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Piadas Mais Novas - Page 1323
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Um sujeito muito macho entra em um cabaré, aproxima-se de um grupo de prostitutas e pergunta:
— Alguém quer transar comigo? Pago bem... Mas vou logo avisando... Eu gosto de bater...
Elas ficam pensativas... Não gostam de apanhar... e ninguém aceita...
O sujeito retira do bolso R$ 1.000,00 em notas de R$ 100,00, joga em cima da mesa e pergunta novamente:
— Alguém quer transar comigo? Como vocês podem ver eu pago muito bem... Mas vou logo avisando... Gosto de bater...
Uma das meretrizes, vendo aquele dinheiro sobre a mesa, diz:
— Está bem. Eu aceito. Afinal, o que são umas palmadas... E depois, eu já fiz isso antes...
Quando chegam no quarto ela pergunta:
— Meu beeemmm... Você não vai me bater muito... vai????
O cara, muito sério (sujeito de pouca conversa), responde:
— Não muito. Só até você devolver o meu dinheiro.
Um padre recebeu um chamado urgente para uma extrema-unção e como não podia deixar o confessionário vazio, pediu ao rabino vizinho, seu amigo, que ficasse em seu lugar.
— Você também é um sacerdote do mesmo Deus e acredito que não haverá problema. Ouça umas confissões comigo e você vê como é que faz.
O rabino sentou ao seu lado e observou cuidadosamente enquanto o padre tomava as confissões.
— Padre, eu cometi adultério.
— Quantas vezes?
— Três vezes.
— Reze duas ave-marias, coloque cinco reais na caixa de coleta e não peque mais.
Mais tarde, outra mulher entra no confessionário e confessa ter cometido adultério.
— Quantas vezes? - pergunta o padre.
— Três vezes.
— Reze duas ave-marias, coloque cinco reais na caixa de coleta e não peque mais.
Mais algumas confissões e o rabino declara-se capaz de conduzir as confissões na ausência do padre. Alguns momentos mais tarde, entra uma senhora no confessionário.
— Padre, eu cometi adultério - confessa ela ao rabino.
— Quantas vezes?
— Ora, uma vez!
— Então vá lá e faça mais duas vezes, que estamos com um especial essa semana de três por cinco reais
Conversa de sacristia:
— Padre, põe na minha xоxота! - dizia a mocinha com voz suplicante.
— Não, minha filha! - respondia o padre, em tom paternal. - O sеxо da mulher é sagrado! É através dele que Deus traz as criancinhas ao mundo!
— Então, padre, põe na minha boca! - tornava ela.
— Não, minha filha! A boca é sagrada! É através dela que você reza as suas preces!
— Então, padre, põe no meu sovaco! - insistia a moça.
— Não, minha filha! O sovaco é sagrado, é nele que você carrega a Bíblia!
— Padre, então tira do meu cú que tá doendo!
A Irmã Elizabeth acaba de morrer. Por algum descuido ela chega no Inferno em vez de ir ao Paraíso.
Ela vai no setor de reclamações do Inferno onde a autorizam a telefonar para São Pedro.
— Alô São Pedro? Aqui é a Irmã Elizabeth da Imaculada Conceição. São Pedro, acho que houve um engano. Estou aqui no Inferno, eu que tive uma vida tão exemplar...
Ela continua a explicar a situação e acaba por convencer São Pedro que realmente houve um engano. São Pedro promete resolver o problema em 24 horas.
No dia seguinte a situação é ainda a mesma. A coitada da Irmã Elizabeth pede para ligar outra vez para o Paraíso. Com a voz apreensiva, ela diz para São Pedro:
— Por favor, São Pedro, me tire daqui hoje mesmo: está programada uma orgia hoje à noite e todo mundo vai ter que participar!
São Pedro tranqüiliza a freira:
— Não se preocupe, Irmã. Até hoje à noite tudo estará resolvido!
Mas pelo jeito São Pedro é meio desorganizado, e a Irmã Elizabeth é mais uma vez esquecida.
Lógico, no dia seguinte, o telefone toca novamente. Já esperando a bronca, São Pedro atende e ouve:
— Alô Pedrão? Aqui é a Beth. Sabe aquela história de vir me buscar? Esquece, tá?
Dia do Juízo Final.
Milhões de pessoas começam a ressuscitar e vão se apresentando para um velhinho que ia indicando onde as pessoas deveriam ficar.
— Nome e profissão?
— Orestes Quércia, político!
— Ala 75! (devia ser o inferno) - Nome?
— Madre Tereza de Calcutá, madre!
