Ao completar vinte e oito anos, um japonês resolve casar, contudo não consegue encontrar mulher no Japão.
Quando comenta sua vontade com um amigo, ele lhe dá uma idéia, porque não vai ao Brasil e se casa por lá, dizem que as Brasileiras são lindas.
O japonês não teve dúvida, pegou um vôo direto para o Rio.
Ao chegar informou-se onde poderia encontrar belas mulheres e foi parar num prostibulo, lá foi falar com uma рuта.
(Japa) Quero uma mulher.
(Рuта) Temos pra todo gosto, o que você prefere ?
(Japa) Quero uma pra casa.
A рuта achando graça do japonês disse que ele estava no lugar errado, que ali só haviam garotas de programa.
O japonês olhando para o interior do prostibulo avistou uma garota linda, 16 anos de idade e ficou apaixonado.
(Japa) E aquela menina, quem é ?
A рuта nervosa responde.
(Рuта) Essa não é pro seu bico, é minha filha e ela não é da vida.
(Japa) no no senhora, entenda que japonês, quer coisa séria, japonês quer casar, tem dinheiro, eu querer namorar com sua filha.
A рuта sem entender bem a situação, acabou cedendo ao pedido do japonês, e permitiu o namoro, logo no primeiro encontro da mocinha com o japonês a mãe da menina a orienta.
(рuта) filha, preste atenção, não caia na lábia desse japonês, prometa não fazer nada de errado com esse japonês.
(menina) tudo bem mãe.
Então o japonês leva a menina ao cinema, paga uma bebida e mais tarde a leva para o motel.
A menina se lembra das palavras da mãe e não permite que o japonês avance o sinal.
(menina) porque me trouxe aqui?
(Japa) japonês quer coisa séria, gosta de você, querer casar, namorar...
(menina) não podemos namorar, prometi a minha mãe...
(Japa) mas japonês querer coisa séria, vamos namorar só um pouquinho...
(menina) olha, além de ter prometido a minha mãe, eu também tenho medo, nunca namorei antes...
O japonês fiса mais excitado, ao saber que a menina é virgem e resolve fazer um acordo.
(Japa) olha, vamos fazer o seguinte, agente vai namorando, e prometo colocar só a cabecinha...
A menina curiosa e louca para ter a primeira experiência sеxuаl resolve aceitar (menina)tá bom, mas só coloca um pouquinho E lá foram eles, beijinho na nuca, beijo de língua, e o japonês arranca a calcinha da menina... o japa não segura a barra, e coloca tudo o que tem direito.
A menina gostando de todo aquele acédio também não se aguenta e diz:
(menina) ai amor, vai coloca tudo...
(Japa) não. trato é trato.
Os 50 Sintomas de Pobreza do Advogado.
— Depois de 5 anos de formado, descobrir que não vai ganhar dinheiro como advogado e prestar concurso pra Oficial de Justiça.
— "Incorporar" ao escritório uma imobiliária, despachante, serviço de Junta Comercial ou cópias xerográficas.
— Convencer a mulher a trabalhar como secretária (para não ter de pagar salário), e a filha a fazer "Direito" na USP, para estudar de graça (e depois também trabalhar de graça).
— Ensinar a secretária a fazer as petições mais simples, para não ter de pagar estagiário.
— Dar caixinha para Oficial de Justiça com ticket-refeição de 3 reais.
— Dar lembrancinhas de final de ano aos funcionários do Fórum compradas no 1,99 que fiса ao lado do Fórum.
— Ir a casamentos, batizados ou festas de aniversário usando o anel de formatura e o broche da OAB ou do escritório preso na roupa.
— Ir a qualquer evento social e distribuir o seu cartão para todo mundo (inclusive manobristas, garçons,...).
— Trazer garrafa térmica com água quente de casa e servir café solúvel aos clientes.
— Andar com dois celulares na cintura, sendo os dois pré-pagos, e só recebendo ligações.
— Aceitar fazer uma execução de 50 reais e tentar fazer um acordo.
— Tentar a conversão de uma separação litigiosa em consensual, para receber os honorários mais depressa.
— Fazer o estagiário recolher custas com dinheiro do próprio bolso (do estagiário) e "esquecer" de pagá-lo.
— Exigir que o estagiário tenha inglês e informática, porque não sabe mexer no computador.
— Ter computador no escritório e só saber jogar Paciência nele.
— Dizer ao estagiário:
"A sua maior paga é o que você aprende aqui".
— Exigir que o estagiário tenha carro e pagar o combustível a preço de banana.
— Lembrar todos os dias para o estagiário que cursa o quinto ano da faculdade que "gratidão é uma coisa muito importante".
