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A esposa está grávida e tem desejos por alimentos incomuns. Um dia ela decide que tem que comer caracóis, e faz o marido ir até uma loja para comprar alguns. Ele vai ao centro da cidade na loja de frutos do mar e compra um monte de caracóis vivos para fazer escargot. Eles colocaram os caramujos em um saco de papel e avisam para ele voltar para casa rapidamente, pois a sacola ficará úmida e pode não durar.
No caminho para casa, ele passa por um bar local e vê um de seus amigos, que o convida para beber e comemorar o futuro filho dele. Uma coisa leva a outra e o marido acaba ficando até a hоrа do fechamento do bar.
Finalmente ele chega em casa. Quando ele está chegando na frente da casa, duas coisas acontecem. Uma deles, o saco finalmente se rompe e os caracóis se espalham na calçada e, dois, a esposa logo em seguida abre a porta e começa a gritar com ele e exigindo saber onde ele foi e por que levou tanto tempo para chegar em casa.
Os marido olha para sua esposa, em seguida, para os caracóis, depois para a esposa e depois para os caracóis novamente:
— Vamos lá, rapazes! - diz ele aos caracóis - Estamos quase lá. Apenas mais alguns metros.
Joãozinho, ceguinho de nascença, ia fazer dez anos. Faltavam poucos dias e, uma tarde, o pai de Joãozinho chega pra ele e diz:
— Meu filho, mandei vir dos Estados Unidos um colírio que vai curar a sua cegueira. É um remédio maravilhoso, milagroso. Só uma gotinha em cada olho e você vai poder enxergar! Joãozinho ficou todo feliz e disse:
— Que bom, pai. Agora eu vou poder saber como é você, como é a mamãe, meus amigos, o azul, o feio, as meninas, Nossa Senhora, as flores, tudo! Que dia o remédio chegará?
— Eu te aviso. — disse o pai.
E todo dia o pai chegava do trabalho e Joãozinho corria pra ele, aflito, batendo nos móveis, gritando:
— Chegou, papai? Chegou?
No dia 28 de março, o pai chegou em casa, aproximou-se do filho ceguinho e balançou um vidrinho no ouvido dele.
— Sabe o que é isto, Joãozinho?
— Sei, sei! — gritou o menino. — É o colírio! É o colírio!
— Exatamente, meu filho. É o colírio.
Que bom! — disse Joãozinho.
— Agora eu vou poder ver as coisas, saber se eu pareço com você, saber a cor dos olhos da mamãe, usar meus lápis de cores, ver os pássaros, o céu, as borboletas. Vamos, papai, pinga logo este colírio nos meus olhos!
— Não. Hoje, não — disse o pai.
— Mandei chamar seus avos, todos os nossos parentes; eles chegam no dia de seu aniversário, quero pingar o colírio com todo mundo aqui em sua volta...
E Joãozinho disse meio conformado:
— É. O senhor tem razão. Quem já esperou dez anos, espera mais uns dias. Vai ser bom. Aí eu vou poder ficar conhecendo todos os meus parentes de uma vez.
E foi dormir, mas não dormiu. Passou a noite toda sofrendo, rolando na cama, pra lá, pra cá. Quando foi no dia seguinte, dia 29 de março, cedinho, ele acordou o pai.
— Papai, pinga num olho só. Num olho só. Eu fico com ele fechado até a vovó chegar, juro!
O pai disse:
— Não. Aprenda a esperar!
— Mas, papai, eu quero ver a vida, papai. Eu quero ver as coisas.
— Tudo tem a sua hоrа, meu filho. No dia do seu aniversário você verá.
Joãozinho passou sem dormir o dia 29, o dia 30 e o dia 31.
Quando foi ali pelas dez horas da noite ele chegou pro pai e disse:
— Papai, só faltam duas horas para o meu aniversário. Pinga agora, papai.
O pai pediu que ele esperasse a hоrа certa. Assim que o relógio terminasse de bater as doze badaladas, ele pingaria o colírio nos olhos de Joãozinho. E Joãozinho esperou.
