Melhores piadas

O turco Salim chega ao banco e fala para o gerente:
— Eu quer fazê uma embréstimo!
Surpreso, o gerente pergunta para Salim:
— Você, Salim, querendo um empréstimo? De quanto?
— Uma real.
— Um real? Ah, isso eu mesmo te dou.
— Não, não! Eu querer embrestado da banco mesmo! Uma real!
— Bem, são 12% de juros, para 30 dias...
— Zem broblema! Vai dar uma real e doze zentavos. Onde eu assina?
— Um momento, Salim. O banco precisa de uma garantia. Sabe como é, são as normas.
— Bode begá meu Mercedes zerinha, que tá lá fora e deixá guardado no Garagem da banco, até eu bagá a embréstimo. Tá bom azim?
— Feito!
Chegando em casa, Salim diz para Jamile:
— Bronto, nóis já bode viajá вrа Turquia zem breogubazon. Conzegui dexar a Mercedes num garagem do Banco do Brasil bor 30 dias, e eu só vai bagá doze zentavos.
Num seminário promovido pelo Movimento Feminista, uma americana faz o seu discurso:
— Na semana passada eu cheguei em casa e fui logo falando ao John que a partir daquele momento ele cuidaria da casa, cortaria a grama e faria o jantar. No primeiro dia, não vi nada. No segundo, não vi nada. Mas, no terceiro, a grama estava cortadinha e, a casa, um brinco.
Após longos aplausos, uma alemã também resolveu fazer o seu depoimento:
— Na semana passada eu cheguei em casa e disse ao Hans que a partir daquele momento ele compraria a cerveja e cozinharia o seu próprio chucrute. No primeiro dia, não vi nada, no segundo, também não, mas, no terceiro, a cerveja estava geladinha sobre a mesa, ao lado do chucrute, que por sinal estava uma delícia!
Mais aplausos pela vitória feminista. Então foi a vez da brasileira:
— Na semana passada, eu cheguei para o Zé e disse que ele teria de lavar a roupa, limpar o banheiro e fazer as compras. No primeiro dia, não vi nada. No segundo, também não vi nada. Foi só no terceiro dia que meu olho começou a desinchar...
Toda vez que o padre viajava, o papagaio aproveitava para ligar para a sua família no Amazonas. E ficava horas e horas pendurado no telefone. Até que um dia, o padre teve de voltar antes do esperado e pegou o вiсhо no flagra.
— Agora eu entendi porque quando viajo a conta telefônica vem tão cara!
— Currupaco! Currupaco! — fez o papagaio. — Não briga comigo não! Juro que não faço mais isso!
— Eu tenho certeza de que não vai mais fazer — ponderou o padre, — depois do castigo que eu vou lhe dar.
E pegando dois pregos enormes, pregou o bichinho na parede com as asas abertas.
— Pronto! Vai ficar aí durante uma semana pra aprender a se comportar.
O papagaio ralhou por algumas horas, mas depois se conformou. Afinal, uma semana não era tanto tempo. Nisso, percebeu que ao seu lado havia um crucifixo.
— Ei, cara! — disse, voltando-se para o crucifixo. — Há quanto tempo você está pregado aí?
Ao que Jesus respondeu:
— Há dois mil anos!
— Рuта que o pariu! — surpreendeu-se o papagaio. — Você ligou pra onde?
Saindo do supermercado um homem se depara com uma inusitada procissão de funeral. Achou aquilo muito estranho e parou para olhar. Primeiro vinha um caixão preto. Depois, um segundo caixão preto.
Em seguida, um homem sozinho, levando um doberman na coleira. Finalmente, atrás dele, uma longa fila indiana só de homens. Não contendo a curiosidade, ele se aproxima delicadamente do homem com o сасhоrrо, e diz baixinho:
— Meus sentimentos por sua perda... Eu sei que o momento não é apropriado, mas eu nunca vi um enterro assim! O senhor poderia me dizer quem faleceu?
— Bem... No primeiro caixão está a minha esposa.
— Puxa! Sinto muitíssimo! O que aconteceu com ela?
— Meu сасhоrrо... ele a atacou...
— Nossa, que tragédia! E o segundo caixão?
— Está minha sogra… ela tentou salvar a filha… Fez-se um silêncio consternado. Os dois olham-se nos olhos.
— Me empresta o сасhоrrо?
— Entra na fila.