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O caminhoneiro estava levando uma carga enorme de galinhas do interior para a cidade.
Na cabine, pra lhe fazer companhia, estava o papagaio dele, o Arilson. No meio da estrada apareceu uma gostosona pedindo carona.
Necessitado, como todo caminhoneiro, ele parou na hоrа e levou o mulherão. Conversa vai, conversa vem e o caminhoneiro avançou o sinal.
— Pare com isso! — gritou a moça, indignada — Seu таrаdо!
O caminhoneiro não quis nem saber:
— Ou dá ou desce!
E a moça continuou negando.
Nisso ele jogou o papagaio pra carroceria do caminhão pra ele não ficar assistindo a cena de camarote. E continuou tentando. Mas nada da moça liberar.
— Ou dá ou desce! Ou dá ou desce! — repetia ele.
E não é que a moça desceu?
Então ele seguiu viagem. Quando parou e foi conferir a carga, levou o maior susto! Os caixotes estavam todos vazios, não tinha nenhuma gаlinhа na carroceria. Aliás, tinha só uma, no cantinho, encurralada pelo papagaio que repetia:
— Ou dá ou desce! Ou dá ou desce!
Nervoso com a turbulência, o sujeito, todo educado, pede pela quinta vez para a aeromoça lhe trazer um uísque, mas ela continua fingindo que não o ouve.
Sentado ao seu lado, o papagaio comenta:
— Você está sendo gentil demais com a moça! Mulher gosta de ser maltratada! Quer ver só?
E assim que a aeromoça passa pelo corredor, o papagaio grita:
— Ô, sua filha de uma рuта, me traz logo um copo de uísque com bastante gelo!
Dois minutos depois ele é atendido.
— Viu como funciona?
O sujeito torna a fazer o seu pedido, educadamente e nada.
Dez minutos depois o papagaio, de novo:
— Aí, sua vagabunda! Não está vendo que o meu copo está vazio? Traz lá mais uma dose desse uísque, sua рirаnhа!
Um minuto depois o copo do papagaio está cheio novamente.
Aí o sujeito perde a paciência.
— Escuta aqui, sua vаса! Traz uma dose de uísque pra mim também!
Dois minutos depois a aeromoça volta acompanhada de dois seguranças que pegam o passageiro pelo colarinho, abrem a porta do avião e o atiram a dois mil metros de altura.
Antes de cair, ele ainda ouve o papagaio comentar:
— Pra alguém que não voa, este cara é muito folgado, não é?
Existia na cidade de Campina grande, uma mulher que era conhecida na cidade como dona joana, a mesma tinha um papagaio danadinho todo, ela fazia bolos para vender, quando num certo dia o danado do papagaio meteu o bico no bolo, dona joana deu o flagrante na hоrа, e disse ao papagaio se você meter o bico de novo no meu bolo eu te coloco pregado na parede, Passados alguns dias...
Não é que o papagaio resolveu meter o bico no bolo de dona joana, dessa vez dona joana não teve pena, e pregou o papagaio na parede, e o papagaio gemendo de dor olhou pro lado e viu a imagem de jesus crussificado, pelo jeito que estou não é so eu que meti o bico no bolo não.