A meia-noite, toda a família de Joãozinho se reuniu no centro da sala e aguardou o final das doze badaladas. Joãozinho ouviu uma por uma, sofrendo. Bateram as dez, as onze e as doze!
— Agora, papai. Agora! O colírio.
O pai pegou o vidrinho, pingou uma gota num olho. Outra no outro.
— Posso abrir os olhos? — perguntou Joãozinho.
— Não! — disse o pai. — Tem que esperar um minuto certo, senão estraga tudo. Vamos lá: Sessenta, cinquenta e nove, cinquenta e oito, cinquenta e sete — e foi contando — e Joãozinho de cabecinha erguida esperando — vinte e seis, vinte e cinco, e foi, quinze, quatorze — e toda a família em volta esperando — e dez, e nove, e oito, e sete, e seis, e cinco, e quatro, e três, e dois e um e já!
O menino abriu os olhos e exclamou:
— Ué. Eu não estou enxergando nada!
E a família toda grita:
— Primeiro de Abril!
Num bar de Belo Horizonte, estavam quatro amigos, um carioca, um paulista, um mineiro e um gaúcho, este último já estava de saco cheio por causa das piadinhas de gaúcho que os outros três estavam contando, quando chegou a vez dele de contar a piada, ele mandou:
— Na verdade isto não é uma piada, é um fato real, quando eu morava em Porto Alegre, cheguei mais cedo em casa e peguei minha mulher na cama com outro, matei o amante, peguei a mulher e o filho, botei os dois no carro e caí na estrada, larguei a mulher em São Paulo porque lá é terra de рuта, larguei o menino do Rio de Janeiro porque lá é terra de filho da рuта e vim pra Minas porque é terra de соrnо!
O Super-Homem estava em casa sem fazer nada quando teve a ideia de sair com os amigos pra encher a cara e quem sabe até descolar umas gatas. Então ele ligou para o Batman e chamou ele pra cair na farra, mas ele estava meio abatido e, além disso, ele não queria deixar o Robin, que nunca se deu bem com o Super-Homem, sozinho. Mas ele não desistiu e ligou para o Homem-Elástico intimando-o para ir pra gandaia, mas este por sua vez estava meio enrolado com o Stress da Sala de Justiça, e não quis saber de noitada.
Então o Super-Homem, sem alternativas e рuто da vida, resolveu sair sozinho pela cidade, em busca de diversão. De repente, usando sua super-visão, reparou que a Mulher-Maravilha estava na cobertura dela, em cima da cama, completamente nua e se contorcendo de tesão. Ele ficou louco dentro de sua cuequinha vermelha e percebeu uma super-ereção chegando. Ficou olhando aquela cena e pensando numa forma de possuir aquele corpo maravilhoso, sem perder a pose e nem cair na boca do povo. Então ele teve uma grande ideia:
— Vou usar a minha super-velocidade para dar uma rapidinha tão rapidinha que ela nem vai saber o que aconteceu!
Assim, cada vez mais excitado com a ideia de traçar a Mulher-Maravilha, o Super-Homem se preparou e mais rápido que um raio, entrou no quarto dela, fez o serviço e saiu. Ainda nua na cama e agora um pouco assustada, a Mulher Maravilha exclama:
— Nossa, o que foi isso?
— Não sei... mas minha bunda tá doendo pra сасете! — responde o Homem-Invisível.
O sujeito estava tranquilo na barraca de feira, vendendo melancias e gritando:
— Olha a melancia, boa e barata, apenas 20 reais cada.
Nisso, encosta um homem enorme de quase dois metros de altura, tipo 4x4, e diz:
— Ô meu amigo, 20 reais tá muito caro... não quero nem saber... só vou levar a metade, pode ir cortando aí.
O coitado, apavorado diz ao homem:
— Olha senhor, eu não sou o dono da barraca e não posso cortar... mas o senhor aguarde um instante que o patrão está em outra barraca ali na frente e eu vou falar com ele. Se ele autorizar, eu corto a melancia pro senhor.
Disse isso e foi falar com o patrão, só que ele não notou que o homem foi atrás dele. Chegando lá ele falou pro patrão:
— Ô patrão, tem um fi da égua aí, querendo compra só a metade da melancia...
