Skip to main content
Certo dia, na floresta, abriu uma nova cantina. O entusiasmo era geral!!! As filas pareciam as da Expo, a cantina abria ao meio-dia mas a fila já tinha 4 horas de espera às 8 da manhã!!!! Algures pela manhã todos fartos de esperar, eis que se vê um coelhinho a correr, a correr ao longo da fila em direcção a Porta de entrada, quando de repente o elefante o agarra com a tromba:
— Onde é que tu pensas que vais coelhinho, se tens fome vais ter que esperar como os outros!!
E Pimba, com um abanão manda-o para o fundo da fila.
O coelho não desiste e volta a correr em direcção ao início da fila, desta vez quem o para é o leão:
— Onde é que tu pensas que vais coelhinho?
— Eu Errrrr.... Eu Errrr..
— Se tens fome vais ter que esperar como os outros!!
E manda-o para o fundo da fila...
O coelho volta a carga e corre o mais que pode, salta por cima de uns, por baixo de outros, fura por ali a fora até que o gorila o agarra:
— Onde é que tu pensas que vais coelhinho? Se tens fome vais ter que esperar como os outros!!
E manda-o para o fundo da fila..
O coelhinho irritado dá um alto berro e diz:
— Fodasse, se mais alguém me para juro que não abro a porta da cantina!!!!
Um touro avista uma linda vaquinha na fazenda vizinha, e não resistindo lhe passa uma cantada que faz a vaquinha se derreter toda. Então a vaquinha lhe pergunta:
— Qual o seu nome?
Ele responde em tom forte e másculo:
— El Touro Bravo.
Ela o provoca, e suspirando diz:
— Ai !! El touro Bravo, você é tão bonito, tão másculo, tão... Se você estivesse desse lado eu seria toda sua. Se não fosse essa horrível cerca de arame farpado, tão cruel nos separando.
O touro não resistindo diz a vaquinha:
— Não se preocupe meu amor, por você eu saltaria uma montanha. Quanto mais uma cerquinha mixuruca desta!
O touro tomou distância, correu e saltou, passou a cerca e ficou parado, calado. Quando a vaquinha se aproximou dele toda excitada e se esfregando nele disse:
— Ai ! Meu EL Touro Bravo.
Ele com o sembrante triste disse:
— Me chama só de EL Touro, porque o Bravo ficou enroscado na cerca.
O macaco vivia sempre feliz e de excelente humor, e ficou mais feliz ainda ao cumprir o sonho de sua vida e se casar com a girafa.
Uma semana após a boda, porém, reapareceu no barzinho que freqüentava quando solteiro e encontrou seus velhos amigos macacos. Todos se surpreenderam com a aparência lamentável do recém-casado: olheiras, respiração ofegante, ar cansado e triste.
— O que aconteceu? - perguntou um dos amigos. - Um cara como você, feliz, brincalhão, alegre, sempre pra cima, agora parece acabado...
— E eu estou mesmo acabado... A vida de casado não é fácil... antes eu estava sempre pra cima, mas agora estou pra cima, pra baixo, pra cima, pra baixo, pra cima, pra baixo...
— Como assim "pra cima, pra baixo, pra cima, pra baixo"? - interrompeu um dos macaquinhos.
— Pra cima pra beijar, pra baixo pra meter, pra cima pra beijar, pra baixo pra meter...
Houve um holocausto nuclear e só sobraram dois animais: um macaco e umelefante. Um dia, o macaco acordou excitado, virou-se para o elefante e falou:
— Que tal se a gente fizesse troca-troca?
O elefante achou legal e disse que o macaco podia começar, o danado domacaco não perdeu tempo e meteu a vara no rаво do elefante.
— E aí, elefante? - pergunta, depois de algumas bombadas.
— Tô sentindo nada... bota mais macaco!!
O macaco então enfia uma perna e pergunta de novo:
— E aí, elefante??
— Tô sentindo nada... bota mais macaco!!
O macaquinho se enfia com as duas pernas e o elefante fala:
— Macaco, bota as bolas macaco... as bolas macaco!!
— Filho d'uma рuта!! - pensa o macaco, já gozando...
— Agora é sua vez elefante! - O macaco já vai se pondo de quatro epensando em descontar a sасаnаgем do elefante...
O elefante mete só a ponta e o macaco diz:
— Uffsss!!! Tô... Tô sentindo... nada... mete mais elefante!!!
O suor pingava de tanta dor...
— E agora?? - pergunta o elefante, botando a cabeça inteira.
— Aahhhh!!! Tô sen... tindo naddaaaaa... mais!!! maiss!!! - o pobre macaco quase berra isso, de tanta dor...
O elefante, dá uma estocada e entra quase a metade.
— As bolas, as bolas!! - começa a berrar o macaco.
— Mas eu ainda não coloquei tudo!
— Não... São as bolas dos meus olhos que estão caindo!
Ia o chofer levando o seu caminhão de gаlinhа do interior de Minas para o Rio. Na boléia, para lhe fazer companhia, um papagaio. No meio da estrada, na saída de uma cidadezinha daquelas, apareceu uma moça pedindo carona. O chofer não conversou, a moça era ajeitadinha, ele a botou ao seu lado e sumiu na estrada. Conversa daqui, conversa dali, ele foi direto, cantou logo a moça. Ela disse que não. O chofer ficou uma fera:
— Ou dá, ou desce!
A moça deu uma hesitadazinha, o chofer pegou o papagaio e jogou ele atrás, na carroceria, pra não ficar de vоyеur, mas quando se viu sozinho, cadê que ela deu?
— Ou dá, ou desce! - berrou o chofer, já sem paciência.
Não é que a moça desceu? Ficou sozinha ali na estrada e o safado do motorista se mandou para o Rio, pegou ali na altura do Santo Cristo e foi desembarcar na Saúde. Parou o caminhão e quando foi conferir a mercadoria, levou o maior susto da sua vida. Os engradados estavam todos vazios, não tinha uma só gаlinhа no caminhão, ou melhor, tinha uma pobre franguinha, toda encolhidinha lá no fundo, com o papagaio apertando ela no canto:
— Ou dá, ou desce!