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Piadas de Cornos - Page 5
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O homem volta para casa, depois de horas combatendo o fogo, doido para dar um bimbada com a esposa.
Tudo encontra-se na mais completa escuridão e a esposa está choramingando na cama, reclamando de dor de cabeça. Tira o uniforme no escuro mesmo, fazendo carinhos na mulher.
— Não, querido, hoje não. Estou para morrer de dor de cabeça. Nem acenda a luz, que qualquer luzinha me irrita.
— Então, querida, vou pegar um remedinho na sala.
— Nãão, amor. Não me acenda nenhuma luz, por favor. Vá até a farmácia do seu Zé e compra um remédio pra mim, vá.
O marido, assustado, veste-se no escuro mesmo e corre para a farmácia:
— Seu Zé, me vê um remédio para dor de cabeça, urgentemente, que minha mulher está para morrer, gemendo na cama.
— Tudo bem, mas me responda uma coisa: o senhor não é bombeiro?
— Sou, e daí?
— O que tá fazendo vestido de guarda?
Estava o casal no maior rala-e-rola quando a mulher ouve um barulho:
— Meu marido! Meu marido!
— Mas você não disse que ele só viaja?
— Pois é, acho que aconteceu alguma coisa! Mas tudo bem, eu tenho um plano: estes dias, como eu estava sozinha em casa, fui visitar os Oliveira e vi uma estátua na sala da casa deles que parecia real! Eu vou cobrir você de talco, coloco um lençol e pronto: Você fiса parecendo com aquela escultura!
Mais que depressa, enquanto o marido guardava o carro, brincava com os cachorros, subia a escada... etc., etc, preparam o disfarce. Quando ele entrou na sala, logo perguntou:
— Querida, o que é isso?
— Ah amor, esta é uma estátua que eu comprei. Não é linda? Feita toda em mármore!
— É. É perfeita mesmo.
— Ufa, esta foi por pouco. — suspira a esposa.
De madrugada, o marido desce, abre a geladeira, pega uma latinha de cerveja e diz para a "estátua":
— Toma rapaz, bebe ai! Enquanto eu estava na casa dos Oliveira, não me deram nem um copo de água!
O sujeito tinha quatro filhos, três bonitos, fortes e saudáveis e um, o mais novo, que se chamava Josias e era mirradinho, raquítico, todo estropiado. Viveu a vida toda, desconfiando da mulher, mas nunca tivera coragem de tocar no assunto, porém, já em seu leito de morte, desabafa:
— Meu amor... eu gostaria de saber se o Josias é realmente meu filho.
— Querido...
— Por favor, não minta pra mim. Se não for, não tem problema... eu te perdôo desde já. Eu só queria saber a verdade...
— Sim, querido. — responde a mulher. — Você é o pai de Josias sim, juro por tudo o que é mais sagrado...
— Puxa, que bom ouvir isso... — solta o seu último suspiro e morre.
E a esposa, aliviada:
— Ainda bem que ele não perguntou dos outros três!
A velhinha pergunta para o marido moribundo:
— Meu bem, depois de quarenta anos de casado, me satisfaça uma curiosidade, você já me traiu alguma vez?
— Sim, querida! Uma única vez! Lembra-se quando eu trabalhava na Nestlé e tinha uma secretária chamada Margarida?
— Sim, me lembro!
— Pois é, aquele corpo já foi todinho meu!
E após alguns segundos, ele pergunta:
— E você velha, já me traiu?
— Sim, meu bem! Uma única vez! Lembra-se quando a gente morava na Vila Andrade, em frente ao Corpo de Bombeiros?
— Sim, me lembro!
— Pois é, aquele Corpo já foi todinho meu!
Certa noite, um homem entra num restaurante, vai até ao balcão e pede uma cerveja.
— Com certeza, senhor!
— Quanto é?
— 20 centavos!
— 20 centavos? — grita o homem, sem querer acreditar.
— Sim, é verdade, 20 centavos — responde o barman.
Então o homem resolve olhar para o menu, e pede:
— Olhe, pode me trazer um bife de filet mignon a cavalo, com fritas, arroz e uma saladinha de tomates, cebolas e ervilhas .
