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Piadas Mais Novas - Page 1088
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> Amiga, > > Conforme minha promessa, estou enviando um e-mail > > contando as novidades da minha primeira semana >> depois de ser transferida pela firma para o Rio de >> Janeiro. Terminei hoje de arrumar as coisas no meu > > novo apartamento. Ficou uma gracinha, mas estou > > exausta. São dez da noite e já estou pregada:
> > > > Segunda-Feira: Cheguei na firma e já adorei. Entrei > > no elevador quase no mesmo instante que o homem mais > > lindo desse planeta. Ele é loiro, tem olhos verdes > > e o corpo musculoso parece querer arrebentar o > > terno. Lindooooo! Estou apaixonada. Olhei > > disfarçadamente a hоrа no meu relógio de pulso e > > fiz uma promessa de estar parada defronte ao > > elevador todos os dias a essa mesma hоrа. Ele > > desceu no andar da engenharia. Conheci o pessoal do > > setor, todos foram atenciosos comigo. Até o meu > > chefe foi super delicado. Estou maravilhada com > > essa cidade. Cheguei em casa e comi comida enlatada.
> > Amanhã vou a um mercado comprar alguma coisa.
> > > > Terça-Feira: Amiga! Precisava contar. Sabe aquele > > homem de quem falei? Ele olhou para mim e sorriu > > quando entramos no elevador. Fiquei sem ação e > > baixei a cabeça. Como sou burra! Passei o dia no > > trabalho pensando que preciso fazer um regime. Me > > olhei no espelho hoje de manhã e estou com uma > > barriguinha indiscreta. Fui no mercado e só comprei > > coisinhas leves: biscoitos, legumes e chás.
> > Resolvido! Estou de dieta.
> > > > Quarta-Feira: Acordei com dor-de-cabeça. Acho que > > foi a folha de alface ou o biscoito do jantar.
> > Preciso manter-me firme na dieta. Quero emagrecer > > dois quilos até o fim-de-semana. Ah! O nome dele é > > Marcelo. Ouvi um amigo dele falando com ele no > > elevador. E ainda tem mais: ele desmanchou o noivado > > há dois meses e está sozinho. Consegui sorrir para > > ele quando entrou no elevador e me cumprimentou.
> > Estou progredindo, né? Como faço para me insinuar > > sem parecer vulgаr? Comprei um vestido dois números > > menor que o meu. Será a minha meta.
> > > > Quinta-Feira: O Marcelo me cumprimentou ao entrar > > no elevador. Seu sorriso iluminou tudo! Ele me > > perguntou se eu era a arquiteta que viera > > transferida de Brasília e eu só fiz:
"U-hum"
... Ele > > me perguntou se eu estava gostando do Rio e eu > > disse:
"U-hum"
. Aí ele perguntou se eu já havia > > estado antes aqui e eu disse:
"U-hum". Então ele > > perguntou se eu só sabia falar "U-hum"
E eu > > respondi:
"Ã-hã". Será que fui muito evasiva? Será > > que eu deveria ter falado um pouco mais? Ai, amiga!
> > Estou tão apaixonada! Estou resolvida! Amanhã vou > > perguntar se ele não gostaria de me mostrar o Rio > > de Janeiro no final de semana. Quanto ao resto, > > bem... ando com muita enxaqueca. Acho que vou > > quebrar meu regime hoje. Estou fazendo uma sopa de > > legumes. Espero que não me engorde demais.
> > > > Sexta-Feira: Amiga! Estou arruinada! Ontem à noite > > não resisti e me empanturrei. Coloquei bastante > > batata-doce na sopa, além de couve, repolho e > > beterraba. Menina, saí de casa que parecia um > > caminhão de lixo. Como eu peidava! (nossa! Você não > > imagina a minha vergonha de contar isto, mas se eu > > não desabafar, vou me jogar pela janela!). No metrô, > > durante o trajeto para o trabalho, bastava um > > solavanco para eu soltar um "futum" que nem eu mesma > > suportava. Teve um momento em que alguém dentro do > > trem gritou:
"Aí! Peidar até pode, mas jogar меrdа > > em pó dentro do vagão é muita sасаnаgем!"
Uma > > senhora gorda foi responsabilizada. Todo mundo > > olhava para ela, tadinha. Ela ficou vermelha, ficou > > amarela, e eu aproveitava cada mudança de cor para > > soltar outro. O meu maior medo era prender e sair um > > barulhento... Eu estava morta de vergonha. Desci na > > estação e parei atrás de uma moça com um bebê no > > colo, enquanto aguardava minha vez de sair pela > > roleta. Aproveitei e soltei mais um... O senhor que > > estava na frente da mulher com o bebê virou-se para > > ela e disse:
"Dona! É melhor a senhora jogar esse > > bebê fora porque ele está estragado!"
. Na entrada > > do prédio onde trabalho tem uma senhora que vende > > bolinhos, café, queijo, essas coisas de camelô. Pois > > eu ia passando e um freguês começou a cheirar um > > pastel, justo na hоrа em que o futum se espalhou. O > > sujeito jogou o pastel no lixo e reclamou:
"Pó, > > dona Maria! Esse pastel foi feito com меrdа?!"
> > Entrei no prédio resolvida a subir os dezesseis > > degraus pela escada. Meu azar foi que o Marcelo > > ficou segurando a porta, esperando que eu entrasse.
