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Melhores piadas - Page 159
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Para acabar com discussões sobre qual é a melhor polícia do mundo foi realizada uma competição com o FBI, a Scotland Yard e uma seleção das РМs do Rio de Janeiro e São Paulo.
O теsте era o seguinte: os organizadores soltariam um coelho na floresta e a polícia que achasse o вiсhо mais rapidamente ganhava.
O FBI foi o primeiro. Usando fotos de satélite, análise de DNA dos pêlos encontrados, helicópteros etc o coelho foi encontrado em 3 horas e 14 minutos.
Então foi a vez da Scotland Yard. Usando analistas de comportamento, psicólogos, estudiosos da espécie dos coelhos e cenouras com sonífero, eles capturaram o coelho em 1 hоrа e 30 minutos. O FBI ficou arrasado.
Então, finalmente, foi a vez da nossa PM. Com uma Veraneio 74, com o porta-malas amarrado por uma corda (o fecho da tampa caiu em 1982) 5 homens com o corpo pra fora do carro, batendo nas portas em alta velocidade, eles adentraram à floresta.
Voltaram em 23 minutos, deixando todos muito impressionados. Então eles abriram o porta-malas do camburão (desamarrando a corda) e lá dentro estava um gambá, todo encolhido, cheio de hematomas, gritando:
— Eu sou um coelho! Eu sou um coelho! Eu juro que sou um coelho!
Uma missão da máfia internacional deu errado e foram detidos, em um presídio dos Estados Unidos, um alemão, um brasileiro e um português.
— Vocês ficarão em solitária por 30 anos! — disse o delegado, em voz alta — E tem direito a um único pedido! Vamos, digam o que vocês querem... Mas digam logo!
— Bem, eu quero ter uma biblioteca completa na minha cela! — disse o alemão — Eu não posso ficar sem estudar, sem pesquisar...
O brasileiro foi o segundo a se pronunciar:
— Eu quero uma mulher gostosa na minha cela! Eu não posso ficar sem mulher!
— E eu quero um caminhão de maços de cigarros! — disse o portuga — Eu não posso ficar sem fumar!
Os pedidos foram atendidos e as celas foram trancadas e, trinta anos depois, os policiais foram soltar os presidiários. Ao abrir a cela do alemão, eles o viram entretido em seus livros, cercado de centenas de formulações e teses científicas.
A segunda cela a ser aberta foi a do brasileiro. Ele estava relaxado, deitado no chão, cercado de filhos e a mulher já estava grávida de novo. Quando abriram a última cela, eles encontraram os maços de cigarro ainda fechados e o português com um cigarro na mão, dizendo:
— Fósforo! Fósforo! Pelo amor de Deus, alguém tem um palito de fósforo?
O dono do bar já estava de saco cheio com o bêbado, que todo dia vinha ali encher a cara. Numa daquelas, quando o bêbado pediu Bota mais uma, ele despejou ácido no copo. O bêbado tomou, fez uma careta, disse:
— Esta é forte, hein?
E saiu, cambaleando. Passaram-se vários dias e o bêbado não apareceu mais. O dono do bar ate ficou preocupado, pensando que tinha matado o infeliz.
Uma noite, o bêbado reaparece, já trocando as pernas, e pede uma pinga. O dono do bar serve a cachaça, o bêbado toma, faz careta, e diz:
— Esta não, eu quero é aquela que quando a gente faz xixi, enche a calçada de buraquinho.
Um policial está na estrada, chegando no Posto Rodoviário onde trabalha e avista um carro andando em baixíssima velocidade. Imediatamente ele faz sinal para o carro parar e vai falar com o motorista. Aliás, a motorista. É uma velhinha acompanhada de três amigas da mesma faixa etária.
— Não sei se a senhora sabe, mas andar devagar demais pode provocar um acidente! — adverte o guarda.
— Mas, seu guarda! Eu só estou obedecendo a sinalização! Será possível que hoje em dia, só porque ninguém respeita a sinalização...
— Um minuto, senhora! — interrompe o policial — Posso saber que sinalização a senhora está respeitando?
A velhinha não diz nada. Só aponta uma placa onde está escrito "BR-050".
— Mas, minha senhora... Aquela placa não indica o limite de velocidade e sim o número da estrada, BR-050... Olha, eu não vou multá-la se a senhora prometer ter mais atenção, tudo bem?
— Tá certo... Tá certo...
— Só mais uma coisa — torna o guarda — As demais senhoras estão passando bem? Elas parecem tão assustadas...
— Elas já vão melhorar! — responde a velhinha — É que nós acabamos de sair da BR-262...