— Com certeza, senhor — responde o barman — Mas isso é um prato que custa muito caro...
— Caro? Quanto? — pergunta o homem, desconfiado.
— Dois reais! — responde o barman.
— Dois Reais? — exclama o homem, não querendo acreditar...
— Onde é que está o dono deste bar?
— Oh, está lá em cima com a minha mulher! — responde o barman.
Espantado, o homem pergunta:
— E o que é que ele está fazendo com a sua mulher?
Resposta do Barman:
— O mesmo que eu estou fazendo com o restaurante dele...
Naquela casa, toda vez que o sujeito chegava do trabalho acontecia um diálogo do tipo:
— Querido, entupiu a pia da cozinha! — a mulher reclamava.
— E eu tenho cara de encanador, por acaso? — respondia o homem e sentava na poltrona pra ler o jornal.
Ou:
— Amor, queimou a lâmpada do banheiro! — a mulher gritava.
— E eu tenho cara de eletricista, por acaso? — dizia o homem, enquanto assistia o jornal na televisão.
Ou ainda:
— Meu anjo, a parede da garagem está um nojo, precisa pintar! — a mulher berrava.
— E eu tenho cara de pintor, por acaso? — retrucava o marido e saía em seguida para tomar uma cervejinha na padaria.
Um dia, porém, o sujeito voltou em casa e encontrou tudo em ordem: a pia desentupida, a luz do banheiro funcionando perfeitamente e a parede da garagem pintada.
— O que aconteceu? — perguntou o sujeito perplexo.
— O vizinho novo veio, consertou tudo e como recompensa pediu ou uma маssа ou sеxо.
— E que tipo de маssа você fez pra ele?
— E eu tenho cara de cozinheira?
Um homem chega do trabalho e logo em seguida seu filho entra na sala assustado gritando:
— Papai, eu ouvi um barulho no guarda roupa, acho que tem alguem lá, vai ver papai.
O homem tirou o paletó e foi para o quarto, abriu a porta do guarda roupa e disse :
— Viu filho, não tem ninguém aqui, só o Cardoso... Cardoso?
O homem quase teve um treco e tremendo disse:
— Não acredito Cardoso, você é meu melhor amigo, não pode ser. Você não pode fazer isso, meu companheiro, meu colega, você é quase um irmão pra mim. Não posso acreditar... Se esconder no meu guarda roupa só pra assustar meu filho! Francamente Cardoso.
Uma certa vez, um cara, desconfiado que estava sendo traído pela mulher, chegou em casa mais cedo e encontrou a mulher deitada na cama. O malandro viu os lençóis todos amarrotados e a mulher pelada. Correu logo para a janela do prédio, e vê em baixo, um cara saindo do prédio ajeitando a gravata. Enfurecido, o marido nem pensou, jogou o armário em cima do coitado. Dias depois ele ficou sabendo que o homem era inocente. Entrou em desespero e se matou.
La na porta do céu, o anjo encarregado do portão perguntou:
— Meu filho, o que houve com você, que lhe trouxe aqui?
— Olha, seu anjo, eu não sei não. Eu estava apenas saindo atrasado de casa para o trabalho, mas estava tão atrasado que não deu tempo nem de me arrumar direito e quando saia do prédio em direção ao ponto de ônibus, ainda ajeitando a gravata, caiu um guarda roupas na minha cabeça e eu vim parar aqui.
O anjo, nem pensou e disse :
— Pode entrar meu filho!
Daqui a pouco chega outro cara, e o anjo pergunta:
— E então, meu filho, o que você fez pra parar aqui?
O cara respondeu :
— Poxa, seu anjo, achei que estava sendo traído e joguei um armário num sujeito.
Fiquei arrependido e me matei.
O anjo botou a mão no queixo, coçou a cabeça e respondeu :
— Pode entrar meu filho!
Dali a pouco chega outro cara e o anjo pergunta:
— E então meu filho, o que você fez que o trouxe aqui?
O cara respondeu :
— Sei lá seu anjo, eu estava dentro de um armário, quando de repente vim parar aqui!