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Um fazendeiro muito rigoroso e durão casou suas três filhas no mesmo dia.
A casa da fazenda era bem grande e o fazendeiro exigiu que as três filhas passassem a noite de núpcias nos quartos do casarão, que ficavam um ao lado do outro.
Depois do casamento as filhas se dirigiram para os quartos, com os seus respectivos maridos e o pai, muito curioso, foi ouvir o que acontecia nos quartos, através das portas.
Parou no primeiro quarto e escutou a voz da filha mais velha cantando bem alto.
Estranhou, mas prosseguiu. Parou no segundo quarto onde estava a filha do meio, que ria, ria sem parar. Novamente estranhou, mas continuou.
No quarto da filha mais nova ele não ouviu nada. Esperou alguns minutos, mas nada de barulho. Então ele resolveu dormir.
No dia seguinte, quando todos estavam tomando café, ele começou a conversar com as filhas e perguntou à primeira:
— Por que você estava cantarolando ontem, minha filha?
— Foi você quem me ensinou, papai! Você me disse que sempre que eu tivesse medo era para cantar!
— Muito bem, minha filha! E você — dirigindo-se para a filha do meio — Por que estava rindo tanto?
— Foi você quem me ensinou, papai! Você me disse que sempre que eu sentisse dor deveria rir!
— Muito bem! — respondeu ele — E você minha caçulinha querida, estava tão quieta ontem!
— Foi você quem me ensinou, papai! Você me disse que nunca se deve falar com a boca cheia!
Ricardo está no bar, tomando uma cervejinha e jogando baralho com os amigos quando de repente um mendigo, todo maltrapilho, com a barba enorme, vem falar com ele:
— Cara, por favor... Me paga um café!
— Claro! — diz Ricardo, muito bondoso — Quer uma cerveja também?
— Não, obrigado... Eu não bebo! Só quero o café mesmo!
— Então senta aí! — insiste Ricardo — Vamos jogar baralho com a gente!
— Eu também não jogo — diz o mendigo — Só quero o cafezinho mesmo!
— Então pega um cigarro aqui, cara!
— Eu também não fumo... Só quero o cafezinho!
— Já sei! — diz Ricardo — Vamos dar um pulinho lá em casa! É aqui pertinho! Aí a gente toma o café da minha mulher, que é uma delícia!
— Isso eu aceito! — diz o mendigo, sorrindo.
Chegando em casa, Ricardo toma uma bronca:
— Por que você trouxe esse mendigo aqui? Você é louco?
— Só pra te mostrar como fiса um homem que não bebe, não joga e não fuma!
A professora diz:
— Você Fernandinho, me diz ai um bichinho de 4 pernas, anda no telhado, dorme no fogão, faz miau, tem bigode e uma azeitona no nariz.
O Fernandinho responde:
— Azeitona? Sei, não, fessora.
— É o gato! A azeitona, só botei pra complicar. Agora você Chiquinho: Me diz uma coisa que a gente coloca café, leite, tem um biquinho, uma tampinha em cima e uma goiaba em baixo.
Chiquinho responde:
— Goiaba? Sei, não, fessora.
— É o Bule! A goiaba, só botei pra complicar. Entenderam como é? Faz comigo agora, Joãozinho. Pergunta pra mim!
E o capetinha da classe pergunta:
— Ah, é?... Ah, é?... Pode deixar que eu pergunto... Deixa comigo... O que é uma coisa que é roliça, tem uma ponta vermelha, as mulheres gostam de por na boca e tem duas bolas em baixo?
E a professora:
— O quê? Tá expulso da classe, seu safado!
Joãozinho responde:
— Nããããããão, fessora! É batom! As duas bolas, só botei pra complicar.
O cara acorda morrendo de ressaca e encontra no criado mudo um copo de água e duas aspirinas. Olha em volta e vê sua roupa passada e pendurada. O quarto está em perfeita ordem. Há um bilhete de sua mulher:
"Querido, deixei teu café pronto na copa. Fui ao super-mercado. Beijos!"
Ele desce, encontra o café esperando por ele, não entende o fato de estar tudo tão perfeito e pergunta ao filho:
— Filhão! O que aconteceu ontem?
— Foi normal, pai... Você chegou às 3 da madrugada, completamente bêbado, vomitou no tapete da sala, quebrou alguns móveis, mijou no guarda-roupa e machucou teu olho ao bater na porta do quarto.
— E por que está tudo arrumado, café preparado, roupa passada, aspirinas para a ressaca e um bilhete amoroso da tua mãe?
— Ah, é que quando você chegou a mamãe te arrastou até a cama e quando estava tirando tuas calças, você disse:
"Não faça isso moça, eu sou casado!"
O cara chega ao restaurante, senta-se e, acenando com o braço, diz:
— Faz favor, firmeza, fineza fazer frango frito!
— Pois não, com que, cavalheiro?
— Farofa, feijão e fritas.
— Deseja beber alguma coisa?
— Fanta.
— Um pãozinho para esperar a refeição?