De passagem por Tóquio, mesmo sem saber uma só palavra em japonês, o executivo brasileiro ainda assim conseguiu levar para o hotel uma garota que, por sua vez, só falava japonês.
Na cama, o orgulho do nosso herói cresceu ainda mais, pois a garota não parou de exclamar durante a noite:
— Machigai ana!
No dia seguinte, jogando golfe com um executivo local, quando este acertou um buraco de uma só tacada, o executivo resolveu surpreendê-lo com a expressão que havia aprendido:
— Machigai ana! Machigai ana! — berrou.
Ao que o industrial japonês retrucou, intrigado e em excelente português:
— Buraco errado? Por quê?
Certo dia eu estava viajando por uma rodovia e parei em um posto de serviços para abastecer o veículo e tomar um café. Então, aproveitei para ir ao banheiro e, lá chegando, no sanitário ao lado havia outra pessoa. Foi então, que ouvi:
— Oi, como vai?
Não costumo conversar com desconhecidos, principalmente em banheiros públicos, mas na condição de viajante anônimo e por educação respondi a ele:
— Eu vou bem, obrigado!
— Por onde você tem andado?
A pergunta me pareceu estúpida, mas mesmo assim respondi:
— Acredito que igual a você, estou viajando!
— Posso saber para onde vai?
Embora me sentindo incomodado com a pergunta, novamente respondi:
— Sim, claro, estou indo a São Paulo e posteriormente, ao Rio!
— Suponho que vais atrás de um bom negócio!
Totalmente arrependido de ter dado sequência à conversa, ainda respondi:
— Sim, vou! Espero que o resultado seja positivo!
— Olha, logo eu volto a te ligar, é que a bateria do meu celular está no fim e, além disso, tem um idiота aqui ao lado que responde tudo que eu te pergunto!
Tudo começou quando a turma de Direito da faculdade resolveu transformar uma célebre frase em camiseta e ela virou moda no Campus. A turma fez a seguinte frase:
"Seu namorado faz Direito? Vem cá que eu faço!"
Aí o pessoal de Medicina resolveu provocar:
"Ele pode até fazer direito, mas ninguém conhece seu corpo melhor que eu."
O pessoal de Administração não deixou por menos:
"Não adianta conhecer o corpo, fazer Direito se não souber Administrar o que tem!"
E a Turma de Agronomia mandou esta:
"Uns conhecem bem, outros fazem direito, e alguns sabem administrar o que tem, mas plantar a mandioca como nós ninguém consegue!"
E não termina por aí!
Depois foi o pessoal de Publicidade:
"De que adianta conhecer bem, fazer direito, saber administrar e plantar a mandioca se depois não puder contar pra todo mundo?"
Logo veio a turma da Engenharia participar também da brincadeira:
"De que adianta conhecer bem, fazer direito, saber administrar, plantar a mandioca, e poder contar pra todo mundo, se não tiver energia e potência para fazer varias vezes?"
Mas a frase campeã foi realmente a da Economia:
"De que adianta conhecer bem, fazer direito, saber administrar, plantar a mandioca, poder contar pra todo mundo, ter energia e potência para fazer várias vezes se mulher gosta mesmo é de dinheiro?"
Duas amigas íntimas, muito bem casadas (com seus respectivos maridos) resolveram quebrar a rotina e sair juntas, em um sábado à noite.
Depois de encher a cara e falar da vida alheia a noite toda elas resolveram voltar pra casa, caindo de bêbadas.
No caminho, uma delas falou:
— Fê, pára o carro! Eu preciso fazer xixi!
— Que coincidência! — disse a amiga Rê, parando o carro, em frente a um cemitério.
Então elas desceram, se abaixaram e começaram a mijar, na frente de um túmulo.
— Caraca! — gritou Rê — Como é que eu vou me secar? Não posso ficar ensopada desse jeito... Enquanto ela falava, Fê tirou a calcinha, se secou e jogou a dita cuja fora.
— O quê? — gritou Rê, indignada — Nunca que eu vou jogar a minha lingerie de grife fora... Eu prefiro me secar com isso aqui! — e se limpou com a fita de uma coroa de flores.
No dia seguinte, os maridos, que também eram muito amigos, comentavam:
— Rapaz, a gente tem que ficar de olho nas nossas mulheres! Você acredita que ontem a Fê chegou em casa sem calcinha?
— Putz, isso não é nada! — falou o amigo — Pior foi a Rê que chegou com uma faixa presa no rаво, escrito:
"Jamais te Esqueceremos".