> > Como não me decidia, ele me puxou pelo braço e > > apertou o botão do meu andar. Já no terceiro andar > > ficamos sozinhos. Cheguei a me sentir aliviada, pois > > assim a viagem terminaria mais rápido. Pensei rápido > > demais. O elevador deu um solavanco e as luzes se > > apagaram. Quase instantaneamente a iluminação de > > emergência acendeu. Marcelo sorriu (ai, aquele > > sorriso...) e disse que era a bruxa da sexta-feira.
> > Era assim mesmo, logo a luz voltaria, não precisava > > se preocupar. Mal sabia ele que eu estava mesmo > > preocupada. Amiga, juro que tentei prender. Mas > > antes que saísse com estrondo, deixei escapar.
> > Abaixei e fiquei respirando rápido, tentando aspirar > > o máximo possível, como se estivesse me sentindo > > mal, com falta de ar. Já se imaginou numa situação > > dessas? Peidar e ficar tentando aspirar o реidо para > > que o homem mais lindo do mundo não perceba que você > > peidou? Ele ficou muito preocupado comigo e, se > > percebeu o mau cheiro, não o demonstrou. Quando > > achei que a catinga havia passado, voltei a respirar > > normal. Disse para ele que eu era claustrófoba. Mal > > ele me ajudou a levantar, eu não consegui prender o > > segundo, que saiu ainda pior que o anterior. O > > coitado dessa vez ficou meio azulado... mas ainda > > não disse nada. Abaixei novamente e fiquei > > respirando rápido de novo, como uma mulher em estado > > de parto. Dessa vez Marcelo ficou afastado, no canto > > mais distante de mim no elevador. Na ânsia de > > disfarçar, fiquei olhando para a sola dos meus > > sapatos, como se estivesse buscando a origem daquele > > fedor horroroso. Ele ficou lá, no canto, impávido.
> > Nem bem o cheiro se esvaiu e veio outro. Ele se > > desesperou e começou a apertar a campainha de > > emergência. Coitado! Ele esmurrou a porta, gritou, > > esperneou, e eu lá, na respiração cachorrinho.
> > Quando a catinga dissipou, ele se acalmou. As > > lágrimas começaram a escorrer pelos meus olhos.
> > Ele me viu chorando, enxugou meus olhos e disse:
"
> > Meus olhos também estão ardendo..." Eu juro que > > pensei que ele fosse dizer algo bonito. Aquilo me > > magoou profundamente. Pensei:
"Ah, é, FDP? Então > > acabou a respiração cachorrinho..."
Depois disso, no > > primeiro ele cobriu o rosto com o paletó. No > > segundo, enrolou a cabeça. No terceiro, prendeu a > > respiração, no quarto, ele ficou roxo. No quinto, me > > sacudiu pelos braços e berrou:
" Mulher! Pára de > > peidar!". Depois disso ele só chorava. Chorou como > > um bebê até sermos resgatados, quatro horas depois.
> > Entrei no escritório e pedi minha transferência para > > outro lugar, de preferência outro País. Apague este > > e-mail depois de ler, tá?
> > > > Sua amiga, Ana.
Um Motoqueiro estava andando a 200 por hоrа quando de repente ve um passarinho na direção ncontrária, o motoqueiro começa a freiar mas pecha no passarinho. o motoqueirove o passarinho rodando no asfalto e sente pena dele, chega mais perto e ve que ele está vivo.
O motoqueiroleva o passarinho para o veterinário, e lá eles dão remédio, vacina, anestesia até que o veterinário diz que teria que ser acompanhado por uma semana em casa.
O miotoqueiro recebe uma gaiola e uma vasília para colocar água.
Chegando em casa, o motoqueiro coloca o passaro na gaiola, junto com a vasília com água e um pedaço de pão, caso elesinta fome.
O motoqueiro vai ao banheiro, e bem na hоrа o passarinho acorda, olha um canto e ve uma vasilia com água, olha pro otro e ve um pedaço de pão. elebota as mãos na cabeça e diz:
— Caramba, matei o motoqueiro
Dois padres foram tomar banho, mas esqueceram o sabonete.
Um dos padres falou:
— Vou buscar dois no meu quarto, que fiса no fim do corredor.
Como era domingo, o convento estava vazio e eles estavam com pressa para irem à missa, ele foi buscar os sabonetes do jeito que estava, pelado mesmo.
Na volta, com os sabonetes um em cada mão, ele deu de cara com três freiras que, bem cedinho, já estavam indo para a missa. Sem ter o que fazer, o padre se fingiu de estátua. As freiras olharam, espantadas, para aquela nova estátua e comentaram entre si:
— Nossa, que estátua linda, perfeita... Uma delas, então, ao olhar o "вiмво" do padre, resolveu dar um puxão. Ao sentir a dor, um sabonete escorregou de sua mão.
As freiras, mais espantadas ainda, falaram:
— Não é uma estátua, mas sim, uma máquina de sabonetes!
A outra deu um novo puxão e outro sabonete escorregou...
— Nossa, que maravilha! Exclamaram com felicidade.
A terceira freira, não querendo ficar para trás, puxou o "вiмво" do padre, nada, e puxou... E nada...
E puxou... E nada.... E puxou... E puxou... E puxou... E puxou... Puxou...
Puxou... Puxou... Puxou... Puxou... Puxou... Puxou... Puxou... Puxou...
Puxou... E, maravilhada, disse:
— Deus seja louvado, tem até shampoo!!!