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O bobo da corte tinha um desejo enorme de beijar os seios fartos da rainha, mas nunca teria essa chance, até que teve uma ideia. Contratou um advogado e pediu para que colocasse pó de mico no sutiã da rainha. E assim fez, quando a rainha começou a sentir coceira nos seios, o rei ficou preocupado e chamou os médicos reais, mas ninguém conseguia resolver o problema. O advogado então chegou com o bobo da corte e falou com o rei:
— Vossa Majestade, eu tenho a solução para o problema de Vossa Rainha.
O rei ficou surpreso e falou:
— Por favor me diga, qual é a solução?
O advogado disse:
— A cura está na saliva do bobo da corte.
Se esta é a solução, que assim seja, concordou o rei. Naquela noite o bobo da corte realizou seu desejo.
Quando chegou a hоrа de pagar o advogado, o bobo da corte se recusou a pagar. Para se vingar, o advogado colocou pó de mico na cueca do rei. No dia seguinte o rei começou a sentir as mesmas coceiras, chamou o advogado para que trouxesse o bobo da corte e curasse o rei.
O ceguinho estava há algum tempo sem dar uma e vivia pedindo a todo mundo:
— Arruma uma mulher para mim, por favor!
Um amigo seu, já de saco cheio, resolve dar-lhe uma força e lhe promete arranjar-lhe uma mulher. O ceguinho vai para casa e fiса esperando. Logo, batem na sua porta.
— Quem é?
— É a Sueli. Vim resolver seu problema.
O ceguinho, todo entusiasmado, abre a porta. A mulher senta-se na cama e ele lhe pergunta:
— Como está vestida, hein?
— Botinha de couro, vestido justo, uma blusinha de seda e nada por baixo!
— Ah! - suspira o ceguinho - é hoje! Tira a botinha! Como está agora?
— Descalça, deitada na cama!
— Ai meu Deus, é hoje! Tira a blusinha! Como está agora?
— De seios nus, só de sainha!
— Tira a saia, pelo amor de Deus! E agora?
— Estou nua, deitada na cama, esperando por você, meu garanhão!
— Ai, não aguento mais, meu Deus! Sueli, já fez 69?
— Ainda não. Farei daqui a dois meses!
A namorada diz pro namorado:
— Amor, me dê um beijo.
— Não posso, você comeu pão e eu sou alérgico a glúten.
— Então chupa meus peitos?
— Peito de mulher tem leite, e eu sou intolerante a lactose.
— Então chupa minha vаginа?
— Não posso, urina é salgada e eu tenho pressão alta.
A namorada estava quase desistindo, quando o namorado disse:
— Mas eu posso comer seu cu.
— Não, você está louco? De jeito nenhum!
— Por favor, vai, deixe?
— Nããão!
— Por favor.
— Ok, eu deixo!
— Agora não posso mais, você ficou de cu doce e eu tenho diabetes.
E eis que finalmente Raul propôs casamento a sua noiva Joana. Mas, antes de aceitar, ela pensou que seria prudente confessar ao seu noivo que devido um pequeno problema de infância, ela tinha os seios do tamanho dos de uma menina de 12 anos de idade.
Ao confessar-lhe o seu segredo, ele simplesmente disse que não tinha nenhum problema, pois o amor que ele sentia por ela era tão grande que este pequeno fato nem seria um problema. Mas, já que estavam no tema de confissões, ele pensou que seria prudente também confessar-lhe um pequeno problema que ele tinha guardado por muitos anos. Olhou-a bem no fundo dos olhos e disse:
— Joana, tenho que te confessar que tenho um pênis do tamanho de um recém-nascido, e espero que isso não seja um problema.
Ela prontamente respondeu que isso tampouco era um problema, porque ela o amava tanto que os dois encontrariam uma forma de passar por cima disso.
Casaram-se. E assim que chegaram ao lugar da lua-de-mel, eles começaram com os amassos, e quando ela meteu a mão por dentro da cueca dele, soltou um grito ensurdecedor e saiu correndo de dentro do quarto. Depois, Raul a alcançou e perguntou o que a havia assustado, ao que ela respondeu:
— Você mentiu pra mim, me disse que tinha um pênis do tamanho de um recém-nascido!
Ele retruca:
— Sim, eu tenho um pênis do tamanho de um recém-nascido: Pesa 2,5Kg e tem 38 cm de comprimento!
Mais ou menos 29 anos, executivo, bem apessoado, senta-se na poltrona do avião com destino a New York e, maravilha, depara-se com uma morena escultural sentada na poltrona junto à janela. Pernas cruzadas, perfeitas, saia curta deixando entrever um belíssimo par de coxas, seios no tamanho exato, empinados, lábios carnudos, mas sem volume demasiado, enfim, uma deusa....
Decola a aeronave, céu de brigadeiro, uma vontade enorme de puxar conversa, mas a morena, impassível, lê um grosso volume com muita atenção. Após 15 minutos de voo e o cavalheiro não se contém:
— É a primeira vez que vai a New York?
Ela, gentil, com uma voz muito sensual, mas de certa forma reservada:
— Não, é uma viagem habitual...
Ele, agora animado:
— Trabalha com moda, por acaso...?
— Não, viajo em função de minhas pesquisas...
— Desculpe-me a curiosidade, é escritora...?
— Não, sou sexóloga.
— Muito interessante e raro. Suas pesquisas dedicam-se, na sexologia, a quê, especificamente?
Ela, tranquila e sempre com a mesma voz de veludo:
— No momento, dedico-me a pesquisar as características do membro masculino, o que julgo ser um trabalho de fôlego e muito difícil.
— Nas suas pesquisas, a que conclusão já chegou?
— Bom, de todos os pesquisados, já concluí que os Índios, sem dúvida, são os portadores de membros com as dimensões mais avantajadas e, em contrapartida, os Árabes são os que permanecem mais tempo no coito, antes de entrarem em gozo. Logo, são os que proporcionam mais prazer às suas parceiras. Além disso... Oh! Desculpe-me senhor., eu estou aqui falando sem parar e nem sei seu nome...
— Mohammed Pataxó!