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Piadas sobre música - Page 14
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Si, Fá e Mi não são notas musicais. Pelo menos nessa história.
São três amigas inseparáveis que, certo dia, foram para uma festa de carro, abusaram da bebida e, na volta, foram vítimas de um terrível acidente.
Chegando no céu, São Pedro as recepcionou:
— Sejam bem-vindas! Podem entrar e fiquem à vontade! Só não esqueçam de uma coisa: NÃO PISEM NOS PATOS!
Elas acharam esta regra muito estranha, mas entraram no céu.
— Meu Deus! - exclamou Si - Como têm patos aqui! É quase impossível não pisar em um!
Terminando de dizer isso ela pisou em um.
Minutos depois, São Pedro apareceu com um par de algemas e o homem mais feio que elas já tinham visto na vida ou na morte.
— Você não cumpriu a regra! - disse São Pedro - O seu castigo é viver a eternidade acorrentada a este homem!
Então Si seguiu o seu caminho, cabisbaixa, ao lado do mocréio.
Dias depois, Fá cometeu o mesmo erro e começou a chorar.
— Não adianta se lamentar! - disse São Pedro - ao lado de um homem ainda mais feio. E lá se foi Fá cumprir sua eterna pena.
Mi passou a tomar ainda mais cuidado do que já tinha antes e foi levando sua vida sem pisar em nenhum pato.
Até que certo dia ela vê São Pedro vindo em sua direção com um par de algemas e um homem...
— Que gato! - gritou ela, olhando para o rapaz másculo de olhos azuis e pinta de ator de Hollywood.
— Você vai passar a eternidade com esse homem! - disse São Pedro, algemando o casal.
Quando São Pedro se afastou ela murmurou ao seu príncipe encantado:
— O que será que eu fiz pra receber este maravilhoso prêmio?
— Você eu não sei! - respondeu o rapaz - Mas eu pisei num pato!
Um homem foi fazer um теsте pra conseguir um emprego em um loja de carros. Então o empregador perguntou:
— Você está em um túnel escuro e vê dois faróis. O que é?
— É um carro! — respondeu o candidato.
— Certo, mas que carro? Uma Mercedes? Um Audi? Uma BMW?
— Não sei, não dá pra ver! Está escuro!
— Certo — respondeu o entrevistador, com cara feia, fazendo anotações — Passemos para outro теsте. Você está no mesmo túnel escuro e vê apenas um farol. O que é?
— É uma moto.
— Certo, mas que moto? Uma Yamaha? Susuki? Honda?
— Ué! Eu não sei! Está escuro!
— Você está reprovado!
Ele ficou muito decepcionado e pediu:
— Antes de sair da sala, posso fazer uma pergunta?
— Diga! — respondeu o empregador, seco.
— O senhor está na rua da sua casa e vê uma mulher de cabelo tingido, unha pintada, salto alto, vestido vermelho e rodando a bolsinha. O que é?
— Ora. É uma prostituta.
— Sim, mais qual delas? Sua irmã? Sua mulher? Sua mãe?
Uma mulher contratou um empreiteiro para pintar a sua casa.
Ela leva o homem para o segundo andar da casa para explicar qual cor vai querer em cada aposento. Quando entram no primeiro quarto ela diz:
— Acho que vou querer este quarto pintado de bege.
O empreiteiro anota num bloquinho, vai até à janela, e grita:
— "O lado verde para cima"!
Então, ele fecha a janela e segue a mulher até ao outro quarto. A mulher fiса um pouco confusa, mas continua:
— Para este quarto pensei num azul claro.
Mais uma vez o empreiteiro anota no bloquinho, vai até à janela, e grita:
— "O lado verde para cima"!
A mulher fiса desconcertada, mas não comenta nada. O quarto seguinte, ela diz que quer pintado de rosa. E uma vez mais o empreiteiro anota, abre a janela e grita:
— "O lado verde para cima"!
Curiosa, a mulher não aguenta e pergunta:
— Por que você fiса gritando "o lado verde para cima" a cada vez que eu digo a cor de um quarto?
O empreiteiro sorri e explica:
— Ah, não é nada com a senhora, não. É que estou com uma equipe de loiras plantando o gramado do outro lado da rua.
Um general, responsável por uma das divisões norte-americanas na guerra contra o Iraque, reparou que um dos soldados tinha um comportamento estranho. Durante o treinamento, o recruta catava qualquer pedaço de papel que via no chão, lia e dizia:
— Não, não é isso... - e o descartava de novo.
O hábito continuou por algum tempo. E foi ficando mais preocupante quando, já em território árabe, o jovem encarava fixamente a areia do deserto até achar um panfleto de guerra, um pedaço de jornal ou outro papel qualquer. Ele pegava, lia o conteúdo e exclamava:
— Não! Não é isso!
Finalmente, temendo que o jovem, enlouquecido, pudesse prejudicar a tropa, o general conseguiu que o soldado passasse por um теsте mental.