— Ala 22! (devia ser o céu) Nisso, Jesus Cristo se aproxima do homem e pergunta:
— O senhor sabe onde está o meu pai?
— Ala 32, segunda fileira, terceiro assento!
Ao chegar no local indicado, Jesus vê um velhinho caindo aos pedaços e não o reconhece.
— Por favor, eu gostaria de falar com o senhor.
— O que você quer?
— O senhor por acaso era marceneiro, lá na terra?
— Sim, era!
— Tinha um filho que ficou muito famoso?
— Bem... não era meu filho, mas eu o tratava como se fosse!
Louco de alegria, Jesus o abraça e grita:
— Papai!
E o velhinho:
— Pinóquio!
A beata fervorosa morre e chega ao céu.
— Ai, São Pedro! Quanto prazer em te conhecer! O senhor é muito mais bonito pessoalmente do que nos santinhos!
— Minha senhora, contenha-se, senão te mando para o inferno! E, por favor, aguarde naquela salinha que estamos atendendo outra pessoa no momento.
Ela senta-se, e logo ouve uns gritos:
— Aáááááiiiiiiiiiiiii! Aááááááiiiiiii! Aáááiii!
Ao vê-la tão assustada São Pedro explica:
— Eles estão furando as costas de um recém-chegado para colocar as asas!
— Ah! — fez a mulher, desconsolada!
E pouco depois:
— Aáááááiiiiiiiiiiiii! Aááááááiiiiiii! Aáááiii!
— Agora eles estão furando a cabeça do recém-chegado para poder colocar a auréola.
— Credo, desse jeito prefiro mesmo ir para o inferno!
— É uma opção, mas fique sabendo que no inferno o diabo vai te fоdеr de tudo quanto é jeito!
— Bem, mas pelo menos os buracos já estão feitos!
Um dia, na sala de aula, o professor estava explicando a teoria da evolução aos alunos. Ele perguntou a um dos estudantes:
— Tomás, vês a árvore lá fora?
— Sim, respondeu o menino.
O Professor voltou a perguntar:
— Vês a Grama?
E o menino respondeu prontamente:
— Sim.
Então o professor mandou Tomás sair da sala e lhe disse para olhar pra cima e ver se ele enxergava o céu. Tomás entrou e disse:
— Sim, professor, eu vi o céu.
— Viste a Deus? Perguntou o professor.
O menino respondeu que não. O professor, olhando para os demais alunos disse:
— É disso que eu estou falando! Tomás não pode ver a Deus, porque Deus não está ali! Podemos concluir então que Deus não existe.
Nesse momento Pedrinho se levantou e pediu permissão ao professor para fazer mais algumas perguntas a Tomás.
— Tomás,vês a grama lá fora?
— Sim.
— Vês as árvores?
— Sim.
— Vês o céu?
— Sim.
— Vês o professor?
— Sim.
— Vês o cérebro dele?
— Não - disse Tomás.
Pedrinho então, dirigindo-se aos seus companheiros, disse:
— Colegas, de acordo com o que aprendemos hoje, concluímos que o professor não tem cérebro.
Costa do Mar Vermelho, 1278, a tripulação do Capitão Gancho prepara-se para começar mais uma viagem após um longo período de férias.
Todos a bordo, faltava apenas o capitão, quando eis que surge ele, todo machucado, cambaleando, apoiado em uma bengala. Logo, um de seus criados pergunta:
— Capitão, capitão... O que aconteceu com o seu braço?
— Antes de vir embarcar defrontei-me com o Peter Panco e travei uma árdua batalha com ele. Esta ferida em meu braço foi ele quem fez com aquela mísera faquinha!
— E essa ferida no seu olho? Também foi o Peter?
— Não, isso foi ontem à noite... Meu olho começou a coçar e eu esqueci que tinha um gancho em uma das mãos!
O velhinho está no ponto do ônibus, apoiado na sua bengala. No ponto também está um senhor com uma dúzia de filhos. Chega o ônibus, e osgarotos sobem primeiro e tomam todos os lugares vagos, obrigando ovelhinho a ficar em pé. De repente, o ônibus dá uma brecada e ovelhinho é jogado para frente do ônibus. Ele se levanta frustrado, evolta para o lugar em que estava, de pé, perto do cobrador. Mas oônibus dá outra brecada e, mesmo com a bengala, o velhinho acabasendo jogado para frente do ônibus. O pai dos doze moleques lhe diz:
— Se o senhor tivesse uma borracha na ponta de sua bengala, não teriacaído duas vezes...
E o velhinho responde:
— Certo. Mas se o senhor tivesse colocado uma borracha na ponta da sua, eu poderia estar sentado agora!