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O indivíduo surpreende a mulher em sua cama com outro. Tirou o revólver da cintura, armou o gatilho e já ia metendo bala nos dois, quando parou pra pensar e foi percebendo como a sua vida de casado havia melhorado nos últimos tempos. A esposa já não pedia dinheiro pra comprar carne, aliás, nem para comprar vestidos, joias e sapatos, apesar de todos os dias aparecer com um vestido novo, uma joia nova ou uma sandalinha da moda. Os meninos mudaram na escola pública do bairro para um cursinho super-chique, na zona Sul. Sem contar que a mulher trocou de carro, apesar dele estar há quatro anos sem aumento e ter cortado a mesada dela. E o mercado então, nem se fala, eles nunca tiveram tanta fartura quanto nos últimos meses. E as contas de luz, água, telefone, internet, celular e cartão de crédito, fazia tempo que ele nem ouvia falar delas. O caso é que a mulher dele era mesmo um avião, uma mistura de Tiazinha com Vera Fisher, temperada no caldo da Feiticeira. Coisa de louco.
Guardou a arma na cintura e foi saindo devagar, para não atrapalhar os dois.
Parou na porta da sala e disse pra si mesmo:
— O cara paga o aluguel, o supermercado, a escola das crianças, as contas da casa, o carro, o shopping, todas as despesas e eu ainda vou pra cama com ela todos os dias...
E fechando a porta atrás de si, concluiu:
— Pô, o соrnо é ele!
Joãozinho ia ser examinado pela professora em prova оrаl, e a professora, que era nova na escola, iria ser observada pelo diretor. Sentam-se a Professora e o Joãozinho, um de frente para o outro, e o Diretor ficou em pé, atrás do menino. A professora pergunta:
— Joãozinho, o que D. Pedro I disse quando proclamou a independência do Brasil? — Enquanto isso a professora derruba o lápis no chão, e abaixa-se para pegar.
Quando a professora se levanta, pergunta:
— E, então, Joãozinho o que ele disse?
— Hummm... peitinhos maravilhosos!
— Não é nada disso! Zero! — diz a professora, nervosa.
Joãozinho vira-se pro diretor:
— Pô, cara! Se não sabe... não sopra!
Um dia Joãozinho estava na sala de aula e sua professora disse:
— João você sabe o Ka, Ke, Ki, Ko, Ku?
Ele disse:
— Não professora.
— João então amanha você me soletra o Ka, Ke, Ki, Ko, Ku.
No dia seguinte João indo a escola e cantando:
— Ka, Ke, Ki, Ko, Ku, Ka, Ke, Ki, Ko, Ku.
E foi pular um muro cantando e rasgou o C* Chegando na escola a professora disse:
— Por favor me soletre o Ka, Ke, Ki, Ko, Ku.
Joãozinho:
— Ka Ke Ki KO - Ka Ke Ki KO - Ka Ke Ki KO E a Professora disse:
— João, está faltado o C* E João respondeu:
— Prendi no muro quando estava vindo á escola....
O professor perguntou a Joãozinho o que seu pai fazia. “Ele é médico”, “Muito bem”, exclamou o professor.
Então perguntou a Mariazinha qual a profissão de seu pai, e ela respondeu “Carteiro, professor.”, “Muito bem, exclamou mais uma vez o professor.
Por último perguntou a Tiãozinho, “O que seu pai faz ?”
Tiãozinho estufou o peito e respondeu: “Meu pai toca piano em um bordéu.”
Assustado com a resposta de Tiãozinho, o professor foi falar com seu pai, que explicou: “Professor, na verdade eu sou um economista. Como você queria que eu explicasse isto para uma criança de sete anos?”