No consultório do psiquiatra o comportamento foi o mesmo: o jovem mexeu em todos os papéis que estavam na mesa do médico. Pegava uma folha, depois outra, sempre exclamando, em alto e bom tom:
— Não isso, poxa! Não é isso!
O psicólogo concluiu que o recruta estava desequilibrado e escreveu um notificação pedindo que o rapaz fosse dispensado do Exército. O soldado pegou a nota, sorriu e disse:
— Ah!... É isso!!!
Um velho industrial morreu, e quando chegou no céu, recebeu a chave de uma suíte. Entrou na suíte e deitou em cima de uma nuvem, tendo como fundo uma linda música celestial. Relaxou, descansou e dormiu. E assim, fez essa rotina vários dias.
Um belo dia, ele foi conversar com São Pedro:
— Pedrão, estou comecando a ficar enjoado. Aqui no céu não tem mulher?
— Sim, mas elas ficam separadas dos homens.
— Mas, aqui não tem baile, não tem festa, não tem.....
— Não, de jeito nenhum. Isso só existe no inferno.
— E eu posso conhecer o inferno?
São Pedro pegou a ficha dele, examinou e disse: Sim, você pode conhecer o inferno e optar.
— Como eu chego no inferno?
— Pegue aquele caminho e siga por cinco dias.
O velho industrial pegou a sua тrоuxа e seguiu. Caminhou por cinco dias até que chegou em um amplo local, onde tinha um grande salão. Bateu na porta e foi atendido pelo Capeta ao vivo.
— Eu quero conhecer o inferno.
— Pois não, pode entrar.
Era um enorme salão de baile. As garotas, semi nuas, faziam a maior algazarra. Ficou lá a noite inteira e retornou para o céu.
— Pedrão, estou de transferência, em definitivo, para o inferno.
Pegou todas as suas coisas e foi embora. Cinco dias depois, chegou no salão e bateu na porta.
Ninguém atendeu. Abriu a porta e estava tudo escuro e em silêncio. Começou a andar lentamente, escorregou e caiu em uma enorma panela com óleo fervendo.
— Socorro, Capeta, socorro, socorro...
Daqui a pouco acenderam as luzes e apareceu um auxiliar do Capeta.
— Qual é o problema?
— Pô, sасаnаgем, estive aqui a poucos dias atrás e tinha uma enorme festa, cheia de mulheres bonitas e agora estou no óleo fervendo.
— Não esquenta a cuca, aquilo era só propaganda.
Uma freira está sentada a janela abrindo sua correspondência.
Ela abre um envelope dos pais dela e, junto com uma carta, há uma nota de R$ 50.
Olhando distraídamente para fora, ela vê um mendigo encostado num poste.
Ela não precisa do dinheiro, e resolve dá-lo ao mendigo.
Ela o embrulha num pedaço de papel, onde ela escreve "NÃO DESESPERE. IRMÃ ANGÉLICA", e o joga para o mendigo na rua.
Ele pega o papel, vê a nota e a mensagem, faz um sinalzinho para a freira e vai embora.
No dia seguinte a freira é chamada no portão, porque um homem quer falar com ela.
Ela vai até lá para encontrar o mendigo, com um sorriso nos lábios, que lhe entrega três notas de 100.
Ela não entende, e ele explica:
— Isto é seu lucro. Fui no Jockey e joguei os 50 reais em NÃO DESESPERE. Ele pagou 6 por 1.
Raquel, de 84 anos, e Joana, de 85, sempre foram muito amigas, mas como não queriam dar trabalho a seus filhos e netos, cada uma resolveu ir viver numa casa de repouso de sua religião respectiva.
Mas, passados alguns meses, Joana sente uma saudade de sua amiga e resolve ir visitar-lá na casa de repouso.
E quando se encontram é um festival de choro, beijos e abraços.
Passadas as primeiras emoções, elas conversam:
— E aí, Raquel, me diga, como é a vida nesta casa?
Raquel conta a respeito da comida maravilhosa, das instalações, das enfermeiras. E depois, com um piscar de olhos, ela confidencia:
— O melhor, Joana, é que eu arrumei um namorado!
Joana exclama! - Virgem Santa! Que maravilha! Me conta como é isso!
— Bom... depois do almoço nós vamos até o meu quarto e nos sentamos na beira da cama. Eu deixo ele me tocar em cima, depois em baixo, e então nós cantamos canções hebraicas. É maravilhoso!
— Isso é uma bênção, Raquel! Estou tão feliz por você!
— E você, Joana? - pergunta Raquel - Como é lá na sua casa de repouso?
Joana conta a respeito da comida maravilhosa, das instalações, das enfermeiras. E depois, com um piscar de olhos, ela confidencia:
— E eu também tenho um namorado, Raquel!
— Oh, que bom, Joana! E o que é que você faz com seu namorado?
Joana sorri e diz:
— Nós subimos para o meu quarto depois do almoço e nos sentamos na beirada da cama. Eu deixo ele me tocar no alto, depois em baixo...
Raquel pergunta, ansiosa:
— E aí?
Joana continua:
— E aí, como nós não conhecemos nenhuma canção hebraica, nós trepamos!