— Orientar o estagiário a prestar concurso.
— Orientar o estagiário a atuar em uma área diferente da sua.
— Perder prazo e colocar a culpa no estagiário.
— Tentar convencer amigos e parentes que queiram prestar vestibular para Direito a não fazê-lo, alegando que o mercado já está muito saturado.
— Economizar o dinheiro do almoço, passando vinte vezes na sala da OAB no Fórum pra tomar café e comer bolacha de graça (a despeito da anuidade, mas esta também não é paga).
— Quando se envolver em alguma discussão no trânsito, dizer "Você sabe com QUEM está falando?" e mostrar a carteira da OAB.
— Dar carteirada de OAB no guarda.
— Ter dois ou mais adesivos "Consulte sempre um Advogado" nos vidros do carro.
— Denominar, nas petições, o homem de "varão", a mulher de "varoa", a companheira de "amásia" e divórcio, de "desquite".
— Usar os mesmos códigos há mais de 10 anos.
— Levar fogão velho e geladeira à hasta pública como execução de seus honorários.
— Inscrever-se na assistência judiciária e ligar todo santo dia para o fórum, OAB ou Procuradoria para saber se "pintou alguma coisa".
— Entulhar as prateleiras do escritório com um monte de livros que nunca leu.
— Se for homem e recém-formado, usar barba, bigode e óculos para tentar parecer mais velho.
— Se for mulher, usar roupas insinuantes nas audiências para tentar distrair o juiz.
— Ter aquela "balancinha" de latão pintada de amarelo sobre a mesa do escritório.
— Gravar na secretária eletrônica de casa:
"Residência do DOUTOR....".
— Havendo sala de espera para os clientes, ter no cesto de revistas apenas os boletins e jornais da OAB.
— Ir visitar a mãe e orientar a secretária para dizer que está em um congresso.
— Ficar sem emprego por mais de um ano e dizer que está estudando para concurso da Magistratura.
— Dizer que tem pós graduação e não ter.
— Ficar de olho nos fotógrafos em eventos sociais de advogados, fazer de tudo para aparecer em uma foto (nem que seja atrás de alguém) que pode ser publicada no jornal, e se for mesmo, recortá-la e colar na parede do escritório.
— Garantir ao cliente que a causa está ganha, e quando a coisa ficar preta, substabelecer.
— Para dizer que está se modernizando, fazer UMA página na Internet, com uma foto, currículo e telefone do escritório e colocar no site do Geocities.
— Aceitar SEMPRE frango, роrсо ou cesta básica como pagamento de honorários.
— Cobrar bem abaixo da tabela da OAB.
— Fazer um flagrante e aceitar cheque pré-datado.
— Comprar a "agenda do advogado" e anotar os compromissos em guardanapos de papel.
— Comprar contrato pronto em papelaria.
— Vender produtos da Avon no escritório.
— Vender rifa no escritório.
— Ofender-se com piadas de advogados.
— Ser advogado, receber este e-mail, e passá-lo adiante!!!
O Paulista Corinthiano rebaixado pra 2ªdivisão em 2 Dezembro de 2007 tinha um grande sonho: ir caçar na África. Alimentou o sonho a vida inteira, desde criança. Juntou dinheiro, juntou dinheiro... um dia deu certo. E lá foi ele com os amigos.
Lá chegando, os caçadores se dividiram e cada um foi para seu lado.
O Paulista REBAIXADO ficou o dia todo numa moita à espreita da caça. De repente, por trás, um gorilão - do tipo King-Kong - agarra-o por trás e quer porque quer enrrabar o Corinthiano de São Paulo. Luta daqui, luta dali, mas não teve jeito... o gorila comeu-lhe o buraquinho de saída até satisfazer seus instintos animais.
Já era noite quando nosso amigo voltou para o acampamento, acabrunhado, quieto e calado. Não disse uma palavra a ninguém. Os amigos quiseram saber o que acontecera, mas ele não disse nada. Passaram-se os dias, voltaram para o Brasil.
Preocupada com aquele silêncio do marido, sua esposa mandou chamar um seu amigo - daqueles confidentes de infância.
— Mas rapaz essa caçada era o seu sonho e você volta desse jeito, caladão?
Depois de muita insistência ele abre o verbo com o amigão.
— E quem ficou sabendo disso?
— Só eu, o gorila e, agora, você.
— Ahhhh, então por que essa tristeza. Fique tranqüilo: em mim você pode confiar, não direi nada a ninguém, e o gorila, este não conversa mesmo.
E o paulista Corinthiano REBAIXADO pra segundona com uma tremenda cara de tristeza:
— Esse é o problema: ele não me escreve, não manda uma carta, não telefona...