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Zezinho era muito conhecido na sua cidade, todos que passavam diziam:
— E aí Zezinho, beleza?
Em outros lugares a mesma coisa:
— E aí Zezinho, tranquilo?
E era assim todos os dias, sempre muito cumprimentado. Um amigo seu achou inacreditável e decidiu fazer uma aposta com Zezinho, garantindo que ele não era conhecido na Europa. E chegando lá:
— E aí Zezinho, beleza?
— Não é possível,todo mundo conhece ele! — dizia o amigo.
Sem dar-se por vencido levou Zezinho ao Vaticano.
— Se liga, vai lá no palco e acena para a multidão do lado do papa.
E Zezinho foi. Ao chegar lá, Zezinho ficou ao lado do papa, botou a mão no ombro dele e acenou para a multidão.
Lá de baixo seu amigo, contando vitória, chegou para um fiel e perguntou:
— Aí, você conhece aquele cara ali no palco?
E o fiel:
— Quem, aquele que está do lado do Zezinho?
Um bravo indiozinho, filho do chefe Grande Cabeça Nеgrа e Grossa, aproximou-se do pai numa manhã de radioso Sol e perguntou-lhe:
— Meu pai, por que é que os nomes dos índios são tão compridos, e não são como os dos caras-pálidas que se chamam Zé, Mané ou João?
— Meu Filho, os nossos nomes são um símbolo da beleza natural de tudo o que acontece e representam a riqueza da nossa cultura na sua forma de expressão.
— Como assim?
— Por exemplo, a tua irmã chama-se Lua Cheia no Grande Lago porque foi feita numa noite em que eu e a tua mãe andávamos a passear à beira dele numa noite de luar, nos abraçamos, beijamos e o amor gerou a vida dela.
— Humm...
— Olha, o teu irmão chama-se Grande Corcel das Pradarias Imensas porque um dia vinha com a tua mãe a regressar à aldeia pela pradaria, fora estava muito sol, resolvemos descansar, abraçamo-nos, beijamo-nos e ele foi gerado.
— Ah!
— O que queres tu saber mais, meu pequeno Camisinha de Меrdа Furada Vinda da China?
Toda tarde, quando ele saía do trabalho e ia para o ponto de ônibus, passava um desconhecido de automóvel e gritava:
— Ei, соrnо manso!
Depois de uma semana, o insultado começa a desconfiar e pede explicações à mulher.
— Não se preocupe, meu bem. É algum louco que faz isso em tudo quanto é ponto de ônibus.
No dia seguinte, o desconhecido do automóvel repete o insulto, com um acréscimo:
— Ei, соrnо manso! E, além de соrnо, fofoqueiro!
Um dia uma universitária carioca resolveu fazer uma pesquisa com as crianças das escolas de 1ª a 4ª série do interior. Chegando na sala de 4° série, ela explicou o que estava a fazer lá e começou:
Mariazinha, por favor me fale um adjetivo, e ela respondeu:
— Biscreta.
A universitária disse:
Não é biscreta é bicicleta. Além do mais, não é um adjetivo é um substantivo. Depois ela perguntou para o Pedrinho:
— Pedrinho, pode me falar um substantivo?
— Sim, fessora, azurrr.
A universitária:
— Não é azurrr é azul. Além do mais não é substantivo é adjetivo.
Então, a universitária, já impaciente, vira para joãozinho e pergunta:
— Joãozinho, pode me dizer um verbo?
Joãozinho responde:
— Hospedar.
A universitária:
— Muito bem, você acertou.
E então a universitária, entusiasmada completa:
— Joãozinho, já que foi o único que acertou, diga para a turma uma frase com o verbo hospedar.
Joãozinho:
— Ta bem, fessora: Ospedar da biscreta é azurrr.
Um cliente foi a um hotel e perguntou ao proprietário:
— O quarto 33 está vazio?
O dono do hotel respondeu que sim, estava vazio e o cliente perguntou se poderia apenas reservar para uma noite. O dono respondeu que sim, mas antes de subir, o cliente fez um pedido ao proprietário:
— Uma faca preta e uma linha de seda branca de 33 cm de comprimento e uma laranja pesando 66 gramas.
