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Piadas Mais Novas - Page 166
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O homem ia levando a sua vаса adoentada ao veterinário, quando foi atalhado pelo compadre:
— Gastar dinheiro pra que, homem? Sou teu amigo e tenho uma beberagem lá em casa, feita por mim, que amanhã tua vаса já está boa... O homem da vаса confiou, voltou, pegou a garrafada e deu ao seu único patrimônio. No outro dia a vаса amanheceu morta. Passados alguns dias, encontra o compadre que vai logo perguntando:
— E ai, compadre, como vai a vaquinha? Informado de que a vаса morrera no outro dia após a beberagem, ele não perdeu o rebolado e arrematou:
— Mas uma coisa eu lhe garanto, compadre: ela morreu com uma melhora boa...
No meio de uma longa viagem, a aeromoça pergunta a um dos passageiros:
— O senhor aceita uma Banana Split?
— Não, obrigado... Eu sou diabético!
— Então que tal um pudim de leite condensado?
— Eu não posso! — repetiu ele — Sou diabético!
— Tudo bem — tornou a aeromoça — Que tal a sugestão da casa, ou melhor, do avião? Um delicioso mousse de chocolate, com cobertura de chantilly!
— Moça, você não está entendendo! — disse ele, começando a se alterar — Eu sou diabético!
— Ah, eu sei de uma coisa que o senhor vai adorar: nossa torta holandesa! Uma delícia...
— Роrrа! — grita ele, batendo no braço da poltrona — Eu já falei umas mil vezes que sou diabético!
— Será que você é surda! Eu não posso comer essas porcarias, eu sou diabético! Eu sou diabético!
— Rеginа! — grita a aeromoça, chamando uma de suas colegas — O moço aqui tá uma pilha de nervos! Traz uma água com açúcar pra ele!
Num determinado país, havia uma lei que favorecia a natalidade. Necessitando de mão de obra, foi criada a lei que obrigava os casais a terem um número X de filhos. Previram também uma tolerância de cinco anos! Os casais que completassem cinco anos de casamento sem ter pelo menos um filho, receberiam a visita de um agente especial que o governo destacaria para "auxiliar" o casal. Assim, tivemos o seguinte fato, onde marido e mulher dialogavam:
— Querido! Hoje completamos o quinto aniversario de casamento!
— É, e infelizmente não tivemos um herdeiro.
— Será que eles vão enviar o tal agente?
— Eu não sei!
— E se ele vier?
— Bem, eu não tenho nada a fazer!
— Eu muito menos...
— Vou sair. Já estou atrasado para o trabalho!
Logo após a saída do marido, batem a porta. A mulher vai ver que era e encontra a sua frente, um homem! Era um fotografo que se enganara de endereço.
— Bom dia! Eu sou...
— Ah! Já sei! Pode entrar!
— Seu marido está em casa?
— Não! Ele foi trabalhar!
— Presumo que ele esteja a par.
— Sim! Ele esta a par e também concorda.
— Ótimo! Então vamos começar?
— Mas... já? Assim tão rápido?
— Preciso ser breve pois ainda tenho 16 casais para visitar.
— Puxa! O senhor aguenta?
— Aguento sim, pois adoro o meu trabalho! Ele me dá muito prazer.
— Então, como vamos fazer?
— Permita-me sugerir: uma no quarto, duas no tapete, duas no sofá, uma no corredor duas na cozinha e a ultima na varanda!
— Nossa!!! Não é muito?
— Assim eu garanto que acerto de primeira!
— O senhor já visitou alguma casa neste bairro?
— Não! Mas tenho comigo algumas amostras dos meus últimos trabalhos! (falava, mostrando foto de crianças) São belos, não?
— Como são lindos estes bebes! O senhor os fez?
— Sim. Este aqui... (mostrando outra foto) foi conseguido na porta do supermercado.
— Que horror!
— Foi um dos serviços mais difíceis que já fiz!
— Imagino...
