisfeito com o tira-gosto do boteco e não comeu, eu guardei o jantar na geladeira, lembra-se? Ele estava descalço, então dei a ele, aquele seu par de sapatos que, como foi minha mãe que te deu, você nunca usou.
E continuou aumentando o tom de voz:
— Ele estava com sede e eu servi aquele vinho que estava guardado para aquele sábado que você prometeu mas que nunca chega pois, num dia é futebol, no outro truco, no outro pescaria. As calças estavam rasgadas, dei-lhe aquele seu jeans semi-novo que ainda estava em perfeito estado, mas não cabia mais em você. Como ele estava sujo, aconselhei-o a tomar um banho, fazer a barba, então dei a ele aquela loção francesa novinha que você nunca usou, porque acha fedorenta. Daí, quando ele já ia embora, perguntou:
"— Dona, tem mais nada que seu marido não esteja usando?"
— Nem respondi! Dei logo!
Um dia na escola a professora Marieta fala:
— Meus queridos aluninhos, hoje eu vou lhes ensinar o que é verso e o que é prosa. É bem simples, verso é aquilo que rima e prosa é aquilo que não rima.
Professora diz:
— Marquinho, fale-me um verso.
Marquinho diz:
— Em cima daquele morro, tem dois sacos de cimento, quando um bate no outro é sinal de casamento.
Professora diz:
— Agora você Joãozinho, fale-me um verso:
Joãozinho diz:
— Professora bonitinha, que se chama Marieta, a senhora tem cabelo...
A professora interrompe e diz:
— Não Joãozinho... mude tudo, agora eu quero prosa.
Joãozinho diz:
— Tudo bem... Professora bonitinha que se chama Marieta, a senhora tem cabelo no cu.
Tinha um papagaio que todos os dias ia ao galinheiro e comia todas as galinhas. O dono das galinhas ficava furioso porque elas não conseguiam botar ovos nem chocá-los e vivia ameaçando o papagaio:
— Um dia eu ainda torço o seu pescoço...
Um belo dia o dono das galinhas pegou o papagaio no puleiro traçando uma das penosas, pegou-o pelo pescoço, torceu-o e jogou-o no meio do quintal. Depois de alguns minutos, com remorso, o dono das galinhas foi até o quintal para ver o papagaio. O papagaio estava caído, de asas abertas, barriga prá cima e vários urubus sobrevoando-o, parecendo estar morto. O cara, então, aproximou-se e perguntou:
— Papagaio, você está vivo?
O papagaio respondeu:
— Sai prá lá pô! Não está vendo que eu estou paquerando as moreninhas ali em cima?