Quando ele olhou pra trás e viu o homem, complementou.
— E esse cavalheiro aqui, vai levar a outra metade.
O cara entrou na loja de animais e pediu ao dono.
— Eu quero comprar um papagaio, mas quero um que não fale palavrão.
O dono da loja foi aos fundos, trouxe um e disse ao homem.
— Esse aqui é perfeito, ele é surdo, não vai aprender a dizer nenhum palavrão.
O cara levou o papagaio embora.
Passado uns dois meses, o cara voltou com o papagaio e disse ao dono.
— Eu trouxe seu papagaio de volta, você me enganou, você me disse que ele não falava palavrão porque ele é surdo, e agora toda vez que eu chego em casa, ele me chama de соrnо e filho da рuта.
O dono olhou bem pra ele e respondeu:
— É, meu amigo, ele é surdo, mas ele enxerga muito bem.
Certa tarde, um bem sucedido advogado estava sendo conduzido em sua limusine para seu sítio, quando observou dois homens maltrapilhos comendo grama ao lado da estrada.
Ele ordenou imediatamente ao motorista que parasse, saiu do veículo e perguntou:
— Por que vocês estão comendo grama?
— Porque nós não temos dinheiro para comprar comida - respondeu um dos homens.
— Bem, você pode vir comigo para o sítio disse o advogado.
— Senhor, eu tenho uma esposa e três filhos aqui.
— Traga-os também replicou o advogado.
— E quanto ao meu amigo?
O advogado virou-se para o outro homem e disse:
— Você pode vir conosco também.
— Mas, senhor eu também tenho esposa e seis filhos, disse o segundo homem.
— Eles podem nos acompanhar também, disse o advogado enquanto se dirigia de volta à limusine. Todos se acomodaram como puderam na limusine, e quando já estavam a caminho, um dos acompanhantes disse:
— O senhor é muito gentil. Obrigado por levar-nos a todos com o senhor.
O advogado respondeu:
— De nada! Vocês irão adorar meu sítio. A grama esta com quase um palmo de altura.
José e mais três amigos de trabalho faltaram um dia anterior ao serviço. E logo pela manhã o patrão chama um por um na sua sala. Entrando o primeiro, veio o interrogatório:
— Posso saber por que o senhor faltou ontem?
— Sabe, senhor! É que a minha avó ficou doente e eu tive que levá-la ao hospital...
— De novo esta desculpa esfarrapada! Está suspenso por dois dias. Dona Vilma mande entrar o próximo.
A secretária chama mais um dos faltosos, que ao entrar o chefe não deixa ele nem se explicar:
— Presumo que a sua desculpa seja alguma coisa relacionada com a sua avó?
— Como o senhor sabe, chefe?
— Simples, meu caro, você já contou esta história anteriormente nas suas duas últimas faltas, e seu amigo acabou de falar a mesma coisa.
Com a cara de раu ele comenta:
— Pois é, né chefe! Coitadinhas das nossas avós. A minha anda tão doente.
— Então tá, aproveite que você levou ela ao hospital, agora vá buscá-la, porque você está suspenso! Que entre o próximo.
Agora foi a vez de José, que estava muito tenso:
— Até você José, faltando? Quero saber qual é a sua desculpa? E não me venha com história de avó ou mãe doente.
José sem rodeios responde:
— Bem, o meu problema é que eu sai anteontem para tomar umas cervejas, fiquei com muita ressaca e resolvi faltar o trabalho.
O patrão surpreso então fala:
— Certo, só desta vez vou lhe dar uma chance, pode voltar para seu trabalho, e por favor, espero que você não venha mais faltar por estes motivos.
Um dos funcionários suspensos que estava ouvindo atrás da porta, ficou espantado e aborda José:
— Cara, você foi muito corajoso! Não imaginei que você teria coragem de contar a verdade pro chefe.
— E quem disse a você que esta é a verdade?
— Ué! E não é? Qual seria então a verdade?
— A verdade que eu tive que levar minha avozinha ao hospital, porque ela estava doente...