— Esta foi feita num parque de diversões.
— Credo! Como o senhor conseguiu?
— Não foi fácil! Se não bastasse a neve caindo, tinha ainda uma multidão em cima de nos. Quase não consegui acabar!
— Ainda bem que sou discreta! Não quero que ninguém nos veja!
— Ótimo. Eu também prefiro assim. Agora se me der licença, vou armar o tripé...
— Tripé? Pra que?
— Bem, madame... é necessário. O meu instrumento além de pesado, depois de pronto para funcionar, mede metro e meio!
A mulher desmaiou.
Certo Padre recebia um jantar de despedida pelos 25 anos de trabalho ininterrupto à frente de uma paróquia. Um político da região e membro da comunidade foi convidado para entregar o presente e proferir um pequeno discurso.
O político se atrasou. O sacerdote, então, decidiu proferir umas palavras:
"A primeira impressão que tive da paróquia foi com a primeira confissão que ouvi. Pensei que o bispo tinha me enviado a um lugar terrível, pois a primeira pessoa que se confessou me disse que tinha roubado um aparelho de TV, que tinha roubado dinheiro dos seus pais, também tinha roubado a firma onde trabalhava, além de ter aventuras amorosas com a esposa do chefe.
Também em outras ocasiões se dedicava ao trafico e a venda de drogas e para concluir, confessou que tinha transmitido uma doença à própria irmã".
"Fiquei assustadíssimo...
Mas com o passar do tempo, entretanto, fui conhecendo mais gente que em nada se parecia com aquele homem... Inclusive vivi a realidade de uma paróquia cheia de gente responsável, com valores, comprometida com sua fé e desta maneira tenho vivido os 25 anos mais maravilhosos do meu sacerdócio".
Justo nesse momento chega o político, e foi lhe dado a palavra para entregar o presente da comunidade, prestando a homenagem ao padre.
Pediu desculpas pelo atraso e começou o discurso dizendo:
"Nunca vou esquecer do dia em que o padre chegou à nossa paróquia...
Como poderia? Tive a honra de ser o primeiro a me confessar com ele ..."
Moral da história: Nunca chegue atrasado.
O turista visita o Museu de Cérebros, em Portugal. Acondicionado numa redoma de vidro, conservado em formol, tá lá o cérebro de Einstein, orçado em vinte mil dólares. Mais à frente, o turista encontra exposto o cérebro de Isaac Newton, orçado em trinta mil dólares.
No final do corredor, guardado com toda segurança, o visitante se depara com um cérebro cujo valor é de dois milhões de dólares! Lê a pequena inscrição, abaixo da redoma:
"Cérebro pertencente a Manoel, homem mais inteligente de Portugal".
Abismado com a discrepância de preços entre cérebros de figuras tão eminentes e o cérebro de um simples português, chama o guarda do Museu, também português, que lhe explica:
— Faz sentido ser caro. O Manoel não deixava de jeito nenhum que lhe arrancassem o seu cérebro.
Aquele advogado conseguiu provar a inocência de seu constituinte, acusado de roubo.
Liquidado o caso, diz o advogado ao cliente:
— Felicito-o, mas aqui entre nós, você roubou o dinheiro, não é verdade?
O outro balançou a cabeça, gravemente:
— Olhe, doutor, antes de ouvir a defesa que o senhor fez, eu estava certo que sim, mas agora, não tenho mais certeza não.
O sujeito está saindo do seu apartamento com uma mala e cruza com o vizinho, que pergunta:
— Onde você vai com essa mala, Alberto? Tá se mudando?
— Ah, a minha sogra tá me enchendo o saco! Pra você ter uma ideia hoje ela me xingou de vаgавundо, inútil, preguiçoso, insensível, сrетinо, fracassado… Ah, cansei!
— O quê? Que velha folgada! Se eu fosse você, matava ela, cortava em quatro pedaços e jogava no rio!
— E o que você acha que eu tô levando dentro da mala?