O dono admirou-se pelos estranhos pedidos mas os providenciou. Por coincidência o quarto do dono do hotel ficava no andar debaixo do quarto 33 e depois da meia-noite ele escutou sons muito estranhos como se fossem animais, e vozes! Sentiram-se sons abafados de alguém batendo. De manhã e antes de o cliente sair o proprietário do hotel pediu para verificar o quarto mas encontrou tudo impecável. O fio de seda e a faca preta na mesa, a laranja inteira, e tudo no lugar. O cliente pagou a conta da noite a dobrar e também deu mais gorjeta do que os outros clientes.
Passou-se um ano e o dono do hotel esqueceu-se do assunto. A 1 de março do ano seguinte ficou surpreso com o mesmo homem! Quando o viu, ele lembrou-se do que tinha acontecido no ano anterior. O cliente voltou a solicitar o quarto 33, uma faca nеgrа, um fio de seda de 33 cm e uma laranja de 66 gramas. O dono do hotel decidiu ficar acordado para ver se descobria tal mistério. Após a meia-noite, começaram os mesmos sons que tinha ouvido no ano anterior, mas desta vez mais alto. Pela manhã o cliente saiu e pagou a conta a dobrar e deu uma boa gorjeta. O proprietário do hotel ficou ainda mais intrigado! E a escolha do quarto 33? E a faca preta? E o peso da laranja? E o comprimento da linha de seda?
Ao longo do ano ele esperou, ansioso, pelo mês de março. E na manhã do dia 1 de março, pelo terceiro ano consecutivo, lá apareceu o cliente e pediu as mesmas coisas. O dono do hotel ficou acordado, disposto a descobrir o mistério, mas sem resultados... os mesmos sons foram ouvidos sempre com maior intensidade. Pela manhã antes do cliente sair, quando veio pagar a conta, o dono do hotel disse que queria saber o que se passava. O cliente respondeu:
— Se eu lhe disser o segredo promete não contar a ninguém?
O proprietário do hotel disse:
— Eu prometo, não falo a ninguém, não importa o que me disser!
E de fato, o dono do hotel não contou a ninguém... ninguém, até hoje, sabe o que se passou. Nem eu sei o segredo e estou morrendo de curiosidade!
Após uma longa e caliente lua de mel o maridão todo cheio de nove horas diz para a esposa:
— Querida, nossa lua de mel foi uma maravilha, mas existem algumas regras que você deve saber e respeitar para termos o nosso casamento feliz.
— Ok. Querido! Quais são as regras?
— Bem, nas segundas e quartas, eu tenho um compromisso sagrado: eu saio para jogar futebol com os amigos. Eu já faço isso há anos com a mesma turma da faculdade, não vai nenhuma mulher e com casamento ou sem casamento eu vou!
— Ok. Meu amor! Tudo bem!
— Bem, nas terças e quintas, eu tenho um outro compromisso sagrado: eu saio para ir a sauna com os amigos. Eu já faço isso há anos, com alguns amigos.
Não vai nenhuma mulher e com casamento ou sem casamento eu vou!
— Ok. Meu amor! Tudo bem!
— Nas sextas-feiras eu tenho um compromisso quase profissional: eu saio para tomar cerveja com o pessoal do escritório. É o lado social do nosso trabalho... você sabe como é! Eu já faço isso há anos...
Não vai nenhuma mulher e com casamento ou sem casamento eu vou!
— Ok. Meu amor! Tudo bem!
— Poxa! Que bom que você entendeu tudo direitinho!
Encontrei a mulher certa! A minha turma vai ficar morrendo de inveja da minha sorte!
— Vamos nos dar muito bem, querida...
Quando ela faz um aparte...
— Espere um pouquinho meu amor! Eu também tenho uma regra que eu quero continuar seguindo, é apenas uma, e depende muito de você!
— E qual é, meu amor?
— Todas as noites, com marido ou sem marido, eu transo!
Um fabricante de pregos, de nome Garcia, decidiu publicitar a sua marca. Dirigiu-se então a uma agência de publicidade e disse que queria um anúncio, algo relacionado com a religião. No domingo seguinte, quando foi à missa, ouviu da boca do padre:
— Garcia deves ser excomungado!
— Por quê? - perguntou o homem.
— Vai lá fora ver - respondeu o padre. Garcia foi e viu um grande anúncio mostrando Jesus pregado na cruz. Em baixo dizia:
"Com pregos Garcia, dois mil anos de garantia!"