— Faça fatiado.
O garçom serve o cliente inconformado com o fato dele falar tudo com F, e volta depois que o sujeito termina a refeição.
— Vai querer sobremesa?
— Frutas frescas.
— Tem alguma preferência?
— Figo Depois da sobremesa, ainda curioso, o garçom pergunta:
— O senhor deseja um café?
— Forte e fervido.
Quando o sujeito termina o café, o garçom lhe faz algumas perguntas:
— E então, como estava o cafezinho?
— Frio, fraco, fedorento, fervido num filtro furado, formiguinhas flutuando no fundo e fazendo fofoca.
O garçom então decide desafiá-lo a fim de testar até onde ele vai.
— Qual é o seu nome?
— Fernando Fagundes Faria Filho.
— De onde o senhor vem?
— Fortaleza.
— O senhor trabalha?
— Fui ferreiro.
— Deixou o serviço?
— Fui forçado.
— Por quê?
— Faltou ferro.
— E o que o senhor fazia?
— Ferrolho, ferradura, faca... Ferragem.
— O senhor torce por algum time?
— Fui Fluminense.
— E deixou de ser por quê?
— Fez feio.
— Qual é o seu time agora?
— Flamengo.
— O senhor é casado?
— Fui.
— E a sua esposa?
— Faleceu.
— De quê?
— Frio e fome.
O garçom perde a calma e diz:
— Escute aqui, se você falar mais dez palavras com a letra "F", pode se levantar e ir embora sem pagar a conta.
— Foi formidável, figura. Fazendo fiado, fácil, fácil fico freguês!
O homem levanta-se e sai andando, mas o garçom grita:
— Ei, espere aí! Ainda falta uma palavra!
O homem responde, sem se virar:
— Fоdа-se!
O marido encontra, sem querer, três grãos de café e 5000 reais entre as coisas da mulher. Quando ela chega, ele pergunta que história é aquela. E ela confessa:
— Bem, eu sempre quis ser fiel a você, mas algumas vezes caí em tentação. E, em cada caída dessas, guardei um grão de café na gaveta para lembrar para sempre do meu deslize.
Chateado, ele acaba admitindo, por sua vez, que também escorregou em algumas ocasiões. Afinal, ambos se entendem, reconhecendo suas fraquezas, num clima muito civilizado.
— Só não entendi uma coisa — diz o marido. — Por que os 5000 reais?
— É que quando o preço da saca de café chegou a 170 reais, eu resolvi vender tudo!
Um sujeito queria namorar a filha de um judeu e foi pedir ao pai.
O velho disse:
— Acho que não vai dar certo, porque nós, judeus, temos uma visão diferente da vida. Para provar que não estou com nenhuma discriminação, vou lhe dar uma maçã e amanhã conversamos novamente. No dia seguinte, ele voltou à casa do judeu, que lhe perguntou:
— O que fez com a maçã?
— Fiquei com fome e comi.
— Tá vendo? Um judeu tiraria a casca da maçã, a colocaria para secar e faria um chá. Dividiria a maçã em quantos pedaços fossem os membros de sua família e daria um pedaço para cada um. Depois pegaria os caroços, venderia alguns e plantaria outros, pois assim teria algum lucro e ainda frutos. Depois de alguns minutos falou:
— Bom, vou lhe dar outra chance. Leve esta linguiça e volte amanhã.
O cara saiu de lá рuто da vida, e pensando o que poderia fazer para aproveitar bem aquela linguiça. No dia seguinte, a mesma pergunta:
— Filho, o que fez com a linguiça?
— Bem, primeiro tirei o cordãozinho e fiz um cadarço para meu tênis. Depois, tirei o plástico que protege e o guardei. Dividi em 8 pedaços e dei um pedaço para cada membro da minha família. Depois, fiz uma camisinha com o plástico, comi sua filha, e aqui está o leitinho para o senhor mais tarde fazer um cappuccino!
Certo dia eu estava viajando por uma rodovia e parei em um posto de serviços para abastecer o veículo e tomar um café. Então, aproveitei para ir ao banheiro e, lá chegando, no sanitário ao lado havia outra pessoa. Foi então, que ouvi:
— Oi, como vai?
Não costumo conversar com desconhecidos, principalmente em banheiros públicos, mas na condição de viajante anônimo e por educação respondi a ele:
— Eu vou bem, obrigado!
— Por onde você tem andado?
A pergunta me pareceu estúpida, mas mesmo assim respondi:
— Acredito que igual a você, estou viajando!
— Posso saber para onde vai?
Embora me sentindo incomodado com a pergunta, novamente respondi:
— Sim, claro, estou indo a São Paulo e posteriormente, ao Rio!
— Suponho que vais atrás de um bom negócio!
Totalmente arrependido de ter dado sequência à conversa, ainda respondi:
— Sim, vou! Espero que o resultado seja positivo!
— Olha, logo eu volto a te ligar, é que a bateria do meu celular está no fim e, além disso, tem um idiота aqui ao lado que responde tudo que eu te pergunto!