De imediato, Garcia foi à agência de publicidade pedir que mudassem o anúncio. No domingo seguinte, o padre, mais zangado ainda, disse de novo:
— Garcia vais ser excomungado!
— Por quê? - disse Garcia.
— Vai lá fora ver!
Desta vez, Garcia encontrou um anúncio que mostrava a cruz bem levantada e Jesus caído no chão, e em baixo dizia:
"Com pregos Garcia, nada disto acontecia!"
E mais uma vez Garcia pediu à agência que fizesse o anúncio sem a imagem de Jesus. No domingo seguinte, o padre, já fora de si, gritava:
— Excomungado sejas, Garcia!
Sem precisar de mais palavras, Garcia foi ver o seu novo anúncio. Este, desta vez, mostrava a cruz bem levantada e alguns pregos no chão. Em baixo dizia:
"Com pregos Garcia, ele não fugia!"
Primeira e única viagem do Titanic.
Na véspera do grande desastre, um dos passageiros, Mister M, o senhor de todos os sortilégios e azarilégios e príncipe dos dedo-duros, resolveu fazer um show.
Mas, para o seu desespero, durante todo o espetáculo um papagaio ficava antecipando o que o mágico ia fazer.
Mister M pegava a cartola e o papagaio emendava:
— Agora vem um coelho!
Dito e feito! Um coelho saía da cartola.
Mister M pegava um baralho e o papagaio:
— Agora ele vai tirar um Ás de Espada!
E lá vinha o Ás de Espada.
Irritadíssimo, Mister M tinha decidido terminar o espetáculo quando, de repente... pumba... o navio bate no Iceberg.
Já na água, flutuando sobre um dos destroços, o papagaio encontra Mister M, nadando desesperadamente e lhe diz:
— Роrrа! Essa de sumir o navio eu não conhecia!
O japonês entra no ônibus na rodoviária do Tietê, e pede ao motorista:
— Olha, eu estou indo só até Taubaté, mas, como este ônibus está indo para o Rio de Janeiro, e eu estou muito cansado, temo não acordar e passar do ponto, de forma que eu gostaria que o senhor me acordasse assim que chegarmos a Taubaté.
— Não tem problema – responde o motorista – não me esquecerei.
— Tem mais uma coisa – diz o japonês – quando eu acordo fico muito, mas muito mal humorado; caso eu xingue, brigue, ofenda o senhor, recusando-me a descer, não me leve a mal, pode até me jogar para fora do ônibus, contanto que seja em Taubaté.
— Pode deixar comigo – diz o motorista.
Só que, quando o japonês acorda, para sua surpresa, dá de cara com o Corcovado. Enfurecido, parte para cima do motorista, esbravejando e xingando-o de tudo que é palavrão.
Um passageiro, comenta com o colega:
— Puxa! Mas que japonês nervoso!
Ao que o outro retruca:
— Nervoso? Isso não é nada! Você tinha era que ver o outro japonês que ele pôs pra fora em Taubaté.
O sujeito entra em um bar com um papagaio no ombro e muitas mulheres gostosas à sua volta.
— Garçom, me vê um Martini pra ruiva, uma tequila pra morena, uma cerveja pra loira e 10 cheesburgueres pro papagaio.
O garçom acha aquilo muito estranho, mas atende o pedido e assiste o papagaio comendo freneticamente.
No dia seguinte o mesmo sujeito aparece no bar com outras mulheres, o mesmo papagaio no ombro e repete o pedido. Novamente o garçom atende e assite a cena, abismado. No terceiro dia, o garçom não resiste e pergunta:
— Desculpe, amigo... Mas você pode me satisfazer uma curiosidade?
— Já sei... — adivinha o sujeito — Você quer saber por que o meu papagaio come tanto?
O garçom acena com a cabeça.
— Bom, um dia desses eu estava andando na rua e encontrei uma lâmpada mágica. Esfreguei e saiu um gênio que me disse pra fazer três pedidos. Primeiro eu pedi pra ser muito rico e hoje eu sou uma das pessoas mais ricas do país. Depois eu pedi pra viver cercado de mulheres maravilhosas e o gênio me mandou essas gatas que você está vendo. E, por último, eu pedi pra ter um passarinho insaciável. Aí o sacana me deu esse louro filho da рuта!